Turmas do Núcleo Natal/RN do projeto Vôlei em Rede aproveitam evento esportivo com colegas do Natal Volley Club

Aluna de categoria mais avançada do projeto Vôlei em Rede ajuda colega do Mini 2x2 a realizar o saque, fundamento técnico do voleibol.

Sábado, 15 de novembro, foi dia de reunir com os amigos e divertir para a garotada do projeto Vôlei em Rede do Núcleo Natal. Cerca de 160 crianças e adolescentes participaram do Festival de Minivôlei promovido pelo núcleo, entre eles os alunos das categorias Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei, e os colegas do Natal Volley Club, sede do projeto e onde foi realizado o evento.  Alguns pais e ex-alunos do Vôlei em Rede estiveram presentes para prestigiar os jogos. Já os estudantes de educação física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte auxiliaram em algumas atividades do festival.

Jogos de voleibol reúnem alunos de todas as turmas de minivôlei do Núcleo Natal e colegas do Natal Volley Club, sede do projeto Vôlei em Rede e onde foi realizado o festival.

Como ponto positivo, o professor de educação física do núcleo, Claudio Araújo, destacou a integração entre todas as turmas. Além da socialização entre as crianças e adolescentes, a troca de experiências e a prática do voleibol, os participantes puderam mostrar tudo o que aprenderam com o esporte. O evento ficou ainda melhor quando foram distribuídos pipoca e pirulito aos participantes.

Parceiros do Núcleo Natal: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC. 

Cerca de 200 adolescentes participam da Copa Vôlei do Núcleo Central, em Curitiba, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná

Equipes colocam em prática habilidades técnicas do voleibol e valores como cooperação, respeito e autonomia.

A paixão pelo voleibol reuniu profissionais de educação física e centenas de adolescentes para a Copa Vôlei, evento realizado no dia 22 de novembro pelo Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. Além de praticar o esporte com habilidade, alunos de diversas instituições tiveram que ser criativos para participar da Oficina de Empreendedorismo. O sábado rendeu momentos de união, companheirismo, felicidade, força de vontade e entusiasmo. Pais e familiares prestigiaram o evento e torceram pela garotada.

Os anfitriões do evento, alunos da categoria Super Vôlei do Núcleo Central, estavam mais ansiosos do que nunca. Eles ajudaram no que foi preciso para receber as equipes convidadas da Associação de Voleibol do Paraná, dos colégios estaduais Isolda Schmid, Profª Maria Balbina Costa Dias, Santa Cândida, Yvone Pimentel, do Colégio Estadual do Paraná, Colégio Militar e da Prefeitura Municipal de Piraquara. Os adolescentes da categoria Vôlei do projeto e ex-alunos, responsáveis pela arbitragem das partidas e contagem dos pontos, também estavam na expectativa para que tudo ocorresse como o esperado. Mesmo não participando dos jogos de voleibol, eles se comprometeram e executaram suas funções com maturidade.

Também participaram do evento os alunos da categoria Vôlei do Núcleo Guaratuba/PR – que estiveram presentes na Copa Vôlei por mérito conquistado na Campanha Compartilhar Fidelidade do Instituto Compartilhar. Inicialmente implantada em três núcleos do projeto, a campanha envolve contagem de pontos e premiações aos alunos e turmas que realizam ações positivas durante as aulas de minivôlei. Por meio dela, crianças e adolescentes de outras categorias do Núcleo Guaratuba também puderam ir ao evento, assistir aos colegas, torcer por eles e ainda passear por Curitiba. “Gostei da Copa Vôlei, mesmo ganhando apenas o último jogo, pois é que nem minha Prof.ª Cássia falou: ‘não importa se vocês vão ganhar ou perder, o importante é se divertir e pensar que assim vocês vão ganhar experiência e conhecimento! ’”, contou Anna Beatriz Lobo, 13 anos, da categoria Vôlei do Núcleo Guaratuba.

Oficina de Empreendedorismo: participantes do evento criam propostas inovadoras para o esporte.

Antes mesmo de dar início as atividades da Copa Vôlei, os professores de educação física das instituições convidadas participaram de um congresso técnico para esclarecer questões sobre o regulamento dos jogos. Em seguida, por meio de um vídeo, eles puderam conhecer mais sobre a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Para abrir oficialmente o evento, houve apresentação das equipes, canto do Hino Nacional Brasileiro e juramento do atleta.

