Clínica de Minivôlei do Instituto Compartilhar chega à Goiânia/GO

Analistas de projeto do Instituto Compartilhar, Kátia Keller e Vinícius Petrunko, ministram Clínica de Minivôlei em Goiânia nos dias 26 e 27 de setembro.

Acadêmicos e profissionais de educação física da cidade de Goiânia puderam conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol com os analistas de projeto do Instituto Compartilhar, Kátia Keller e Vinícius Petrunko. As aulas práticas e teóricas da Clínica de Minivôlei, ministrada nos dias 26 e 27 de setembro, aconteceram na Igreja Presbiteriana Maranatha, local de aulas da escolinha Duda Volley Club – parceira do evento na capital de Goiás.

A Clínica teve como objetivo disseminar os princípios técnicos, táticos e de valores da metodologia adotada no programa socioesportivo do Compartilhar e que também podem ser utilizados em outros ambientes, como clubes e escolas. Além disso, apresentar a possibilidade de adaptação da metodologia para outros esportes, reforçando o conceito de miniesporte.

A manhã do primeiro dia de atividades contou com apresentação do Instituto Compartilhar, da metodologia e características das categorias Mini 2×2 (para crianças de 9 e 10 anos) e Mini 3×3 (11 e 12 anos). Durante a tarde aconteceram os exercícios práticos, como de coordenação motora, fundamentos de saque por baixo, toque, manchete e construção de jogo.

Alunos de instituições que também ensinam o vôlei participam das aulas práticas para facilitar a compreensão dos participantes.

No segundo dia, os participantes conheceram as categorias mais avançadas, Mini 4×4 (para adolescentes com 13 anos) e Vôlei (14 e 15 anos). Além disso, entenderam como são ensinados os valores durante a prática esportiva (cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia), o processo de avaliação técnica, sistemas de jogo e de defesa, entre outros temas.

Para auxiliar as atividades práticas, os analistas contaram com a colaboração de alunos da escolinha Duda Volley Club e de alunas da Escola Nossa Senhora Auxiliadora acompanhadas pelo professor. As atletas do Goiás Esporte Clube contribuíram com as aulas sobre as categorias Mini 4×4 e Vôlei, que exigiam maior nível técnico. Desta forma, os acadêmicos e profissionais de educação física puderam entender com mais clareza como funciona a metodologia do Instituto Compartilhar.

De acordo com Vinícius, os participantes da clínica aproveitaram a oportunidade para esclarecer algumas dúvidas, o que tornou o encontro ainda mais produtivo. Para Lívia Cristina Gonçalves, a metodologia é simples e é aplicada de maneira coerente a cada fase das crianças e adolescentes. “Acredito que uma das maiores contribuições que a Clínica de Minivôlei deixou para mim foi que é possível sonhar, ter esperança em “ajudar” o próximo através dos desportos em especial o voleibol”, afirmou a participante.

Acadêmicos e profissionais de educação física entram em quadra e praticam o que aprenderam durante a Clínica.

O gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar, Max Braga, acompanhou todas as atividades com o objetivo de identificar quais pontos podem ser aperfeiçoados, inclusive quanto a novas formas de abordagem da Clínica. Ao final, os acadêmicos e profissionais de educação física presentes participaram de sorteios de relatórios anuais do Instituto Compartilhar, livros do Sinpefepar com artigos publicados por professores da organização, camisetas, chaveiros, blocos de anotações e quatro livros “Transformando Suor em Ouro”, do técnico Bernardinho.

Por intermédio de Luiz Eduardo, responsável pela escolinha Duda Volley Club, a Clínica em Goiânia contou com o apoio de várias instituições. Entre elas a Associação Seara, que cedeu os espaços junto à igreja; a All Mix que doou alguns produtos naturais distribuídos nos intervalos e para sorteio ao final do evento; Arícia Motta Nutrição que auxiliou na divulgação e organização e República da Saúde, restaurante que cedeu as refeições dos instrutores da Clínica. Outros apoios como Decatlhon, Chon, Sports e Tracks e Mednutrition auxiliaram na divulgação e confecção de cartazes e flyers do evento.

