Festival de Minivôlei do Núcleo Natal/RN, do projeto Vôlei em Rede, reúne cerca de 170 pessoas

Alunos do projeto Vôlei em Rede e do Natal Volley Club participam de Festival de Minivôlei promovido no dia 23 de agosto.

O Natal Volley Club, sede do projeto Vôlei em Rede no estado do Rio Grande do Norte, recebeu cerca de 170 pessoas no dia 23 de agosto, sábado. O motivo foi o Festival de Minivôlei para as crianças e adolescentes do projeto e do próprio Natal Volley Club, instituição referência no ensino do voleibol no nordeste do Brasil e parceira do Instituto Compartilhar. O evento aconteceu no período da manhã com a presença dos pais e responsáveis dos alunos, profissionais e ex-alunos do Vôlei em Rede.

Breno e Suzet Cabral, proprietários do Natal Volley Club (instituição parceira do Instituto Compartilhar) aproveitam o evento junto as crianças e adolescentes.

Participaram do festival 21 equipes da categoria Mini 2×2 (9 e 10 anos), 11 equipes da categoria Mini 3×3 (11 e 12 anos) e seis equipes das categorias Mini 4×4 (13 anos) e Vôlei (14 e 15 anos). As crianças e adolescentes puderam aproveitar a oportunidade para praticar o que aprenderam com o voleibol, conhecer os colegas que também praticam a modalidade, interagir e se divertir com eles. Houve, ainda, lanche e entrega de medalhas aos participantes.

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC

Núcleo Protásio Alves/RS promove Festival de Minivôlei

Alunos de turmas diferentes jogam juntos nas quadras de minivôlei.

A diversão tomou conta do Núcleo Protásio Alves/RS do projeto Vôlei em Rede no dia 22 de agosto. O Festival de Minivôlei realizado no Ginásio Municipal Caetano Peluso reuniu cerca de 70 alunos para jogarem várias partidas de voleibol. Na oportunidade, as crianças puderam praticar o que a professora de educação física do núcleo, Elizangela Stella, ensinou durante as aulas, como as técnicas do esporte e valores como cooperação.

No início do evento, uma das turmas da categoria Mini 2×2 apresentou um teatro aos demais colegas, que deixou o festival ainda mais animado. Espetáculos como estes são maneiras descontraídas de treinar aparições em público e perder a timidez. Os jogos de voleibol também foram

Festival de Minivôlei, realizado no dia 22 de agosto, é uma oportunidade para a prática da modalidade e de valores.

estimulantes e proporcionaram a integração e formação de amizades entre alunos de turmas diferentes do projeto. A professora Elizangela ficou contente com o festival: “foi gratificante! Ali pude ver o resultado do trabalho realizado!”.

Parceira do Núcleo Protásio Alves/RS: Prefeitura Municipal de Protásio Alves.

Fotos: Divulgação IC. 

Começam as atividades do Festival InterAgindo de Campinas/SP

Alunos dos núcleos Boa Vista e São Marcos aproveitam juntos o Festival InterAgindo do ano passado.

Crianças e adolescentes dos cinco Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede participam de mais uma edição do Festival InterAgindo. O evento é conhecido por proporcionar jogos de vôlei e diversão aos alunos de dois núcleos diferentes, além de favorecer a formação de novas amizades e a troca de experiências com colegas que praticam a mesma modalidade esportiva. O Festival InterAgindo acontece nos dias 19, 20, 26, 28 de agosto e 02 de setembro para todas as categorias, Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei.

Durante este período, as crianças e adolescentes dos cinco Núcleos Campinas vão se revezar e conhecer o local de aula de outros colegas. Serão ótimas oportunidades para colocar em prática os valores ensinados durante as aulas, como cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia.

Evento proporciona jogos de voleibol, trocas de experiências, diversão e novas amizades.

De acordo a analista de projetos do Instituto Compartilhar, Kátia Keller, a existência dos cinco núcleos na cidade facilita a troca de experiências e a organização de eventos como este. Kátia reforçou, ainda, a importância da coordenadora do projeto em Campinas (indicada pela Prefeitura), Sandra Morello, na condução do evento. O festival foi planejado de acordo com o número de turmas e categorias existentes em cada um dos núcleos.

O Núcleo São Marcos é quem abre o evento e recebe, no dia 19, os alunos do Núcleo São Cristóvão. No dia 20, é a vez do Núcleo São Domingos ser anfitrião do festival para os jogos que acontecerão com o Núcleo São Marcos. O Núcleo São Cristóvão participará das atividades no dia 26, quando recebe a garotada do Núcleo São Domingos. Já o Núcleo São Vicente receberá, no dia 28, os alunos do Núcleo Boa Vista, onde será encerrado o festival, em 02 de setembro. Neste último dia os jogos serão com os alunos do Núcleo São Marcos.

