Festa Junina do Núcleo Central – Curitiba/PR diverte famílias e é prova de que com a ajuda de todos é possível fazer um evento muito especial

Ginásio fica lotado: alunos e familiares têm uma tarde agradável e divertida juntos.

Cerca de 400 pessoas marcaram presença no arraiá do Núcleo Central, em Curitiba, realizado no sábado, dia 27 de junho. Os alunos e familiares do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná entraram no clima e fizeram com que a festança ficasse ainda mais bonita e animada. A decoração e as atividades promovidas no ginásio do campus da Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo, onde acontecem as aulas de minivôlei, contaram com a colaboração de muita gente interessada no sucesso do evento e, no final das contas, deu tudo certo. A alegria era contagiante com muitas brincadeiras, diversão e comidas típicas de festa junina.

Teve muito caipira arrumado neste arraiá. Quem estava caracterizado, ganhou “nivelecas” logo na entrada do ginásio (como são chamadas as fichas utilizadas para participar das atividades do evento) e ainda pôde concorrer ao prêmio Família Buscapé. Neste ano, sete famílias se inscrevem para o concurso e as três primeiras foram premiadas. Os quesitos para a votação da banca de juradas, composta por alunas do Super Vôlei e ex-alunas, eram: vestimenta, dança, entusiasmo, originalidade e harmonia. Pela segunda vez consecutiva, os vendedores foram os Gonçalves. Para eles, é importante participar e prestigiar o evento. “A festa estava perfeita”, declarou a família que ficou até o final da festa.

Concurso Família Buscapé: participantes entram no clima do arraiá.

Foram muitas as atrações e as mais requisitadas chegaram até a formar filas, como a tradicional pescaria. Teve de tudo: jogo de argolas, boca do palhaço, jogo da lata, cama elástica, cadeia, correio elegante, bingo e jogos cedidos pela Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude da Prefeitura de Curitiba (SMELJ), além das brincadeiras de palco, como a corrida de saco, que envolviam a entrega de prêmios e divertiam os presentes. Durante a festa, foram servidos docinhos como maria mole, pé de moleque, paçoca, além de bolos, pinhão, cachorro quente, churros e pipoca.

A festa junina foi resultado do esforço e dedicação de professores, alunos, ex-alunos, familiares e voluntários que se envolveram desde o planejamento do evento até o fim. As crianças do Mini 2×2 e Mini 3×3 ficaram responsáveis pela confecção das bandeirinhas decorativas, já os colegas do Mini 4×4 em pendurá-las por todo o ginásio. Os adolescentes das categorias mais avançadas, Vôlei e Super Vôlei, tiveram várias funções, entre elas organizar o ginásio para o arraiá, e ajudar nas barraquinhas de brincadeiras e comidas. E não parou por aí! Eles levaram prendas e doces para a festa e, em troca, receberam nivelecas.

A voluntária Carlota Queiroz não tem filhos no projeto e se dispôs a ajudar simplesmente porque ama esporte. Sempre que possível está presente nos eventos promovidos pelo Instituto Compartilhar e no arraiá ficou responsável pela recepção. “Muito legal a participação da família! Todos chegam com sorriso no rosto”, disse encantada.

Jogo de argolas, boca do palhaço, jogo da lata, cama elástica, cadeia, correio elegante, bingo e jogos cedidos pela Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude da Prefeitura de Curitiba (SMELJ) são algumas das atrações.

Pais e responsáveis deram um show e foram exemplos de cooperação para a garotada, pois auxiliaram no evento como um todo e ficaram responsáveis pelo cachorro quente, preparando e servindo o pessoal. Além disso, o núcleo conseguiu apoio de várias pessoas e instituições que doaram pães, alguns ingredientes para os lanches, brindes para o bingo e para as brincadeiras. Também foram essenciais as parcerias feitas com uma distribuidora de refrigerantes, consultora Mary Kay (de produtos de beleza), carro de churros e com a SMELJ. A renda arrecada no evento será destinada à formatura dos alunos da categoria Super Vôlei (as meninas desta categoria venderam rifas e fizeram um sorteio durante a festa, sendo o prêmio uma cesta de doces) e para a compra de materiais para a reforma do ginásio.

Fotos: Divulgação IC.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Arraiá junino do Núcleo Protásio Alves/RS diverte alunos e familiares do projeto Vôlei em Rede

Festa conta com decoração criativa, colorida e alegre.

