#Quemfaz: conheça o professor do projeto Vôlei em Rede no Rio de Janeiro, Roberto Lopes

Desde 2010 no projeto, o Professor Roberto Lopes (à esq.) mantém o sorriso no rosto e a dedicação com seus alunos.

Roberto Cardoso Lopes é aquele professor que os alunos adoram. O carioca de 55 anos é casado, e considera todos os seus alunos como filhos e o vôlei, como seu trabalho e paixão. Roberto é o professor homenageado da vez na nossa seção #QuemFaz, que vai mostrar quem são as pessoas que fazem todo o trabalho do Instituto Compartilhar Brasil afora.

Roberto é professor do Compartilhar desde 2010, mesmo ano em que começaram as atividades do projeto Vôlei em Rede no Rio. Através da parceria com a Prefeitura Municipal da cidade, o Instituto chegou até a escola, na qual o professor já dava aulas de educação física. “Na época, a diretora me chamou perguntando se eu gostaria de participar de um projeto de vôlei no contraturno. Como eu sempre fiz coisas diferenciadas no colégio, incluindo atividades extras em diversas modalidades, aceitei”, lembra o professor.

No entanto, esta paixão pelo vôlei demorou um pouco a aflorar. Quando se formou em educação física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, lá por volta de 1985, ele pretendia trabalhar com futebol. Na época, Roberto quase terminou uma pós-graduação em futebol, inclusive chegou a ter uma rápida experiência no América Football Club.  Mas foi em 1988 que a carreira tomou outro rumo, Roberto entrou como professor concursado na rede municipal. Desde então, passou a ensinar crianças e adolescentes tudo que a prática esportiva tem a oferecer.

No meio da garotada durante o Festival Vôlei em Rede no Parque em 2015.

Pelo projeto Vôlei em Rede no Rio ele tem um título e tanto: é um dos recordistas em alunos atendidos. “Você tem que vibrar, viver e trabalhar por aquilo que gosta”, defende Roberto, que hoje tem como seu esporte preferido o vôlei. “Assisto vôlei, vou muito aos treinos do Rexona-Ades aqui no Rio, e sempre estou junto com os alunos nos festivais de Minivôlei, passeios, competições e jogos no Maracanãzinho”, revela.

Fora o vôlei, conseguimos descobrir outra paixão do professor: suas idas a Niterói, onde tem casa na praia de Itaipu. “Nasci no Rio e o máximo que vou é até Niterói. Lá acordo cedo, caminho na praia, dou meus mergulhos e passo a tarde escutando o barulho do vento sentado na varanda”, conta. O professor irá se aposentar no próximo ano, mas para alegria dos seus alunos, Roberto pretende continuar seu trabalho dentro do Instituto Compartilhar.

Atualmente, existem 15 núcleos do projeto Vôlei em Rede no Rio/RJ, que atendem a cerca de 1.300 crianças e adolescentes. Desde 2010, os Núcleos Rio acontecem em parceria com a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. A partir de 2014 passaram a receber recursos via Lei de Incentivo ao Esporte em parceria com a Unilever e o Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Ex-aluna do Instituto Compartilhar e moradora do Complexo do Alemão do Rio de Janeiro/RJ, Isabella Araújo, conta como o projeto Vôlei em Rede influenciou sua vida

Ex-aluna carioca, Isabella Araújo, fala sobre a influência do projeto Vôlei em Rede em sua vida.

Quando o Instituto Compartilhar começou a receber as respostas da campanha “Ex-aluno, por onde você anda?” não imaginava quantas boas histórias viriam. Uma delas é da ex-aluna carioca do projeto Vôlei em Rede, Isabella Araújo, 18 anos. Menina de sorriso aberto e firmeza na voz, que durante quatro anos fez do projeto uma oportunidade de vida.

Em 2013, no Rio de Janeiro, a apresentação dos resultados da campanha, que teve a participação do diretor-presidente do Compartilhar e técnico da seleção brasileira masculina de voleibol, Bernardinho, Isabella tomou coragem e deu seu depoimento de vida em público, em frente a cerca de 30 pessoas. Suas palavras emocionaram aos participantes e o Instituto Compartilhar resolveu saber um pouco mais de sua história.

