Brenon Partala, acadêmico de educação física, conta o que mudou na sua visão profissional após participar da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR

O gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, entrega o certificado de participação da Clínica de Mini Vôlei à Brenon.

A paixão pelo voleibol e o sonho de seguir carreira como treinador esportivo levou o acadêmico de educação física da Universidade do Contestado (UNC), Brenon Partala, 21 anos, a participar da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR realizada nos dias 11, 12 e 13 de julho. O objetivo dele era aprender uma maneira de atuar na área do esporte e avaliar a própria maneira de exercitar a profissão, embora atualmente estagie em uma Academia da Terceira Idade (ATI). “O trabalho do Instituto Compartilhar chamou muito a minha atenção”, destacou o estudante. Coincidência ou não, Brenon é fã do técnico da seleção brasileira de voleibol, Bernardinho – diretor presidente da instituição.

“A organização do Instituto como um todo e a intenção de formar, em primeiro lugar um cidadão, me deixou fascinado! A forma como ensinam o vôlei com valores me encantou! É a concepção que sempre tive dentro do esporte”, revelou. A aula teórica sobre as categorias do Mini Vôlei e sistemas de jogo elucidaram algumas questões para o morador da cidade de Rio Negro/PR. “Sou fissurado por esquema tático e gosto de estudar a função dos atletas dentro de cada esquema”. Inclusive, esse foi o principal motivo que o levou a cursar educação física.

Apaixonado por esportes, o acadêmico de educação física (ao centro) é fotografado ao lado de Rafinha (à esq.) e Hilário, responsáveis por uma escolinha de futebol na cidade de Rio Negro/PR.

Apesar de ter se dedicado ao futebol durante muitos anos, Brenon sempre gostou de voleibol. “Resolvi ter essa experiência (participar da clínica) sem ter muita ideia do que encontraria pela frente. Não nego que tinha a expectativa de enxergar novos caminhos porque sempre achei o voleibol um esporte apaixonante. Eu já havia pensado na possibilidade de trabalhar com esta modalidade, mas ainda era algo abstrato para mim”. O acadêmico de educação física descobriu o gosto pelo esporte desde muito pequeno, aos 7 anos de idade, quando assistia à partidas da seleção brasileira de voleibol. “Como toda criança, queria imitar o que via e gostava de dizer que eu era o Nalbert, Giovane ou Giba. Eram os meus preferidos!”.

“Muitas vezes as escolinhas esportivas acabam visando demais a formação de ‘craques’ ou simplesmente um passatempo para a criança. Diferentemente disso, o primeiro foco de trabalho (do Compartilhar) é a formação de um cidadão, além de dar a oportunidade de aprendizado e aprimoramento do esporte”, relatou o estudante. Quanto à Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, Brenon disse que o que mais chamou sua atenção foi a questão da inclusão entre o mais ativo ao menos ativo, e aqueles que fogem do padrão exigido pelo voleibol (alto e forte).

Para ele, o vôlei demonstra ser, realmente, um esporte coletivo: “um levantamento depende de uma boa defesa, um ataque depende de um bom levantamento, um saque depende do ponto, o bloqueio depende de uma cobertura e, assim, um atleta sempre precisará da ajuda do outro e independente de quão habilidoso ele seja, nunca fará nada sozinho”.

Brenon Partala: “Eu indico a Clínica de Mini Vôlei a outros estudantes de educação física, independente da modalidade em que pretendem trabalhar ou mesmo para aqueles que querem atuar nas escolas”.

Após ter participado da clínica, Brenon percebeu que ela enriquece muito o trabalho do profissional de educação física. “Eu indico a Clínica de Mini Vôlei a outros estudantes de educação física, independente da modalidade em que pretendem trabalhar ou mesmo para aqueles que querem atuar nas escolas. Muito mais do que voleibol, a clínica mostra formas de trabalhar valores, além de métodos que podem ser aplicados em outros esportes”, e deixa a dica: “vale muito a pena participar! É um curso que mostra como ensinar práticas de cidadania para os alunos”, conclui. Os professores do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol também ganharam elogios: “eles demonstram que gostam do que fazem”. Segundo o estudante, o curso até despertou sua vontade de voltar aos 9 ou 10 anos para ter aulas de voleibol no Compartilhar.

