Clínica de Mini Vôlei em Matinhos/PR recebe alunos de várias cidades

O professor do curso de gestão esportiva da UFPR, Ricardo Sonoda, dá início ao curso.

Propagar gratuitamente a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, utilizada em todos os projetos socioesportivos do Instituto Compartilhar que tem como base a experiência do Mini Vôlei e o ensino de valores, foi o objetivo da Clínica de Mini Vôlei, que aconteceu no dia 24 de novembro em Matinhos/PR. Cerca de 40 inscritos entre acadêmicos e professores de Educação Física de cidades vizinhas, participaram do curso que teve duração de 8 horas, intercaladas entre aulas práticas e teóricas.

“Me engrandece como profissional a possibilidade de ver e entender o voleibol como instrumento social de cidadania, e através da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Volebiol, melhorar minhas práticas profissionais no meu ambiente de trabalho. Além de contribuir para o crescimento do esporte dentro da minha cidade e por consequência em meu país”, avalia o professor de Educação Física, Fernando Goulart.

Os alunos colocam em prática tudo aquilo que viram em sala de aula.

Para o coordenador da clínica, Fábio Okazaki, gestor do conhecimento do Instituto Compartilhar, a clínica cumpriu seu obejtivo e “De acordo com os objetivo proposto de difundir a Metodologia Compartilhar, a Clínica atingiu o seu propósito. E os 42 inscritos no curso tiveram um bom nível de participação, o que facilitou a condução da clínica do início ao fim”, conta.

Encerramento da Clínica de Mini Vôlei em Matinhos.

Esta edição da Clínica de Mini Vôlei teve o apoio da Universidade Federal do Paraná (UFPR Litoral), que auxiliou na organização e do SESC-Caiobá que cedeu a estrutura físca para a realização do curso.  Na abertura do evento, os representantes destes parceiros estavam presentes: professor do curso de gestão esportiva, Ricardo Sonoda e coordenadora do curso de Educação Física Isabel Martines, ambos da UFPR Litoral, e o coordenador do SESC Almir Soares.

Parceiros: Governo do Estado do Paraná, Unilever via Lei Federal do Incentivo ao Esporte, Itaú e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC

Alunos do projeto Vôlei Rede do Rio de Janeiro participam de reunião para discutir o legado da Copa do Mundo e das Olimpíadas

Em forma de debate os jovens expõem suas ideias

A convite de Marcia Correa e Castro, da Bem TV, alguns alunos do projeto Vôlei em Rede, Núcleos Rio/RJ, participaram de uma reunião, realizada no dia 23 de novembro no Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim), que discutiu o legado dos megaeventos esportivos a serem realizados no Brasil nos próximos anos. Participantes da Bem TV, uma organização civil sem fins lucrativos de Niterói/RJ que trabalha a comunicação e a educação para comprometer jovens com a construção de uma sociedade solidária, também estiveram presentes.

Adolescentes passam a ser mais ativos na discussão sobre a realidade do acesso ao esporte.

Divididos em grupos, um de defesa, um de acusação e o de júri, os jovens discutiram os pontos positivos e negativos da realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos Rio 2016 no Brasil. “As equipes apresentaram argumentos muito bons e construtivos sobre o tema, as duas equipes venceram o debate, pois as ideias tanto de acusação e de defesa eram reais e importantes. Foi discutido coisas boas e ruins sobre esses grandes eventos no Brasil como a presença do Brasil em outros Países e a economia afetada na questão dos impostos para os brasileiros.”, comenta a aluna do Núcleo Inhaúma, Kássia Penedo 14 anos.

Segundo Marcia Correa e Castro, o resultado do evento foi gratificante e os alunos foram muito ativos nas discussões. Ao final, foi desenvolvida uma carta com o resultado da reunião e entregue à Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, no dia seguinte. No dia 27 de novembro, o secretário se reunirá com a Unicef, a fim de garantir, como legado da Copa e das Olimpíadas, o acesso ao esporte, este entendido como meio de desenvolvimento do cidadão.