Festejada em várias regiões do país, a tradicional festa junina é sempre recheada de muita alegria, danças, comidas típicas e brincadeiras que animam crianças e adultos. Em Protásio Alves/RS não foi diferente e os alunos do projeto Vôlei em Rede puderam se divertir com toda a família no arraiá realizado no Ginásio Municipal Caetano Peluso, mesmo local onde acontecem as aulas de minivôlei da cidade. Cerca de 400 pessoas marcaram presença no evento, promovido na noite de sexta-feira, dia 26 de junho.

“Foi excelente! Dançamos e brincamos bastante”, afirmou a professora Elizangela Stella (à dir.).

A festa estava muito colorida e a decoração deu o que falar. As bandeirinhas cruzaram todo o ginásio, as mesas estavam com toalhas coloridas e com enfeites que combinavam com o ambiente animado, já os espantalhos foram produzidos com tanto capricho que até ficaram bonitos. Além da quadrilha e casamento caipira, os alunos, vestidos à caráter, fizeram uma apresentação teatral – os meninos com camisa xadrez, calça remendada, chapéu e bigode; as meninas de vestido ou calça, trança ou chuquinha e maquiadas com pintinhas vermelhas no rosto.

Crianças fazem apresentação teatral a familiares presentes no evento.

A professora de educação física do Núcleo Protásio Alves, Elizangela Stella, considerou como ponto positivo a realização da festa no período da noite, pois assim possibilitou que pais, responsáveis e familiares participassem do evento com seus filhos, sobrinhos e netos de maneira mais efetiva. “Foi excelente! Dançamos e brincamos bastante. Foi muito gratificante ouvir os pais elogiarem a festa”, contou contente.

Fotos: Divulgação IC.

Parceira do Núcleo Protásio Alves/RS: Prefeitura Municipal de Protásio Alves.

Alunos aproveitam evento realizado pelo Núcleo São Vicente – Campinas/SP para aprender situações de jogo diferentes

Alunos de categorias diferentes participam de festival de minivôlei no Núcleo São Vicente.

O festival de minivôlei promovido no dia 25 de junho pelo Núcleo São Vicente proporcionou experiências novas às crianças e adolescentes do projeto Vôlei em Rede em Campinas/SP. O evento reuniu alunos de categorias diferentes que puderam jogar juntos e dividir o que aprenderam durante as aulas de minivôlei. Para os professores Antonio Carlos e Laerte Rodrigues, o resultado desta integração foi bastante positivo, pois eles observaram que os alunos praticaram os valores ensinados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. A reação da garotada era de felicidade em participar das atividades.

O evento teve início com um bate-papo entre os participantes sobre a importância do evento. Em seguida, cerca de 60 alunos das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei – e alguns da categoria iniciante, Mini 2×2 – se misturaram e foram para as quadras se divertir com os colegas. Eles jogaram em quadras das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4 e, ao final, contaram aos professores o que acharam.

Para os alunos mais novos, o evento possibilitou entender diferentes situações de jogo, já que eles experimentaram o esporte em uma categoria acima da deles, com mais integrantes nas equipes, com bolas de pesos distintos e com redes em alturas um pouco mais elevadas. Estes fatores contribuíram para que eles entendessem as próximas etapas a que serão submetidos dentro do projeto Vôlei em Rede, bem como motivaram a garotada a continuar frequentando as aulas.

Troca de experiências sobre voleibol e valores é a principal característica do evento.

“Eu gostei muito de jogar ocupando outros espaços e com um número diferente de pessoas”, explicou contente o aluno Marcos Vinicius Carvalho, 10 anos, do Mini 2×2. A aluna da mesma categoria, Nathaly da Silva, 10 anos, percebeu a diferença de regras entre as categorias. “Achei muito diferente, pois nós não podemos passar a bola direto e eles podem”, explicou referindo-se a não obrigatoriedade de realizar três toques no Mini 2×2. Na oportunidade, os professores aproveitaram para explicar a importância da metodologia e a função dos fundamentos do voleibol.

“Os alunos mais velhos puderam reviver situações anteriores, retomando a caminhada que fizeram para chegarem onde estão e também aplicar valores importantes, principalmente cooperação, responsabilidade e respeito ao jogarem juntos e auxiliarem os colegas mais novos”, explicou Laerte Rodrigues. Os alunos ainda não tinham participado de um evento de integração como este. Os professores contaram que se surpreenderam com a satisfação demonstrada pela garotada e que não esperavam que algo tão simples como reuni-los para conversar e jogar pudesse causar tanta emoção e entusiasmo.