Fotos: Divulgação IC.

Festival da Primavera: atividades divertidas conquistam o interesse dos alunos do Núcleo Guaratuba/PR

Equipes recebem nomes de flores no Festival da Primavera.

A mudança de estação foi motivo de festa entre os alunos do Núcleo Guaratuba. As crianças e adolescentes aproveitaram o mês de setembro para realizar o Festival da Primavera, com direito a flores e muita diversão. Realizado no sábado, 27/09, o evento contou com jogos de minivôlei e atividades bem dinâmicas como gincana musical, quiz sobre a história do voleibol e um desafio da campanha Compartilhar Fidelidade. A garotada do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei, não esconderam a alegria em participar do festival com os colegas.

A professora do núcleo, Cássia Graciotto, dividiu os alunos em dois grupos (A e B), com seis equipes em cada e de acordo com o nível técnico da garotada. As equipes eram identificadas por meio de placas com nomes de flores e seus significados – relativos a valores bem importantes, como dignidade (Girassol) e bondade (Jasmim amarelo). Cássia relatou que a ideia acabou sendo bem produtiva, pois promoveu a curiosidade dos alunos quanto aos conceitos de alguns valores como amabilidade e cordialidade.

Responsabilidade: alunos participam da arbitragem dos jogos.

Os jogos seguiram normalmente no período da manhã, apenas com parada para o almoço cedido pelo Colégio Estadual Joaquim da Silva Mafra que é sede do núcleo. A sobremesa ficou por conta da professora. À tarde aconteceram as semifinais e finais. Durante as partidas de voleibol, os alunos praticaram a responsabilidade ao exercerem a função de árbitros e aproveitaram para esclarecer dúvidas de alguns lances que ocorreram durante os jogos.

A gincana com adivinhações sobre músicas e filmes e o quiz sobre a história do voleibol mundial e brasileiro foram outra atração do evento. As brincadeiras motivaram e despertaram o interesse dos participantes. “A gincana foi o maior sucesso”, revelou Cássia. “A bagunça foi geral: muitas risadas, cantoria e aprendizado! A equipe vencedora recebeu uma sacolinha recheada de guloseimas!”, complementou.

Cássia aproveitou o evento para lançar um desafio da campanha Compartilhar Fidelidade, que tem como objetivo estimular ações positivas no dia a dia dos alunos. A professora solicitou às crianças e adolescentes a interpretação da frase de Bernardinho – diretor presidente do Instituto Compartilhar – no livro “Transformando Suor em Ouro”: “no fim das contas, são as pessoas que fazem a diferença”. Os alunos têm até o dia 17 de outubro para entregar o exercício como forma de comemoração ao Dia Nacional do Livro, 29 de outubro.

Alunos treinam suas habilidades com o voleibol.

Vale de tudo para a realização da atividade, texto, poema, desenho, foto, música ou até mesmo um vídeo. Além de estrelinha e pontos na carteirinha da campanha, os alunos que participarem ganharão uma lembrança do Dia do Livro. Os responsáveis pelas melhores interpretações de cada turma ganharão o livro “Transformando Suor em Ouro”, já o vencedor ganhará o mesmo prêmio, mas com dedicatória e autógrafo do Bernardinho.

Ao final do Festival da Primavera, os alunos receberam pontos na carteirinha Compartilhar Fidelidade e ganharam lembranças confeccionadas com a ajuda dos adolescentes da categoria Vôlei. Elas tinham relação com o tema do evento, flores feitas com balas de goma. As equipes destaque dos grupos A e B ganharam camisetas do projeto, uma garrafinha, uma mochilinha e doces.