Divididos em grupos, jovens debatem sobre o assunto.

No dia 13 de dezembro, já está agendado outro encontro da Secretária de Esporte e Lazer, Márcia Lins com os jovens que participaram da primeira discussão, a fim de apontar as metas e objetivos para os próximos anos.

O objetivo da Bem TV e do Instituto Compartilhar em promover esta discussão foi propor uma mobilização juvenil em torno da questão dos megaeventos esportivos, pois embora essas organizações estejam envolvidas com a temática, os adolescentes permanecem à margem da reflexão.

Parceiros:

Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, Unilever e apoio MetrôRio com Instituto Invepar

Fotos: Divulgação IC

Troca de experiência e conhecimento entre os alunos marca o Festival de Vôlei Núcleo Protásio Alves

Para oportunizar a troca de experiências entre crianças e adolescentes de diferentes turnos do projeto Vôlei em Rede, Núcleo Protásio Alves/RS, a professora Elizangela Stella organizou  o Festival de Mini Vôlei, para cerca de 60 crianças no dia 22 de novembro no Ginásio Caetano Pelusso. Apesar do forte calor, a animação não diminuiu e os alunos se revezaram nas quadras para que pudessem jogar mais vezes com os seus colegas, podendo assim trocar experiências e conhecimentos. “Eu adorei, jogar com os outros colegas foi bem legal”, relata o aluno da categoria Mini 2×2, Vinicius Lorencet, 9 anos.

Parceiros: Prefeitura Municipal Protásio Alves

Festival de Mini Vôlei no Rio de Janeiro reúne cerca de 400 alunos, Bernardinho e atletas da equipe Unilever

Em clima de descontração, jogos priorizam integração e responsabilidade.

Em clima de festa, alegria e descontração, o Festival de Mini Vôlei 2012 do projeto Vôlei em Rede no Rio de Janeiro marcou a manhã de cerca de 400 alunos de 10 escolas públicas da cidade, sede de todos os núcleos. O evento aconteceu no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes da Marinha do Brasil – Cefan – e contou com a presença de Bernardinho, diretor-presidente do Instituto Compartilhar e técnico da seleção masculina de voleibol, e das atletas da equipe Unilever de vôlei feminino. Os parceiros, Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e Unilever enviaram seus representantes Cristina Brum e Ligia Camargo com Erica Ikuno, respectivamente, para prestigiar o evento.

 

O objetivo do evento foi promover a integração entre alunos e professores dos núcleos, proporcionar um dia diferente às crianças e adolescentes, além de encerrar o ano de 2012 com chave de ouro. E assim foi o andamento do festival. Vinte quadras de Mini Vôlei foram montadas em um dos campos de futebol do Cefan para receber os alunos e proporcionar muitas chances de jogar com diferentes núcleos. Os professores também entraram em quadra para jogar um pouco com os alunos e tornou o festival ainda mais divertido. “Nós estamos adorando o evento. Está muito divertido, mas ver os professores jogando está demais!”, dizem as alunas do Núcleo Inhaúma, Alexandra da Silva e Kassia de Lima, 14 anos.

 

Oficina de Depoimentos anima festival.

Para trabalhar o valor da responsabilidade, os jogos foram organizados para que os próprios alunos fizessem a arbitragem e o cruzamento de equipes de diferentes núcleos.  Enquanto os alunos aguardavam sua vez de jogar, eles participaram da Oficina de Depoimentos em que estavam disponíveis placas com palavras que eles, em grupos, deveriam juntar para formar uma frase. Algumas delas foram: “Respeito + cooperação = amor” e “Nós compartilhamos respeito e igualdade”. As fotos estão disponíveis no site, blog e facebook do Instituto Compartilhar. Para Vinicius Petrunko, responsável pelo evento e coordenador do projeto, o festival surpreendeu. “Ocorreu tudo bem, a oficina estava cheia sempre e os alunos exploraram bem os espaços disponíveis. Fiquei orgulhoso ao ver os alunos com as pranchetas, fazendo controle dos jogos, arbitragem e formando tabelas. Foi a primeira experiência deles com este sistema e souberam lidar com isto, se envolvendo na organização”, avalia.