Fotos: Divulgação IC.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas, Brasil Kirin e com apoio da Sanasa.

Alunos do Colégio Medianeira visitam projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná em Curitiba para aprender mais sobre qualidade de vida

Palestra sobre o Instituto Compartilhar ajuda participantes a compreendem mais sobre projeto social, esporte, ensino de valores e qualidade de vida.

Para entender sobre ganhos na saúde por meio da prática de atividades físicas, cerca de 80 alunos do Colégio Medianeira, em Curitiba, foram ao Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná vivenciar a prática esportiva. O encontro aconteceu no campus da Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo na manhã de quarta-feira, dia 17 de junho, durante as aulas de minivôlei das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4. Acompanhados do coordenador da unidade de ensino de oitavo e nono anos do Colégio Medianeira e professor de educação física, Marcelo Pastre, os alunos aprenderam mais sobre qualidade de vida e se divertiram em quadra com os colegas anfitriões.

O gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando – e o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho, prepararam uma breve palestra aos visitantes. Neste momento, explicaram a eles um pouco mais sobre a entidade que trabalha há 18 anos com o voleibol e ensino de valores para promover o desenvolvimento humano por meio do esporte. Depois, todos foram para as quadras, se misturaram com os participantes do núcleo e aprenderam estes benefícios na prática.

Alunos do Colégio Medianeira conhecem a realidade do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, no Núcleo Central, em Curitiba.

As aulas de campo fazem parte da proposta educativa do Colégio Medianeira, que tem como objetivo buscar excelência na qualidade de ensino e proporcionar aos jovens a construção do conhecimento dentro e fora da sala de aula. Neste bimestre, baseados no tema qualidade de vida, os alunos vivenciaram um pouco de esporte, em especial do voleibol, e com isso também puderam interagir com outros adolescentes, fazer novas amizades, praticar atividade física e, o que é melhor ainda, se divertiram.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Clínica de Minivôlei do Instituto Compartilhar ajuda a promover a prática esportiva em Palmas/PR

Analista de projetos, Vinícius Petrunko, ministra aula teórica durante Clínica de Minivôlei.

Analista de projetos, Vinícius Petrunko, ministra aula teórica durante Clínica de Minivôlei.

Cerca de 60 acadêmicos do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e professores de educação física do município de Palmas participaram da Clínica de Minivôlei do Instituto Compartilhar durante a manhã e à tarde da terça-feira, dia 16 de junho. O curso, ministrado pelo analista de projetos Vinícius Petrunko, contou com apoio fundamental da Divisão Municipal de Esportes da prefeitura, por meio da Secretaria de Educação, que está desenvolvendo um trabalho interessante na região para fomentar a prática esportiva.

Durante as 8h de aulas teóricas e práticas, os participantes puderam conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Instituto Compartilhar e, em especial, a metodologia da instituição que já possui 18 anos de experiência com o voleibol e ensino de valores para a formação de cidadãos. Os destaques do encontro foram as categorias Mini 2×2 (para crianças com 9 e 10 anos de idade) e Mini 3×3 (11 e 12 anos de idade) que também aprendem cooperação e responsabilidade, respectivamente.

Profissionais e acadêmicos aprendem na prática a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Profissionais e acadêmicos aprendem na prática a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

De acordo com Vinícius, houve grande mobilização da prefeitura municipal para que a Clínica de Minivôlei fosse realizada. Estavam presentes a chefe de divisão de esportes, a professora Elisabete Dias, o coordenador técnico, professor William Pegoraro, e os professores Silvano Ribas e Wagner Sendeski. “O pessoal é bem organizado, prestativo e fizeram ótima divulgação, não só na cidade, mas para outros municípios próximos”, explicou o analista. “Eles têm procurado desenvolver de maneira bem bacana os esportes e promover cursos de capacitação aos professores”, avaliou positivamente.
A parte teórica sobre a metodologia aconteceu durante o período da manhã, no Centro Cultural de Palmas. Já a parte prática foi realizada à tarde, no Ginásio Municipal, com a presença de dezenove alunos que praticam voleibol na cidade por meio da prefeitura.

Alunos da Prefeitura Municipal de Palmas que praticam voleibol participam de demonstrações das atividades da clínica.

Alunos da Prefeitura Municipal de Palmas que praticam voleibol participam de demonstrações das atividades da clínica.

Eles seguiram orientações do analista de projetos para demonstrar aos participantes da clínica como funcionam as categorias. Mesmo com o frio que fazia em Palmas, localizada a 380km da capital paranaense, a quantidade de participantes interessados em conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol foi boa e a expectativa é que Vinícius retorne ao município com o objetivo de explicar sobre as categorias mais avançadas, Mini 3×3 e Mini 4×4.