A Prefeitura Municipal de Campinas, parceira do projeto Vôlei em Rede na cidade, será responsável por ceder o transporte às crianças e adolescentes. Kátia revelou que o evento envolverá cerca de 400 alunos. “O Festival InterAgindo é uma forma de motivar as crianças e adolescentes a continuarem frequentando as aulas de voleibol. Além disso, eles podem praticar o que aprenderam com os professores e interagir com outros colegas”, explicou a analista.

Atletas da equipe de voleibol da Brasil Kirin participam do evento entre os núcleos São Marcos e São Vicente, em 2013.

Apesar de ser a segunda vez que o Festival InterAgindo acontece, para muitos alunos esta é a primeira experiência de sair da própria escola e conhecer núcleos diferentes. No ano passado o evento proporcionou momentos incríveis, inclusive ao lado da equipe masculina adulta de voleibol da Brasil Kirin, com integrantes da comissão técnica e jogadores participando de bate-papo com a garotada e até entrando nas quadras. Isso porque a empresa é, além de patrocinadora da equipe, é parceria do Instituto Compartilhar em Campinas. Houve muitas atividades de integração que facilitaram a aproximação e amizades entre os participantes. A expectativa é que, neste ano, o evento seja ainda mais divertido.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas e Brasil Kirin.

Fotos: Divulgação IC 

Núcleo Pato Branco organiza Festival de Minivôlei para os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e convidados de escolas da região

Festival oportuniza a prática do vôlei entre alunos de diferentes colégios de Pato Branco/PR.

Os alunos do Núcleo Pato Branco do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná tiveram um dia animado com as crianças e adolescentes dos colégios estaduais La Salle e Carmela Bortot. Eles se reuniram em um sábado, 16 de agosto, para participarem do Festival de Minivôlei das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4, que aconteceu no Colégio Estadual de Pato Branco – sede das aulas de minivôlei do projeto. O festival contou com o apoio da escola e do Núcleo Regional de Educação, que cedeu medalhas aos alunos.

A professora de educação física do núcleo, Simone Pastorello, cuidou para que tudo ocorresse dentro do planejado e logo no início do encontro explicou como as atividades seriam realizadas. Ela também contou aos pais, responsáveis e alunos convidados um pouco mais sobre o projeto. Em seguida, começaram as partidas de vôlei com equipes mistas, formadas por integrantes dos três colégios. Apesar de gerar um desconforto nos alunos pela formação da equipe com pessoas que não se conheciam, esta estratégia deu certo para os alunos praticarem o respeito às diferenças e trocar experiência.

Alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná formam equipes com colegas que não frequentam as aulas de minivôlei.

A garotada aproveitou para fazer novas amizades, além, é claro, de treinar as habilidades aprendidas com o esporte. De acordo com a professora, os alunos praticaram os valores cooperação e respeito muito bem, inclusive ao se cumprimentarem antes e ao final dos jogos. O aluno da categoria Mini 4×4 do projeto, Angelo Augusto Godois, ficou satisfeito com o evento: “todos puderam jogar com respeito, companheirismo e espírito de equipe. O nível técnico dos jogos também foi muito bom. Foi muito divertido, fiz novos amigos e pude fazer algo que eu adoro, que é jogar vôlei”.

Alguns adolescentes mais experientes e ex-alunos acompanharam o festival, ajudaram na organização e ficaram responsáveis pela arbitragem. “O projeto deveria acontecer nas outras escolas estaduais. Onde eu estudo não tem projeto de vôlei e nós não temos onde treinar. No ano que vem quero vir estudar aqui para treinar vôlei”, desabafou Gabrieli Gagliassi, 13 anos, aluna convidada do Colégio Carmela Bortot.

A mãe da aluna Letícia Manosso, 12 anos, da categoria Mini 3×3, Sandra Manosso, acompanhou o festival e contou a importância que o projeto tem para ela e sua família: “percebo que minha filha, depois de entrar no projeto, compreende melhor as questões relacionadas a horários, disciplina e convivência em grupos maiores além da escola. O projeto é lindo e precisa ser mantido”. Outros participantes também reconheceram os benefícios do esporte na mudança positiva de comportamento de quem o pratica e elogiaram o trabalho desenvolvido pela professora Simone.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Pais e responsáveis participam junto aos filhos do Festival de Minivôlei do Núcleo Ponta Grossa/PR

Homenagem ao Dia dos Pais alegra participantes do evento.