Bernardinho não só influenciou a paixão de Brenon pelo vôlei, como também despertou o gosto pela leitura, aproximadamente no ano de 2006. Foi por meio do livro “Transformando suor em ouro”, do técnico da seleção masculina de voleibol, que o estudante passou a gostar de ler e pesquisar sobre assuntos na área esportiva.

Quando perguntado se pretende utilizar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol em sua carreira profissional, o estudante não pensou duas vezes: “sem a menor dúvida!”. Brenon acredita que os métodos utilizados pela instituição facilitam o entendimento do aluno quanto às suas funções em determinados lances e que os valores também podem ser ensinados a categorias mais avançadas.

A Clínica de Mini Vôlei do Instituto Compartilhar foi idealizada com o objetivo de disseminar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol aos profissionais e acadêmicos de educação física interessados em aprender sobre o Mini Vôlei. Durante o curso, os participantes conhecem um pouco do Instituto Compartilhar e assistem à aulas teóricas que dão embasamento às aulas práticas. Neste ano, a proposta pedagógica da clínica favoreceu a interação entre os envolvidos, por meio de pequenas oficinas, e contou com diminuição das aulas expositivas.

Parceiros da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR: UniBrasil. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Itaú, Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Em Natal/RN, Clínica de Mini Vôlei reúne 90 profissionais e estudantes de Educação Física

Troca de experiência entre professores e estudantes enriquece Clínica de Mini Vôlei em Natal/RN.

Durante os dias 8 a 10 de agosto, cerca de 90 profissionais e estudantes de educação física da capital do Rio Grande do Norte e região metropolitana se reuniram para conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, utilizada nos quatro projetos do Instituto Compartilhar. Aulas teóricas e práticas foram realizadas na Universidade Potiguar (UnP) e Centro de Educação Integrada (CEI), parceiros do projeto Vôlei em Rede na cidade.

 

As atividades propostas e desenvolvidas pelo gestor do conhecimento, Fábio Okazaki e pela analista de projetos do Compartilhar, Ana Elisa Caron, visaram o envolvimento dos participantes. Divididos em grupos, todos construíram cartazes sobre valores que podem ser ensinados a crianças e adolescentes por meio do esporte e, nas miniquadras montadas, propuseram exercícios das quatro categorias (Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei). “Foi um curso dinâmico, com uma proposta muito boa”, avalia Joanilson do Nascimento, professor de escola pública de Currais Novos/RN.

Participantes apresentam trabalho em grupo.

Durante a manhã dos dias 8 e 9, na UnP, as aulas teóricas foram focadas nos princípios da metodologia – ludicidade, adaptações de espaço e número de participantes, elaboração de atividades com recorte de jogo e inserção de valores em todos os momentos de aula. “Me inscrevi na clínica para aprender ainda mais sobre voleibol, que é uma modalidade que me dá prazer de jogar e ensinar”, conta o professor Richardson Fernandes, de Natal. “Achei a metodologia muito pertinente e condiz com a nossa realidade de trabalho”, complementa.

As atividades práticas, realizadas no CEI, ilustraram as teorias vistas anteriormente. Para isso, o Compartilhar contou com a participação cerca de 30 alunos do Núcleo Natal/RN, participantes das quatro categorias. Enquanto as crianças e adolescentes demonstravam os exercícios, os participantes assistiam interessados e entravam em quadra para experimentar as atividades e as dimensões reduzidas.

Alunos realizam parte prática enquanto participantes assistem atentos.

Para complementar o curso e enfrentar o desafio de colocar os conhecimentos em prática, os próprios participantes propuseram atividades de recorte de jogo. “Este é sempre um momento importante em que eles reúnem todos os conteúdos e vivências dos três dias e tentam colocar em prática. É bom para que nós possamos avaliar se eles entenderam o conteúdo”, afirma Ana Elisa Caron.

No encerramento houve distribuição de brindes como Relatório de Atividades, bolsas, livros e camisetas. “A participação, quase equivalente, de estudantes e profissionais foi muito positiva, pois proporcionou maior troca de experiência entre os presentes. Deu para ver que estavam todos envolvidos e foram participativos”, conclui Ana Elisa. “Tudo que aprendi nesse período vou levar usar como fonte de inspiração para o projeto político pedagógico da minha escola”, promete Richardson.

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC

Fundador da Flexiv recebe Relatório de Atividades 2012 do Instituto Compartilhar

Luiz Fernando Nascimento (à dir.) entrega relatório de atividades a Ronaldo Duschenes.