Divulgação: IC.

Colégio Marista Santa Mônica visita Núcleo Ponta Grossa/PR para uma manhã de prática esportiva e de valores

Jogos proporcionam trocas de experiências entre adolescentes participantes do festival de minivôlei.

Adolescentes do Núcleo Ponta Grossa do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná compartilharam experiências do esporte com convidados do Colégio Marista Santa Mônica no festival de minivôlei realizado no sábado, 13 de junho. Os visitantes tinham interesse em conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol e experimentaram alguns conceitos na prática. Mesmo em um período delicado de volta às aulas das greves escolares, houve boa participação dos alunos, que se divertiram e fizeram novas amizades.

Após a apresentação dos alunos, o professor do núcleo, Evaldo de Godoy, explicou aos convidados como funciona o Mini 4×4 – uma das categorias da metodologia. Embora a maioria dos participantes tivesse idade compatível com a categoria mais avançada, o Vôlei, o professor convidado optou por realizar os jogos dentro das regras do Mini 4×4 para que os adolescentes pudessem vivenciar o esporte de maneira diferente, com participação mais efetiva e contato constante com a bola. Isto porque o jogo aconteceu em uma quadra menor e com o número de participantes reduzido.

Equipes contam com torcida dos colegas.

Foram montadas duas quadras do Mini 4×4, uma para as equipes femininas e outra para as masculinas. As partidas tiveram duração de 15 pontos e aconteceram em formato de rodízio para que todos pudessem aproveitar bastante o festival. Depois dos jogos, os participantes do evento foram convidados para o almoço, ofertado pelo Colégio Estadual Profª Linda Bacila, onde acontecem as aulas de minivôlei do projeto. Para o aluno da categoria Vôlei, do Núcleo Ponta Grossa, Helton Mendes, 14 anos, o festival foi muito bom. “Conhecemos pessoas novas que vieram do Colégio Marista, espero que eles venham mais vezes”, disse contente.

Para Evaldo, a participação dos adolescentes do Colégio Marista Santa Mônica motivou os alunos do projeto a darem o melhor de si nos jogos e aumentar a confiança, já que entraram em quadra com meninos e meninas de outra escola e que não frequentam as aulas de minivôlei do Núcleo Ponta Grossa. “Eles tiveram a possibilidade de crescer no aspecto técnico e emocional por enfrentar situações diferentes daquelas que eles têm nas aulas”, afirmou.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Ex-aluno vai a Paris: Analista de projetos do Instituto Compartilhar volta de viagem após representar a entidade no Congresso Internacional de Sociologia do Esporte

Analista de projetos, Ana Elisa Caron, representa o Instituto Compartilhar no Congresso Internacional de Sociologia do Esporte.

Foco e união são as palavras certas para definir a viagem da analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, a Paris. Conhecer o cenário deslumbrante que compõe a capital francesa foi bom para ela, mas melhor ainda foi representar a entidade e milhares de ex-alunos no Congresso Internacional de Sociologia do Esporte. O evento, com representantes de 41 países, aconteceu entre os dias 9 e 12 de junho na Sport Sciences Faculty. Além de apresentar os resultados da pesquisa “Ex-aluno, por onde você anda?”, Ana pôde observar como é o trabalho realizado por diversas instituições espalhadas mundo afora e vivenciar experiências novas que serão aproveitadas tanto para sua vida pessoal e profissional, como para o Compartilhar.

Durante o congresso aconteceram várias apresentações simultâneas, separadas por seções diferentes. Cada uma delas era composta por quatro ou cinco trabalhos expostos por cerca de 20 minutos, sendo cinco destinados a dúvidas, sugestões e até mesmo críticas construtivas da plateia. Esporte dento da escola e na universidade foi o tema norteador das discussões da seção onde Ana estava, na quarta-feira, dia 10 de junho, junto com o presidente da International Sociology of Sport Association (ISSA) – organizadora do evento – e de representantes de países como África do Sul, Colômbia e Malásia. “Foi possível ver alguns resultados se repetindo, alguns padrões que realmente fazem a diferença em qualquer lugar do mundo”, observou Ana.

