Em torneio internacional, alunos do projeto Vôlei em Rede no Rio de Janeiro têm contato pela primeira vez com o Goalball, um esporte paralímpico

 

Professor Felipe Monteiro e alunos do Núcleo Vigário Geral/RJ assistem a partida de Goalball da Seleção Brasileira Masculina.

Aconteceu no começo desde mês no Rio de Janeiro um torneio internacional de Goalball, esporte que surgiu depois da segunda guerra mundial, com objetivo de reintegrar ex-soldados que haviam sofrido algum tipo de lesão visual. Hoje a modalidade compõe a grade dos esportes paralímpicos e continua contribuindo para a integração social de deficientes visuais. Alguns dos alunos do projeto Vôlei em Rede do Instituto Compartilhar no Rio de Janeiro puderam acompanharam uma partida da Seleção Brasileira Masculina de Goalball. A as turmas do Núcleo Vigário Geral assistiram a partida contra a Turquia no dia 07, já o Núcleo Taquara observou o jogo contra a Lituânia no dia 09 de maio.

Alunos do Núcleo Taquara interagem e comemoram a partida com atletas da Seleção Brasileira de Goalball.

Durante os preparativos, os professores já puderam perceber o entusiasmo da garotada. O professor Felipe Monteiro do Núcleo Vigário Geral conta que como soube da partida poucos dias antes do evento, ficou com receio sobre quantos alunos estariam disponíveis para participar, mas decidiu convidá-los mesmo assim. A resposta não poderia ter sido mais positiva, todos os adolescentes das categorias Mini 3×3 e Mini 4x4contribuíram e mobilizaram-se para que o passeio fosse realizado. “Assim que eu comentei que iriamos, um bom número de alunos mostrou interesse em ir e durante o evento todos estavam muito atentos ao jogo”, conta Felipe que ficou muito feliz com o comportamento de seus alunos.

Atletas de Goalball participam de uma conversa informal com alunos e esclarecem dúvidas sobre suas rotinas diárias.

O silêncio durante uma partida de Goalball é bastante importante, já que a ausência da visão faz com que os jogadores utilizem a audição como seu principal recurso de orientação. As turmas da categoria Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei do Núcleo Taquara também expressaram um grande envolvimento de curiosidade e estima ao evento que impressionou a secretária escolar Dilma Aguiar: “fiquei surpresa com o comportamento dos alunos, muito respeitosos, cooperaram com tudo. Estão de parabéns, alunos e professora”. O passeio foi um ótimo exercício para a prática dos valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, principalmente o respeito e a cooperação. Eles mesmos se sentiram parte do processo ao cooperar com o jogo. “Foi muito bom participar e mostrar que conseguimos ajudar ficando em silêncio absoluto e respeitando as diferenças”, disse Samuel da Silva, 13 anos, categoria Mini 4×4 do Núcleo Taquara.

O jogo foi sediado na Arena Futuro, que servirá de instalação para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Além de conhecer a instalação, depois das partidas alunos tiveram a oportunidade de participar de uma conversa informal com os atletas. “Foi uma grande oportunidade poder conversar com os jogadores da seleção e poder fazer algumas perguntas”, afirma Rayane Rodrigues, 14 anos, da categoria Mini 4×4 do Núcleo Vigário Geral.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever, via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC, Bruno Miani/CBDV/Inovafoto.

Evento celebra Dia das Mães no Núcleo Natal/RN do projeto Vôlei em Rede

Estudantes de enfermagem da Universidade Potiguar realizam testes de glicose e pressão arterial durante celebração de Dia das Mães.

Em comemoração ao Dia das Mães, o Núcleo Natal/RN do projeto Vôlei em Rede realizou no sábado, dia 09 de maio, um evento que reuniu mães e filhos em um clima animado e cheio de atividades. Além de exercícios físicos, a festa ainda contou com a participação de alunos do curso de enfermagem da Universidade Potiguar, parceira do projeto na cidade, e com um café da manhã preparado com muito carinho pelos professores do núcleo.

No início do evento, os universitários realizaram testes de glicose e aferiram a pressão arterial das mães presentes. Com os testes feitos, as mães estavam prontas para participar das atividades preparadas pelos professores do núcleo. Entre aulas de ginastica e Zumba, houve também algumas brincadeiras que promoveram a interação entre mães e filhos.