O depoimento emocionante da aluna Flavia Maressa, 11 anos, da categoria Mini 3×3, resume o Festival da Primavera deste ano do Núcleo Guaratuba: “muito divertido, maravilhoso, mesmo eu e minha equipe tendo ficado em quinto lugar, está ótimo. Sabe de uma coisa? A vida não é feita só de conquista e sim de derrota. Eu quero agradecer a diretora Marli, a professora Cássia, o diretor Wesley e as funcionárias da cozinha que fizeram aquele almoço maravilhoso para nós e também à prof. Cássia pela sobremesa maravilhosa. Obrigada por vocês terem tirado esse tempinho com a gente. Eu sinto orgulho de participar do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. Vocês não sabem o quanto eu melhorei depois que eu entrei no projeto”, disse.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei de Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

“Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?” é discutido em mesa-redonda promovida pelo Instituto Compartilhar

Profissionais e pesquisadores de educação física expõem suas visões sobre o tema: “Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?”.

Profissionais e pesquisadores de educação física expõem suas visões sobre o tema: “Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?”.

A reunião de teóricos, práticos e acadêmicos sempre é muito produtiva, pois as discussões ficam com diversos pontos de vista e todos aprendem mais. E não foi diferente na noite do dia 02 de outubro, quando o Instituto Compartilhar promoveu a mesa redonda “Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?”, no auditório da Unibrasil em Curitiba/PR. Compunham a mesa os professores doutores Wanderley Marchi Júnior da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Gilmar Afonso da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, a professora doutoranda Tatiana Sviesk Moreira (UFPR) e o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná do Instituto Compartilhar, Josmar Coelho. O gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, o Nando, mediou a mesa. Cerca de 200 pessoas dentre profissionais e acadêmicos da área esportiva estiveram presentes.

Público é formado por estudantes da área esportiva.

Público é formado por estudantes da área esportiva.

Os palestrantes expuseram seus pontos de vista e conversaram sobre temas que concluíam a pergunta principal. Wanderley Marchi iniciou a discussão contando sobre manifestações e dimensões do esporte, explicou a importância de buscar perspectivas conceituais e interpretativas no cenário atual da educação física no Brasil. Em seguida, Gilmar Afonso expôs sobre desenvolvimento de valores no esporte, Tatiana Sviesk fez uma provocação sobre a problematização no esporte competitivo e Josmar Coelho compartilhou a sua experiência de ensino de valores durante toda a aula esportiva, adquirida com 18 anos de experiência no projeto.

Segundo Tatiana, as três palestras conseguiram atingir o objetivo. “É fundamental promover este tipo de discussão porque as pessoas costumam separar a competição da função social do esporte, colocando como se uma coisa excluísse a outra. Os projetos do Instituto Compartilhar são uma prova de que isto não é verdade. Mesmo com essa perspectiva social, a competição é um pressuposto, ela existe no esporte, não tem como ser negada”, explica a profissional.

Final da mesa redonda gera debate e é espaço para esclarecimento de dúvidas dos participantes.

Final da mesa redonda gera debate e é espaço para esclarecimento de dúvidas dos participantes.

O tema agradou os participantes e principalmente ao estudante de educação física da Unibrasil, Leonardo Lima. “Esta mesa redonda agregou muito conhecimento e abriu nossas cabeças como estudantes e futuros profissionais. Precisamos relacionar as duas frentes (competitiva e social), agregar valores nas nossas aulas, pois somos responsáveis também por socializar e educar, não só ensinar um esporte”, conta satisfeito.

Ao final, Nando mediou as perguntas dos participantes e respostas dos professores e expôs alguns resultados da pesquisa “Ex-aluno, por onde você anda”, realizada com alunos egressos do programa socioesportivo da entidade. Estes dados podem ser acessados no Relatório Anual 2013 do Instituto Compartilhar em: http://www.compartilhar.org.br/relatorio/2013/Relatorio_Anual_2013.pdf

A mesa-redonda aconteceu em parceira do Instituto Compartilhar e Unibrasil, via lei de incentivo ao esporte: Ministério do Esporte, Lei de Incentivo ao Esporte e Unilever.

Fotos: Divulgação IC

Diário da Ana: Apresentação

Ana Elisa (ao fundo), analista de projetos do Instituto Compartilhar, se encontra com membros de outras instituições antes de embarcar aos EUA.

