Campeã olímpica do voleibol brasileiro, Fofão, participa de dois eventos promovidos pelo Instituto Compartilhar e emociona centenas de pessoas

A campeã olímpica, Fofão, é convidada para participar do Circuito de Palestras 2015 do Instituto Compartilhar.

Momentos de muita emoção e felicidade marcaram a história do Instituto Compartilhar. Nos dias 29 e 30 de maio, a entidade recebeu a visita inusitada da campeã olímpica do voleibol brasileiro, Fofão – como é chamada carinhosamente mundo afora – para dois encontros especiais. Primeiro, no Circuito de Palestras 2015, quando profissionais e acadêmicos de educação física e da área de esporte, além de outros participantes, foram à UniBrasil, em Curitiba/PR, para conversar com a levantadora sobre o atleta como inspiração para as novas gerações. Depois, no projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Núcleo Central, onde Fofão foi homenageada por professores, alunos, pais e familiares. Os encontros renderam bons momentos e os fãs não seguraram a empolgação: aproveitaram a oportunidade para tirar fotos e pegar autógrafos.

Mesmo ansiosa e um pouco tímida, Fofão se sentiu bem à vontade para falar sobre sua profissão, experiências vivenciadas em grandes jogos e também sobre sua vida pessoal durante o primeiro dia (29), no Circuito de Palestras 2015 do Instituto Compartilhar – evento que tem como objetivo debater temas como esporte, saúde, vida ativa e educação. Seu marido, João Márcio, acompanhou tudo de perto, sempre bem-humorado e apoiando a esposa.

Antes que Fofão subisse ao palco do auditório Cordeiro Clève, na UniBrasil, o gerente executivo, Luiz Fernando Nascimento – o Nando – falou um pouco sobre o Instituto Compartilhar e a coordenadora do curso de educação física da universidade, a anfitriã Tais Pastre, deu boas-vindas aos participantes. Em seguida, os aplausos tomaram conta do local e Fofão foi recebida calorosamente. A apresentação musical do coral Vozes de Angola, grupo formado por deficientes visuais, enriqueceu ainda mais o momento e emocionou os participantes.

O encontro da levantadora com o público do circuito foi dividido em dois momentos: inicialmente, Nando fez um bate-papo com Fofão, relembrando um pouco da história da levantadora e mediou perguntas da plateia. Algumas atletas convidadas, que jogaram junto com Fofão na seleção brasileira de voleibol, Ana Maria Volponi e Kelly Fraga, estiveram presentes e revelaram, animadamente, algumas curiosidades interessantes da colega. Daniela Leal, jogadora de vários clubes nacionais, participou do segundo momento do encontro, quando todos foram convidados a participar do aquário aberto – atividade em que os participantes se revezaram e entraram em um círculo menor, com cinco cadeiras, para conversar de maneira mais interativa com a Fofão.

De tanto a filha pedir, Margely de Souza, levou a Gabryela, de 12 anos, para encontrar a atleta e, de acordo com a mãe, valeu muito a pena. A menina enviou uma pergunta por escrito pedindo dicas e querendo saber como ela podia melhorar o seu levantamento de bola. Fofão, de maneira bem descontraída, respondeu Gabryela convidando-a para bater uma bolinha ali mesmo, em frente a toda a plateia. Todos ficaram surpresos e se divertiram com a situação. Margely, contente, elogiou o formato do evento, principalmente quando as pessoas tiveram possibilidade de participar do aquário aberto. “Parabéns pelo evento!”, afirmou a mãe. Alguns participantes ganharam bolas autografadas e, ao final do circuito, todos ficaram à vontade para registrar o momento ao lado da campeã olímpica. Esta etapa do Circuito de Palestras teve o apoio da NC Turismo e Bristol Hotéis & Resorts.

Crianças, adolescentes, pais e familiares demonstram muito carinho e respeito pela atleta durante os eventos.