Na tarde de terça-feira, 16 de julho, o gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, foi até o showroom da Flexiv, empresa do segmento de mobiliário para escritórios, em Curitiba/PR para entregar o Relatório Anual de Atividades 2012 da instituição. Na ocasião encontrou-se com Ronaldo Duschenes, designer, arquiteto e fundador da Flexiv e teve a oportunidade de entregar o material em mãos.

O relacionamento entre as instituições existe desde 2005 quando a Flexiv concordou em mobiliar o escritório administrativo do Compartilhar em Curitiba. Em contrapartida, Bernardinho, diretor presidente do Instituto e técnico da seleção brasileira de voleibol, foi convidado a participar, como estrategista referência, da campanha “estratégias de sucesso” que teve por objetivo mostrar os benefícios de utilizar móveis adequados no espaço de trabalho. Uma peça publicitária foi produzida com Bernardinho e os alunos de um dos projetos do Compartilhar e o técnico doou o cachê da campanha para a instituição.

Mesas, cadeiras, armários, gaveteiros e acessórios do escritório do Instituto Compartilhar em Curitiba/PR são frutos da parceria com a Flexiv.

A parceria não parou por aí. Em setembro de 2010, foi realizado um bate-papo com clientes da Flexiv como parte da celebração dos 25 anos da empresa, houve distribuição de livros e autógrafos. Em outubro deste mesmo ano, Flexiv apoiou uma palestra em Curitiba em que toda a renda foi revertida para o Instituto Compartilhar. No ano passado aconteceu outro bate-papo, desta vez na loja em São Paulo/SP, quando Bernardinho esteve com clientes, convidados e funcionários do local e, com isso, a Flexiv fez nova permuta de mobiliário com o Compartilhar.

A identificação entre Ronaldo Duschenes e Bernardinho se dá na busca pela excelência e pela inovação permanentes, na procura de soluções e melhoria de seus resultados e suas equipes.

Sala dos setores administrativo e de comunicação equipados com móveis Flexiv.

Em breve o Relatório de Atividades estará disponível para leitura no site do Instituto Compartilhar.

Fotos: Divulgação IC

Participantes da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR conhecem a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol

O gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar, Fabio Okazaki, reúne crianças ao centro do ginásio para colocar em prática o conteúdo da Clínica de Mini Vôlei.

Acadêmicos e professores de educação física de Curitiba e outros municípios do Paraná e de Santa Catarina estiveram na capital paranaense para participar da Clínica de Mini Vôlei do Instituto Compartilhar. Realizada nos dias 11, 12 e 13 de julho, a clínica reuniu cerca de 40 pessoas dispostas a conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. O evento contou com o apoio da UniBrasil – que cedeu o auditório para a realização das atividades da manhã do primeiro dia – e a coordenadora de educação física da instituição, Camile Luciane da Silva, esteve presente para dar boas vindas aos convidados. No período da tarde, os participantes foram até o Campus da Secretaria do Estado do Esporte – local onde acontecem as aulas do Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná – e onde foram as atividades dos outros dois dias.

Neste ano, a proposta pedagógica privilegiou a participação dos professores e acadêmicos nas atividades, por meio de pequenas oficinas, e teve diminuição das aulas expositivas (teóricas), possibilitando mais interação entre os envolvidos. Como a parte prática da clínica foi realizada no Núcleo Central, os alunos do núcleo estiveram presentes e auxiliaram na realização das atividades, facilitando a compreensão da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Participantes da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR formam grupos para elaborarem o exercício proposto pelos palestrantes.

A clínica teve início com a apresentação do Instituto Compartilhar, realizada pelo gerente executivo da instituição, Luiz Fernando Nascimento. Em seguida, os participantes tiveram aulas sobre os diferenciais da metodologia, como a organização e estruturação das aulas, divisão das categorias (Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei), fundamentos técnicos de jogo e também sobre a capacidade de adaptação e características físicas das crianças. Reunidos em grupos, esclareceram dúvidas a respeito das apresentações e também destacaram os pontos que consideraram mais relevantes.