Mães e filhos participam de atividades e brincadeiras na festa.

Segundo os professores, a participação das mães foi incrível e o evento ocorreu conforme o planejado. Já as mães fizeram questão de demonstrar a alegria e satisfação pelo festival. “Muito bonito e organizado, gostei muito da possibilidade da minha filha participar desse evento comigo”, declarou Angela Maria Gurgel, mãe de Maria Clara Gurgel, 8 anos, da categoria Mini 2×2.

Professores organizam café da manha em homenagem as mães.

O encontro ainda contou com uma mesa de café da manha repleta de frutas e bolos para encerrar a festa. Ao final do evento, também foram realizados sorteios de brindes às mães, que ficaram contentes com seus presentes.

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC

Festival Jogando pela Paz incentiva atitudes de respeito entre os alunos do Núcleo Guaratuba/PR

Alunos da categoria Vôlei auxiliam na organização e arbitragem do Festival Jogando pela Paz.

O fair play, termo que em português significa jogo limpo, foi um dos principais temas abordado no Festival Jogando pela Paz, realizado pelo Núcleo Guaratuba/PR no dia 25 de abril. Durante o evento, os alunos da categoria Mini 3×3 do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná participaram de jogos, confeccionaram cartazes e, para repor as energias, fizeram um lanche coletivo que integrou ainda mais as crianças e adolescentes.

Os alunos foram divididos em dois grandes grupos: enquanto um participava dos jogos de voleibol, o outro desenvolvia cartazes sobre cultura de paz. As partidas intercalaram os times para que as crianças e adolescentes pudessem aproveitar o maior número de jogos possíveis. Alguns alunos da categoria Vôlei auxiliaram na arbitragem e também ficaram responsáveis por observar e avaliar a postura dos alunos quanto ao tema do festival. No final, houve premiação as equipes “fair play”.

Programa Escolha Certa – Esporte sem Violência: crianças e adolescentes da categoria Mini 3x3 do Núcleo Guaratuba desenvolvem trabalhos sobre cultura de paz.

Para a produção dos cartazes sobre cultura de paz, a professora do núcleo, Cássia Graciotto, aproveitou o conteúdo do Esporte sem Violência, iniciativa do programa Escolha Certa do Instituto Compartilhar. Os alunos leram bastante sobre o tema e produziram cartazes criativos e com mensagens inspiradoras. Os melhores trabalhos, votados pelos alunos da categoria Vôlei, foram premiados. Entre a troca dos grupos para a realização das duas atividades do evento, foi servido um lanche com bolachas, barrinhas de cereal e sucos de laranja e maçã. O momento alegrou a turma e manteve o clima de união e respeito entre eles. A avaliação do evento foi realizada por meio de um cartaz em que os alunos puderam, além de deixar suas opiniões, colar figuras de corações vermelhos, bolinhas amarelas e azuis, correspondentes ao gostei muito, gostei um pouco e não gostei, respectivamente.

Lanche promove momento de confraternização entre os participantes do evento.

O Programa Escolha Certa – Esporte sem Violência, faz parte do programa educacional do Compartilhar. Os materiais (guia, vídeo e atividades) levam os adolescentes a refletir sobre a cultura de paz e entender a diferença entre conflito e violência. Com uma linguagem leve, trabalha também o estilo de resolução de conflitos de cada um: acomodado, evitador, agressivo, acordo favorável e colaborador. O conteúdo foi elaborado pelo Compartilhar em parceria com o extinto projeto Não-Violência.

Fotos: Divulgação IC

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Acadêmicos de educação física da Faculdade Dom Bosco, em Curitiba, conhecem trabalho desenvolvido pelo Instituto Compartilhar

Coordenadores técnicos do Instituto Compartilhar disseminam Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

A Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol foi tema principal durante alguns encontros realizados entre profissionais do Instituto Compartilhar e acadêmicos de educação física da Faculdade Dom Bosco, em Curitiba. No dia 18 de abril aconteceram apresentações teóricas a três turmas do período da noite e, no dia 20, estudantes do período da manhã tiveram a oportunidade de ir até o Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná para vivenciar a metodologia na prática. Foram momentos bastante produtivos.