No dia seguinte (30), Fofão foi ao Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e, mais uma vez, fez a alegria de muita gente, principalmente de professores, alunos, pais e familiares. O ginásio, localizado na Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo, onde acontecem as aulas de minivôlei, estava todo decorado para receber a atleta no festival da categoria Mini 3×3. A alegria foi geral quando Fofão chegou, mas foi ainda maior quando ela se envolveu nas atividades do evento junto aos participantes. Muitos tiveram o privilégio de entrar em quadra com a Fofão durante algumas partidas de minivôlei, e mandaram muito bem. Teve até aula de levantamento! Claro que fez sucesso.

Não eram só as crianças e adolescentes que estavam empolgadas, pais e familiares que acompanharam a trajetória de Fofão estavam animados com a visita. A Dona Antônia Messias, 91 anos, avó do aluno Isac Messias, 13 anos, é um exemplo disso. Apesar da idade, ela é muito ativa, incentivadora e uma grande aliada da prática de atividades físicas. Dona Antônia assistia aos jogos do Rexona quando a equipe ainda estava em Curitiba e um dos seus presentes de aniversário, comemorado em maio, foi encontrar a Fofão. “Eu vou falar para você, não foi bom, foi bom demais!”, avaliou Dona Antônia.

Já a aluna Giovanna Colucci, 11 anos, chorou e abraçou bastante Fofão. “A melhor coisa que já fizeram (levar a atleta até o projeto)! Sou fã dela desde pequeninha”, afirmou emocionada. Pais e familiares presentes gostaram de estar junto com os filhos e de participarem das atividades com eles. A mãe do André Guilherme, 10 anos, Alessandra Cristiane de Oliveira, levou caneta à prova d’água ao evento, já pensando no autógrafo que o filho receberia na camiseta.

Aula de levantamento: participantes ficam atentos as dicas de Fofão e dão um show nas quadras.

“Eu fico feliz, mas ao mesmo tempo nervosa porque são crianças. Então, a gente tem uma responsabilidade muito grande de passar uma mensagem boa, de motivação, de incentivo. Fiquei sabendo que elas fizeram um trabalho para saber da minha história, me conhecer de verdade”, contou Fofão. A levantadora se emocionou bastante quando passou pelo espaço do ginásio destinado à vários cartazes, fotos e mensagens de carinho, preparados especialmente para ela. Ali, Fofão pôde relembrar vários momentos que marcaram a sua vida com o esporte.

As demonstrações de respeito e admiração continuaram até o final do evento, quando alunas da categoria Super Vôlei do Núcleo Central prestaram algumas homenagens e entregaram presentes a atleta. Os olhos de Fofão se encheram de lágrimas, afinal, aos 45 anos, se aposentou das quadras de voleibol em um jogo de despedida realizado no domingo (24) no Ginásio Lauro Gomes, em São Caetano do Sul/SP, com atletas que também marcaram a história do esporte brasileiro. Fofão foi medalhista de bronze em Atlanta (1996) e em Sidney (2000) e campeã olímpica em Pequim (2008), sem citar as suas vitórias defendendo a equipe do Rio de Janeiro.

Fotos: Daniel Castellano.

Núcleos socioesportivos do Instituto Compartilhar promovem atividades diferentes durante a Semana Mundial do Brincar e o Dia do Desafio

No Rio de Janeiro/RJ, alunos do projeto Vôlei em Rede entram no clima da Semana Mundial do Brincar e contam com torcida para as atividades.

Alunos de vários núcleos do Instituto Compartilhar aproveitaram a Semana Mundial do Brincar, comemorada entre os dias 24 a 30 de maio, e o Dia do Desafio, realizado no dia 27 do mesmo mês, para participarem de atividades físicas diferentes e muito divertidas. Durante este período não faltou criatividade e energia para a garotada dos projetos Esporte em Ação, Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Vôlei em Rede da entidade. Além de se exercitarem de maneira descontraída e animada, as crianças e adolescentes colocaram em prática alguns valores ensinados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, como cooperação, respeito, responsabilidade e autonomia.