Já mais familiarizados com o conteúdo, professores e acadêmicos puderam aplicar os conceitos que aprenderam e, ainda no primeiro dia, participaram de atividades práticas sobre as categorias Mini 2×2 e Mini 3×3. A manhã do segundo dia iniciou com aulas sobre os valores no esporte e os participantes produziram um boneco em papel, com o objetivo de trabalhar a cooperação e a autoestima. Neste exercício, além de desenharem a si mesmos, descreviam as características físicas dos colegas.

Professores e acadêmicos entram em quadra e alunos do Núcleo Central – Curitiba/PR assistem o desempenho dos participantes da clínica.

As atividades práticas não pararam por aí. Formados em quatro grupos, os participantes montaram um planejamento de aula sobre os fundamentos técnicos de jogo, toque, manchete e saque, e ministraram aulas uns para os outros. Segundo o gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar, Fabio Okazaki, a maior parte dos professores trabalha sozinho e o exercício em grupo foi uma experiência interessante. “Eles conseguiram trabalhar legal, foram bem objetivos e eficazes com o que tinham proposto”, diz.

No último dia, os acadêmicos e professores aplicaram os princípios da metodologia de fundamento de jogo para os alunos da categoria Vôlei. O evento foi encerrado com sugestões e orientações a respeito das atividades, “foi um momento bem rico”, relata Fabio. Além do gestor de conhecimento do Compartilhar, o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho, e os coordenadores dos Núcleos Interior/PR, Everson da Silva e Kátia Keller, foram responsáveis pela clínica, ministrando aulas e participando das atividades com auxílio dos professores do núcleo.

O acadêmico Rony Oliveira foi ao evento com o propósito de agregar conhecimento e também conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. “Achei muito legal e interessante! Gostei de todo o processo da metodologia e das explicações. Também gostei de saber como funcionam as categorias”, diz.  Rony revelou que já trabalha com o Mini Vôlei que aprendeu quando o projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná ainda se chamava Rexona.

Todos os presentes ganharam chaveiros e o relatório anual do Instituto Compartilhar. Foram sorteadas camisetas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e da torcida da equipe Unilever de vôlei feminino, além de mochilas, pastas, garrafinhas de água, e livro “Transformando suor em ouro” do diretor presidente do Compartilhar e técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Bernardinho. A Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR é uma realização do Instituto Compartilhar, projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte, contou com os parceiros Itaú, Unilever e Ministério do Esporte. As manifestações e paralisações nacionais que ocorreram nestes dias atrapalharam a chegada de outros inscritos, prejudicando o número de participantes.

Parceiros da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Itaú, Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

Instituto Compartilhar é convidado para a capacitação da Peace Players Internacional

Representantes de ONGs brasileiras participam da capacitação realizada pela Peace Players International (PPI).

O Instituto Compartilhar esteve entre as entidades convidadas a participar de uma capacitação na metodologia de resolução de conflitos da Peace Players International (PPI), apoiada pela Fundação Laureus Sport for Good. O evento reuniu nos dias 09 a 12 de julho, cerca de 20 pessoas na Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro, local com espaço para hospedagem, sala de conferência e ginásio de esportes.

A PPI, ONG internacional, trabalha em regiões de conflitos territoriais como Israel, Irlanda e Chipre e utiliza o basquete para ajudar os jovens a superar ciclos de conflitos, além de educá-los e uni-los. Durante a capacitação, o Organizational Learning Specialist da PPI (tradução livre: Especialista em Aprendizagem Organizacional), Gunnar Hagstrom, apresentou a Anatomia da Paz (nome dado à metodologia) para coordenadores de ONGs que atuam no Rio de Janeiro, para que ela também possa ser utilizada em outros projetos sociais.

Participantes colocam em prática os conceitos da metodologia da Anatomia da Paz.

A analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, e a coordenadora dos Núcleos Rio/RJ, Renata Régis, acompanharam todas as atividades desenvolvidas por Gunnar. O primeiro dia do evento foi destinado às apresentações das instituições, realizadas por seus representantes, e para integração do grupo. Nos dias 10 e 11, os coordenadores e professores presentes se envolveram em exercícios teóricos e práticos sobre os conceitos da Anatomia da Paz. Puderam compreender, por exemplo, a diferença entre ver uma pessoa como pessoa e como objeto e também a importância de conhecer as próprias percepções para depois entender as percepções das outras pessoas.

A analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, exibe o certificado de participação ao lado do Organizational Learning Specialist da PPI, Gunnar Hagstrom.