No dia 1º de outubro, a curitibana Ana Elisa Caron, 31 anos, embarcou para os Estados Unidos para participar do programa Esporte para a Comunidade, uma ação do governo dos Estados Unidos em parceria com a ONG norte-americana Partners of the Americas, que irá capacitar 15 jovens líderes entre 20 e 35 anos para a formação pensada em ações que beneficiem a sociedade.

Como analista de projetos do Instituto Compartilhar, ela tem a expectativa de aprender mais sobre projetos que juntem os esportes com a educação. “Será uma ótima oportunidade para conhecer e descobrir mais informações sobre monitoramento e avaliação de prática esportiva, o impacto que ele causa nos alunos e o estudo de novas metodologias em vivências esportivas”, explica Ana, que já atua com projetos sociais há mais de 17 anos.

Nesta primeira etapa, que dura seis semanas, Ana participa de capacitação em Washington D.C. e segue para continuar as atividades na Associação Cristã de Moços (ACM), em San Diego – Califórnia, onde amplia seus conhecimentos de projetos sociais. Depois, ela retorna ao Brasil e irá aplicar o conhecimento adquirido em projetos do Instituto Compartilhar, com o acompanhamento de representantes da ONG norte-americana.

A ONG Partners of Americas, que assim como o Instituto Compartilhar integra a Rede de Esporte pela Mudança Social (REMS), recebeu cerca de 40 inscrições para o programa e procura promover o esporte como uma ferramenta de mudança entre os jovens. Além de Ana Elisa, representantes de outras seis instituições membros da REMS também participam da ação, que continua com suas atividades até novembro de 2015.

Evento promovido pelo Núcleo Natal do projeto Vôlei em Rede reúne cerca de 300 crianças e adolescentes

Festival de Minivôlei proporciona a integração e troca de experiências entre as crianças e adolescentes.

O Festival de Minivôlei organizado pelo Núcleo Natal/RN do projeto Vôlei em Rede reuniu cerca de 300 crianças e adolescentes no sábado, 27 de setembro. O objetivo foi proporcionar um dia animado aos participantes, com muitos jogos de voleibol, diversão, trocas de experiências e amizades. O evento contou com a presença dos professores, coordenadores, alunos e ex-alunos do projeto, além dos convidados dos colégios Hipócrates, Marista, Neves e CEI – Centro de Educação Integrada -, parceiro do núcleo e sede do festival.

Durante o período da manhã, os jogos foram destinados às crianças e adolescentes das categorias Mini 2×2 (9 e 10 anos), Mini 3×3 (11 e 12 anos) e Mini 4×4 (13 anos), totalizando cerca de 70 equipes. A garotada estava animada e empolgada para jogar as partidas de voleibol com os colegas, mas antes, em respeito ao país, cantaram o Hino Nacional e fizeram o hasteamento da bandeira. O período da tarde ficou reservado aos alunos da categoria Vôlei (14 e 15 anos).

Alunos destaques ganham medalhas.

Os participantes do evento receberam medalhas de premiação, além de pipoca, pirulitos e confeitos. O professor do Núcleo Natal, Cláudio Araújo, destacou a importância da presença dos parceiros do projeto na capital do Rio Grande do Norte – o pessoal do CEI, os estudantes de enfermaria da Universidade Potiguar, representantes da Prefeitura Municipal do Natal e do Natal Volley Club, onde acontecem as aulas do Instituto Compartilhar. Também estiveram presentes os estudantes de educação física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC. 

A importância da interação entre as pessoas na era tecnológica: crianças da categoria Mini 2×2 do Núcleo Central – Curitiba/PR aprendem brincando durante festival de minivôlei

Pais e familiares também participam do evento e se divertem com as atividades propostas pelos professores de educação física do Núcleo Central.

Pais e familiares também participam do evento e se divertem com as atividades propostas pelos professores de educação física do Núcleo Central.