No primeiro dia (18) o analista de projetos do Instituto Compartilhar, Vinicius Petrunko, foi até a faculdade e conversou com acadêmicos do 2º período sobre a importância de fazer planejamento para as aulas de educação física. Já para os estudantes de duas turmas do 5º período, ele apresentou o Instituto Compartilhar e explicou como funciona a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Os assuntos foram escolhidos conforme a disciplina de aula dos acadêmicos e solicitação dos professores.

Acadêmicos de educação física da Faculdade Dom Bosco, em Curitiba, conhecem Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e participam de atividades práticas durante as aulas de minivôlei.

No segundo dia (20) o local para a troca de conhecimentos foi o Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. Durante a visita, os alunos do Compartilhar estavam em aula e os acadêmicos da turma do 5º período da manhã puderam visualizar melhor o que os coordenadores técnicos da entidade, Kátia Keller, Vinicius Petrunko e Tatiana Ribas falaram durante um bate-papo mais descontraído.

A professora de educação física da Faculdade Dom Bosco e responsável pela disciplina Pedagogia do Esporte, Elisangela Ananias, já conhecia o projeto e sabe bem os resultados do trabalho desenvolvido, pois suas duas filhas praticam as aulas de minivôlei. Por conhecer a entidade, ela pediu que os profissionais explicassem aos acadêmicos alguns pontos principais como a inserção de valores durante a prática esportiva (cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia) e a não necessidade de apitos para chamar a atenção das crianças de adolescentes. “Essa experiência em campo é muito importante”, avaliou Elisangela.

Visita é bastante produtiva.

Os coordenadores do Instituto Compartilhar também explicaram aos acadêmicos sobre a possibilidade de adaptar a metodologia a outros esportes e realidades de trabalho, visto que muitos deles não têm como foco o voleibol. Os acadêmicos ficaram à vontade para esclarecer dúvidas e, em quadra, durante algumas atividades das aulas, eles interagiram com as crianças e adolescentes do projeto.

Coincidência ou não, dois acadêmicos já foram alunos do Instituto Compartilhar em Curitiba. Maiara Prohmann, 20 anos, tem lembranças boas das aulas de minivôlei e ficou contente em realizar a visita ao Núcleo Central. Ela contou que gostava muito do incentivo dado aos estudos, pois os professores acompanhavam as notas escolares dos alunos, e lembrou com carinho da importância dada à ética no esporte por meio dos alunos fair play. “A gente se empenhava para estar aqui”, contou.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, representa a entidade na construção da nova Política do Esporte do Paraná

Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo realiza Oficina de Planejamento Estratégico para debater pré-projeto da Política Estadual do Esporte do Paraná.

Com o objetivo de debater o pré-projeto da Política Estadual do Esporte, a Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo do Paraná (Seet) realizou a Oficina de Planejamento Estratégico. O encontro aconteceu nos dias 19 e 20 de abril, no Centro de Convenções de Curitiba. Além do secretário Douglas Fabrício e da equipe técnica da Seet, estavam presentes vários gestores, dirigentes e representantes da área do esporte do Paraná inclusive o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando. Outro destaque foi a participação do medalhista olímpico de vôlei de praia, o paranaense Emanuel Rego.

Medalhista olímpico, Emanuel Rego, marca presença nos encontros realizados nos dias 19 e 20 de abril.

O encontro buscou envolver todos os participantes por meio de uma dinâmica bastante ativa. No primeiro dia, os integrantes foram divididos em grupos e puderam analisar em conjunto as linhas de ação do pré-projeto apresentado no início da oficina. As equipes formadas eram heterogêneas, com políticos, atletas, representantes do Terceiro Setor e de clubes. De acordo com Nando, isso ajudou na hora de observar diferentes opiniões e entender melhor cada ponto de vista. No segundo dia foi feita a apresentação das ideias que surgiram durante essa atividade para o plano da nova Política do Esporte do Paraná, que ainda serão estudadas mais a fundo.

Gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, contribui na construção da nova Política do Esporte no Paraná junto com gestores, dirigentes e representantes da área esportiva.

“Para o Instituto Compartilhar foi muito bom, porque foi uma oportunidade de expor algumas situações que vivenciamos”, avaliou Nando. A participação do campeão olímpico Emanuel Rego também foi um diferencial marcante. Ele está se preparando para se tornar um gestor de esportes e acompanhou os dois dias do encontro.