Os jogos foram acirrados, mas os professores estavam a todo o momento incentivando os alunos. Além disso, estavam de olho no desempenho dos adolescentes, que jogavam nos outros times, para votar nos alunos destaque de cada equipe, aqueles que tiveram melhor desempenho quanto aos fundamentos técnicos de jogo. Também escolheram meninos e meninas que colocaram em prática valores como cooperação, respeito e autonomia, os alunos Fair Play. Os mais votados foram premiados com um kit do Instituto Compartilhar que continha mochilinha, squeeze e chaveiro. “Foi um jeito gostoso de aprender valores com cooperação e amizade”, disse a aluna da categoria Super Vôlei do Núcleo Central, Valéria Espindola, 15 anos.

A Oficina de Empreendedorismo surpreendeu tanto quanto os jogos. Nela, os alunos puderam apresentar propostas inovadoras e até gravar um vídeo. “Deu para ver bem de perto como os participantes estavam ansiosos e felizes em mostrarem suas ideias relacionadas ao tema ‘voleibol é meu esporte’”, contou a assistente administrativo do Instituto Compartilhar, Juliane Becker, responsável pela oficina. As três melhores propostas foram editadas e apresentadas em um único vídeo ao final do evento. A primeira equipe colocada recebeu um kit que continha mochilinha, squeeze e o livro do técnico Bernardinho, “Transformando Suor em Ouro”. Além das ideias, os participantes conferiram no vídeo de encerramento uma mensagem de incentivo da levantadora da equipe Rexona-AdeS, Fofão. “Muitos ficaram bem surpresos! Conseguimos perceber que todos curtiram esse momento”, relatou a professora do Núcleo Central, Tatiana Ribas.

Cerca de 200 adolescentes se reúnem para a Copa Vôlei promovida pelo Núcleo Central, em Curitiba, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

“Excelente competição que além da integração dos alunos visou agregar valores em nossos jovens”, afirmou Marilin Silva, professora de educação física do Colégio Militar. Para a professora do Núcleo Central, Rosana Rocha, foi um dia especial: “conseguimos perceber vários sentimentos como ansiedade, nervosismo, preocupação, calma, prazer e felicidade nos rostos dos alunos, isso mostra mais uma vez a importância desses eventos para eles”, concluiu.

As equipes que se destacaram nos jogos ganharam medalhas. Entre as meninas, as alunas do Colégio Estadual Santa Cândida ficaram em quarto lugar; a turma Dove, do Núcleo Central, ocupou o terceiro lugar; as equipes do Colégio Estadual do Paraná e da Prefeitura Municipal de Piraquara ficaram em segundo e primeiro lugares, respectivamente. Entre os meninos, a quarta posição ficou para os alunos da turma Axe, do Núcleo Central; a terceira para os colegas do Colégio Militar do Paraná; a segunda e primeira posições foram conquistadas pelas equipes do Colégio Estadual do Paraná e da turma AdeS, do Núcleo Central, respectivamente.

Saiba mais sobre a categoria Super Vôlei, aqui.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

Categoria Super Vôlei do Núcleo Central – Curitiba/PR tem proporcionado experiências interessantes a adolescentes

Meninos do Super Vôlei participam, em 2014, da Taça Paraná, principal competição de voleibol realizada no estado.

Desde 2013, os alunos do Núcleo Central que passam por todas as categorias de minivôlei do Instituto Compartilhar, Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei, têm a oportunidade de continuar as atividades do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná por mais dois anos. A iniciativa busca contemplar adolescentes que mantém notas boas na escola como forma de incentivar a educação formal. Além disso, é uma maneira de retribuir o carinho de alunos que participam de todas as categorias, saem do projeto e, mesmo assim, aparecem nas aulas de voleibol para ajudar os professores e reviver momentos bons com o esporte. Na categoria Super Vôlei é preservada a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, mas as aulas são voltadas a treinos para competições realizadas dentro do estado, sem pretensão de formar atletas.

Conhecimento técnico e conselhos táticos dos profissionais auxiliam as equipes a conquistarem desempenhos positivos com o esporte.