Apesar de um pouco ansiosa, Ana contou que conseguiu expor, dentro do tempo previsto, os principais resultados da campanha “Ex-aluno, por onde você anda?”. De acordo com ela, um dado que chamou bastante a atenção do presidente da ISSA e dos demais participantes foi que 80% dos ex-alunos respondentes afirmaram continuar praticando atividade física mesmo depois da saída dos projetos socioesportivos do Instituto Compartilhar. “20, 30, 40… não! Foram 738 respostas de ex-alunos. É um trabalho de 18 anos que faz toda a diferença”, afirmou Ana, com toda a experiência que possui dentro da entidade. Antes de analista de projetos, ela foi aluna, estagiária e professora do Compartilhar. Entre outras informações contidas na pesquisa, está a qualidade das aulas e dos professores.

A pesquisa “Ex-aluno, por onde você anda?” foi desenvolvida em 2013 com o objetivo de mensurar os impactos que a prática esportiva teve na formação de alunos do Instituto Compartilhar. Para isso, a entidade disponibilizou um questionário online, com perguntas abertas e fechadas. Ao todo, 738 alunos egressos de todo o Brasil participaram. Os pesquisadores responsáveis pela análise sociológica dos resultados foram os Profs. Drs. Wanderley Marchi Júnior e Gilmar Francisco Afonso e a doutoranda Tatiana Sviesk. Inclusive, Wanderley também esteve no congresso, prestigiou a apresentação de Ana e, no dia seguinte, 11 de junho, falou sobre sociologia do esporte no Brasil e na América Latina.

Ana aproveita para conhecer pontos turísticos de Paris.

“Sinto orgulho de fazer parte de uma instituição séria, que mantém o foco na qualidade de tudo o que faz, e os resultados da pesquisa refletem essa qualidade. Orgulho de fazer parte de um grupo de profissionais que cumpre com todas as tarefas da melhor maneira possível, sempre superando as expectativas e querendo fazer sempre melhor do que já fez. Orgulho de ter colegas de trabalho que não se acomodam e estão sempre em busca de evolução. Orgulho de ter o Bernardinho como diretor presidente, espelho na busca constante pela excelência”, reconheceu Ana.

A aventura profissional se tornou realidade graças a mobilização de várias pessoas que acreditam no desenvolvimento humano por meio do esporte, que abraçaram a causa e participaram de um financiamento coletivo para ajudar a custear todas as despesas da viagem. “O que eu posso fazer hoje é agradecer a todos que confiaram a mim essa missão”, agradeceu contente. Mesmo com pouco tempo, Ana conseguiu ir a vários pontos turístico de Paris, segunda cidade mais visitada do mundo, e conhecer mais sobre a cultura local. “É muito legal, a cidade é maravilhosa, você sai para andar e dá de cara com muitas coisas bonitas!”, contou encantada. Entre todos os lugares lindos por onde passou, Ana viu de perto a famosa Torre Eiffel, subiu na Torre Notre Dame e no Arco do Triunfo e se encantou com o Museu do Louvre.

Fotos: Divulgação IC. 

Muuvit: Unidade de Educação Integral Paulo Freire, em Curitiba/PR, comemora atividades da plataforma finlandesa que estimula hábitos saudáveis entre crianças

Gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar e coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill Braga, trabalha o tema cultura de paz com as crianças.

O primeiro semestre deste ano foi agitado na Unidade de Educação Integral (UEI) Paulo Freire, em Curitiba/PR. Isso porque 60 crianças com idades entre 6 e 12 anos, sob orientação da animada professora que trabalha com oficina de ciências e tecnologia, Sônia Domingues, participaram da aventura Muuvit. Em maio, os alunos concluíram todas as atividades propostas pelo programa e, para comemorar, realizaram um evento de encerramento no dia 3 de junho, que também contou com a presença de representantes do Núcleo Regional de Educação do Bairro Novo, das Unidades de Educação Integrada e da Prefeitura Municipal de Curitiba. O encontro foi recheado de brincadeiras relacionadas a temas importantes do Muuvit – iniciativa do Instituto Compartilhar no Brasil.

Divididos em quatro grupos, os alunos da UEI Paulo Freire passaram por quatro estações, cada uma delas com propósitos distintos e formando um circuito de atividades. Para aprender um pouco sobre cultura de paz, a garotada participou de exercícios de respiração, alongamento e meditação. Em outra estação, os alunos conheceram mais sobre grafitagem e conferiram a arte realizada no muro da UEI Paulo Freire pelo ex-aluno Claudine Ferge. O jovem fez um trabalho colorido e alegre sobre o Muuvit.

Professora Sônia, chamada carinhosamente como Mãe Dinnada, anima alunos e incentiva a prática de atividades físicas.