“O interessante da Anatomia da Paz apresentada foi a possibilidade de utilizar os conceitos sem grandes alterações na metodologia já utilizada por cada organização. Eles mostram um novo olhar para as pessoas com quem trabalhamos e principalmente para os nossos alunos”, comenta Ana Elisa.

No último dia da capacitação, os participantes elaboraram um plano de ação com o objetivo de aplicar o conteúdo aprendido dentro de suas realidades com os próprios alunos. Além do Instituto Compartilhar, da Laureus Sport for Good e PPI, estiveram presentes no evento outras entidades ligadas ao esporte como o Espaço Criança Esperança, Instituto Reação, Instituto Bola pra Frente, Instituto Rumo Náutico – Projeto Grael, Fundação Gol de Letra, Vencer – Companheiros das América, Instituto Passe de Mágica e Promundo – maioria membro da Rede Esporte Pela Mudança Social (Rems).

“Foi uma semana muito estimulante e incrível pela troca de experiências com outros projetos”, conclui Renata Régis. O convite feito ao Instituto Compartilhar para fazer parte da capacitação surgiu com a visita de membros da Laureus Sport for Good e PPI, no primeiro semestre de 2013, aos Núcleos Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede para conhecerem o trabalho desenvolvido pela instituição.

Fotos: Divulgação IC.

Primeiro dia da Clínica de Mini Vôlei em Curitiba/PR aborda princípios da metodologia

Participantes têm contato com princípios da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Começou na quinta-feira, 11 de julho, a tradicional Clínica de Mini Vôlei em Curitiba/PR e os participantes já se mostraram interessados e envolvidos com a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Cerca de 40 profissionais e estudantes de educação física estarão reunidos nos dias 11 a 13 de julho para aulas teóricas e práticas. O número de presentes neste primeiro dia foi baixo devido à greve geral que paralisou o transporte público e demais serviços na cidade.

Pela manhã, no auditório da Unibrasil, o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, deu as boas-vindas, apresentou a entidade e os programas socioesportivo e educacional. Logo em seguida, o gestor do conhecimento, Fábio Okazaki e o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho explicaram os princípios da metodologia utilizada nos 38 núcleos do programa socioesportivo do Compartilhar: ludicidade, adaptações de espaço e número de participantes, elaboração atividades com recorte de jogo e inserção valores em todos os momentos de aula.

Josmar Coelho apresenta distribuição de alunos na quadra de Mini 4x4, com auxílio de professores e estagiários do Núcleo Central.

Ao final do primeiro período, os presentes se dividiram em quatro grupos – que farão trabalhos durante os três dias de clínica – discutiram sobre o que foi ensinado durante a manhã, indicaram o que mais gostaram e as principais dúvidas. Fábio e Josmar encerraram com o esclarecimento. “Nós gostamos do diferencial do Compartilhar de não ter foco em formar atletas, mas sim cidadãos. E da mudança da visão da aula de educação física como um importante momento de ensinar valores”, comentam os grupos.

Toda a atividade prática de compreensão das categorias Mini 2×2 e Mini 3x3foi realizada na parte da tarde, no Campus da Secretaria do Estado do Esporte – local de atividades do Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol do Paraná. Os exercícios envolveram alunos do núcleo e, em alguns, os próprios participantes da clínica entraram em quadra e arriscaram alguns fundamentos do voleibol.

Atividade prática ilustra teorias aprendidas.

Parceiros da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR:
Governo do Estado do Paraná, Unilever e Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever, Itaú e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC

 

Professores do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná participam do encontro de capacitação

Professores envolvem-se em atividades práticas durante o aperfeiçoamento da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Apesar dos alunos do Instituto Compartilhar estarem em férias desde o início do mês, os professores do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná continuaram suas atividades ao longo dos dias 08, 09 e 10 de julho para a capacitação, evento que tem como objetivo o aperfeiçoamento da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Cerca de 40 participantes, professores do Núcleo Central – Curitiba/PR, dos Núcleos Interior/PR e coordenadores de educação física do Estado, estiveram presentes no encontro, realizado no campus da Secretaria do Estado do Esporte – onde acontecem as aulas de voleibol do Núcleo Central.