“Entrei no Instituto Compartilhar depois de um sorteio que fizeram no colégio que eu estudava. Como eu sempre gostei de vôlei, resolvi participar. Depois da minha entrada comecei a frequentar as aulas duas vezes por semana e passei por todas as etapas do aprendizado, desde o Mini 2×2 até o Vôlei”, lembra Isa, como é conhecida entre os amigos e familiares.

Recordação: Isabella aproveita visita do técnico e diretor-presidente do Instituto Compartilhar, Bernardinho, no Núcleo Inhaúma – Rio/RJ

Os pais, Jorge Luiz e Zilda Araújo, sempre atenciosos com sua filha faziam questão de incentivar a participação de Isabella, que mora no Complexo do Alemão e ia até o Núcleo Inhaúma do projeto Vôlei em Rede de ônibus. “Os meus pais adoravam me ver participando do projeto. Lembro que ganhávamos ingressos para assistir aos jogos de vôlei na cidade e sem o Instituto não teríamos essa oportunidade de fazer passeios em família e conhecer um mundo que não teríamos acesso”, diz a ex-aluna, que é grata pelo apoio que recebeu.

Dessa época, Isabella conta com entusiasmo os momentos vividos entre novas e perenes amizades formadas, valores aprendidos e dias de muita diversão. “O projeto me ensinou demais, além do vôlei, todos os valores de vida. Até hoje tenho amigos e mantenho contato com o meu professor no núcleo, Roberto Lopes. Tenho ele como um amigo, que me acompanhou em cada fase e me ensinou demais, principalmente a cultivar a união”.

Para o professor Roberto Lopes, “Isabella sempre foi uma líder, buscando o que era certo e justo para o grupo, mesmo que isso fosse dar mais trabalho. Lembro-me dela se esforçando para crescer como jogadora”, recorda com carinho.

E a vida pós projeto? Atualmente Isabella está cursando o último ano do curso de telecomunicação no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet/RJ) e não pensa em parar de estudar: “No próximo ano pretendo seguir na área de saúde, cursando uma faculdade de odontologia”.

“O projeto me ensinou demais, além do vôlei, todos os valores de vida”, conta Isabella.

“Aprendi que mesmo sendo pobre, moradora de uma comunidade, posso sempre querer mais e me desenvolver na vida. Não desistam de seus objetivos, aproveitem cada oportunidade, e saibam que o projeto vai contar muito para toda vida, não só na questão de evoluir financeiramente, mas na vida familiar e como um todo”, Isabella deixa o recado aos alunos dos projetos socioesportivos do Compartilhar e que desejam um futuro melhor.

Campanha “Ex-aluno, por onde você anda?”

Com o objetivo de mensurar os impactos que a prática esportiva teve na formação de alunos do Instituto Compartilhar, em 2013 foi desenvolvida a campanha “Ex-aluno, por onde você anda?”. Um questionário online com perguntas abertas e fechadas foi disponibilizado e 738 alunos egressos de todo o Brasil participaram. A proposta é mostrar como as atividades de voleibol – aliadas com a metodologia permeada por valores – fizeram diferença na vida dos participantes.

Acesse a pesquisa completa em nosso site www.compartilhar.org.br.

Fotos: Adriana Lorette e arquivo Isabella. 

Gerente executivo do Instituto Compartilhar representa entidade na terceira Conferência Municipal de Juventude de Curitiba

Jussara Sorgenfrei da SMELJ (à esq.) e Nando, com agasalho do Compartilhar, são os facilitadores do GT Direito ao Desporto e ao Lazer.

Entre os dias 24 e 26 de julho aconteceu a terceira Conferência Municipal de Juventude de Curitiba, na PUCPR, espaço destinado ao debate e participação dos jovens a respeito do futuro da cidade em vários aspectos. O gerente executivo do Instituto Compartilhar, o Nando, foi convidado a participar como facilitador do Grupo de Trabalho (GT) Direito ao Desporto e ao Lazer, no sábado pela manhã, como representante de uma entidade do terceiro setor e gostou de ouvir a opinião da moçada sobre o assunto. A etapa está integrada à Conferência Nacional de Juventude, cujo o tema é “As várias formas de mudar o Brasil”.