Amarelinha, pula corda, peteca, stop, jogo da velha e futebol americano foram apenas algumas das brincadeiras realizadas. No Núcleo São Vicente – Campinas/SP, por exemplo, os alunos tiveram que descobrir onde estava o tesouro perdido, e que tesouro! – doces de dar água na boca. A atividade envolveu conhecimentos sobre o vôlei e estimulou atitudes de cooperação entre as crianças e adolescentes. “Eu gostei porque conseguimos trabalhar em equipe”, avaliou o aluno Marcos Vinicius, 10 anos, da categoria Mini 2×2.

Dia do Desafio motiva pessoas a realizarem exercícios físicos em Protásio Alves/RS.

No Núcleo São Domingos – Campinas/SP, a garotada fez questão de escolher as brincadeiras, algumas com bexigas. Com um olhar observador, a aluna Maria Fernanda, 11 anos, da categoria Mini 3×3, disse que a quadra ficou mais bonita toda colorida. E quem pensa que só as crianças e adolescentes gostaram das atividades está enganado. Os professores se divertiram muito também, assim como Karina Rodrigues, do Núcleo Cidade Nova – Itu/SP: “quem não gosta de brincar? Eu adoro!”, revelou. “Foi muito gostoso ver a alegria das crianças e em brincadeiras tão simples”, complementou.

A Semana Mundial do Brincar tem como objetivo principal ressaltar a importância do brincar na sociedade e lembrar os adultos sobre a necessidade de respeitar o tempo para as crianças brincarem. Assim, elas se desenvolvem de maneira sadia, física e emocionalmente. “Uma tarde muito saudável, com brincadeiras divertidas que movimentam o corpo e trabalham a atenção e o raciocínio. Além disso, é mais uma oportunidade de gerar maior integração, amizade e espírito em equipe”, disse a professora Karina sobre a Semana Mundial do Brincar.

Crianças do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol se divertem bastante com professores.

Já o Dia do Desafio, coordenado pelo Sesc, busca incentivar a prática de atividades físicas e uma vida mais saudável. Para isso, no dia 27 de maio, pessoas de todas as idades se unem para uma competição amigável entre cidades e o propósito é envolver o maior número de participantes possível.

Fotos: Divulgação IC.

Novidade: Brasil Kirin torna-se parceira institucional do Instituto Compartilhar

Após dois anos como parceira em projetos e de comprovação da efetividade das ações do programa socioesportivo, a Brasil Kirin torna-se parceira institucional do Instituto Compartilhar como mantenedora. Este novo acordo que vigorará em 2015/2016 é de extrema importância, pois garante a sustentabilidade do Compartilhar, permitindo-o pensar a médio e longo prazo. Por meio do novo plano de captação: o programa Amigos do Compartilhar, a Brasil Kirin se junta a outras duas grandes empresas mantenedoras, a Unilever e a Uptime – comunicação em inglês.

“Queremos incentivar o esporte brasileiro e difundir a importância da prática esportiva”, afirmou a vice-presidente de assuntos corporativos e sustentabilidade da Brasil Kirin, Juliana Nunes. Para ela, alguns diferenciais do Instituto Compartilhar são fundamentais para a ampliação da parceria e entre eles está a efetividade dos resultados alcançados. Juliana se refere aos dados de pesquisas do Instituto publicados no site Efeito Esporte (efeitoesporte.com.br) desenvolvido pelo Compartilhar que comprovam que o esporte, quando bem trabalhado, é uma ferramenta para desenvolvimento humano.

Para o diretor presidente do Instituto Compartilhar, o técnico Bernardinho, esta é uma parceria bastante positiva.  “Nós Instituto Compartilhar ficamos muito felizes quando encontramos parceiros que acreditam no nosso trabalho e no potencial que o esporte tem de desenvolvimento humano. Ampliar esta parceria com a Brasil Kirin significa que unimos esforços para lutar por um ideal. É uma empresa séria que vem desenvolvendo a comunidade entorno de suas regiões de atuação e já investe em um grande projeto de voleibol profissional e de base. Estamos orgulhosos de poder contar com mais esta grande parceria”, avalia Bernardo Rezende.