O frio e a chuva que caía no interior do Paraná no sábado, 16 de agosto, atrapalhou um pouco o Festival de Minivôlei dos alunos do Núcleo Ponta Grossa, mas não desanimou os participantes. Eles acordaram cedo e se reuniram com os amigos no Colégio Linda Bacilla – sede das aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. Além da expectativa para os jogos das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4, era dia de festejar o Dia dos Pais que aconteceu no domingo, 10 de agosto. Além dos pais e responsáveis das crianças e adolescentes, estavam presentes os alunos da categoria Vôlei e alguns ex-alunos.

O evento teve início com a apresentação das equipes, previamente definidas. Depois, os alunos realizaram uma homenagem aos pais, com entrega de camisetas e apresentação de cartazes com bonitas mensagens, fotos e desenhos que demonstravam amor e carinho pelos responsáveis. Inspirado no filme “Corajosos”, o professor de educação física do núcleo, Evaldo de Godoy, aproveitou o momento para conversar com os participantes sobre a importância da família na educação e formação de cada um.

Pais e responsáveis entram no clima do festival e entram nas quadras junto com os alunos.

Em seguida, iniciaram os jogos. Algumas equipes contaram com a participação dos familiares e para aumentar a quantidade de times da categoria Mini 4×4, o professor Evaldo permitiu que os alunos convidassem colegas da categoria Vôlei, que além de colaborarem com as partidas, ajudaram na organização e arbitragem do festival. Os jogos de voleibol só pararam para o lanche, suco e bolacha cedidos pelo colégio e chocolate. Com bastante energia e entusiasmo, os alunos retornaram às quadras para aproveitar os últimos momentos do festival.

“Houve um bom aproveitamento e experiência para os alunos do Mini 3×3 e Mini 4×4, tanto no aspecto técnico quanto motivacional, pelo fato de estarem jogando com pessoas diferentes em um ritmo de jogo com mais intensidade. A situação de jogo era constante, aspecto que promove o sentido coletivo de jogar, desenvolvendo a movimentação e ocupação dos espaços, situação que não ocorre de forma constante e com a mesma intensidade nas aulas”, explicou o professor do núcleo.

Evento é uma oportunidade para a troca de experiências no esporte.

Para as amigas Bruna Veiga, Brenda Caetano e Deverly Marin, 11 anos, da categoria Mini 3×3 o evento superou as expectativas. Para as meninas foi muito gratificante ter os pais e responsáveis presentes para assistirem e jogarem junto com os alunos. Evaldo destacou, ainda, a motivação dos pais durante o festival e disse que eles foram muito gentis. Secaram as quadras (devido ao tempo chuvoso), apoiaram as atividades, serviram o lanche e incentivaram as crianças e adolescentes ao jogarem voleibol com elas.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Equipes do Instituto Compartilhar e Pares se reúnem para acompanhamento do Planejamento Estratégico Participativo

Em reunião no escritório do Instituto Compartilhar, equipe revisa as novidades do PEP.

Na quarta-feira, 13 de agosto, oito pessoas da equipe administrativa do Instituto Compartilhar que participaram da elaboração do Plano de Ação do Planejamento Estratégico Participativo (PEP) da instituição em fevereiro se reuniram com a Pares, consultoria em gestão, em Curitiba para discutir os resultados já alcançados. O encontro aconteceu no escritório administrativo do Compartilhar, e as consultoras aproveitaram para conhecer o Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e ver, na prática, a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

 

No final de 2013, o Instituto Compartilhar iniciou o processo do PEP com o objetivo de melhorar o que vem sendo feito e pensar em novos desafios. Entre outubro e dezembro foram feitas pesquisas com equipe interna, parceiros e lideranças da sociedade para elaboração dos diagnósticos interno e externo. Em seguida, em fevereiro deste ano, por meio de muita discussão mediada pela Pares, foi estabelecido o Plano de Ação para 2014 e 2015.

 

No Núcleo Central, as consultoras Marina de Oliveira e Cristiane Fornazier foram recebidas pelos alunos, professores Alexandro Martins e Rosana Rocha, além do coordenador pedagógico do projeto, Josmar Coelho.

Desde então, os líderes das diversas áreas do Compartilhar trabalham focados em concluir ações para que os objetivos e metas sejam cumpridos. A Reunião de Acompanhamento motivou ainda mais os participantes que receberam a resposta positiva da Pares quanto a conclusão das ações e evolução do Instituto Compartilhar.