Como facilitadora, ao lado de Nando, esteve presente na mesma sala de discussão Jussara Sorgenfrei da Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude (SMELJ), representante do poder público. Junto com eles estavam cerca de doze jovens dispostos a ouvir, debater e propor ações de melhorias na cidade. Nando explicou que a intenção foi instigar o debate por meio de perguntas direcionadas aos jovens e descobrir, por exemplo, as experiências esportivas que eles tiveram ao longo da vida. “Foi um bate-papo de colocações”, contou Nando. Durante à tarde, os participantes desenvolveram propostas ao poder público que servirão de subsídio para a elaboração do Plano Municipal de Juventude.

Jovens de diversas regiões de Curitiba debatem durante a terceira Conferência Municipal de Juventude de Curitiba.

O que estimulou a participação do gerente executivo do Instituto Compartilhar na Conferência Municipal de Juventude foi a possibilidade de contribuir com os jovens, de ajudá-los a entenderem melhor as dificuldades do esporte e de prepará-los para fazerem boas propostas. “Foi muito legal. Eu acho que a gente tem que escutar muito mais os jovens. A opinião deles e delas é fundamental para construir uma política esportiva mais justa”. E complementou: “essa energia é muito boa! Isso, para mim, é motivante”, declarou.

O objetivo do evento realizado pela Coordenação de Políticas Públicas de Juventude e Conselho Municipal de Juventude da SMELJ foi atualizar a agenda da juventude para o desenvolvimento do município, reconhecendo e potencializando as múltiplas formas de expressão juvenil, além de fortalecer o combate a todas as formas de preconceito. A maioria dos participantes do GT Direito ao Desporto e ao Lazer eram do Portal do Futuro, programa para jovens curitibanos que tem como objetivo transformá-los em verdadeiros protagonistas de construção coletiva na busca de melhor qualidade de vida.

Fotos: Divulgação IC.

Núcleo Taquara – Rio/RJ promove atividades animadas para os alunos do projeto Vôlei em Rede

Jogos integram os participantes e são oportunidades para a prática dos fundamentos técnicos do voleibol.

No dia 21 de julho, o Núcleo Taquara realizou um Festival de Minivôlei para marcar o encerramento das atividades do primeiro semestre do projeto Vôlei em Rede no Centro Integrado de Educação Pública (CIEP) Compositor Donga, local de realização das atividades do núcleo. Cerca de 40 alunos compareceram ao evento, se divertiram e trocaram experiências com os colegas das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei. Além dos jogos, sempre esperados pela garotada, a professora do núcleo, Fernanda May, promoveu uma atividade para estimular a cooperação entre as crianças e adolescentes.

O evento começou logo cedo com alguns alunos prontos para ajudar a professora na organização e decoração da quadra bem como para preparar a mesa do lanche. A diretora do CIEP Compositor Donga, Cristiane Pontes, esteve presente e conversou um pouco coma garotada. Cristiane ressaltou a importância do projeto Vôlei em Rede na vida dos alunos e revelou que, por meio das aulas de minivôlei, alguns alunos apresentaram melhoras de disciplina e nos estudos.

Alunos das categorias Mini 3x3, Mini 4x4 e Vôlei do Núcleo Taquara marcam presença no festival.

O festival foi dividido em dois momentos principais. Primeiramente, os alunos participaram de uma brincadeira chamada “Golfinho e Sardinhas” – semelhante ao “Pega-corrente” -, no qual as crianças e adolescentes optam entre soltar ou prender os seus colegas. “Busquei estimular o exercício da solidariedade e da cumplicidade nesta brincadeira, para ajudar a praticar estas e outras competências cooperativas em outros ‘oceanos’ da vida”, explicou a professora Fernanda.

