
Integrantes ficam por dentro do planejamento estratégico da Rems ao participarem do XIII Encontro da Rede.
O Instituto Compartilhar está entre as 52 organizações brasileiras da Rede Esporte pela Mudança Social (Rems) – organização que visa promover a integração entre instituições públicas, privadas e do Terceiro Setor para o desenvolvimento humano por meio do esporte. Nos dias 20 e 21 de maio, aconteceu o XIII Encontro da Rems, em Brasília, e no dia 22 a Oficina da Lei de Incentivo ao Esporte, promovida pela rede em parceria com o Ministério do Esporte e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A oficina fez parte das atividades do II Seminário Internacional do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, promovido entre os dias 21 e 23.
O XIII Encontro da Rems teve como objetivo apresentar o andamento do planejamento estratégico a todos os membros da rede. No primeiro dia, o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – Nando – apresentou as realizações da Grande Linha de Ação sobre gestão, da qual é líder. Parte do evento foi destinado à preparação para a Oficina da Lei de Incentivo ao Esporte, que aconteceu no dia 22, do II Seminário Internacional do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, também em Brasília. O Seminário compõe a programação da Arena da Participação Social, uma realização da Secretaria-Geral da Presidência da República.
O objetivo principal da oficina, foi contribuir para o fortalecimento e consolidação da Lei de Incentivo ao Esporte como instrumento de democratização do acesso ao esporte no Brasil, por meio de um debate entre a sociedade civil e o governo. As entidades que representaram a Rems durante o diálogo foram Instituto Joaquim Cruz (Ricardo Vidal) e a entidade Atletas pelo Brasil (Daniela Castro), mas a mesa também foi composta por representantes do Ministério do Esporte (João Tajara) e do Instituto Votorantim (Diogo Quintério), além do PNUD (Maristela Baioni) – como moderador. O tema é relevante no contexto atual vivido pelo País, que sediará a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016. Por meio da Lei de Incentivo, empresas com lucro real podem destinar até 1% do seu Imposto de Renda aos projetos esportivos.
Créditos fotos: IC e Rems