 

Bernardinho e atletas da equipe Unilever fazem a felicidade da garotada.

Uma surpresa agradou a todos os participantes: a visita de Bernardinho e das atletas da equipe Unilever de vôlei feminino Fabi (líbero), Valeskinha (meio-de-rede), Amanda (ponteira) e Roberta (levantadora). A euforia foi grande, os alunos tiraram fotos, pegaram autógrafos e conversaram um pouco com as atletas. A levantadora Roberta começou a jogar vôlei no Núcleo de Iniciação ao Voleibol no Paraná em um projeto do Instituto Compartilhar em Curitiba, semelhante ao projeto do Rio de Janeiro.

Bernardinho aproveitou a oportunidade para homenagear os parceiros do projeto – Unilever e Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro – e do evento. O comandante Mauro Dias Villa, imediato do Cefan, recebeu uma placa em agradecimento ao espaço cedido. Para Ligia Camargo, gerente de sustentabilidade da Unilever, “é muito gratificante ver de perto o trabalho desenvolvido pelo projeto aqui no Rio de Janeiro, ver que a parceria entre a Unilever e o Instituto Compartilhar está gerando resultados, que está alinhado com a nossa promoção do bem-estar”, declara. “É emocionante ver o amor, dedicação e o envolvimento dos professores no trabalho e na causa. O brilho nos olhos dos alunos reflete tudo isso”, finaliza Ligia.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ:

Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever com apoio do MetrôRio e Instituto Invepar.

Fotos: Divulgação IC e Agnews

Inscrições para a Clínica de Mini Vôlei do Instituto Compartilhar estão abertas em Matinhos/PR

Destinados a professores e acadêmicos de Educação Física, o curso terá duração de 8 horas intercaladas entre aulas práticas e teóricas. Acontecerá no dia 24 de novembro das 08h30 às 12h30  na Universidade Federal do Paraná do Litoral (UFPR Litoral), e das 14h às 18h no SESC de Matinhos. A Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, o ensino de esporte com valores e o Mini Vôlei serão temas abordados durante o curso.

As inscrições são gratuitas e limitadas e devem ser solicitas pelo e-mail clinicasic@compartilhar.org.br, até o dia 23 de novembro. Os certificados de participação serão emitidos pela UFPR Litoral. Não perca tempo, garanta já a sua vaga.

 

 

 

Parceiros: Governo do Estado do Paraná, Unilever via Lei Federal do Incentivo ao Esporte, Itaú e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC

Bernardinho visita Núcleo Central para comemorar 15 anos de projeto com a Unilever no Paraná

Bernardinho conversa com pais e alunos.

A expectativa era grande, os corações estavam disparados. Máquinas de tirar fotos e canetas para autógrafos já estavam preparadas para a chegada do diretor-presidente do Instituto Compartilhar e técnico da seleção masculina de voleibol, Bernardinho. Ele esteve na capital paranaense nos dias 11 e 12 de novembro para comemorar os 15 anos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. Na segunda-feira tirou fotos com os alunos e respondeu as mais curiosas perguntas. Representando a Unilever, principal parceira privada do projeto desde sua criação em 1997, Ligia Camargo, gerente de sustentabilidade, acompanhou a visita que também contou, na parte da manhã, com a presença de Rudimar Fedrigo, representando a Secretaria de Estado do Esporte, junto com Paul Julius e Veniltton Santos.

Na visita, realizada no turno da manhã e da tarde, os alunos e responsáveis tiveram a oportunidade de fazer perguntas ao Bernardinho e ele as respondeu com atenção. Naturalmente as perguntas foram divertidas e abordaram sobre sua carreira e o próprio projeto. A aluna da categoria Mini 4×4, Juliana Petranski, 13 anos, quis saber o que motiva ele a continuar com o projeto. “O projeto me inspira a cada dia porque sei que há mais crianças e adolescentes como você aprendendo a jogar este esporte que me proporcionou tantas coisas boas”, responde Bernardinho.