Foram três dias fundamentais para os profissionais do Compartilhar, que puderam trocar experiências, esclarecer dúvidas, praticar atividades propostas pelos coordenadores dos Núcleos Interior/PR, Everson da Silva e Katia Keller, e conhecer os colegas que também trabalham com o projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná em cidades diferentes. A professora do Núcleo Pato Branco, Simone Pastorello, gostou do evento e, segundo ela, é uma maneira de reforçar o trabalho do dia a dia. “Além de uniformizar o trabalho é uma oportunidade para esclarecer dúvidas. Eu acho muito importante!”, afirma.

Participantes da capacitação reúnem-se no auditório da Secretaria do Estado do Esporte no primeiro dia do encontro.

No primeiro dia do evento, o coordenador pedagógico do projeto, Josmar Coelho, e o gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, deram boas vindas aos participantes e proferiram algumas palavras. O técnico pedagógico da Secretaria de Estado da Educação (SEED), Aluizio da Rosa, também marcou presença e ministrou uma palestra sobre os projetos SEED.

No dia 09, os participantes realizaram atividades desenvolvidas pelos professores do Núcleo Central, Alexandro Martins, André Muniz e Roger Marchese. A proposta era colocar em prática os valores do esporte, cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia, simulando exercícios que podem ser aplicados com os alunos das categorias Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei, respectivamente, durantes as aulas. Neste momento, professores e coordenadores organizaram-se em grupos e confeccionaram cartazes, leram textos e ficaram atentos as explicações e exemplos dados pelos colegas.

A analista de comunicação do Compartilhar, Flávia Neves, acompanhou a capacitação e, durante alguns minutos, explicou aos presentes como funcionam os processos de comunicação da organização. Em seguida, Everson da Silva e Katia Keller apresentaram a importância de preencher o Relatório Mensal, descrevendo as atividades desenvolvidas pelos professores nas aulas, como forma para facilitar o processo de acompanhamento e supervisão das ações.

Professores e coordenadores confeccionam cartazes sobre valores no esporte.

A coordenadora de educação física do município de Cornélio Procópio, Rosana Elisa, acha que a capacitação é muito importante para os professores, para o aperfeiçoamento da metodologia e para reforçar os conhecimentos apreendidos. Para os coordenadores destaca que é uma forma para conhecerem um pouco mais do projeto. “Gostei! Aprendi aspectos interessantes que eu não conhecia”, comenta.

No último dia, Juliane Becker, junto aos coordenadores dos Núcleos Interior/PR, falou sobre o Sistema de Gerenciamento do Instituto Compartilhar (Sigic), sistema de frequência e cadastros dos alunos participantes dos projetos da instituição.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Itaú, Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC

Instituto Compartilhar conhece realidade do Instituto Joaquim Cruz

Aproveitando a ida a Brasília/DF e buscando aumentar a troca de experiências entre as entidades membros da Rede de Esporte pela Mudança Social (Rems), alguns integrantes do Instituto Compartilhar visitaram, no início de julho, o Instituto Joaquim Cruz (IJC), sediada na capital brasileira e que tem como criador e presidente o ex-campeão de atletismo Joaquim Cruz, medalha de ouro e prata nos 800m em Los Angeles 1984 e Seul 1988, respectivamente. Na terça-feira, dia 2, Luiz Fernando Nascimento, gerente executivo do Compartilhar, e Rubens Neves, analista administrativo-financeiro, conheceram o escritório da entidade. Os diretores Ricardo Vidal (diretor executivo) e Gilberto Ferreira (diretor administrativo-financeiro) falaram do histórico da instituição, seus programas e formas de controle de processos. O bate-papo foi muito interessante.

Bem cedinho, às 8h da manhã, alunos chegam animados para as atividades do Instituto Joaquim Cruz.

Na quarta-feira foi a vez de conhecer de perto como as coisas acontecem na prática. As visitas aos projetos começaram com o Núcleo Recanto das Emas do projeto Clube dos DescalSOS /Caixa. A recepção foi por Manuel Evaristo Neto que coordena o trabalho de atletismo e já, às 8 horas da manhã, Luiz Fernando pode acompanhar a chegada dos alunos e alunas motivados para iniciar os treinamentos. Ricardo Vidal explicou que o projeto tem como objetivo principal oferecer uma oportunidade na prática da cidadania e no desenvolvimento das potencialidades infanto-juvenis, pelo patrocínio de ações esportivas, culturais e educacionais. Nele o IJC busca a parceria de líderes comunitários que já vêm realizando um trabalho com atletismo, possibilitando a ele ampliar e sistematizar os benefícios oferecidos aos atletas. Atualmente, o projeto atende a 120 crianças e jovens, na faixa etária entre 12 e 17 anos, proporcionando orientação esportiva e cidadania, uniforme, complemento alimentar e participações em eventos competitivos com núcleos localizados também em Águas Lindas de Goiás, Brazilândia, Ceilândia e Sobradinho.