Nas outras duas etapas do circuito aconteceram brincadeiras que estimulam a prática de atividades físicas. Em uma delas, as crianças acertaram bolinhas feitas de jornais em cestinhas e, na outra, a atração foi o slackline, esporte de equilíbrio realizado sobre uma fita. No meio de tantas atividades, eles pararam para fazer um lanche. Se engana quem pensa que havia bolo, doces e salgados. Lá, eles se alimentaram com um sanduíche natural e suco verde, com verduras colhidas da horta da UEI pelas próprias crianças. “Foi muito legal e elas amaram o suco verde!”, contou o gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar e coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill Braga.

“Exercícios de alongamento, atividades de movimento, ou qualquer outra atividade física motiva não só para a brincadeira no site, mas significa uma mudança de hábitos e uma melhora na condição de vida das crianças”, disse Sônia para o portal Cidade do Conhecimento da Prefeitura de Curitiba. O Muuvit foi um estímulo importante para o aluno Gustavo de Araújo Nascimento, 11 anos, manter hábitos de vida saudáveis: “estou aprendendo a desapegar do celular e da televisão para ter uma vida com mais disposição”, contou em entrevista cedida para o veículo.

Além da professora Sônia e do coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill, estiveram presentes no evento de encerramento o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando -, professores e direção da UEI Paulo Freire, a chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) do Bairro Novo, Josiane Santos e a responsável pelas UEIs, Bernadete Kurek. Também marcaram presença Marcelo Padilha da equipe de projetos educacionais da Prefeitura de Curitiba e a Relações Internacionais, Lucymara Krasnhak.

Evento de encerramento do Muuvit na UEI Paulo Freire conta participação de representes do Instituto Compartilhar, do Núcleo Regional de Educação do Bairro Novo, das Unidades de Educação Integrada e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

O Muuvit é uma plataforma on-line gratuita, criada na Finlândia, que combina aprendizagem com exercícios físicos e uma vida mais saudável. Ao se exercitarem, as crianças acumulam pontos e podem viajar virtualmente por cidades da América do Sul, aprendendo de forma divertida e interdisciplinar: aritmética, cultura, geografia humana, turismo, saúde, culinária, idiomas, técnicas de comunicação não-violenta e muito mais. Na UEI Paulo Freire, o programa foi iniciado no primeiro semestre de 2015 e, desde o início, a adesão foi muito positiva. Maxwill contou que Sônia é muito criativa e que ela teve várias iniciativas legais que se encaixaram perfeitamente no contexto da plataforma.

Uma ideia que chamou bastante a atenção do coordenador do Muuvit no Brasil foi a criação do Diário de Bordo: cada dia era vez de um aluno levar um macaquinho de pelúcia para casa e escrever um resumo sobre as aventuras que tiveram junto com ele em casa. Sônia também aproveitou o conceito do Muuvit para promover uma caminhada com os alunos até um centro de reciclagem da região, onde abordou o tema sustentabilidade. Além disso, conseguiu mobilizar cerca de 40 pais e responsáveis para fazer um passeio ciclístico junto as crianças ao redor do quarteirão da UEI Paulo Freire.

Parceiros do Muuvit no Brasil: aporte financeiro da Embaixada da Finlândia, com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Rede Esporte pela Mudança Social (REMS).

Fotos: Divulgação IC. 

Campeã olímpica do voleibol brasileiro, Fofão, participa de dois eventos promovidos pelo Instituto Compartilhar e emociona centenas de pessoas

A campeã olímpica, Fofão, é convidada para participar do Circuito de Palestras 2015 do Instituto Compartilhar.

Momentos de muita emoção e felicidade marcaram a história do Instituto Compartilhar. Nos dias 29 e 30 de maio, a entidade recebeu a visita inusitada da campeã olímpica do voleibol brasileiro, Fofão – como é chamada carinhosamente mundo afora – para dois encontros especiais. Primeiro, no Circuito de Palestras 2015, quando profissionais e acadêmicos de educação física e da área de esporte, além de outros participantes, foram à UniBrasil, em Curitiba/PR, para conversar com a levantadora sobre o atleta como inspiração para as novas gerações. Depois, no projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Núcleo Central, onde Fofão foi homenageada por professores, alunos, pais e familiares. Os encontros renderam bons momentos e os fãs não seguraram a empolgação: aproveitaram a oportunidade para tirar fotos e pegar autógrafos.