Já no segundo momento, os alunos formaram equipes em suas respectivas categorias: Mini 3×3 e Mini 4×4. Os adolescentes da categoria Vôlei praticaram bastante a responsabilidade e a autonomia, já que exerceram as funções de árbitros e mesários para garantir o bom andamento dos jogos. Após o intervalo os papeis se inverteram: os alunos das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4 ficaram responsáveis por apitar os jogos e anotar as pontuações dos colegas da categoria Vôlei. O aluno Renan Warley, 15 anos, da categoria Vôlei adora os festivais e gostaria que tivesse mais vezes. “Por mim podia ter todas as aulas”, comentou. A colega Franciely da Silva, 13 anos, da categoria Mini 4×4, contou que, apesar de ficar um pouco nervosa, também gosta de participar. O Instituto Compartilhar incentiva a promoção de eventos nos núcleos também para que as crianças e adolescentes aprendam a lidar com as emoções, como a da aluna Franciely Ao final, todos os alunos foram premiados com medalhas.

Alunos ajudam na limpeza da quadra, organização do festival e exercitam os valores de cidadania ensinados no projeto.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Mais de 30 escolas do Rio de Janeiro/RJ aderem ao programa Muuvit, iniciativa do Instituto Compartilhar no Brasil

Gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar e coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill Braga, participa de reunião no dia 06 de julho com diretores e representantes de onze Coordenadorias Regionais de Educação, responsáveis pelas 33 escolas que irão desenvolver o Muuvit.

De maio para cá, o programa finlandês Muuvit teve avanços significativos no Rio de Janeiro. Só agora, em julho, o gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar e coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill Braga, esteve duas vezes na cidade para participar de reuniões importantes. No dia 6, se encontrou com diretores e representantes de onze Coordenadorias Regionais de Educação, responsáveis pelas 33 escolas que irão desenvolver o programa. Já no dia 20, foi a vez de estar com os professores, tanto os regentes como aqueles que lecionam as mais diversas disciplinas.

Em ambas as reuniões, Maxwill apresentou o Muuvit, plataforma online e gratuita voltada para crianças com idades entre 9 e doze anos, e o material utilizado para o programa (mapa da América do Sul, caderneta dos alunos e demais informativos). Além disso, os encontros foram oportunidades para esclarecimento de dúvidas e conversas sobre educação e as expectativas da implementação do programa nas escolas do Rio. O assistente da subsecretaria de ensino da Secretaria Municipal de Educação, Alexandre Rodrigues, marcou presença nos dois dias e se mostrou aberto para solucionar eventuais dificuldades das escolas como relacionados à informática, por exemplo.

Materiais do programa são enviados ao Rio.

“Fiquei muito satisfeito com o apoio da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e também do engajamento e o senso crítico dos professores, no sentido de perguntarem e participarem!”, afirmou contente o coordenador do Muuvit no Brasil. “Senti que a maioria está motivada e que eles gostaram bastante da proposta”, complementou. Os materiais impressos já foram enviados ao Rio para que as escolas iniciem as atividades do programa em agosto e prossigam até o final do ano. Maxwill continuará dando apoio a elas, via plataforma.

No dia 20, Maxwill encontra os professores e explica como o Muuvit funciona.

Tudo começou em maio, com uma reunião com a Secretária Municipal de Educação, Helena Bomeny, o cofundador do Muuvit e coordenador dos projetos internacionais, Mika Merikanto, o gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando – e a vice-cônsul da embaixada da Finlândia, Päivï Tuomi. “A expectativa é que o Muuvit ainda vá expandir bastante, com o apoio do Muuvit internacional, da Embaixada da Finlândia e da Prefeitura do Rio”, disse Maxwill.

Muuvit, iniciativa do Instituto Compartilhar no Brasil, estimula a prática de atividades físicas em crianças ao mesmo tempo em que diverte e promove conhecimentos de aritmética, cultura, geografia humana, turismo, saúde, culinária, idiomas, técnicas de comunicação não-violenta e muito mais (muuvit.com/brasil).

Parceiros do Muuvit no Brasil: aporte financeiro da Embaixada da Finlândia, com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Rede Esporte pela Mudança Social (REMS).

Fotos: Divulgação IC. 