Fotos: Divulgação IC e Secretaria do Esporte e do Turismo do Paraná.

Atletas do Vôlei Brasil Kirin visitam os Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede e motivam alunos por meio de suas histórias com o esporte

Jogadores do Vôlei Brasil Kirin visitam os Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede e motivam crianças e adolescentes.

Depois da excelente performance durante a Superliga Masculina de Vôlei 15/16 e da conquista do segundo lugar no campeonato, os atletas do Vôlei Brasil Kirin visitaram os Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede para dois encontros muito especiais. No dia 14 de abril eles foram ao Núcleo São Vicente e no dia 15 ao Núcleo São Domingos, ambos sediados em escolas municipais. O carisma dos jogadores encantou os alunos e professores, que não hesitaram em esclarecer dúvidas, tirar fotos, pegar autógrafos e, é claro, jogar voleibol.

Os meios de rede Luisinho e Vini e os pontas Ceará e Piá fizeram a alegria da garotada do Núcleo São Vicente. Um dos professores do núcleo, Antonio Carlos, explicou aos

Atletas compartilham suas histórias com o voleibol.

jogadores um pouco mais sobre a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, inclusive sobre os valores trabalhados em cada categoria de minivôlei. Depois disso, foi a vez dos atletas contarem sobre o dia a dia deles, carreira, desafios e demais curiosidades das crianças e adolescentes. “Os alunos gostaram bastante! Eles ficaram impressionados com a altura dos atletas e participaram com alegria e interesse do encontro, fosse jogando ou conversando”, revelou Antonio Carlos.

Crianças e adolescentes aproveitam a visita dos jogadores para tirar fotos e pedir autógrafos, além, é claro, de uma boa partida de voleibol.

Já no Núcleo São Domingos, estiveram presentes os opostos Baiano e Michael, o líbero Pará e o levantador Jotinha. O encontro contou com a mesma energia: não faltou empolgação, sorrisos e brilho no olhar dos alunos do projeto. Em ambas as visitas, os atletas entraram em quadra e a garotada aproveitou a oportunidade para jogar com os ídolos.

“É bom ter o incentivo de alguém que a gente admira. Eles são bem simpáticos e legais”, disse a aluna Ana Julia da Mota, 13 anos, da categoria Mini 4×4 do Núcleo São Domingos. A colega do mesmo núcleo, Laura Jordana Oliveira, 12 anos, da categoria Mini 3×3, também adorou o encontro: “vou sempre lembrar disso. Não imaginava que os jogadores fossem visitar a escola”, declarou animada.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas, Brasil Kirin e com apoio da Sanasa.

Fotos: Divulgação IC.

Atividade de Páscoa envolve voleibol, diversão e valores no Núcleo Guaratuba/PR

Alunos do Núcleo Guaratuba/PR praticam o fundamento toque durante atividade de Páscoa.

No dia 23 de março, em comemoração à Páscoa, os alunos das categorias Mini 3×3 e Vôlei do Núcleo Guaratuba/PR participaram de uma atividade especial.  A brincadeira escolhida para festejar a data foi “Coelhinho sai da Toca”, porém com adaptações ao esporte favorito dessa garotada. Não faltou diversão e prática de valores no ginásio do Colégio Estadual Prefeito Joaquim da Silva Mafra, sede do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Competidores correm para garantir seu lugar e continuar na disputa da brincadeira “Coelhinho sai da Toca”.

A brincadeira funcionou da seguinte maneira: várias duplas, dispostas ao longo da rede, tinham que desempenhar o fundamento do toque até o momento em que a professora gritasse “cada coelho em sua toca!”. Após esse sinal, os alunos que estavam em um dos lados da rede precisavam correr até os bambolês colocados no chão, que estavam em um número menor do que os participantes. Aqueles que não conseguiam eram eliminados da atividade.

Adolescentes recebem bombons.

Na hora da conquista da toca alguns empurrões entre a garotada foram inevitáveis, mas a professora Cássia Graciotto aproveitou a oportunidade para trabalhar o valor respeito e ensinar aos alunos como lidar com as vitórias e derrotas. “Após a brincadeira nos reunimos e conversamos em uma grande roda sobre os pontos positivos e negativos da atividade”, explicou a professora. Ao final, todos ganharam lembranças de Páscoa.

Fotos: Divulgação IC.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Professora Elizangela Stella dá aulas pelo Instituto Compartilhar na menor cidade entre os núcleos socioesportivos da entidade em todo o país

Professora Elizangela Stella é professora do Instituto Compartilhar desde 2005.

A série de matérias chamada #QuemFaz conta a história de diversos profissionais que tornam os projetos socioesportivos do Instituto Compartilhar especiais. São pessoas como a professora Elizangela Stella, que fazem a diferença na vida de várias crianças e adolescentes. Ela dá aulas de minivôlei no Núcleo Protásio Alves, no Rio Grande do Sul, do projeto Vôlei em Rede.

Elizangela é gaúcha e gosta do clima de cidade pequena que Protásio Alves tem (são apenas 2.400 habitantes).  “Tri-esforçada”, apesar de ter cursado enfermagem e trabalhar em comércios da família, sua vontade era ser profissional de educação física. Não foi fácil, pois a faculdade ficava em outra cidade, cerca de 350 km de Protásio Alves. “No início me mudei para Santa Cruz do Sul, mas apenas por dois semestres, porque logo surgiu o meu primeiro emprego em Protásio. Então eu passei a estudar nos períodos que a universidade oferecia como opção: durante as férias e finais de semana”, conta.

Elizangela (à esq.) participa do Simpósio de Professores e Coordenadores IC 2015 junto com colegas de trabalho de outros núcleos socioesportivos do Instituto Compartilhar.

Em 2005, quando se formou, surgiu a oportunidade de trabalhar com o Compartilhar. A professora conta que desde o início se dedica muito ao projeto Vôlei em Rede e que se sente orgulhosa do que faz, mesmo sendo em uma cidade tão pequena. “É muito gratificante para mim ver o bem que eu faço para os alunos. Eu faço bem para eles e eles fazem bem para mim”, declara.

Ela também é conhecida na cidade pelas festas elaboradas que promove. “Tenho um dom para decorar a escola. Em pouco tempo, faço maravilhas”, afirma sorrindo. No último evento, de São João, ela reuniu mais de 400 pessoas entre alunos, familiares e o pessoal da cidade. Movimentou a noite de sexta-feira na pacata Protásio Alves.

Alunos do Núcleo Protásio Alves/RS, do projeto Vôlei em Rede, aprendem minivôlei com a professora Elizangela.

Além do Compartilhar, Elizangela trabalha ainda na Prefeitura, com projetos especiais para escolas do município. Ela também leciona em outras duas escolas estaduais e dá aula de ginástica laboral em uma empresa da cidade. Em meio a tudo isso, Elizangela ainda arranja tempo para curtir os finais de semana e almoçar diariamente com seus pais, Leonel e Suzana. A professora é a caçula entre nove irmãos e a única filha que seguiu morando com os pais. Por isso, cabe a ela liberar o quarto a cada vez que a família resolve se reunir. “Quando eles chegam é aquela bagunça, a gente passa a noite conversando. Preparamos pães, massas e tudo mais para recebê-los”, revela. Na casa grande, com varanda e quintal, tudo vira festa. Para ela é “tri-legal”, como se diz no Rio Grande do Sul.

Atualmente com 38 anos, ela tem experiência de sobra para pensar em como seguir sua vida. “Amo o que eu faço e sou muito persistente. Tudo que conquistei foi fruto de muito trabalho. Atualmente tenho dedicado um pouco mais de tempo para cuidar de mim”, finaliza Elizangela.

O Núcleo Protásio Alves/RS existe desde 2005, uma parceria com a Prefeitura Municipal, e é o primeiro projeto socioesportivo continuado desenvolvido para as crianças e adolescentes da cidade, que fica na região da Serra Gaúcha. As atividades acontecem no Ginásio Municipal Caetano Peluso, localizado ao lado da escola, o que facilita o trânsito das crianças e adolescentes.

Fotos: IC e Luis Fernando Vales.

#QuemInveste: vice-presidente de vendas da Unilever fala sobre parceria de 18 anos com o Instituto Compartilhar

Vice-presidente de vendas da Unilever, Júlio Campos, ao lado do diretor presidente do Instituto Compartilhar, o técnico Bernardinho, participam de evento promovido pela entidade no ano de 2007.

Essa história começa lá no ano de 1997, quando o Centro Rexona-AdeS de Voleibol – hoje projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná – foi criado pelo técnico de voleibol Bernardinho, com a parceria do Governo do Estado do Paraná e da Unilever. Uma iniciativa pioneira, que unia a equipe feminina adulta de voleibol ao projeto social de ensino da modalidade para crianças e adolescentes, como forma de proporcionar o desenvolvimento humano por meio do esporte. O vice-presidente de vendas da companhia, Júlio Campos, já estava em cena desde o dia da inauguração desta iniciativa que dura 18 anos.

Em 2003, nasceu o Instituto Compartilhar, inspirado no sucesso conquistado com este projeto paranaense. Três anos depois, a Unilever tornou-se parceira institucional do Compartilhar e a relação entre as duas entidades só cresceu com o passar do tempo. Buscando voltar a ter relação entre crianças de um projeto social e a equipe profissional em 2010 a empresa passou a apoiar também o projeto Vôlei em Rede com diversos núcleos em escolas municipais da cidade do Rio de Janeiro. Com tanto apoio e confiança mútua, a companhia hoje é a maior, mais antiga e principal parceira do Compartilhar, destinando recursos diretos e via Lei de Incentivo ao Esporte para os projetos no Paraná e no Rio de Janeiro.

Júlio Campos, representante da multinacional, foi entrevistado para falar mais sobre essa parceria de 18 anos entre as duas instituições e conta um pouco mais sobre o investimento social no terceiro setor e sua importância.

Instituto Compartilhar (IC) – O que a companhia vem fazendo em termos de investimento social no Brasil? E qual a importância dessas iniciativas?

Júlio Campos (JC) – A Unilever apoia projetos que promovam o desenvolvimento sustentável e que aumentem nosso impacto positivo na sociedade, investindo em temas especialmente relevantes para o contexto brasileiro, tais como nutrição, consumo consciente, saúde, higiene e autoestima.

Júlio Campos com a equipe de jogadoras profissionais do time Rexona-AdeS, temporada 2014/15.

IC – O que os motiva a serem parceiros institucionais do Instituto Compartilhar por tantos anos e acreditar na causa trabalhada?

JC – A Unilever tem em seu DNA o apoio a diversos projetos sociais no mundo e no Brasil não é diferente. No caso do time de vôlei, a relação esporte e cidadania é intrínseca. Há mais de 18 anos, o time nasceu praticamente junto com uma ação social no Paraná, hoje, representado pelo Instituto Compartilhar. A atividade social começou em Curitiba com um projeto com núcleos de iniciação ao voleibol e – desde 2011 – também está no Rio de Janeiro/RJ com o projeto Vôlei em Rede. O objetivo central dessa iniciativa é formar cidadãos por meio de valores como cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia durante a prática esportiva.

IC – O que o projeto amadureceu em todos esses anos de parceria e o que é possível ver de diferente nas ações?

JC – O projeto evolui com o tempo e ficou cada vez mais estruturado. Ele começou no Paraná e hoje tem núcleos no Rio de Janeiro, por exemplo. Voltado para alunos (de 9 a 15 anos) e professores da rede pública de ensino, já capacitou mais de mil professores em clínicas e atendeu mais de 30 mil crianças nos dois estados. Embora a premissa seja formar cidadãos, o projeto social reforça os valores da própria Unilever e, como consequência natural, gera frutos para esportes de alto rendimento. Roberta, atual levantadora do time Rexona-AdeS, é um exemplo que surgiu a partir das atividades do nosso projeto social.

IC – Por fim, qual a relação entre essa questão social vinda do Instituto e a equipe do Rexona-AdeS?

JC – O projeto não tem como foco formação de atletas, mas sim de melhorar a qualidade de vida de jovens por meio do esporte. Mas a maior certeza que temos é que o esporte é uma poderosa ferramenta de inclusão e desenvolvimento humano, além de plataforma de marketing e entretenimento. E nisso encaixam-se perfeitamente as marcas Rexona e AdeS. Ambas têm uma relação intrínseca com o time, com o Compartilhar. São marcas fortes que casam com o espírito de competição, que valorizam as conquistas diárias e o esforço e, ainda, são marcas que trazem benefícios para quem as usa.

Fotos: Divulgação IC. 

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