 

Durante a tarde, Marina de Oliveira e Cristiane Fornazier da Pares, foram recebidas no Núcleo Central pelo coordenador pedagógico do projeto, Josmar Coelho, que apresentou a estrutura de aula e ainda arriscaram alguns fundamentos do voleibol. Lá, os alunos ensinaram as consultoras alguns pontos chave da metodologia e elas viram como os valores são trabalhados em todos os momentos da aula. “Amei visitar o projeto. Faz muita diferença quando conhecemos mais de perto. E foi muito legal interagir, mesmo que pouquinho, com as crianças e mães”, revela Cristiane.

 

Alunos ensinam fundamentos do voleibol às consultoras.

Fotos: Divulgação IC e Pares

Em Guaratuba, alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná se divertem com colegas que praticam atletismo

Brincadeira diverte participantes do evento “Não importa o esporte, o importante é o movimento!”.

“Não importa o esporte, o importante é o movimento!”. Esse foi o tema do evento realizado pela professora de educação física, Cássia Graciotto, para os seus alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná – do Instituto Compartilhar – e do Projeto de Atletismo, ambos sediados pelo Colégio Estadual Joaquim da Silva Mafra, em Guaratuba. O encontro entre a garotada aconteceu no dia 02 de agosto, sábado, quando aconteceram jogos, atividades recreativas e brincadeiras que contemplaram as duas modalidades esportivas. O clima era de alegria e integração entre os participantes.

Além de incentivar a prática de atividades físicas, o objetivo do evento era unir as crianças e adolescentes para que eles pudessem conhecer um pouco da realidade de cada projeto e também estimular a reflexão sobre a importância da prática esportiva. Assim, a pedido da professora, os alunos formularam frases que respondiam a seguinte questão: “Esporte? Para quê?”. Cássia gostou bastante do envolvimento deles com o exercício e no final do encontro premiou quatro alunos que tiveram as frases mais votadas por eles mesmos. “Fiquei encantada com as frases!”, disse a professora entusiasmada. Durante o evento, Cássia também reforçou os valores cooperação e amizade, ensinados durante as suas aulas.

Alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol e do Projeto de Atletismo se divertem juntos nas quadras de voleibol.

Para aquecer, as crianças e adolescentes iniciaram as atividades práticas de maneira bem descontraída com corrida, brincadeiras e diversão. Em seguida foram para as quadras de voleibol das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei, onde jogaram várias partidas do esporte e ainda auxiliaram na arbitragem dos jogos. Na oportunidade, a garotada do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná aproveitou para proporcionar aos colegas do atletismo uma experiência diferente. “O esporte é muito importante para mim, espero sempre praticar”, revelou a aluna do atletismo, Vanil Gabriela dos Santos.

Paralelamente aos jogos acontecia outra atividade. Uma brincadeira bem semelhante ao “caçador”, mas com uso de cones, que os alunos do atletismo adoram. As crianças e adolescentes do voleibol participaram e deram boas risadas com os colegas. “A atividade agradou tanto que formou fila de espera!”, contou Cássia. Depois da parada para o lanche, os participantes do evento ficaram sabendo quem foram os vencedores das melhores frases. O momento foi de bastante ansiedade e alegria.

Evento proporciona integração e troca de experiências entre crianças e adolescentes praticantes de modalidades esportivas diferentes.

A mensagem criada por Anna Beatriz Lobo, 13 anos, da categoria Vôlei, foi eleita pelos colegas, professores e funcionários da escola como a melhor. Ela escreveu: “o esporte não é apenas para ser praticado e sim sentido, pois o que adianta fazer algo se não é com amor? O esporte não é apenas uma desculpa para sairmos de casa e sim um jeito de interagirmos. Portanto, não julgue-o antes de saber a verdadeira importância e o verdadeiro significado que ele tem!”. Ana ganhou da professora uma pizza de um restaurante da cidade e comemorou a vitória junto com as amigas. Os colegas responsáveis pelas outras três melhores frases ganharam caixas de bombom.

Ao final, Cássia entregou uma lembrancinha aos alunos, um imã de geladeira feito com pregadores de roupa e criado por ela mesma. Por meio de uma pesquisa, a professora descobriu que todos gostaram de unir os alunos dos dois projetos no mesmo evento. O professor de matemática da escola, Jeferson da Silva, também esteve por lá: “quem diria, sabadão pela manhã e nós aqui batendo uma bolinha com os alunos e ex-alunos. O projeto nos aproxima tal qual um afetuoso abraço”, disse contente.

Parceiros dos Núcleos Interior/PR: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Presidente da Brasil Kirin e comissão técnica da equipe masculina de voleibol de Campinas/SP visitam núcleo do projeto Vôlei em Rede

Núcleo São Domingos do projeto Vôlei em Rede recebe visita do presidente da Brasil Kirin, Gino Di Domenico, e da comissão técnica da equipe masculina de voleibol de Campinas.

A visita especial do presidente da Brasil Kirin, Gino Di Domenico, e da comissão técnica da equipe masculina adulta de voleibol de Campinas surpreendeu a garotada do projeto Vôlei em Rede, Núcleo São Domingos. O encontro com os alunos aconteceu no dia 21 de julho e foi uma oportunidade para conversar sobre o projeto e a importância da prática de esportes. O embaixador da equipe, Maurício Lima, e o coordenador técnico, André Heller, ambos ex-atletas e campeões olímpicos, ainda jogaram algumas partidas de voleibol com os alunos. O supervisor Fernando Maroni também estava presente e acompanhou tudo de perto.

Além de patrocinar a equipe de voleibol de Campinas, a empresa especializada em bebidas também apoia os Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede do Instituto Compartilhar, situados em escolas municipais da região. Para o professor Ivanir Giovanoni, o encontro foi bem positivo. Ele ressaltou a participação do presidente da Brasil Kirin e afirmou: “ele foi muito atencioso com todos na escola”. Ivanir também considerou importante a troca de experiências do esporte dentro das quadras.

Maurício Lima e André Heller, ex-atletas e campeões olímpicos, se divertem com os alunos.

Para os adolescentes, o momento proporcionou situações únicas e muita diversão. “Os jogadores são muito grandes. Como é que eu consegui jogar com eles?”, se perguntou o aluno Anderson Filho, 13 anos, da categoria Vôlei. O colega de turma Pedro Rodrigues, 13 anos, também ficou admirado com o tamanho dos atletas: “a primeira bola que eu cortei, já levei um bloqueio. Assim não dá!”, desabafou. Ao final, os alunos ganharam brindes da Brasil Kirin, minibolas de voleibol.

“É muito bom poder contar com a visita do presidente, que tem uma agenda super complicada! Além de motivar a todos, é um sinal da importância que o trabalho do Compartilhar tem para a empresa”, ressaltou o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento.

Fotos: Divulgação IC.

Dia do Amigo rende atividade divertida no Núcleo Guaratuba/PR

Dia do Amigo: alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná escrevem as principais qualidades positivas dos colegas.

O Dia do Amigo, comemorado no Brasil em 20 de julho, não passou em branco no Núcleo Guaratuba do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. A professora Cássia Graciotto aproveitou a data especial para realizar uma atividade de valores na segunda-feira, 21 de julho. Cerca de 40 alunos participaram de um bate-papo e brincadeira sobre amizade e gostaram bastante.

Reunidos em círculo, Cássia iniciou uma conversa agradável com a garotada sobre a importância que os amigos têm na vida das pessoas. Juntos chegaram à conclusão de que é essencial o respeito às diferenças e aos defeitos dos companheiros nas relações de amizade, assim como o reconhecimento das qualidades.

Atividade proporciona surpresas e diversão.

Durante o bate-papo, a professora ressaltou que os amigos podem mudar com o tempo, pois amadurecem e começam a enxergar as coisas de outras maneiras. Disse, ainda, que muitos permanecem para a vida toda e contou aos seus alunos que possui amigas há 25 anos. Coincidência ou não, elas se conheceram na escola, aos 12 anos de idade, jogando vôlei, assim como a garotada do projeto.

Em seguida os alunos receberam folhas com fitas dupla face e se ajudaram para grudá-las nas costas de cada um. A missão deles era escrever nos papeis dos colegas a qualidade que mais chamava atenção neles, sem que eles vissem, com o objetivo de reconhecer as características positivas dos participantes. “A atividade foi mais motivante do que imaginei! Todos estavam empolgados em poder escrever sobre seus colegas e curiosos para saber o que escreviam sobre eles”, relatou Cássia.

Professora Cássia Graciotto entrega pirulito superamigo aos participantes da comemoração.

A brincadeira rendeu mais uma conversa descontraída, quando a professora explicou um pouco sobre outro valor praticado nas aulas, a autoestima. No momento final da atividade os alunos leram o que os colegas escreveram sobre eles, deram muitas risadas, fizeram expressões de felicidade e de surpresa.