Mesmo ansiosa e um pouco tímida, Fofão se sentiu bem à vontade para falar sobre sua profissão, experiências vivenciadas em grandes jogos e também sobre sua vida pessoal durante o primeiro dia (29), no Circuito de Palestras 2015 do Instituto Compartilhar – evento que tem como objetivo debater temas como esporte, saúde, vida ativa e educação. Seu marido, João Márcio, acompanhou tudo de perto, sempre bem-humorado e apoiando a esposa.

Antes que Fofão subisse ao palco do auditório Cordeiro Clève, na UniBrasil, o gerente executivo, Luiz Fernando Nascimento – o Nando – falou um pouco sobre o Instituto Compartilhar e a coordenadora do curso de educação física da universidade, a anfitriã Tais Pastre, deu boas-vindas aos participantes. Em seguida, os aplausos tomaram conta do local e Fofão foi recebida calorosamente. A apresentação musical do coral Vozes de Angola, grupo formado por deficientes visuais, enriqueceu ainda mais o momento e emocionou os participantes.

O encontro da levantadora com o público do circuito foi dividido em dois momentos: inicialmente, Nando fez um bate-papo com Fofão, relembrando um pouco da história da levantadora e mediou perguntas da plateia. Algumas atletas convidadas, que jogaram junto com Fofão na seleção brasileira de voleibol, Ana Maria Volponi e Kelly Fraga, estiveram presentes e revelaram, animadamente, algumas curiosidades interessantes da colega. Daniela Leal, jogadora de vários clubes nacionais, participou do segundo momento do encontro, quando todos foram convidados a participar do aquário aberto – atividade em que os participantes se revezaram e entraram em um círculo menor, com cinco cadeiras, para conversar de maneira mais interativa com a Fofão.

De tanto a filha pedir, Margely de Souza, levou a Gabryela, de 12 anos, para encontrar a atleta e, de acordo com a mãe, valeu muito a pena. A menina enviou uma pergunta por escrito pedindo dicas e querendo saber como ela podia melhorar o seu levantamento de bola. Fofão, de maneira bem descontraída, respondeu Gabryela convidando-a para bater uma bolinha ali mesmo, em frente a toda a plateia. Todos ficaram surpresos e se divertiram com a situação. Margely, contente, elogiou o formato do evento, principalmente quando as pessoas tiveram possibilidade de participar do aquário aberto. “Parabéns pelo evento!”, afirmou a mãe. Alguns participantes ganharam bolas autografadas e, ao final do circuito, todos ficaram à vontade para registrar o momento ao lado da campeã olímpica. Esta etapa do Circuito de Palestras teve o apoio da NC Turismo e Bristol Hotéis & Resorts.

Crianças, adolescentes, pais e familiares demonstram muito carinho e respeito pela atleta durante os eventos.

No dia seguinte (30), Fofão foi ao Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e, mais uma vez, fez a alegria de muita gente, principalmente de professores, alunos, pais e familiares. O ginásio, localizado na Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo, onde acontecem as aulas de minivôlei, estava todo decorado para receber a atleta no festival da categoria Mini 3×3. A alegria foi geral quando Fofão chegou, mas foi ainda maior quando ela se envolveu nas atividades do evento junto aos participantes. Muitos tiveram o privilégio de entrar em quadra com a Fofão durante algumas partidas de minivôlei, e mandaram muito bem. Teve até aula de levantamento! Claro que fez sucesso.

Não eram só as crianças e adolescentes que estavam empolgadas, pais e familiares que acompanharam a trajetória de Fofão estavam animados com a visita. A Dona Antônia Messias, 91 anos, avó do aluno Isac Messias, 13 anos, é um exemplo disso. Apesar da idade, ela é muito ativa, incentivadora e uma grande aliada da prática de atividades físicas. Dona Antônia assistia aos jogos do Rexona quando a equipe ainda estava em Curitiba e um dos seus presentes de aniversário, comemorado em maio, foi encontrar a Fofão. “Eu vou falar para você, não foi bom, foi bom demais!”, avaliou Dona Antônia.

Já a aluna Giovanna Colucci, 11 anos, chorou e abraçou bastante Fofão. “A melhor coisa que já fizeram (levar a atleta até o projeto)! Sou fã dela desde pequeninha”, afirmou emocionada. Pais e familiares presentes gostaram de estar junto com os filhos e de participarem das atividades com eles. A mãe do André Guilherme, 10 anos, Alessandra Cristiane de Oliveira, levou caneta à prova d’água ao evento, já pensando no autógrafo que o filho receberia na camiseta.