Além de promover a prática esportiva por meio de jogos de voleibol e a socialização com atividades criativas e divertidas, o Festival de Minivôlei da categoria Mini 2×2 do Núcleo Central teve outro objetivo interessante: ensinar as crianças, pais e responsáveis sobre a importância da interação entre as pessoas na nova era tecnológica. O evento contou com 190 participantes, entre eles ex-alunos e alunos de categorias mais avançadas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e os convidados do Colégio Nossa Senhora Fátima. Além disso, o ex-aluno do projeto e capitão da seleção brasileira infanto juvenil, Rhendrick Resley Rosa, conversou com a garotada do evento e falou sobre sua trajetória com o voleibol.

Logo no início do festival, as crianças e familiares receberam informações importantes sobre os benefícios e malefícios das tecnologias. Em seguida, os participantes foram divididos em duas áreas: em uma delas os alunos iniciaram as partidas de voleibol e na outra os pais participaram de uma aula com os professores do projeto. Além de praticar o esporte, os pais aprenderam um pouco mais sobre a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, com enfoque na categoria Mini 2×2 e na cooperação, valor trabalho com as crianças com idades entre 9 e 10 anos. “Eles se divertiram muito e mostraram que também levam jeito para o voleibol!”, observou a professora Tatiana Ribas.

Vôlei de lençol é uma das brincadeiras do festival da categoria Mini 2x2 que estimulou a prática da cooperação entre os alunos.

Vôlei de lençol é uma das brincadeiras do festival da categoria Mini 2x2 que estimulou a prática da cooperação entre os alunos.

Pais e filhos também puderam jogar juntos. Todos estavam entusiasmados para participar de todas as etapas dos jogos e brincadeiras do festival. Aqueles que passavam pelas quadras da amizade, cooperação e diversão ganhavam bandeiras e podiam jogar voleibol na quadra da conquista, que dava aos participantes o direito de tirarem fotos bem descontraídas, com perucas, óculos e outros acessórios coloridos e animados. “Vimos a empolgação dos nossos alunos nos jogos, principalmente querendo chegar na quadra da conquista”, constatou a professora Alessandra Oliveira.

O objetivo destas atividades foi estimular o valor da cooperação e a integração entre os participantes. Além disso, o evento contou com um mural WhatsApp – referindo-se ao aplicativo de bate-papo online -, onde as crianças e familiares puderam trocar mensagens entre si. “Me diverti muito! Foi muito legal mesmo!”, contou o aluno Lucas Branco, 8 anos.

Durante o festival os alunos também puderam conhecer Rhendrick Resley Rosa. O adolescente é ex-aluno do projeto e também iniciou as aulas de minivôlei na categoria Mini 2×2. Rhendrick conversou com as crianças sobre o seu sonho de ser jogador de voleibol, as mudanças positivas de comportamento que conquistou ao longo dos anos no projeto e também sobre a importância dos valores ensinados nas aulas, como cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia.

Alunos chegam na “quadra da conquista” e aproveitam para registrar momentos animados ao lado dos colegas.

Alunos chegam na “quadra da conquista” e aproveitam para registrar momentos animados ao lado dos colegas.

Ao final, os alunos foram premiados com medalhas guardadas dentro de um baú – tesouro do festival. “O melhor para mim foi ver uma criança que recebeu sua primeira medalha, a alegria foi contagiante e ali percebi a importância do festival para ela”, contou emocionada a professora Alessandra. A garotada também levou para casa um manual com informações e dicas bem importantes sobre os benefícios e riscos das novas tecnologias. A mãe da aluna Maria Luiza, 8 anos, Adriana Nascimento, ficou satisfeita com as atividades propostas: “evento nota 1000! Adorei! Uma ótima oportunidade para aproveitarmos um pouco nossos filhos”, disse animada.