O Centro Olímpico Ceilândia forma atletas para conquistar medalhas olímpicas em provas de meio fundo e fundo.

De Recanto das Emas, o destino foi a cidade-satélite de Ceilândia onde está localizado o Centro Olímpico Ceilândia, base do Programa Rumo ao Pódio Olímpico que tem como objetivo principal formar atletas para conquistar medalhas olímpicas em provas de meio fundo e fundo a partir dos Jogos Olímpicos de 2020. O Centro oferece diversas atividades esportivas com natação, futebol, vôlei, etc., mas por Brasília ser referência nacional nas provas de meio fundo e fundo, a procura pela modalidade atletismo é muito grande. Em função do objetivo do projeto, cerca de 30 jovens entre 16 e 21 anos que passaram por um processo seletivo intenso, treinam diariamente com técnicos qualificados e uma equipe multidisciplinar de suporte para que o desempenho seja dentro dos parâmetros estabelecidos. “Apesar de ser um projeto voltado para o alto rendimento, a oportunidade oferecida para estes jovens é única, pois são poucos locais que oferecem tal estrutura”, avalia Luiz Fernando. “Além disso, o atletismo é um esporte de base – estruturante para o desenvolvimento motor das crianças – e que, tradicionalmente, acolhe muitos jovens em situação de menor condição socioeconômica”, finaliza.

Maiores informações sobre o Instituto Joaquim Cruz em www.ijcdf.org

Fotos: Divulgação IC

Bernardinho participa do Café com Incentivo do Ministério do Esporte em Brasília

O diretor presidente do Instituto Compartilhar ministra palestra na oitava edição do Café com Incentivo.

O diretor presidente do Instituto Compartilhar, o técnico Bernardinho, foi à Brasília no dia 03 de julho e participou da oitava edição do Café com Incentivo, promovido pelo Ministério do Esporte. Durante o evento, o técnico da seleção brasileira masculina de voleibol falou sobre sua experiência no Compartilhar – que recebe o apoio da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) para o projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná – e também sobre a importância do trabalho em equipe, liderança e motivação.

Quando decidiu fundar o Instituto Compartilhar, em 2003, o técnico Bernardinho tinha como objetivo proporcionar oportunidades às crianças e adolescentes, assim como recebeu em sua carreira. Para ele, o esporte é um instrumento para transmitir aprendizados: “o voleibol é eminentemente coletivo. Por isso, vemos nele uma série de lições importantes. Passar isso para os jovens é, além de ensinar, trabalhar com a autoestima. As lições fazem os jovens acreditarem que são capazes”, ressaltou.

Técnicos do departamento da Lei de Incentivo ao Esporte do Ministério do Esporte participaram do encontro realizado no dia 03 de julho.

Além de Bernardinho, outros atletas brasileiros já passaram pelo Café com Incentivo, evento que tem como objetivo aproximar a equipe de técnicos do departamento da LIE do Ministério do Esporte à realidade de organizações que desenvolvem projetos por meio da regulamentação federal. O projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná está entre os quatro projetos socioesportivos do Instituto Compartilhar e é desenvolvido em 14 municípios do estado que recebe incentivos via LIE do Ministério do Esporte, Unilever e Itaú.
Segundo Bernardinho, o apoio da legislação é importante para que essas iniciativas tenham recursos para serem realizadas. “A única forma de você realmente transformar as iniciativas em uma política pública é por meio de leis de incentivo. Em um país de dimensões continentais, isso só se torna possível com o apoio público. Você pode até colocar um avião no ar, mas ele precisa de combustível para continuar voando. As empresas veem os benefícios de apoiar, até em relação à visibilidade, e começam a canalizar suas verbas para essas iniciativas”, explicou. O gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, e o analista administrativo-financeiro, Rubens Neves, também acompanharam o encontro.

