Com os corações preparados para fortes emoções naturais para um jogo de final de Superliga, 30 pessoas dentre professores, coordenadores, pessoal administrativo, ex-alunos e acompanhantes do Instituto Compartilhar e do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol partiram de Curitiba para São Paulo para torcer pela equipe Unilever feminina de voleibol. O jogo aconteceu no ginásio do Ibirapuera em São Paulo/SP, no domingo 07 de abril e a adversária foi a equipe de Osasco.
A ansiedade de todos era grande, pois desde que a equipe Unilever mudou seu centro de treinamento de Curitiba (quando ainda era Rexona AdeS) para o Rio de Janeiro, os professores não assistiam, ao vivo, a um jogo do técnico Bernardinho, fundador e diretor presidente do Instituto Compartilhar. A Unilever é parceira institucional do Compartilhar e do projeto em Curitiba.

Ex-aluno Mateus Mattos realiza o sonho de chegar perto das atletas da Unilever, na foto, com Valeskinha.
Alguns ex-alunos foram convidados a fazer o passeio, pois segundo os professores, são adolescentes que desenvolveram o gosto pelo esporte e mesmo após atingirem a idade máxima de participação, continuaram indo ao projeto para ajudar nas aulas. “O final de semana foi inesquecível, uma oportunidade única poder ver uma final de superliga de perto e conhecer as atletas”, conta o ex-aluno Matheus Mattos, 17 anos. “A oportunidade que o Instituto Compartilhar proporcionou foi muito gratificante, sempre ajudei nas aulas e jogos, mas nunca passou pela minha cabeça que iria. Quando chamaram fiquei muito feliz”, completa.
A equipe Unilever do Rio de Janeiro/RJ começou a partida perdendo de 2 sets a 0, mas em uma virada emocionante, venceu o jogo por 3 sets a 2 em cima do seu tradicional rival, Sollys/Nestlé de Osasco/SP. Neste ano, o time carioca conquistou o oitavo título da competição, sendo o mais vitorioso da história da Superliga.

Torcida do Instituto Compartilhar reúne ex-alunos, professores, estagiários e pessoal administrativo.
Na volta para Curitiba, a torcida do Instituto Compartilhar voltou mais tranquila e feliz com o resultado. “Valeu o esforço de ir até São Paulo, ficar sem voz e cansada da viagem para assistir a um jogo tão bonito”, avalia Karla de Bomfim, assistente administrativo do Compartilhar. “Além de tudo, a viagem foi importante para integrar todo o pessoal”, finaliza.
Fotos: Divulgação IC