Crianças têm oportunidade de jogar com o técnico.

“Visitar os projetos do Instituto Compartilhar é como recarregar as baterias. Vejo que tudo o que idealizamos há 15 anos está dando certo e esta indo mais longe do que imaginávamos naquela época. Percebo que ajudamos os alunos a realizarem seus sonhos e serem mais felizes. Gosto também de estar com os pais e agradecer por terem confiado no nosso trabalho”, diz ele em resposta à Claudiovane Aguiar, responsável pelo aluno Gabriel Aguiar, 11 anos, da categoria Mini 3×3.

Ao final de cada turno, Bernardinho tirou fotos com todas as turmas separadas por categorias e distribuiu alguns autógrafos. Na parte da manhã, ainda teve oportunidade de entrar nas miniquadras e jogar com os alunos. “Muito legal esse carinho que ele tem com as crianças. Encontrou um tempinho na vida dele que deve ser muito corrida para vir aqui e tornar este dia inesquecível na vida dos alunos”, conta Juvenal Alves, avô da aluna Gabrielli Eduarda, 13 anos, categoria Mini 4×4. “O projeto é maravilhoso, os professores são muito bons e atenciosos. Confiamos muito no trabalho do Instituto Compartilhar”, finaliza.

Alunos tiram suas dúvidas sobre Bernardinho.

Para Ligia Camargo, gerente de sustentabilidade da Unilever, desde que a ideia do projeto no Paraná foi apresentada, a Unilever teve certeza de que toda a dedicação e a qualidade que Bernardinho carrega estariam presentes e que, portanto não tiveram dúvidas ao aceitar a parceria, que depois se estendeu ao Instituto Compartilhar. “É muito gratificante ver que esta parceria está dando certo e ver que vocês gostam de estar aqui”, finaliza ela se referindo aos alunos. Além disso, fez questão de, em frente aos pais e alunos, parabenizar os profissionais envolvidos no projeto e pediu uma salva de palmas.

No dia anterior, Bernardinho esteve com os professores, estagiários e pessoal administrativo dos diversos projetos do Instituto Compartilhar em Curitiba para um jantar informal. Na oportunidade, ele pode agradecer pelo trabalho desenvolvido e por corresponderem à confiança depositada por ele. “Fico orgulhoso ao ver que o trabalho está sendo bem feito e fico tranquilo por ver que vocês se dedicam em manter a qualidade das aulas e do ensino dos valores”, conclui.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol:
Governo do Estado do Paraná e Unilever
Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever, Itaú e Ministério do Esporte.

Fotos: KS Foto e Vídeo

Gife apresenta a importância de avaliar projetos sociais

Por avaliar seus núcleos desde 2007 e investir na mensuração de resultados – quantitativos e qualitativos – por meio do Sistema de Monitoramento e Avaliação do Compartilhar (Simac), o Instituto Compartilhar considera importante a discussão sobre a necessidade de avaliação e indica esta matéria do site do Gife:

O medo de avaliar os projetos sociais

A avaliação de projetos sociais é um tema que cada vez mais ganha destaque na busca de aprimoramento das ações e dos investimentos sociais. É também relevante a avaliação econômica como instrumento importante para subsidiar a gestão e o aprimoramento dos projetos, otimizar a alocação dos recursos e propiciar a prestação de contas a financiadores, participantes e sociedade em geral.

Porém, no Brasil há a ausência da cultura de avaliação: poucos estudos, pouco é praticado, segundo Miguel Szekly do Instituto Tecnológico de Monterrey (México). Há também um paradoxo. Por que investir recursos em um processo tão caro como avaliação? E se os resultados forem negativos? Os dados tornam-se públicos e podem ultrapassar as fronteiras do próprio interesse do financiador (principalmente se esse interesse for superficial).

Para que serve então a avaliação? Szekely afirmou no 9º Seminário Itaú Internacional de avaliação econômica de projetos sociais, realizado em São Paulo, que todos reconhecem a importância de uma decisão racional de onde investir os recursos, de quanto investir nos próximos programas, para assim afinar os programas e projetos, além de mostrar as partes interessadas quando o projeto está dando resultados. Essas evidências podem ser encontradas nas avaliações dos projetos.