Assim como nas demais categorias, meninos e meninas das quatro turmas do Super Vôlei também praticam os valores cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia. Eles mesmos escolheram o nome da categoria e estipularam a média 7 para as notas, critério que será adotado para a entrada de alunos provenientes do Vôlei nos próximos anos. Outra característica marcante é que os alunos também escolhem o nome das turmas, que sempre representam marcas da Unilever, parceira institucional e dos projetos Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Vôlei em Rede, Núcleos Rio/RJ do Instituto Compartilhar. Rexona e AdeS foram as marcas escolhidas pelas duas turmas de alunos nascidos em 1998; já os nascidos em 1999 escolheram Dove e Axe.

As turmas de Super Vôlei podem eleger atletas profissionais e exemplos de determinação aos adolescentes como madrinhas e padrinhos. O objetivo desta ideia simples e, ao mesmo tempo, cativante, é inspirar e motivar os adolescentes, aproximando-os ainda mais do esporte. Os meninos que inauguraram as primeiras turmas desta categoria tiveram a oportunidade de fazer o convite pessoalmente à levantadora da equipe Rexona-AdeS, Fofão, e a líbero, Fabi, na final da Superliga Feminina 2013/2014. A ponteira, Amanda, e a levantadora, Roberta, foram chamadas para serem madrinhas das turmas das meninas. Como mora em Curitiba/PR, Roberta pôde participar de um festival de minivôlei promovido pelo Núcleo Central, no dia 17 de maio, e se envolveu nas atividades entregando a premiação aos alunos. O momento foi de emoção e alegria.

Jogos promovidos pelo Núcleo Central são oportunidades para treinar todo conhecimento adquirido durante as aulas, inclusive os valores do esporte.

Desde quando a categoria Super Vôlei foi criada, passou a existir uma aproximação ainda maior entre os alunos e os professores do projeto. O carinho entre eles é recíproco e a despedida prolongada do projeto acaba se tornando ainda mais difícil. Para tornar este momento mais descontraído e com boas histórias para contar, a garotada das turmas de 1998, que em 2014 deixam de frequentar as aulas e treinos de voleibol, vão fazer uma viagem com os amigos, viabilizada por meio de arrecadação de recursos provenientes de ações e eventos realizados pelo núcleo, como a Festa Junina.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Clínica de Minivôlei em Paranavaí/PR possibilita que profissionais e acadêmicos de educação física conheçam a metodologia do Instituto Compartilhar e se aperfeiçoem no ensino do voleibol

Participantes assistem atentamente as aulas teóricas da Clínica de Minivôlei.

O analista de projetos do Instituto Compartilhar, Vinicius Petrunko, e a professora de voleibol do Núcleo Central, em Curitiba, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Tatiana Ribas, estiveram em Paranavaí com o objetivo de disseminar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. A Clínica de Minivôlei realizada no dia 14 de novembro reuniu cerca de 70 profissionais e acadêmicos de educação física da cidade no ginásio de esportes do Sesc Paranavaí, parceiro do evento. A abertura oficial foi realizada pelo gerente executivo da unidade, Ubiratan Fernandes, o Bira, que deu boas-vindas aos participantes e agradeceu a presença de todos.

A Clínica de Minivôlei foi dividida em dois módulos: o primeiro foi focado nas categorias Mini 2×2 e Mini 3×3 que são direcionadas à crianças e adolescentes com idades entre 9 e 12 anos; em 2015, será ministrado o segundo módulo, quando as categorias Mini 4×4 e Vôlei serão os temas centrais. Durante as aulas práticas e teóricas promovidas neste ano, buscou-se apresentar os princípios técnicos e táticos da metodologia para as categorias iniciantes, os valores ensinados aos alunos do programa socioesportivo da instituição e também possíveis adaptações que podem ser feitas para trabalhar o voleibol nos mais variados ambientes, como clubes, escolas e projetos sociais, e em outras modalidades, fortalecendo o conceito do miniesporte.

Alunos do Sesc Paranavaí auxiliam nas demonstrações da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol para as categorias Mini 2x2 e Mini 3x3.

As atividades em quadra contaram com a colaboração de alunos que frequentam as aulas de minivôlei do Sesc, fator que contribuiu para a assimilação do conteúdo teórico. Enquanto a professora Tatiana explicava e conduzia os exercícios, o analista Vinicius comentava os objetivos e variações de cada um deles. A participação das crianças foi positiva e permitiu que as atividades ficassem mais dinâmicas. Em alguns momentos elas escolheram alguns participantes da Clínica para que pudessem experimentar e vivenciar os exercícios.