Os Parceiros Mantenedores são empresas diferenciadas que assumem junto com o Instituto Compartilhar o compromisso de investir em crianças e adolescentes e ampliar a missão de desenvolvimento humano por meio do esporte. Ao acreditarem na capacidade do Compartilhar ser efetivo na formação de pessoas melhores, estes parceiros vinculam-se a uma causa, além de disseminar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol através de clínicas e cursos voltados para acadêmicos e profissionais de educação física e de áreas relacionadas ao esporte. Ajudam também, consequentemente, a atender cerca de 4,3 mil crianças nos diversos projetos.

O programa Amigos do Compartilhar envolve ações de relacionamento com parceiros e doadores. Os principais objetivos são reconhecer os parceiros que se envolvem diretamente nas ações e projetos do Instituto Compartilhar para alcançar a missão; e aumentar a captação de recursos de pessoas físicas e jurídicas com o intuito de garantir a sustentabilidade da entidade. O programa direcionado às empresas é dividido em quatro grupos de parceiros: Mantenedores, Ouro, Apoiadores e Colaboradores. Há também um plano de captação de recursos de pessoas físicas ainda em elaboração.

A história entre a Brasil Kirin e o Instituto Compartilhar cresceu muito rápido. Desde 2013, a empresa é parceira dos cinco Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede e, em menos de um ano, dividiu com o Instituto Compartilhar a vontade de abrir mais dois núcleos do mesmo projeto na cidade de Itu, também no estado paulista. A Brasil Kirin também investe, desde 2013, nos times masculinos de base e profissional de vôlei, sediados em Campinas.

Foto: Divulgação IC. 

Representantes do Instituto Compartilhar apresentam trabalho desenvolvido pela entidade para novo secretário do Esporte e do Turismo do Paraná

Nando, Douglas Fabrício e Josmar Coelho (da esq. p/ dir.) se encontram para conversar sobre o Instituto Compartilhar e o projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Na terça-feira, dia 05 de maio, o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando – e o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho, conheceram o novo secretário do Esporte e do Turismo do Paraná e deputado estadual, Douglas Fabrício. Na oportunidade, eles conversaram sobre o trabalho de minivôlei desenvolvido desde 1997 com as crianças e adolescentes da entidade.

O encontro foi bem produtivo: Nando e Josmar apresentaram um pouco da história do Instituto Compartilhar, sua abrangência em nível nacional, missão e objetivos, sem deixar de destacar a metodologia utilizada, que inclui o ensino de valores como cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia, na iniciação esportiva. Além disso, contaram como nasceu o projeto que é realizado no Paraná – em Curitiba e também em 13 cidades do interior. “Um belo trabalho”, avaliou o secretário e deputado Douglas.

“A reunião foi bem positiva. Desde o início da gestão do secretário (em 2015), não tivemos a oportunidade de mostrar o cuidado que temos com a Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo (onde também acontecem as aulas de minivôlei) e o envolvimento das crianças e familiares com o projeto”, contou satisfeito Josmar. Outro ponto discutido no encontro foi o interesse na renovação do contrato que garante a continuidade do projeto no ano que vem.

Fonte foto: perfil pessoal em rede social do secretário Douglas Fabrício.

Núcleos Campinas e Itu/SP, do projeto Vôlei em Rede, recebem visita dos analistas de projetos do Instituto Compartilhar

Analistas de projetos do Instituto Compartilhar realizam visita técnica no Núcleo Dirceu Cordeiro, no dia 27 de abril.

Os analistas de projetos do Instituto Compartilhar, Kátia Keller e Vinícius Petrunko, estiveram nas cidades de Campinas e Itu, em São Paulo, para acompanhar o andamento dos núcleos do projeto Vôlei em Rede, aperfeiçoar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol com os professores de educação física que já atuam nos núcleos socioesportivos da entidade e ensiná-la a novos profissionais. Foram três dias de muito aprendizado e trocas de experiências entre os participantes.

No dia 27 de abril, aconteceu a visita técnica aos núcleos Cidade Nova e Dirceu Cordeiro – Itu/SP. Diversos assuntos foram discutidos em reunião com as professoras Karina Rodrigues e Alessandra de Castro, como a motivação dos alunos durante as aulas e a visita dos atletas do Vôlei Brasil Kirin – avaliadas de maneira muito positiva. O encontro também serviu para esclarecimentos de dúvidas sobre a metodologia e a realização de atividades práticas. “As professoras se mostram bem entusiasmadas com o projeto. Esporadicamente elas se encontram e se ajudam e isso é um dos pontos positivos dos dois núcleos que estão com turmas lotadas”, observou Kátia.

Professores de educação física participam de credenciamento e aperfeiçoamento na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Os dias 29 e 30 de abril foram destinados ao aperfeiçoamento e credenciamento de professores de educação física de ambas as cidades na metodologia. Foram dois dias intensos, com aulas teóricas e práticas realizadas no Centro de Formação, Tecnologia e Pesquisa Educacional (Cefortepe), em Campinas. No primeiro dia pela manhã, os participantes conversaram sobre aspectos importantes para o bom funcionamento dos núcleos, inclusive com a apresentação de dados quantitativos de 2014.

“A ideia de apresentar assuntos mais específicos dos núcleos já em funcionamento foi muito produtiva e auxiliou os professores novos no entendimento das questões burocráticas e demandas do Instituto Compartilhar”, contou Kátia. A parte prática é sempre mais dinâmica e aconteceu durante a tarde e a manhã do segundo dia de atividades. No encontro foram apresentados os pontos chaves dos movimentos do voleibol, fundamentos técnicos e de jogo, aplicação de valores, bem como funcionamento de cada categoria, de acordo com a faixa etária das crianças e adolescentes que participam das aulas dos projetos socioesportivos do Instituto Compartilhar.

Participantes entram em quadra durante as aulas práticas realizadas nos dias 29 e 30 de abril.

A professora de educação física do Núcleo Cidade Nova – Itu/SP, Karina Rodrigues, entrou para o projeto em 2014, ano em que foi credenciada na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Este foi o primeiro aperfeiçoamento de professores em que ela participou e já demonstrou ter gostado bastante. “Às vezes, a dúvida do outro pode ser a sua e os erros também podem ser os mesmos, aí vamos aprendendo em conjunto e todos usando a mesma forma de avaliar e trabalhar. A bagagem de conhecimento adquirida em capacitações como essa é muito grande e só vem a somar”, explicou Karina. “Em cada encontro, capacitação e visita técnica me sinto mais segura e preparada para ser a líder do meu núcleo e desenvolver com a máxima excelência o trabalho que me foi confiado”, complementou satisfeita.

Fotos: Divulgação IC. 

Pela primeira vez, Itu/SP recebe Clínica de Minivôlei do Instituto Compartilhar

O analista de projetos, Vinícius Petrunko, ministra aula teórica no período da manhã do dia 28 de abril.

Neste ano, a Clínica de Minivôlei do Instituto Compartilhar chegou em Itu, cidade do estado paulista. O evento, realizado em parceria com a Secretaria de Educação, reuniu cerca de 25 professores de educação física da rede municipal de ensino no dia 28 de abril. As aulas teóricas e práticas da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol foram ministradas pelos analistas de projetos Kátia Keller e Vinicius Petrunko na Escola Municipal Carolina de Moraes Macedo, sede do Núcleo Cidade Nova do projeto Vôlei em Rede.

O encontro foi muito produtivo. Os participantes conheceram melhor o trabalho do Instituto Compartilhar, os princípios técnicos e táticos do voleibol (com enfoque nas categorias Mini 2×2 e Mini 3×3), bem como o ensino de valores aplicados pela entidade nos seus 43 núcleos socioesportivos. Além disso, Kátia e Vinícius mostraram como é possível adaptar a metodologia em outros ambientes e até mesmo com outros esportes.

Alunos do projeto Vôlei em Rede do Núcleo Cidade Nova participam das atividades práticas da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Na parte prática, houve participação especial de colaboradores muito importantes: os alunos do projeto Vôlei em Rede da cidade. Os professores vivenciaram exercícios de coordenação motora, de iniciação aos fundamentos saque por baixo, toque e manchete e construções de jogo. O último momento da clínica foi reservado para os fundamentos de recepção e levantamento na categoria Mini 3×3. “A presença deste alunos facilitou a compreenção das atividades”, afirmou Kátia.

O interesse em realizar a Clínica de Minivôlei em Itu partiu da secretária de educação, Marilda Cortijo, que com o apoio do assessor, Daniel Fernandes, e da coordenadora de educação física do Núcleo Regional de Educação, Paula Rodrigues, divulgaram o evento. “A clínica foi de grande valia, agregando vasto conhecimento didático teórico\prático para ser empregado com os alunos”, afirmou o professor da rede municipal de ensino de Itu, Roberto Corazza.

Fotos: Divulgação IC. 

Encontro de Gerações – Ex-aluno torna-se professor da filha da sua primeira professora de minivôlei

Ex-aluno, Gabriel Fernandes é professor de Maria Julia Keller, filha de sua primeira professora do minivôlei, Kátia Keller.

Ex-aluno, Gabriel Fernandes é professor de Maria Julia Keller, filha de sua primeira professora do minivôlei, Kátia Keller.

O ex-aluno, ex-estagiário e atual professor do Núcleo Central – Curitiba do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol, Gabriel Fernandes, escreveu ao Instituto Compartilhar sobre a emoção de dar aulas no projeto à Maria Julia Keller, filha de sua primeira professora de minivôlei, Kátia Keller.

“Há exatos 15 anos, eu estava iniciando uma caminhada que não conhecia. Com apenas 9 anos de idade, tudo ao meu redor era novo, e tudo o que me aguardava era mais animador que o melhor dos melhores presentes que uma criança poderia ganhar. Uma quadra, alguns alunos, várias bolas de voleibol, e milhares de sonhos na mente. O cenário era quase paradisíaco para uma criança que desejava tanto fazer parte daquele mundo. Mas ainda faltava alguém que me apresentasse todo aquele universo que fora construído dentro de um ginásio. O melhor ainda estava por vir.

Lá estava ela. A grande mestra. Uma das donas daquele mundo, que aguardava seus futuros moradores com uma grande bagagem, cheia de experiências, sorrisos, alegria e muito carinho. Suas palavras eram escritas nas nossas vidas da forma mais bonita. Seu modo de compartilhar seus conhecimentos e ensinar aquele esporte tão lindo era como reger uma orquestra com os instrumentos mais caros, regar as maiores flores de um jardim quase intocável. A cada aula, ELA me fazia sentir um dos construtores do maior tesouro da minha vida: o meu VOLEIBOL.

“Mais um episódio do Instituto Compartilhar, conseguindo realizar esse encontro de gerações, escrevendo mais um capítulo inesquecível na história de pessoas apaixonadas pelo esporte e pela vida”.

“Mais um episódio do Instituto Compartilhar, conseguindo realizar esse encontro de gerações, escrevendo mais um capítulo inesquecível na história de pessoas apaixonadas pelo esporte e pela vida”.

Esta professora se chama Kátia Keller. Essa excepcional profissional do esporte foi a grande responsável pelos meus primeiros toques, meus primeiros saques, minhas primeiras partidas. Este ser iluminado foi uma das primeiras culpadas pela minha paixão pelo voleibol.

Alguns anos se passaram. Nossos caminhos trilharam rotas diferentes. Mas se engana quem acha que estas rotas não nos uniriam novamente. E para a minha surpresa e felicidade, o caminho que nos uniu novamente é muito parecido com o paraíso que ela me apresentou quando era apenas um pequeno sonhador.

Dois mil e quatorze. Meu primeiro ano como professor do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol. Projeto o qual eu fui aluno, e que me apresentou este anjo chamado Katia Keller, hoje minha companheira de profissão.

Eis que Kátia surge na quadra com uma pequenina princesa, cheia de ansiedade e vontade de começar a participar do projeto, muito parecida com alguém que há 15 anos entrava em um ginásio com o mesmo brilho nos olhos daquela princesa. Era sua filha, Maria Julia. E a surpresa não poderia ser melhor: “Ela vai ser sua aluna professor Gabriel”.

O mundo gira e os caminhos se encontram. Quem diria que depois de tantos anos, nossas histórias se cruzariam de uma forma tão bonita. Mais um episódio do Instituto Compartilhar, conseguindo realizar esse encontro de gerações, escrevendo mais um capítulo inesquecível na história de pessoas apaixonadas pelo esporte e pela vida”.

Fotos: Divulgação IC

Contribua com a campanha: Ex-aluno vai a Paris

Campanha de financiamento coletivo está lançada na plataforma da Kickante. http://www.kickante.com.br/campanhas/ex-aluno-vai-congresso-em-paris

Campanha de financiamento coletivo está lançada na plataforma da Kickante. http://www.kickante.com.br/campanhas/ex-aluno-vai-congresso-em-paris

O Instituto Compartilhar foi aceito para apresentar os resultados da campanha “Ex-aluno, por onde você anda?” no Congresso Internacional de Sociologia do Esporte em Paris, capital francesa, a ser realizado no mês de junho deste ano. Os resultados da campanha foram incríveis e por sugestão do Prof. Dr. Wanderley Marchi Jr, que fez a análise sociológica dos resultados, o Compartilhar resolveu enviar o resumo para o Congresso. Diante desta oportunidade, foi lançado o “Ex-aluno vai a Paris”, um financiamento coletivo para arrecadar recursos para viabilizar a ida ao congresso. Quem se identifica com a causa pode doar qualquer valor acima de R$ 10,00 e colaborar com a nossa participação. O link do financiamento é http://www.kickante.com.br/campanhas/ex-aluno-vai-congresso-em-paris

Para representar a instituição, ninguém melhor que uma ex-aluna, estagiária, professora e atual coordenadora, a Ana Elisa Caron, para falar sobre o impacto da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol na vida dos ex-alunos. Ana respondeu a pesquisa e participou ativamente da interpretação dos dados.

Resultados do “Ex-aluno, por onde você anda?” podem ser vistos na plataforma do Efeito Esporte (efeitoesporte.com.br)

Resultados do “Ex-aluno, por onde você anda?” podem ser vistos na plataforma do Efeito Esporte (efeitoesporte.com.br)

O sucesso de uma campanha de financiamento coletivo está na divulgação e mobilização das pessoas que fazem parte da rede de contatos. Contamos com a sua colaboração de divulgar a campanha para suas redes de contato (facebook, twitter, etc.) pedindo para que todos abracem a nossa causa. Acompanhe a campanha pela página do Instituto Compartilhar no facebook. www.facebook.com/institutocompartilhar

Veja os resultados da pesquisa com alunos egressos em: www.efeitoesporte.com.br

Instituto Compartilhar participa de Encontro de Entidades pelo Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo da Rejupe em Curitiba

Representantes de instituições parceiras aconselham jovens participantes da Rejupe.

Representantes de instituições parceiras aconselham jovens participantes da Rejupe.

Por apoiar a Rejupe desde a criação em 2013, o Instituto Compartilhar participou do Encontro de Entidades pelo Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo em Curitiba, no dia 19 de março. Além do Compartilhar, participaram também o representante da Unicef, Mario Volpi, o Secretario Municipal de Esporte, Lazer e Juventude de Curitiba (SMELJ), Aluisio Dutra Junior, e representantes das demais instituições apoiadoras: ONG Futebol de Rua, Jocum (Jovens com uma missão) e Pequeno Príncipe. O objetivo do encontro era colaborar para o desenvolvimento de políticas públicas nacionais voltadas ao Direito do Esporte Seguro Inclusivo para adolescentes e jovens em situação de risco e vulnerabilidade social.

Jovens da Rejupe leem carta de princípios e ações para Curitiba.

Jovens da Rejupe leem carta de princípios e ações para Curitiba.

Em uma mesa coordenada por Mario Volpi, representantes das entidades falaram sobre a importância da Rejupe, do protagonismo e empoderamento dos jovens para o desenvolvimento de políticas públicas para um esporte seguro e inclusivo. Esta ação faz parte da plataforma nacional da Unicef que orienta a discussão da Rede sobre a importância do direito ao esporte seguro e inclusivo e sobre a construção de um legado social positivo para os megaeventos esportivos. Isto porque o Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Cidadania (IIDAC) e a Unicef acreditam na participação cidadã dos adolescentes como ação promotora das grandes transformações sociais.

Os jovens leram uma carta de princípios da Rejupe e ações a serem realizadas na cidade. O secretário da SMELJ afirmou que a prefeitura dará apoio à instituição em ações que envolvam a prática esportiva para a juventude, pois os interesses da Rejupe e da Smelj são comuns.

Foto oficial: Jovens da Rejupe e representantes das instituições parceiras.

Foto oficial: Jovens da Rejupe e representantes das instituições parceiras.

O Instituto Compartilhar não atua, em seus projetos socioesportivos, com jovens acima de 16 anos, mas sempre teve vontade de continuar contribuindo com a causa. “Estamos realizando este desejo com outros jovens, fazendo-os entender o esporte como elemento de transformação. É uma juventude que está carregando a mesma causa que nós e por isso somos apoiadores”, conta o gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, o Nando. Ainda segundo ele, dar as mãos a Rejupe significa aumentar o poder de trabalhar em rede para gerar impactos maiores.

Saiba mais sobre a Rejupe – Rede de Adolescentes e Jovens pelo Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo. http://www.rejupe.org.br/

Fotos: Divulgação Interligados

Núcleos do programa socioesportivo do Instituto Compartilhar já estão em aulas

Divulgação antecipada nos Núcleos Itu/SP do projeto Vôlei em Rede fez com que alunos já se preparassem para 2015.

Divulgação antecipada nos Núcleos Itu/SP do projeto Vôlei em Rede fez com que alunos já se preparassem para 2015.

No Núcleo Central, o número de alunos já chegou a 415, cerca de 70% do número de vagas disponíveis. O coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol, Josmar Coelho está animado com o início das atividades. “Já temos vários eventos internos programados para agitar a garotada e deixar o dia a dia no projeto ainda mais divertido”, conta ele.

Nos Núcleos Itu/SP, o projeto Vôlei em Rede iniciou em outubro 2014. Com tamanho sucesso do projeto, no final do ano as professoras já programaram os horários para 2015 e iniciaram as divulgações. Assim, logo que as férias acabaram os alunos já estavam matriculados e animados para aprender mais. Em Natal/RN e Lagoa Santa/MG as aulas também já reiniciaram a todo vapor.

Nos Núcleos São José dos Pinhais/PR alunos trabalham acervo motor.

Nos Núcleos São José dos Pinhais/PR alunos trabalham acervo motor.

O projeto Esporte em Ação no Paraná (Núcleos São José dos Pinhais) começou com boa procura para matrículas e rematrículas. “As turmas estão com uma boa média de alunos, o que nos deixa com uma expectativa muito boa do número de participantes para este ano”, comenta o coordenador Fabiano Prado. Em fevereiro, o foco foi realizar brincadeiras e exercícios lúdicos que contribuem para aumentar o acervo motor das crianças e adolescentes, explicando a eles como favorecerá os exercícios de voleibol, que iniciarão em março.

Festivais internos do Núcleo Central – Curitiba/PR em 2015 prometem a alegria da garotada.

Festivais internos do Núcleo Central – Curitiba/PR em 2015 prometem a alegria da garotada.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever, Itaú e Ministério do Esporte.

Parceiro do Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ: Exército Brasileiro (Centro de Estudos de Pessoal)

Parceiros dos Núcleos São José dos Pinhais/PR: Prefeitura de São José dos Pinhais

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura de Campinas e Brasil Kirin

Parceiros dos Núcleos Itu/SP: Prefeitura de Itu e Brasil Kirin

Parceiros dos Núcleos Lagoa Santa/MG: Prefeitura de Lagoa Santa e Uptime

 

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