Os professores responsáveis pelas atividades do evento, Alessandra Oliveira, Gabriel Jungles e Tatiana Ribas, também indicaram aos pais e familiares a leitura de textos interessantes sobre o tema do festival, entre eles internet segura, disponíveis nos três links abaixo: http://teech.com.br/noticia/402/dez-dicas-para-proteger-seus-filhos-na-internet.html

http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2008/05/criancas-e-adolescentes-podem-ter-uso-saudavel-da-internet-1858342.html

http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/12/01/noticia_saudeplena,146614/especialistas-alertam-sobre-o-perigo-de-passar-horas-de-frente-para-as.shtml

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

Atividades improvisadas pelo professor do Núcleo São Vicente, Laerte Rodrigues, motivam ainda mais alunos do projeto Vôlei em Rede

Badminton: modalidade esportiva proporciona novas experiências aos alunos.

No Núcleo São Vicente não tem tempo ruim. Mesmo com a quadra ocupada para outras atividades da Escola Municipal Júlio de Mesquita Filho, o professor de educação física do projeto Vôlei em Rede, Laerte Rodrigues, improvisou e organizou uma aula diferente aos seus alunos. As atividades foram realizadas na sala de educação física e demais dependências do colégio, no dia 26 de setembro, e agradaram a garotada.

Laerte foi criativo e conseguiu divertir as crianças e adolescentes. Ele preparou um circuito esportivo que contemplava o voleibol, badminton (modalidade praticada com raquete e uma peteca) e tênis de mesa. Os alunos ficaram surpresos com as atividades. Eles gostaram tanto, que até pediram mais dias como este durante o ano.

Atividades realizadas pelo professor do Núcleo São Vicente, Laerte Rodrigues, agradam os alunos do projeto Vôlei em Rede.

O depoimento de Matheus Henrique Silva, 11 anos, da categoria Mini 3×3, deixa evidente como um professor pode influenciar positivamente na vida das crianças e adolescentes, com atitudes simples, mas nobres. “Eu queria ficar nesse projeto para sempre!”, declarou o aluno. Além das brincadeiras, o professor preparou um lanche para a garotada. Houve, inclusive, entrega de medalha aos participantes.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas e Brasil Kirin.

Alunos de dois projetos do Instituto Compartilhar e de outras instituições de Curitiba/PR e região metropolitana aproveitam o sábado para praticar voleibol

Ônibus de lazer cedido pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL) agita participantes do evento.

Atividade física, responsabilidade, respeito e diversão caracterizaram o festival de minivôlei promovido pelo Instituto Compartilhar em São José dos Pinhais/PR. Cerca de 250 crianças e adolescentes foram ao Centro de Esporte e Lazer Ney Braga no sábado, 20 de setembro, para jogar vôlei. O esporte já é praticado pelos alunos dos projetos Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Esporte em Ação da instituição, e pelos convidados de outras escolas e clubes que também estiveram presentes no evento. Paralelamente aos jogos, aconteceram outras atividades recreativas, a oficina de medalhas e o ônibus de lazer cedido pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL) do município.

O objetivo do festival foi proporcionar a troca de experiências entre alunos de diversas entidades, além de estimular, por meio das atividades, os valores trabalhados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, como a responsabilidade e o respeito. As crianças e adolescentes participantes do evento tinham idades entre 11 e 13 anos e foram divididas em dois ginásios de acordo com as categorias Mini 3×3 e Mini 4×4.

Cerca de 250 crianças se encontram no Centro de Esporte e Lazer Ney Braga para praticar voleibol e se divertir com os colegas.

Além do Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e dos núcleos Afonso Pena e Cidade Jardim do projeto Esporte em Ação, participaram do festival alunos da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, Prefeitura de Pinhais, Colégio Senhora de Fátima, Colégio Marista Paranaense, Colégio Bom Jesus, Clube Duque de Caxias, Colégio Estadual Monteiro Lobato, Colégio Estadual Rosi Galvão e Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal (APCEF).

Um diferencial do evento foi a entrega de Nivelecas aos participantes, espécie de “dinheirinho” que seria trocado por brindes do Instituto Compartilhar ao final das atividades. Na inscrição, os alunos receberam quatro Nivelecas. Para jogar, deveriam entregar duas aos professores responsáveis pelas quadras e, conforme o resultado das partidas de voleibol, eles ganhavam mais Nivelecas. As equipes vencedoras recebiam cinco, e as demais ganhavam três e ficavam responsáveis pela arbitragem do jogo seguinte.

Alunos confeccionam medalhas durante o evento.

A participação na oficina de medalhas e no ônibus de lazer também valiam Nivelecas. Os alunos foram caprichosos e confeccionaram diferentes tipos de medalhas utilizando adesivos, colas coloridas, fitinhas e tintas. Alguns escreveram o nome da entidade que estavam representando, outros deixaram mensagens sobre o voleibol, mas todos foram criativos e puderam levá-las para casa, como forma de recordação. No ônibus de lazer, a garotada pôde aprender coreografias de músicas animadas com o pessoal da SMEL, além de brincar com jogos de tabuleiros e de bambolês.

Para a professora do Colégio Senhora de Fátima, Luciane de Fátima, festivais como esse desenvolvem a autonomia das crianças e adolescentes. “Eu gostei muito. O trabalho é bem parecido com o que eu desenvolvo com meus alunos”, afirmou. Para as alunas do Núcleo Cidade Jardim, do projeto Esporte em Ação, Carin Cristina Buch, Hevelyn Beatriz de Oliveira e Milena de Andrade, o festival estava muito legal e foi uma experiência nova jogar voleibol com tantos alunos juntos. Ao final do festival, os participantes formaram fila para trocar as Nivelecas por garrafinhas de água, boné, mochilas e camisetas.

Fotos: Divulgação IC. 

Desafio Compartilhar Fidelidade

Desafio 1 Compartilhar Fidelidade

Atenção alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, núcleos Central, Guaratuba e Ponta Grossa! Clique no link “Desafio 1 Compartilhar Fidelidade” e veja o vídeo com o primeiro desafio da campanha Compartilhar Fidelidade. Quando você descobrir a resposta, corra, conte para o seu professor do projeto e ganhe pontos.

Festival InterAgindo dos Núcleos Rio/RJ deixa boas lembranças aos alunos e professores do projeto Vôlei em Rede

Respeito: alunos praticam os valores ensinados durante as aulas de minivôlei pelos professores.

O Festival InterAgindo dos Núcleos Rio/RJ, realizado entre os dias 09 e 12 de setembro, foi marcante para muitos alunos do projeto Vôlei em Rede. Eles deixaram transparecer a alegria e emoção em participar do evento com colegas que nunca haviam visto na vida. Para estas crianças e adolescentes, o festival foi uma oportunidade de fazer novas amizades, praticar o esporte que gostam e os valores que aprenderam com os seus professores de educação física, como cooperação, responsabilidade e respeito. Sem falar na experiência positiva que eles tiveram ao conversar com as atletas profissionais da equipe feminina de vôlei Rexona-AdeS, Amanda, Fabí, Fofão, Giovana, Juciely, Mayhara, Paula e Roberta, lideradas pelo técnico e diretor presidente do Instituto Compartilhar, Bernardinho.

A principal característica do Festival InterAgindo é realizar jogos de minivôlei entre alunos de diferentes núcleos, localizados na mesma cidade. No Rio, o projeto Vôlei em Rede está em 15 escolas da rede municipal de ensino, fator que favorece a execução do evento. Por falta de professor, o Núcleo Engenho da Rainha está com as atividades suspensas, mas, no geral, são cerca de 1.300 alunos impactados.

No dia 09 de setembro, os jogos aconteceram entre os núcleos Ricardo Albuquerque e Taquara, e entre os núcleos Tijuca, Bonsucesso e Rio Comprido; já no dia 10, Guadalupe e Inhaúma entraram em quadra. Os núcleos Bancários e Higienópolis participaram do evento no dia 11, assim como os núcleos Vigário Geral e Coelho Neto. No último dia, 12, o Festival InterAgindo contou com jogos entre os núcleos Ilha do Governador e Penha. A coordenadora dos Núcleos Rio/RJ, Renata Regis, esteve presente em todas as etapas do evento, auxiliou os professores e repassou as principais informações do InterAgindo ao Instituto Compartilhar.