Profissionais e acadêmicos que estiveram na clínica puderam avaliar (sem se identificar) a efetividade do evento, de acordo com itens relacionados ao desempenho dos instrutores, organização e conteúdos ministrados. “Excelente aula, muito boa a interação com os alunos. Aprendi muito na parte prática e também na teórica”, relatou um dos participantes. “São ótimos profissionais e conseguiram nos passar seus conhecimentos de forma ampla e demonstrativa”, enfatizou outro participante. Ao longo das atividades foram distribuídos e sorteados materiais institucionais do Instituto Compartilhar e dois livros “Transformando Suor em Ouro” do técnico de voleibol e diretor-presidente da entidade, Bernardinho.

Primeiro módulo da Clínica de Minivôlei é concluída com sucesso e, em 2015, profissionais e acadêmicos podem participar do segundo módulo para conhecer como funcionam as categorias Mini 3x3 e Mini 4x4 do Instituto Compartilhar.

A clínica em Paranavaí aconteceu por meio da solicitação do coordenador de esportes do Sesc, Marcos Scorsz, que foi estagiário do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná quando ainda existia um núcleo socioesportivo no município. “Marcos já conhecia a metodologia e desejava saber das suas atualizações, assim como compartilhá-las com os profissionais da região”, contou Vinicius. O Sesc disponibilizou todos os recursos necessários para a efetivação do evento, inclusive despesas de deslocamento, alimentação e hospedagem dos profissionais do Instituto Compartilhar.

Fotos: Divulgação IC. 

Equipe masculina de voleibol da Brasil Kirin recebe visita de alunos do projeto Vôlei em Rede no local de treinamento dos jogadores em Campinas/SP

Professora do Núcleo São Cristóvão, Jacqueline Casciato, aproveita com os alunos a visita realizada ao local de treinamento dos atletas da equipe masculina de voleibol da Brasil Kirin.

O Ginásio de Esportes do Taquaral, local de treinamento dos atletas da equipe masculina de voleibol da Brasil Kirin, foi o ponto de encontro das crianças e adolescentes dos Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede. O passeio foi de tirar o fôlego da garotada que acompanhou de perto um pouco da rotina destes profissionais do esporte brasileiro. Durante os dias 11, 12 e 13 de novembro, cerca de 380 alunos realizaram a visita e os professores de educação física dos núcleos contaram como foi esta experiência.

“Tudo foi novidade! Estar dentro da quadra de jogo/treino foi inesquecível para eles. A atenção e o carinho de todos os atletas e do André Heller (ex-atleta e campeão olímpico) foi de emocionar! A conversa deles com os alunos sobre o vôlei, os valores que eles trabalham, foi tudo muito organizado e tranquilo. A alegria dos alunos estava estampada no sorriso de cada um”, relatou a professora do Núcleo São Cristóvão, Jacqueline Casciato. Já a professora do Núcleo Boa Vista, Rosiane Pestana, disse entusiasmada: “as crianças ficaram espantadas com o tipo de treino de defesa, ataque e bloqueio. Elas falavam: ‘nossa, eles não se machucam? Olha o barulho que a bola faz!’”.

Alunos dos Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede têm a oportunidade de aprender com atletas profissionais e conhecer como funciona a rotina de trabalho deles.

Conhecer a equipe da Brasil Kirin e acompanhar o treinamento dos atletas é uma oportunidade encantadora que motiva, ainda mais, os alunos a continuarem frequentando as aulas do projeto Vôlei em Rede. No passeio, as crianças e adolescentes acompanharam o treinamento físico da equipe na sala de musculação e na quadra oficial, brincaram de vôlei com os jogadores, ganharam autógrafos, tiraram muitas fotos e se divertiram nas quadras de areia do Taquaral. “A altura dos jogadores é sempre motivo de espanto! As crianças chegavam perto e comparavam as alturas. É engraçado ver as carinhas delas!”, comentou Jacqueline.

“Este treino a gente também faz nas nossas aulas”, observou a aluna Mônica Verdin, 13 anos, da categoria Mini 4×4 do Núcleo São Domingos. O colega da categoria Vôlei do mesmo núcleo, Lucas Caetano, 13 anos, percebeu a importância da determinação: “eu vi que a gente precisa treinar muito para ser jogador profissional!”, concluiu. O coordenador técnico da equipe, André Heller, e os atletas bateram um papo descontraído com a garotada e não deixaram de falar sobre a importância dos valores no esporte.

Treinamento físico na sala de musculação desperta a curiosidade das crianças e adolescentes.

No dia 11 os alunos do Núcleo São Cristóvão realizaram a visita; no dia 12 foi a vez dos colegas dos núcleos São Domingos e São Marcos; o último dia do passeio, 13, ficou reservado para a garotada dos núcleos Boa Vista e São Vicente. O transporte foi cedido pela Prefeitura Municipal de Campinas, parceira dos núcleos na cidade.

Parceiros dos Núcleos Campinas: Prefeitura Municipal de Campinas e Brasil Kirin.

Fotos: Divulgação IC. 

Evento integra alunos do Núcleo Pato Branco do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná com colegas de diferentes regiões

Equipes entram em quadra e praticam o que aprenderam durante as aulas.

Em Pato Branco, crianças e adolescentes do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná se encontraram com alunos de várias instituições de ensino para trocar experiências com o voleibol, fazer novas amizades e praticar o que os professores ensinam nas aulas. O evento foi realizado no dia 10 de novembro na Faculdade de Pato Branco (Fadep) e contou com o apoio do Núcleo Regional de Educação que deu o suporte necessário para que as atividades acontecessem com sucesso.

Os convidados eram do Colégio Estadual Alto da Glória (de Palmas), La Salle (de Pato Branco), Professor Henrique Vicenzi (de Vitorino), João XXIII (de Clevelândia), da Escola Estadual Carmela Bortot e São Vicente (ambas em Pato Branco). As prefeituras municipais cederam o transporte aos alunos. Ao todo, 128 meninos e meninas participaram dos jogos de voleibol realizados em quadras das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4 da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Alunos do Núcleo Pato Branco aproveitam o evento: fazem novas amizades e jogam com equipes que não fazem parte do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

“Esse tipo de evento é muito importante para que possamos motivar nossos alunos à prática esportiva, revelar talentos e oportunizar aos professores momentos para a troca de experiência e avaliação do trabalho desenvolvido durante o ano”, afirmou a coordenadora de educação física do Núcleo Regional de Educação de Pato Branco, Joceli Fasolin. Para Simone Pastorello, professora do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, o evento motivou os participantes que se respeitaram e foram cordiais uns com os outros. Outro ponto positivo, de acordo com Simone, foi o auxílio dos professores presentes, ex-alunos e alunos mais experientes na organização e arbitragem do evento.

A aluna Emilyn Alves, 12 anos, da categoria Mini 3×3 do Núcleo Pato Branco, ficou contente com o festival de minivôlei: “quando comecei a treinar vôlei o ano passado, meu sonho era jogar com outras escolas. Estou muito feliz e com o meu sonho realizado. Quero treinar muito, melhorar a cada dia e participar de muitos eventos como esse”. Caroline Tamagno, convidada da Escola Estadual Carmela Bortot, 14 anos, compartilhou a opinião da colega. “Gostei muito do festival, seria muito bom se esse tipo de evento acontecesse mais vezes durante o ano. Achei a organização muito boa e pude fazer novas amizades. Isso me motiva a continuar treinando voleibol”, declarou.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

 

 

 

Alunos do Instituto Compartilhar participam da principal competição de categorias de base do voleibol

Em evento competitivo, alunos aplicam valores de respeito e cooperação.

Em evento competitivo, alunos aplicam valores de respeito e cooperação.

Mesmo com trabalho de valores em todos os momentos da aula para cumprir com a missão do desenvolvimento humano por meio do esporte, o Instituto Compartilhar se compromete a ensinar bem o voleibol aos alunos, com foco em fundamentos e gestos técnicos. Por isso, alguns alunos se destacam e conseguem ser contratados por clubes com objetivos de formar equipes competitivas. A principal competição de voleibol de base do Brasil, a Taça Paraná, que aconteceu entre os dias 29 de outubro e 2 de novembro, reuniu alguns desses alunos. Além deles, a turma de meninos da categoria Super Vôlei do Núcleo Central – Curitiba/PR do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol participou dos jogos.