O esporte proporciona integração, diversão e amizade entre as crianças e adolescentes e isso ficou evidente na comemoração do Dia do Amigo do Núcleo Guaratuba. Como sempre, a professora Cássia Graciotto foi criativa e dedicada e entregou aos seus alunos lembranças bem criativas: pirulitos decorados de superamigos.

Parceiros dos Núcleos Interior/PR: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Educação em jogo: além de fazer bem à saúde, o esporte pode ajudar tanto nas relações sociais quanto no desenvolvimento de valores e da autoestima

Manuel Evaristo morava em uma casa de pau-a-pique coberta com palha de coqueiro no interior do Rio Grande do Norte. Dormia na rede e, para ajudar nas despesas, vendia cocada. Em uma corrida de rua, sem treino ou preparo físico, o garoto de 11 anos de pés descalços chamou a atenção de Magnólia Figueiredo, campeã olímpica potiguar de atletismo, que logo tratou de levá-lo para treinar profissionalmente em Natal. Manuel Evaristo cresceu, tornou-se campeão, foi medalhista brasileiro de atletismo e hoje, aos 49 anos, dedica-se a resgatar jovens das ruas de Brasília. “Se não fosse o esporte, eu sequer estaria vivo”, acredita o treinador, que faz pelos outros o que um dia alguém fez por ele.

À frente do Instituto Joaquim Cruz, Evaristo já treinou cerca de 250 atletas, mudou o destino de adolescentes que viviam na delinquência e vibra ao ver um garoto que andava armado hoje estudando e trabalhando. “O esporte é um simulacro, uma ótima analogia da vida”, analisa Renato Miranda, professor da Faculdade de Educação Física e Desportos da Universidade Federal de Juiz de Fora e consultor de atletas. Autor de dois livros sobre o desempenho humano através do esporte, ele afirma que a postura do educador é determinante, destacando o conhecimento, a autoridade, a educação e a autodisciplina, qualidades essenciais para a obtenção de bons resultados em qualquer matéria.

Ex-técnico de basquetebol e professor aposentado da USP, Dante De Rose Júnior aponta alguns ensinamentos que o educador pode aprender com o esporte. “Muitas vezes, o professor de sala de aula não dá abertura para o aluno se manifestar”, observa. “No esporte existe autoridade, mas exercer autoridade não significa ser autoritário. Vejo professores exigindo respeito quando, na verdade, tem de ser conquistado”, conclui.

Um jogo de equipe
Mestre em pedagogia do movimento humano pela Escola de Educação Física e Esporte da USP, Paula Korsakas explica que a prática esportiva pode auxiliar na educação porque está impregnada de valores, códigos éticos e morais. Porém, não se trata de uma relação automática, e sim de algo que se constrói ao longo da vida. “Se o esporte, de fato, tivesse a capacidade de educar por si só, teríamos apenas exemplos de cidadania entre os atletas, mas sabemos que não é bem assim”, alerta.

No papel de coordenadora do Programa de Desenvolvimento Humano pelo Esporte (PRODHE), do Centro de Práticas Esportivas da USP, Paula coloca em prática fundamentos baseados em estudos e pesquisas, os quais consistem no uso do esporte como ferramenta de aprendizagem e desenvolvimento da autoestima, com uma abordagem apoiada nos pilares da educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO): aprender a conhecer, a fazer, a viver com os outros e a ser.

No PRODHE, uma iniciativa destinada a 120 alunos de 8 a 16 anos, os adolescentes têm autonomia para organizar torneios, assumir compromissos, controlar e justificar suas faltas. Existe um sistema concreto em que eles vivenciam as causas e consequências de boas e más condutas. “Tudo é vivido”, destaca a coordenadora. “Assim, construímos um sistema em que eles percebem a importância dos valores para a organização social”, explica Paula, que considera um erro da educação tradicional acreditar que o desenvolvimento da conduta e das relações sociais é construído a partir de discursos e lições de moral.

Em uma trajetória de 19 anos de trabalho, com parceria técnica do Instituto Ayrton Senna, o PROHDE tornou-se um centro de referência no tema, com papel estratégico de sistematizar, disseminar conhecimentos e formar educadores, fatores que levaram o programa a fazer parte da assessoria metodológica da Rede Esporte pela Mudança Social (REMS), uma organização que congrega mais de 50 instituições com o compromisso de trabalhar o esporte em prol do desenvolvimento humano.