Mas como aplicar a avaliação ainda é um tema que assusta muitas instituições, por diversos motivos. Seja pelo complexo trabalho, pelo espaço de tempo maior, seja pelos custos envolvidos. É preciso ter claro o objetivo e aplicação da ferramenta de avaliação, por ser um investimento não só de capital, como de decisões. Nesse sentido, a Fundação Itaú Social desenvolve, desde 2004 cursos e seminários que estimulem a reflexão e proporcione o diálogo para praticas de avaliação.

Existem alguns fatores essenciais para o que o uso de avaliações de projetos sociais e políticas públicas sejam incorporados no Brasil. Há um debate sobre institucionalizar o processo com a criação de uma legislação específica. Para isso, é importante que se tenha um corpo técnico. O Banco Mundial já desenvolve um trabalho para a educação de avaliações, desenvolvendo em diversos países capacitação para a utilização de diversas ferramentas que resultem em avalições.

O mais importante de tudo é que os tomadores de decisões, os financiadores, estejam engajados no processo completo, levando em conta que a avaliação é uma importante ferramenta de gestão, inclusive na analise de retorno econômico, considerando a escassez de recursos para os investimentos voltados ao desenvolvimento social. A Fundação Itaú Social lançou recentemente o livro “Avaliação Econômica de projetos sociais”, com metodologia e estratégias de disseminação dos conceitos de avaliação econômica, como a avaliação de impacto. É importante saber se os benefícios gerados a partir do impacto estimado superam os custos do programa.

A avaliação completa o círculo virtuoso, para que os projetos sociais sejam replicados com maior retorno econômico e assim, gerar o máximo de benefícios para a sociedade brasileira, conclui Naercio Menezes Filho, organizador do livro.

 

12ª Taça Paraná de Voleibol tem número recorde de inscritos

Mais de 400 jogos foram realizados nessa edição da Taça Paraná de Voleibol.

Mais de 1,8mil atletas e comissão técnica de equipes brasileiras de voleibol de base participaram da 12ª Taça Paraná durante os dias 29 de outubro a 02 de novembro. Em número máximo de pessoas presentes, dez estados do país estavam representados em cerca de 400 jogos masculinos e femininos. Durante os jogos, algumas personalidades da modalidade estiveram presentes: atletas olímpicos Gustavo, Fernanda Garay e Adenízia, além de Giovane Gávio (bicampeão olímpico e atual técnico do SESI/SP), o ex-atleta Paulão, campeão olímpico em Barcelona 1992 e a coordenadora da Confederação Brasileira de Voleibol para o vôlei de praia, Jaqueline Silva, multicampeã da modalidade, inclusive nas Olimpíadas.

Comissão organizadora conta com alguns professores do Instituto Compartilhar.

Para Josmar Coelho, diretor geral do evento e coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná do Instituto Compartilhar, esta foi uma edição histórica. “Esta foi sem dúvida a maior edição que realizamos. Tivemos um recorde de inscritos, transmissão ao vivo pela internet, sem contar a presença de atletas olímpicos e grandes nomes do voleibol brasileiro. Estou muito satisfeito com o resultado que alcançamos e ano que vem tem mais. Parabenizo todas as equipes que participaram do campeonato, que representaram dez estados do país, na maior participação de nossa história”, declarou à Federação Paranaense de Voleibol.

Apesar do mau tempo na capital paranaense, a comissão organizadora conseguiu superar problemas com goteira e destelhamento de alguns ginásios para dar andamento à competição sem comprometer a programação. Por dia, a média de jogos superou a marca de 90 partidas em sete ginásios espalhados por diversas regiões.

Atletas recebem premiação ao final do campeonato.

