
Maracanãzinho lotado e com a presença especial dos alunos do Núcleo Inhaúma – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede.
Domingo (27/04) foi dia de decisão no Maracanãzinho, com a final da Superliga Feminina de Vôlei entre as equipes Unilever-RJ e Sesi-SP. Pela nona vez e por 3 sets à 1, o time carioca liderado pelo técnico e diretor presidente do Instituto Compartilhar, Bernardinho, conquistou a vitória. Entre os torcedores, estavam alunos do Super Vôlei do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Núcleo Central – Curitiba/PR, e dos projetos Esporte em Ação e Vôlei em Rede da capital do Rio de Janeiro. Alguns, inclusive, foram escolhidos para entrar em quadra de mãos dadas com as atletas, emoção compartilhada com professores, pais e acompanhantes que puderam estar presentes no evento.
Quem observou essas crianças e adolescentes conseguiu perceber a mistura de sentimentos vivenciados por eles, principalmente de euforia. Não faltou energia para tantos pulos, gritos e palavras de incentivo à equipe da Unilever, parceira institucional do Instituto Compartilhar, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e dos Núcleos Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede. Muitos alunos acompanharam o torneio nacional pela primeira vez, e ao vivo. A aluna Danielle Maria, 14 anos, da categoria Vôlei do Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ é um exemplo disso: “achei muito bom ter ido ao Maracanãzinho pela primeira vez com minhas amigas do Esporte em Ação. Gostei também que a Unilever ganhou pela nona vez!! Um dia vai ser eu, Julia, Barbara e Rita lá”, revelou otimista. A amiga, Rita de Cássia, 13 anos, também estava contente: “eu amei ir ao Maracanãzinho, foi muito legal, divertido! Adorei torcer e no final ganhamos!”, contou emocionada.

Unilever conta com torcida organizada do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol do Paraná, do Núcleo Central – Curitiba/PR
O pessoal de Curitiba/PR, administrativo do Instituto Compartilhar e alunos do Super Vôlei do Núcleo Central, organizou até uma caravana para ir ao jogo. A ansiedade agitou os alunos na viagem de ida que durou 13 horas e o título gerou mais energia para os jovens aguentarem o mesmo tempo de retorno.O aluno Brayan Michalichyn, 15 anos, conseguiu descrever sua opinião sobre o evento em poucas palavras: “essa viagem foi demais, me deu muito incentivo!”, disse. Já o colega Nickolas de Araujo, 14 anos, relacionou as aulas de valores do Instituto Compartilhar (cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia) com essa final emocionante. “Gostei muito da premiação! Mesmo a equipe do Sesi-SP não saindo vitoriosa, fez muita festa junto com a equipe da Unilever, mostrando que a rivalidade é só dentro das quatro linhas. Assim, as duas equipes deram a lição de como é mais bonito o jogo sem brigas, sem racismo e outras coisas que envergonham o esporte”, concluiu. Os ingressos foram cedidos às crianças e adolescentes por meio da Unilever.
Além de terem adorado a final entre as duas grandes equipes de voleibol, as crianças e adolescentes dos núcleos Bancários, Ilha do Governador, Inhaúma e Penha – Rio/RJ conseguiram chegar ainda mais perto. “O jogo foi maravilhoso, muito emocionante! Eu gostei muito! Entrar com as jogadoras foi a realização de um sonho.”, contou entusiasmado Luiz Henrique Pereira, 13 anos, da categoria Mini 3×3. Para o colega de turma, Pedro Henrique, 12 anos, entrar com as jogadoras foi uma motivação para ele jogar melhor. “A Sarah é a mais alta! Foi maravilhoso!”, disse Pedro. Já a aluna Bianca Caetano, 12 anos, também da categoria Mini 3×3, afirmou: “Sensacional! Gostei muito de ter conhecido a Roberta, ela é muito simpática! Foi show!”.

Meninas do Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ, do projeto Esporte em Ação, entram no clima da final da Superliga Feminina de Vôlei.
Ao final da premiação, quando as atletas ainda estavam em quadra para dar entrevistas, o analista de projetos do Compartilhar, Vinicius Petrunko, conseguiu que os alunos e professores de Curitiba entrassem na quadra para interagirem com as atletas. Fotos, autógrafos, muita conversa e conselho, fecharam o domingo. “A emoção de pisar na quadra do Maracanãzinho, a emoção de tirar fotos com as jogadoras, a emoção de ganhar um abraço delas, um simples autógrafo que você vai levar para o resto da vida, é tão grande a emoção, que somente quem viveu esse momento sabe”, resume emocionada a aluna Gabriele Ramos, 16 anos.