Vivendo e aprendendo a jogar
Entre as entidades que integram o REMS está o Instituto Compartilhar, idealizado em 2003 por Bernardo Rocha de Rezende, mais conhecido como o técnico Bernardinho da seleção brasileira de vôlei. “Bernardinho sempre acreditou que a grande transformação aconteceria na escola”, explica Luiz Fernando Nascimento, o Nando, gerente-executivo do instituto. Com base nessa crença, eles desenharam uma estratégia inovadora e levaram o vôlei para as escolas públicas, com aulas no contraturno e o envolvimento de professores da própria rede de ensino. “Queríamos que a escola fosse reconhecida como a célula de transformação”, diz Nando.

Ponto para eles: o plano deu certo e hoje o Compartilhar atua em vários estados (Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Norte), tem 41 núcleos e atende aproximadamente 4 mil crianças e adolescentes. Não são apenas os estudantes que ganham com essa iniciativa. Ao longo dos 11 anos de existência do instituto, Nando observa que a prática do vôlei, no formato desenvolvido por eles, contagia os professores de sala de aula, a direção das escolas e as famílias, que se surpreendem não apenas com o desempenho dos alunos em quadra, mas também com novos padrões de comportamento que se refletem em outros ambientes. “Nosso projeto é muito mais do que jogar bola”, destaca Nando. “Usamos o esporte como pano de fundo para ensinar a ganhar, perder, arriscar e tomar decisões, tarefas que são difíceis de realizar na vida real”.

Quem convive com Michael Jackson Júnior, de 15 anos, percebe as mudanças. Ele era agressivo, problemático dentro e fora da sala de aula, sem nenhum controle. “Sabia que ele vivia numa situação de risco”, conta Luciene Rodrigues Soares, educadora e vice-diretora aposentada da Escola Municipal Monsenhor Joaquim Honório, em Natal, no Rio Grande do Norte, onde conheceu Michael. Há dois anos, ao perceber que ele gostava de esportes, Luciene convidou o menino para ir ao instituto. Ele aceitou imediatamente e foi recebido pelo professor Simplício Silva, que, embora diante de um garoto indisciplinado, acolheu-o e atribuiu a ele responsabilidades.

Michael conta que era tão nervoso que chegava a chorar de raiva e brigava, principalmente quando o chamavam por apelidos. “Me ofendiam tanto que eu não queria mais ir à escola e fui até reprovado por faltas”, lembra o garoto, cuja atitude mudou e, como consequência, os xingamentos pararam. Hoje ele tem autoestima, ajuda a avó nos afazeres, nas horas vagas auxilia seu Ernani, dono de uma loja de tintas, quer fazer supletivo (está ingressando no 7º ano), sonha em estudar Letras, porque gosta das músicas americanas, e frequenta o instituto graças à dedicação de Luciene, que o leva semanalmente às aulas. A educadora aposentada ainda supervisiona os estudos de Michael, aconselhando-o e acompanhando-o em todos os sentidos. “Ajudar esses meninos não deixa de ser magistério”, acredita.

Mais do que uma válvula de escape
No Instituto Reação, associação criada também em 2003 pelo judoca medalhista Flávio Canto, na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro, é comum que mães, escolas ou órgãos tutelares encaminhem adolescentes ao programa devido a mau comportamento. “Esse tipo de pensamento mostra que pais e educadores têm consciência de que o esporte ajuda”, explica Joana Passos Miraglia, psicóloga e coordenadora-executiva do instituto. Por treinar atletas de alto rendimento, muitos procuram o Reação com o objetivo de ver os filhos vencendo na vida por meio do esporte. Exatamente como aconteceu com Rafaela Silva, que nasceu na Cidade de Deus, pisou nos tatames do Reação com 8 anos e, depois de muita luta, conseguiu o título de primeira mulher campeã mundial de judô do Brasil.

Os números, no entanto, provam que ser campeão não é para todos. Entre mil alunos matriculados no instituto, sete integram a seleção brasileira de judô. Para Flávio Canto, porém, o maior objetivo é transformar vidas e formar vencedores fora do tatame. Por isso, o instituto equilibra exercícios técnicos e táticos da modalidade com atividades de desenvolvimento humano. Joana Miraglia vê no judô um instrumento privilegiado para trabalhar a educação integral, por ter princípios tradicionais de valorização, respeito e disciplina.

Atualmente, o instituto está inserido em cinco polos carentes do Rio de Janeiro e reúne histórias bem-sucedidas. A psicóloga lembra-se de João Lucas, um rapaz que tinha dois sonhos: construir um quarto para os pais, já que dormia na sala, junto deles, e ser advogado, aspiração que substituiu o objetivo de ser faxineiro como o pai. Hoje ele comemora a reforma da casa e o ingresso na faculdade de Direito. Quem entra no instituto participa das oficinas de arte, ciência e tecnologia. Os alunos que se destacam têm chance de bolsas de estudos em escolas e universidades particulares. “Um dos nossos desafios é promover interação entre as classes sociais através do esporte”, explica a coordenadora. “Dessa forma, também lutamos contra a desigualdade”, acredita.