Aula de levantamento: participantes ficam atentos as dicas de Fofão e dão um show nas quadras.

“Eu fico feliz, mas ao mesmo tempo nervosa porque são crianças. Então, a gente tem uma responsabilidade muito grande de passar uma mensagem boa, de motivação, de incentivo. Fiquei sabendo que elas fizeram um trabalho para saber da minha história, me conhecer de verdade”, contou Fofão. A levantadora se emocionou bastante quando passou pelo espaço do ginásio destinado à vários cartazes, fotos e mensagens de carinho, preparados especialmente para ela. Ali, Fofão pôde relembrar vários momentos que marcaram a sua vida com o esporte.

As demonstrações de respeito e admiração continuaram até o final do evento, quando alunas da categoria Super Vôlei do Núcleo Central prestaram algumas homenagens e entregaram presentes a atleta. Os olhos de Fofão se encheram de lágrimas, afinal, aos 45 anos, se aposentou das quadras de voleibol em um jogo de despedida realizado no domingo (24) no Ginásio Lauro Gomes, em São Caetano do Sul/SP, com atletas que também marcaram a história do esporte brasileiro. Fofão foi medalhista de bronze em Atlanta (1996) e em Sidney (2000) e campeã olímpica em Pequim (2008), sem citar as suas vitórias defendendo a equipe do Rio de Janeiro.

Fotos: Daniel Castellano.

Núcleos socioesportivos do Instituto Compartilhar promovem atividades diferentes durante a Semana Mundial do Brincar e o Dia do Desafio

No Rio de Janeiro/RJ, alunos do projeto Vôlei em Rede entram no clima da Semana Mundial do Brincar e contam com torcida para as atividades.

Alunos de vários núcleos do Instituto Compartilhar aproveitaram a Semana Mundial do Brincar, comemorada entre os dias 24 a 30 de maio, e o Dia do Desafio, realizado no dia 27 do mesmo mês, para participarem de atividades físicas diferentes e muito divertidas. Durante este período não faltou criatividade e energia para a garotada dos projetos Esporte em Ação, Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Vôlei em Rede da entidade. Além de se exercitarem de maneira descontraída e animada, as crianças e adolescentes colocaram em prática alguns valores ensinados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, como cooperação, respeito, responsabilidade e autonomia.

Amarelinha, pula corda, peteca, stop, jogo da velha e futebol americano foram apenas algumas das brincadeiras realizadas. No Núcleo São Vicente – Campinas/SP, por exemplo, os alunos tiveram que descobrir onde estava o tesouro perdido, e que tesouro! – doces de dar água na boca. A atividade envolveu conhecimentos sobre o vôlei e estimulou atitudes de cooperação entre as crianças e adolescentes. “Eu gostei porque conseguimos trabalhar em equipe”, avaliou o aluno Marcos Vinicius, 10 anos, da categoria Mini 2×2.

Dia do Desafio motiva pessoas a realizarem exercícios físicos em Protásio Alves/RS.

No Núcleo São Domingos – Campinas/SP, a garotada fez questão de escolher as brincadeiras, algumas com bexigas. Com um olhar observador, a aluna Maria Fernanda, 11 anos, da categoria Mini 3×3, disse que a quadra ficou mais bonita toda colorida. E quem pensa que só as crianças e adolescentes gostaram das atividades está enganado. Os professores se divertiram muito também, assim como Karina Rodrigues, do Núcleo Cidade Nova – Itu/SP: “quem não gosta de brincar? Eu adoro!”, revelou. “Foi muito gostoso ver a alegria das crianças e em brincadeiras tão simples”, complementou.

A Semana Mundial do Brincar tem como objetivo principal ressaltar a importância do brincar na sociedade e lembrar os adultos sobre a necessidade de respeitar o tempo para as crianças brincarem. Assim, elas se desenvolvem de maneira sadia, física e emocionalmente. “Uma tarde muito saudável, com brincadeiras divertidas que movimentam o corpo e trabalham a atenção e o raciocínio. Além disso, é mais uma oportunidade de gerar maior integração, amizade e espírito em equipe”, disse a professora Karina sobre a Semana Mundial do Brincar.

Crianças do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol se divertem bastante com professores.

Já o Dia do Desafio, coordenado pelo Sesc, busca incentivar a prática de atividades físicas e uma vida mais saudável. Para isso, no dia 27 de maio, pessoas de todas as idades se unem para uma competição amigável entre cidades e o propósito é envolver o maior número de participantes possível.

Fotos: Divulgação IC.