As atletas Juciely (à esq.) e Paula do Rexona-AdeS têm um dia diferente e animado com os alunos do projeto Vôlei em Rede, durante visita ao Festival InterAgindo dos núcleos Bancários e Higienópolis.

Foi possível perceber o comportamento positivo das crianças e adolescentes em várias situações que ocorreram durante o evento. Muitos foram proativos e respeitosos ao cumprimentarem, sem a orientação dos professores, os colegas de outros núcleos. A experiência de cada um também foi fundamental para a aprendizagem coletiva, até mesmo na arbitragem e contagem dos pontos. Os próprios alunos elogiaram a atitude dos colegas: “eu gostei muito de jogar com eles (Coelho Neto). Eles jogaram ‘super’ bem e isso foi importante, pois todos mostraram o que aprenderam com muitos treinamentos e força de vontade”, afirmou Luanna dos Santos, 13 anos, da categoria Mini 4×4, do Núcleo Vigário Geral.

Para a aluna do Núcleo Tijuca, Beatriz Tavares, 14 anos, da categoria Mini 3×3, o evento fez com que ela fizesse mais amizades. “Todos jogaram limpo nos jogos”, afirmou. A aluna do Núcleo Inhaúma, Larissa de Jesus, 13 anos, da categoria Mini 3×3, perdeu até a timidez. “Os alunos de Guadalupe são muito legais, eles quiseram logo saber coisas da gente e me fizeram até falar, coisa que não consigo fazer naturalmente”, disse animada.

A presença requisitada das meninas da equipe Rexona-AdeS no Festival InterAgindo também foi bastante motivadora. Elas tiraram fotos com as crianças e adolescentes, autografaram as camisetas dos alunos e conversaram sobre os desafios, as dificuldades, superações e conquistas da carreira. As atletas aproveitaram a oportunidade para aconselhar a garotada sobre a importância dos estudos. O aluno do Núcleo Taquara, Wellington Freire, 11 anos, da categoria Mini 3×3, se animou com o bate-papo: “foi tudo maravilhoso! Até fiz perguntas para as jogadoras, para saber se elas estudam também! Nunca mais vou querer sair do projeto”, contou.

Fofão entra em quadra e faz a alegria de muitas crianças e adolescentes dos núcleos Ilha do Governador e Penha.

A entrada das atletas em quadra foi estimulante para todos que estavam ansiosos para vê-las praticando voleibol. A Fabí foi convidada a jogar com os alunos dos núcleos Bonsucesso, Rio Comprido e Tijuca. “As crianças adoraram o desafio! Inclusive, nós professores, também tivemos a oportunidade de jogar com ela”, disse a professora Eliane Villela, do Núcleo Rio Comprido. O aluno do Núcleo Inhaúma, Pedro Henrique, 12 anos, da categoria Mini 3×3, ficou com ótimas impressões do evento: “Achei legal conhecer as jogadoras, elas jogam muito! Aprendi que não devo ser desrespeitoso. Quero outros festivais, pois é muito divertido”, falou.

Se o evento já é divertido para a garotada que frequenta, há mais tempo, as aulas de minivôlei, imagina para aqueles que participaram pela primeira vez. É o caso dos alunos dos núcleos inaugurados no início de 2014, Bancários, Guadalupe, Ricardo Albuquerque e Vigário Geral. “O festival é uma ótima oportunidade de interagir com outros professores e alunos, além de conhecer jogadoras profissionais e aumentar nossas experiências”, contou o professor Wesley Lima, do Núcleo Ricardo Albuquerque. Os participantes do Festival InterAgindo receberam medalhas, entregues pelas jogadoras ou pelos próprios colegas de núcleos diferentes, como forma de promover a integração entre eles. Todos se cumprimentaram e parabenizaram uns aos outros.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever.

Fotos: Divulgação IC.