Ao mesmo tempo em que o esporte pode ser uma ferramenta poderosa de integração, sociabilidade e desenvolvimento pessoal, Felipe Pitaro, coordenador pedagógico da Gol de Letra, ONG criada em 1998 pelos ex-jogadores de futebol Raí e Leonardo, alerta para o perigo de se ver o esporte como uma tábua de salvação para todos os problemas. “Se não for usado da maneira correta, o esporte pode gerar frustrações, porque nem todo mundo vai ser um Neymar”, adverte. “A educação física e o esporte não são atividades prazerosas por natureza. Elas demandam esforços, habilidades específicas e evidenciam o corpo, que é uma propriedade muito particular de cada um”, observa.

O especialista explica que o esporte mal-orientado pode trazem problemas físicos e afetivos. Além disso, alerta que o prazer é um elemento individual e o gosto pela prática esportiva não atinge todas as pessoas. “Essa ideia de que o esporte faz bem é quase um mito”, diz Pitaro. Diante da complexidade que envolve o tema, as aulas da Gol de Letra partem de uma conversa com o grupo, durante a qual as funções de cada participante são acordadas, ou seja, todos participam, mas em funções nas quais se reconheçam. “Acreditamos que o currículo é um orientador, mas ele precisa ser discutido, vivido, atribuído, e não imposto. Para nós, isso é educação integral”.

Alunos entre 7 e 14 anos que ingressam no programa sabem que não estão ali simplesmente para “bater uma bola”. Os encontros envolvem atividades de expressão oral e escrita, culturais, artísticas, corporais e esportivas. Assim, todos têm acesso a uma variedade de práticas para que possam escolher o que realmente gostam. Foi o que aconteceu com Laura Maria Araújo Bernardo, que ingressou na unidade do Caju, no Rio de Janeiro, com 10 anos, participou de tudo e hoje, com 15 anos, é monitora.

Laura conta que está mais segura e confiante. “Eu não conseguia expor minhas opiniões, me deixava levar muito facilmente e também era estourada”, relata. “Aprendi a me impor e a lidar com as situações.” Lucas Toquer dos Santos Clementino, 16 anos, também colhe os frutos de ter frequentado a ONG. Ele lembra que ia forçado pela irmã, que viu na Gol de Letra uma alternativa para não ficar à toa. Se, no início, para ele era um engodo deixar os amigos da rua para participar das atividades, hoje pensa de maneira diferente. “Aqui é a minha segunda casa”, define o garoto, que também é monitor e frequenta a Gol de Letra para estudar e fazer pesquisas escolares. Lucas e a Laura destacaram-se na fundação e foram escolhidos para um intercâmbio na França. “Estou ansioso, pensando em como vai ser”, conta Lucas, que mora na comunidade carioca do Caju. “Nunca saí do Rio de Janeiro, agora vou para São Paulo e França. Minha irmã tá felizona!”.

Os benefícios do esporte despertam os sonhos até mesmo de quem nasceu cercado de cuidados, afeto e oportunidades. Pedro Araújo tem 15 anos, estuda em um colégio particular de São Paulo, cresceu vendo o pai, Henry Araújo, jogando tênis no clube e, desde os 8 anos, pratica a modalidade. Como o esporte por si só não resolve todos os problemas, foi na escola da tenista Suzana Silva, atleta e treinadora, que tem uma metodologia voltada para a educação integral, que o adolescente virou o jogo em apenas seis meses de treino. “Antes eu pensava em ser jornalista ou advogado, agora já me questiono se não posso ser mais”, diz Pedro ao levantar à hipótese de abraçar o esporte como profissão.

O pai observa que ele está mais extrovertido, seguro, motivado, tem mais iniciativa e está administrando melhor suas escolhas. Suzana Silva, que contribuiu para a transformação de muitos adolescentes além de Pedro, atua em duas escolas particulares de São Paulo. Em uma delas, o projeto de levar o tênis aos alunos deu tão certo que a direção inseriu as aulas no currículo, em vez de oferecê-las apenas no contraturno. “O esporte ajuda quando vai além da imposição de regras e é capaz de levar à reflexão”, afirma Suzana.

Fonte texto: Reportagem de Silvana Azevedo para a Revista Pátio Nº21 de junho/2014

Disponível em: http://www.grupoa.com.br/revista-patio/artigo/10467/educacao-em-jogo.aspx