Festival Vôlei em Rede no Parque: pela primeira vez, Instituto Compartilhar promove evento aberto ao público no Rio de Janeiro/RJ

A paisagem atraente da Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio de Janeiro, foi palco do Festival Vôlei em Rede no Parque do Instituto Compartilhar. O evento, aberto ao público, teve como objetivo proporcionar uma manhã agradável aos moradores e turistas da região que passavam pelo local no sábado, 18 de julho. É claro que, apesar da não obrigatoriedade, muitos professores e alunos dos Núcleos Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede foram conferir o festival e até levaram alguns familiares para participar dos jogos. Para quem gosta do esporte, de se reunir com os amigos e de estar em contato com a natureza, foi um prato cheio.

Mesmo com a divulgação local e convite para entrar nas várias quadrinhas de minivôlei espalhadas pelo extenso gramado, os cariocas se mostraram um pouco tímidos. Alguns até arriscaram umas partidas de voleibol, mas a grande maioria das equipes foi formada pelas crianças e adolescentes do projeto. Professores dos núcleos Coelho Neto, Deodoro, Inhaúma, Penha, Rio Comprido, Taquara, Tijuca e Vigário Geral, além do analista de projetos Vinícius Petrunko e das coordenadoras Mariana Cochrane e Renata Régis, compareceram no evento e deram força na organização.

Paisagem da Quinta da Boa Vista deixa o evento ainda mais agradável para estar com a família e os amigos.

Como o parque era grande, aconteceu de tudo: enquanto algumas pessoas jogavam, outras faziam piquenique, desciam morro abaixo (como se a grama fosse um escorregador natural), passeavam em torno do lago ou simplesmente ficavam conversando e assistindo aos jogos. “Foi um dia extremamente gratificante, pois desde a saída da escola, eu e os alunos estávamos felizes por participar dessa atividade. Gostei muito de ver os alunos interagindo com pessoas de outras escolas de maneira harmônica”, observou o professor de história da Escola Municipal Ceará, Luiz Paulo de Lima.

Para o aluno do Núcleo Inhaúma, Ygor Santos, 12 anos, da categoria Mini 3×3, o festival foi diferente: “foi maneiro eu poder conhecer outros núcleos em um lugar bonito como a Quinta. Adorei jogar na grama e o lugar”, contou satisfeito. A colega do mesmo núcleo, Bianca dos Reis, 13 anos, da categoria Mini 4×4, revelou contente: “sábado foi ótimo para mim! Me diverti demais, mais do que eu imaginava! Fiz amizades enquanto eu jogava”.

Profissionais do Instituto Compartilhar acompanham tudo de perto.

Durante o evento, profissionais do Instituto Compartilhar puderam divulgar o trabalho da entidade para as pessoas que passaram pela Quinta da Boa Vista. Só na cidade existem 15 núcleos do projeto Vôlei em Rede, todos sediados em escolas municipais. “Os alunos adoraram, jogaram até cansar e se divertiram para valer. Esperamos ansiosamente pelo próximo. Gostamos muito!”, avaliou Roberto. Ao final, houve distribuição de brindes dos núcleos e do Instituto Compartilhar.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Núcleo Ilha do Governador – Rio/RJ promove Festival de Minivôlei para encerramento das atividades do primeiro semestre

Alunos das categorias Mini 3x3 e Mini 4x4 aproveitam festival de minivôlei para trocar experiências com os colegas.

O Núcleo Ilha do Governador encerrou as atividades do primeiro semestre deste ano de maneira muito divertida.  O professor Antônio de Freitas promoveu, no dia 17 de julho, um Festival de Minivôlei para os alunos das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4 na Escola Municipal Leonel Azevedo, sede das aulas do projeto Vôlei em Rede. As coordenadoras dos Núcleos Rio/RJ Renata Regis e Mariana Cochrane acompanharam tudo de perto. A diretora da escola, Valéria Martins, também esteve presente e demonstrou estar contente com as atividades esportivas. Mesmo com o fim do semestre letivo, cerca de 30 alunos compareceram ao evento.

Depois da execução do Hino Nacional Brasileiro e realizar a escolha das equipes, os alunos tomaram café da manhã, com lanches levados por eles mesmos. “Eles fizeram questão de trazer um bom, farto e saboroso café da manhã””, contou o professor do núcleo.O evento foi composto por várias partidas de voleibol entre os alunos presentes. Ao final do festival, todos foram premiados com medalhas. De acordo com Antônio, durante as atividades as crianças e adolescentes praticaram os valores ensinados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia. Tudo transcorreu num clima de harmonia e muito empenho dos alunos para conquistar as belas medalhas”, concluiu o professor.