“O Café com Incentivo é um momento de troca para os técnicos que trabalham com a Lei de Incentivo. Nós analisamos processos, mas precisamos ter em mente que, por trás destes projetos, há pessoas. Conhecer como cada ação funciona, ajuda a humanizar o nosso trabalho”, destaca o diretor substituto do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte do Ministério do Esporte, Paulo Vieira.

Fonte Fotos e Texto: site do Ministério do Esporte. Disponível em: <http://www.esporte.gov.br/ascom/noticiaDetalhe.jsp?idnoticia=10752>

O diálogo “A integração entre a avaliação e gestão no mundo real” conta com apresentação do Instituto Compartilhar

Cerca de 80 participantes assistem à palestra da analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron.

Na quinta-feira, dia 13 de junho, a analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, esteve presente no diálogo “A integração entre a avaliação e gestão no mundo real”, promovido pelo Instituto Fonte com apoio da Fundação Itaú Social. Além do Compartilhar, outras cinco instituições foram selecionadas para apresentar experiências sobre o impacto da avaliação na gestão de programas e projetos. Ana Elisa revela que durante as apresentações percebeu que as dificuldades das instituições em fazer avaliação são bem semelhantes. “É um desafio em comum.” Na primeira parte do diálogo, mais de 80 pessoas participaram como ouvintes e, depois, puderam discorrer sobre o tema.

As diretoras do Instituto Fonte, Madelene Barboza e Martina Rillo Otero, deram boas vindas aos presentes,  explicaram a dinâmica do encontro e o representante da Fundação Itaú Social, Carlos Eduardo Garrido, falou sobre o apoio da organização para o evento. Em seguida, começaram as apresentações do Projeto Pérola, do Programa Infância Ideal (do Instituto Camargo Correa), da Associação Emcantar, do Projeto A Força da Cor (da ACM-SP), do Rizoma Projeto Formação de Educadores com Arte e Cultura (da Associação Arte Despertar) e na Associação Hurra! – Esporte: escola para a vida e, por último, a apresentação de Ana Elisa Caron, pelo Instituto Compartilhar.

Ana Elisa Caron apresenta o uso do sistema de monitoramento e avaliação do Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ do projeto Esporte em Ação.

Ana Elisa falou sobre o Sistema de Monitoramento e Avaliação do Compartilhar (Simac) no Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ do projeto Esporte em Ação. O sistema surgiu para descobrir o impacto do esporte na mudança de comportamento dos alunos no projeto, na escola e na família. Ana apresentou o caminho da avaliação do núcleo, com o início da construção da linha de base, que consiste no desenvolvimento de objetivos, metas e instrumentos de ações. Discorreu também sobre os métodos quantitativos e qualitativos de monitoramento, como taxas de ocupação de vagas para o primeiro e entrevistas de percepção com atores sociais envolvidos com o projeto, no segundo. Por último, revelou determinados achados da  avaliação de impacto realizada após cinco anos de acompanhamento do núcleo.

Alguns dos impactos na gestão, apresentados por Ana Elisa, foram o acompanhamento rígido de indicadores quantitativos, com os mesmos critérios em todos os núcleos e o fluxo completo de informações, em que os professores e coordenadores dos núcleos começaram a receber a devolutiva dos relatórios mensais, contribuindo para o melhor funcionamento das ações. Outros achados interessantes revelaram que os alunos sentem-se satisfeitos e felizes e perdem a timidez com as aulas do projeto, que também favorecem a socialização e o relacionamento. Mais informações podem ser encontradas no relatório anual de 2012 do Instituto Compartilhar que em breve será disponibilizado em nosso site.

Ao final das apresentações, as palestrantes das seis instituições são fotografadas ao lado das diretoras do Instituto Fonte, (da esq. para dir.) Madelene Barboza e Martina Rillo Otero.

Após um intervalo para lanche, os participantes e ouvintes  trocaram ideias e estiveram a vontade para subir ao palco para contar outros casos interessantes, dar sugestões e opiniões pertinentes ao tema. Ana Elisa comenta que “foi bem positivo! Cada um colocou um posicionamento”.  Ao final, os representantes das instituições que participaram do diálogo foram presenteados com um caderno de anotações e com o livro “Contexto e prática da avaliação de iniciativas sociais no Brasil: temas atuais”, organizado por Martina Rillo Otero.

Fonte Fotos: Facebook do Instituto Fonte. Disponível em: <https://www.facebook.com/media/set/?set=a.539971462730649.1073741833.506536246074171&type=1>

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