 

 

Herick Enzo Alves do Núcleo Higienópolis – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede representa equipe do Flamengo.

Herick Enzo Alves do Núcleo Higienópolis – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede representa equipe do Flamengo.

“É importante para os alunos estarem em um ambiente como este, com vários jogos competitivos acontecendo ao mesmo tempo. Isso motiva e inspira sonhos. Estou feliz com a participação deles”, declara a professora da categoria Super Vôlei do Núcleo Central, Tatiana Ribas. O aluno Herick Enzo Alves, 13 anos, do Núcleo Higienópolis – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede, que representou a equipe do Flamengo, conta a importância do projeto na sua iniciação. “Comecei a jogar vôlei lá no projeto com a professora Rosane (Muricy) me incentivando muito e hoje estou aqui, parece até que sou profissional”, revela. “Vou levar para meus amigos do Vôlei em Rede a minha experiência adquirida aqui, em relação ao respeito aos adversários e a importância de comemorar cada ponto”, finaliza Herick. Ainda do Núcleo Higienópolis e representando também o Flamengo, estava o aluno Luís Fernandes Soares.

Saiba mais sobre a Taça Paraná em: http://tacaparanadevolei.com.br/index.php
Fotos: Divulgação IC

Responsabilidade, respeito e autonomia ganham destaque no Núcleo Cornélio Procópio/PR

Festival proporciona a troca de experiências entre alunos de diferentes categorias.

Os alunos do Núcleo Cornélio Procópio tiveram uma experiência diferente com o festival de minivôlei organizado pela garotada da categoria Vôlei, no dia 30 de outubro. Mesmo como organizadores do evento, estes alunos conseguiram se divertir bastante e deixaram seus colegas das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4 ainda mais motivados. Com a atividade, o professor de educação física do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Márcio Seugling, reforçou os valores ensinados durantes as aulas, como responsabilidade, respeito e autonomia.

As crianças e adolescentes das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4 participaram de jogos animados. Eles formaram equipes mistas e equilibradas, com integrantes das duas categorias, sendo que meninos e meninas puderam jogar no mesmo time. Durante as partidas, os alunos foram estimulados a praticar os valores responsabilidade e respeito, fundamentais para a formação de cidadãos. A regra era simples: as equipes que se comportassem de maneira inadequada, automaticamente perderiam pontos.

Alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná colocam em prática o que aprenderam durante as aulas, fundamentos técnicos e valores.

Para os alunos da categoria Vôlei, o valor autonomia esteve presente em todo o momento, desde a organização do festival até a escolha de colegas para os jogos de voleibol em duplas. “Gostei muito de participar como organizador das atividades do projeto como árbitro”, contou Reginaldo Ribeiro, 15 anos, aluno da categoria Vôlei. “Os alunos passaram por momentos agradáveis praticando a modalidade que gostam e exercitando os valores que são inerentes ao projeto”, disse Márcio. Ao final do evento, os dois primeiros colocados das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4 receberam medalhas.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

Diário da Ana: Encontro com Joaquim Cruz

Encontro especial: Ana Elisa Caron conversa com o campeão olímpico, Joaquim Cruz, e se emociona.

“Hoje voltei ao Centro Olímpico de Chula Vista para um encontro muito importante: fui recebida pelo campeão olímpico Joaquim Cruz. Ele conquistou o primeiro lugar nas Olimpíadas de 1984, em Los Angeles, e foi medalhista nos jogos de 1988, em Seul.

Atualmente, Joaquim é técnico da equipe paralímpica de atletismo dos Estados Unidos. Não é todo dia que se encontra um medalhista olímpico e pode-se trocar algumas ideias com ele!

A visita de hoje foi mais descontraída, com mais calor brasileiro e recheada de boas histórias da vida de um atleta e treinador tão vitorioso. Gostei muito de entender como é a rotina de um atleta olímpico e paralímpico, e como toda a estrutura do centro esportivo funciona para proporcionar aos atletas as melhores condições para se chegar ao pódio.

A conversa foi descontraída e o tempo passou muito rápido. A humildade de Joaquim Cruz é marcante e cativa logo nos primeiros minutos de conversa. É o talento e a competência brasileira ajudando a desenvolver os potenciais americanos.

Beijos,

Ana Elisa”.

* Ana Elisa Caron é analista de projetos do Instituto Compartilhar e participa do programa Esporte para a Comunidade nos Estados Unidos. A ação do governo norte-americano em parceria com a ONG Partners of the Americas capacita líderes para ações que beneficiem a sociedade. Para saber mais, clique aqui.

Ex-aluna Bruna Miranda participa de lançamento da equipe Rexona AdeS de voleibol no Rio de Janeiro/RJ e conta sua experiência no projeto do Instituto Compartilhar

Bruna (ao centro) conhece as atletas que mais admira: Rosângela do Brasília Vôlei (esq.) e Fofão do Rexona-AdeS (dir.).

“Foi um dia inesquecível”, exclama Bruna Miranda, 26 anos, ex-aluna do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, ao desembarcar em Curitiba após a visita ao Rio de Janeiro para o lançamento da equipe feminina de voleibol Rexona-AdeS para a Superliga 2014/15. No dia 30 de outubro, a equipe eneacampeã da Superliga foi apresentada à imprensa na Casa Santa Teresinha no Rio de Janeiro e Bruna foi convidada para representar os alunos e ex-alunos do Instituto Compartilhar e contar a experiência no projeto que tem parceria com a Unilever desde sua criação em 1997.

Pela primeira vez na cidade, Bruna pôde conhecer alguns pontos turísticos como o Pão de Açúcar, fazer passeio de Bondinho e visitar o Mirante Dona Marta, além de molhar o pé na praia de Copacabana. Mas o momento mais esperado por ela era conhecer as atletas, rever a levantadora reserva da equipe, Roberta Ratzke, também ex-aluna do projeto e colega de Bruna na época. “Vai ser muito bom rever a Roberta. Ela representa o sonho de muitas que não conseguiram chegar até onde queriam”, explica ela. Ainda no dia anterior ao lançamento, Luiz Fernando Nascimento, o Nando, gerente executivo do Instituto Compartilhar, levou Bruna para o jogo treino da equipe Rexona-AdeS na Urca com o time de Brasília. Este foi outro momento importante porque lá ela conheceu a levantadora do Rexona-AdeS Fofão (de quem é fã atualmente) e a atacante do Brasília Vôlei, Elisângela de Oliveira, de quem era fã quando a atleta jogava no Rexona.

Em primeira visita ao Rio de Janeiro, Bruna visita principais pontos turísticos.

Enfim, na chegada do grande dia, Nando e Bruna participaram do café da manhã com as atletas e comissão técnica, viram a exposição de camisetas, troféus e fotos da equipe nas participações da Superliga desde 1997. Bruna pôde contar, com segurança, à imprensa e aos presentes sobre sua experiência no projeto que participou de 1999 a 2002 e o impacto que ele gerou em sua vida, principalmente nas questões familiar, estudantil e profissional. “Lá aprendi valores que contribuíram para minha formação como cidadã, e não só para o vôlei. Superação é a palavra que resume o significado do projeto, que representou a melhor fase de minha vida”, revela.

Ainda com o brilho no olhar e sorriso estampado no rosto, Bruna visitou o Núcleo Tijuca – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede. Ele surgiu por meio da experiência positiva do projeto que a ex-aluna participou no Paraná. A iniciativa passou por adaptações e expandiu para outros seis estados brasileiros em formatos diferentes, mas com a mesma base.  “Admiro muito todos aqueles que se entregam a este projeto, não só porque fiz parte dele, mas por todos aqueles que passarão por ele. Toda essa entrega, com certeza tem uma recompensa muito especial, quando vimos a alegria daquelas crianças, talvez no momento mais esperado do seu dia, muitas delas sem um calçado adequado para vestir. É realmente muito gratificante”, conta emocionada.

Em evento de lançamento da equipe Rexona-AdeS de voleibol, ex-aluna Bruna Miranda tem espaço para contar sua experiência no projeto.

Bruna Miranda tem 26 anos, é ex-aluna do Núcleo Central – Curitiba do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, quando ele ainda era o Centro Rexona AdeS de Voleibol, e participou de todas as categorias. Em 2013, a ex-aluna participou da campanha: “Ex-aluno, por onde você anda?”, respondeu ao questionário e estava no encontro com o técnico Bernardinho, diretor presidente do Instituto Compartilhar, no Ginásio do Tarumã.

Fotos: Divulgação IC