Com medalhas no peito, garotada posa para a foto junto às coordenadoras dos Núcleos Rio/RJ, Mariana Cochrane e Renata Regis.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Todo mundo sai ganhando com o Festival de Minivôlei realizado pelo Núcleo Londrina/PR

Evento promove integração entre alunos do colégio e do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

No dia 17 de julho, a atração principal do Colégio Estadual Professora Olympia Morais Tormenta foi o Festival de Minivôlei organizado pelo Núcleo Londrina. Durante os jogos, alunos do colégio e das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná entraram em quadra juntos. Claro que o resultado só poderia ser diversão e troca de experiências. Até a direção do colégio entrou no clima do evento, liberou algumas turmas para a atividade esportiva e presenteou a garotada com pipoca doce.

Para os alunos do colégio, sede das aulas de minivôlei, foi um dia diferente. Já para os participantes do projeto, o evento foi uma oportunidade de treinar as habilidades técnicas do esporte e mostrar que sabem praticar valores de cidadania, principalmente o respeito e a responsabilidade. Isso porque a garotada do Núcleo Londrina deu um show, não apenas em quadra, mas também na organização do evento.

Crianças e adolescentes praticam a modalidade e recebem auxílio dos alunos do projeto para realizar os movimentos técnicos do voleibol.

Os alunos do projeto colocaram a mão na massa. Realizaram a divulgação, a montagem e desmontagem das quadras, o monitoramento dos jogos e até deram orientações aos participantes, tanto para a execução dos fundamentos técnicos do voleibol como nos aspectos táticos de jogo. Além de tudo isso, apresentaram aos participantes os valores trabalhados em cada categoria na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. “Coube a mim (professor) trabalhar como mediador nas situações em que era necessária a intervenção, mas na grande maioria das ações foram os alunos os responsáveis pelo evento e tomada de decisões”, afirmou Osvaldo Nascimento, professor do núcleo.

Todos puderam desfrutar das quadrinhas por meio de um revezamento entre os participantes. Como em cada uma delas muda a quantidade de integrantes, a garotada se divertiu com colegas diferentes em equipes distintas. A aluna do colégio, Verônyka Roberta de Carvalho, gostou de participar do evento organizado pelos alunos do projeto. De acordo com ela, o festival estava organizado e tinha bastante crianças e adolescentes para jogar.

Jogos divertem participantes.

Por outro lado, a aluna do projeto Heloísa Honório, 11 anos, da categoria Mini 3×3, disse que além de fazer novas amizades, o evento foi legal porque seus colegas do Núcleo Londrina ajudaram aqueles que tinham dificuldades técnicas e táticas do voleibol. “Sempre é bom ter festivais no núcleo, pois motivam os alunos do projeto e oportunizam aqueles que não têm aulas de vôlei na educação física da escola a praticar pelo menos um pouco da modalidade e conviver com as situações de jogos, que eles gostam muito”, concluiu Osvaldo.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Núcleo Guaratuba/PR promove Gincana Cultural para cerca de 470 crianças, adolescentes e professores

Participantes criam músicas funk sobre o Colégio Joaquim da Silva Mafra e a Gincana Cultural.

A Gincana Cultural realizada pela professora de educação física do Núcleo Guaratuba, Cássia Graciotto, deu o que falar no Colégio Estadual Joaquim da Silva Mafra, sede das aulas de minivôlei da cidade. Cerca de 470 crianças, adolescentes e professores de diversas disciplinas participaram da brincadeira realizada no dia 17 de julho, durante a Semana de Integração Escola Comunidade. Na oportunidade, os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná exerceram na prática os valores cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol e em um contexto diferente do que estão acostumados, ou seja, fora das quadras.