Taça Paraná de voleibol é realizada pela Federação Paranaense de Voleibol, com patrocínio da Asics. Apoiam o evento a Secretaria do Esporte do Paraná, Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude de Curitiba, Unibrasil, APCEF-PR, Godo Sports, Gelo Moreira, Segasp Sport e Supergraf. A competição se desenrola como uma grande vitrine de atletas em formação que certamente dentro de pouco tempo estarão despontando como grandes promessas do voleibol brasileiro.

Fonte: Federação Paranaense de Voleibol

Fotos: Taça Paraná 2012

Alunos do Núcleo Cidade Jardim fazem passeio para assistir a um jogo da Taça Paraná de Voleibol

Estimular as crianças a continuarem a treinar e a participar das aulas de forma mais efetiva, era a ideia dos professores do projeto Esporte em Ação, Núcleo Cidade Jardim – São José dos Pinhais/PR. Para que isso acontecesse, eles decidiram reunir cerca de 10 alunos e levá-los para assistir a um dos jogos da Taça Paraná de Voleibol realizada em Curitiba/PR. Apesar da pouca idade dos alunos, os professores Fabiano Prado e Gabriele Benetti acharam uma ideia pertinente que resultaria em vários pontos positivos.

Então, no dia primeiro de novembro, os alunos do núcleo foram até a APCEF – Associação Pessoal da Caixa Econômica Federal, assistir ao jogo da equipe do Rio de Janeiro, Tijuca Tênis Clube, contra a equipe gaúcha, Sogipa. “Foi interessante, pois ele puderam ver as equipes aquecendo, o que nos ajudou a mostrar a importância do alongamento e do aquecimento com a bola antes de cada jogo”, relata a professora do núcleo, Gabriele Benetti.

As crianças ficaram boquiabertas com o tamanho das atletas das equipes que estavam em quadra, e de como elas se entendiam dentro de quadra, lutavam com muita garra e força de vontade pela vitória. “Os alunos, ao se depararem com o jogo, ficaram impressionados com as habilidades, com a comunicação entre as atletas e a força de vontade na hora do jogo. Ficaram empolgados perguntando sobre algumas regras e sobre alguns fundamentos que tinham dúvidas. Estavam torcendo e comentando que queriam estar presente para assistirem mais jogos”, relembra a professora.

A equipe Tijuca Tênis Clube foi a vencedora da partida, a qual disputou a final no dia seguinte, e se consagrou Campeã da Taça Paraná de Voleibol.

 

 

Parceiros: Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais

Fotos: Divulgação IC

Alunos do Núcleo Londrina também se divertem com futsal

Depois de realizarem a organização os alunos dão inicio ao festival.

O mês de outubro acabou de uma forma diferente para os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol de Londrina/PR porque, no último dia do mês, cerca de 60 crianças e adolescentes se reuniram para o Festival de Voleibol que ocorreu no Colégio Olympia Morais Tormenta, local de realização das aulas. Além de jogar vôlei, os participantes organizaram o evento se revezando na arbitragem e no controle das equipes que entravam em quadra, e se aventuraram jogando um outro esporte, o futsal.

Em determinado momento do festival, as crianças tiveram a oportunidade de mostrar aos pais presentes e aos alunos de outras categorias, seus trabalhos sobre valores realizados todo final do mês. Houve também sorteio de vários brindes arrecadados pelas crianças com comerciantes e moradores da região. O fato dos alunos estarem envolvidos na organização do festival, animou o professor, que avaliou o evento de uma forma muito positiva.

Arbitragem e controle das equipes fica por conta dos alunos.

Segundo relato de alguns alunos, o festival foi um sucesso, principalmente por ter sido incluída outra modalidade de esporte, o futsal. “As meninas gostaram da ideia e demostraram ter alguma habilidade no esporte”, avalia o professor Osvaldo Nascimento. O fato do professor sempre realizar festivais como este faz com que os alunos se motivem ainda mais, e se organizem de forma harmoniosa.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol:
Governo do Estado do Paraná e Unilever
Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever, Itaú e Ministério do Esporte.

Alunos fazem a sua apresentação para alunos de outras categorias.

Fotos: Divulgação IC