Ao todo foram formadas sete equipes, cada uma delas com integrantes de idades diferentes, divididas pelas cores azul claro, azul escuro, verde claro, verde escuro, lilás, branco e rosa, esta última formada apenas por alunos do projeto. Para promover a integração – principal objetivo da gincana -, a distribuição das faixas coloridas foi feita dentro das salas de aulas e, ao tocar o sinal, todos seguiram em direção ao pátio para encontrar os colegas e os professores que estavam na mesma equipe. Neste momento, o colégio já estava tomado de alegria e empolgação e prosseguiu assim até o fim.

Cerca de 470 crianças, adolescentes e professores participam das brincadeiras organizadas pelo Núcleo Guaratuba.

A gincana foi composta por 22 provas. A maioria delas envolveu conhecimento gerais, de filmes, desenhos e cantores. Os alunos do projeto auxiliaram a professora Cássia recolhendo as respostas das provas de cada equipe e tabulando resultados.  O último desafio da garotada foi criar uma música de funk sobre o Colégio Joaquim da Silva Mafra e a Gincana Cultural. O objetivo foi criticar as letras pejorativas deste estilo musical e, ao mesmo tempo, mostrar outras que são compostas por conteúdos educacionais, como é o caso da música “Não foi Cabral”, que questiona a história do descobrimento do Brasil.

O professor de ciências do colégio, José Sobrinho, aprovou a atividade recreativa e confirmou que o evento atingiu o objetivo principal: “a integração entre os alunos e os professores ocorreu de maneira expressiva”. José explicou que muitas das crianças e adolescentes presentes não conversavam com os educadores e, após a gincana, passaram a se relacionar melhor. A professora Cássia destacou outro ponto importante: o clima de competição entre as equipes não se sobrepôs ao respeito entre elas. “Todos competiram pelo prêmio, mas aplaudiram a vitória das outras equipes”, afirmou.

Equipes campeãs são premiadas com squezees e mochilinhas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, camisetas da fanfarra do colégio e muitos doces.

Quanto aos alunos do Núcleo Guaratuba, da equipe rosa, Cássia observou que estavam animados do início ao fim da gincana e que o evento possibilitou que eles praticassem os valores ensinados nas aulas de minivôlei. “As três turmas do projeto trabalharam como uma grande equipe”, avaliou. Os campeões da gincana ganharam uma cesta de prêmios, que continha squezees e mochilinhas do projeto, camisetas da fanfarra do colégio e muitos doces.

Fotos: Divulgação IC.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Integração entre os núcleos Rio Comprido e Tijuca no Rio de Janeiro diverte alunos do projeto Vôlei em Rede

Torcida e jogadores agitam a tarde no Núcleo Rio Comprido.

O encerramento do semestre de alunos e alunas do Núcleo Rio Comprido foi divertido e muito diferente, pois eles receberam a galerinha do Núcleo Tijuca para uma tarde inteira de jogos e integração. As professoras do projeto Vôlei em Rede, Eliane Mattar e Tatiana Costa respectivamente, prepararam tudo para o dia ser bom e para que os alunos fiquem com vontade de voltar logo às aulas, após o recesso. A coordenadora dos Núcleos Rio/RJ, Renata Régis, acompanhou o evento.

Alunos dos dois núcleos trocam de medalhas de participação entre si.

Primeiramente, as crianças da categoria Mini 3×3 se dividiram nas várias miniquadras montadas e assim todos puderam revezar e se divertir. Já no momento dos jogos da categoria Mini 4×4, apenas uma quadra foi montada, roubando toda a atenção da garotada presente no dia. “Quando tem uma quadra só todos ficam ansiosos para entrar e mostrar suas habilidades”, avalia a professora do Núcleo Tijuca, Tatiana Costa. Para alguns, o evento ficou como uma ótima recordação: “Eliane, foi muito bom! Adorei ter participado do meu primeiro festival”, relata para a professora, o animado aluno da categoria Mini 3×3, Filipe de Oliveira, 12 anos.

Ao final, os participantes foram enfileirados e trocaram medalhas de participação entre si. Um grande momento de integração e amizade. Os anfitriões ainda prepararam um lanche que encerrou o dia cheio de emoções e brilhos nos olhos. “Adorei tudo!”, resume o aluno do Núcleo Rio Comprido, da categoria Mini 4×4, Thiago Furtado, 15 anos.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC