Sports for Community: analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, busca experiências nos EUA

Analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, está entre os participantes do programa Sports for Community.

A analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, está entre as selecionadas para participar do Sports for Community. O objetivo principal deste programa é aprimorar conhecimentos de profissionais na área esportiva social no Brasil, levando-os a fazer um intercâmbio com outras organizações que trabalham na mesma área nos Estados Unidos.  Os participantes serão orientados por um mentor americano de uma organização privada ou sem fins lucrativos, nos meses de outubro e novembro deste ano.

Após o intercâmbio, o programa terá continuidade no Brasil até novembro de 2015. Durante este período, os participantes receberão apoio para implementarem projetos com o conhecimento adquirido na viagem. Com a oportunidade, Ana pretende contribuir com o desenvolvimento humano por meio do esporte e o ensino de valores. “A possibilidade de troca de experiências é sempre positiva, mas a característica principal deste programa é que ele é completo. Você vai, conhece e depois aplica o conhecimento obtido dentro de cada realidade”, explicou Ana entusiasmada.

A organização responsável pelo Sports for Community nos EUA é a Partners of the Americas. No Brasil é chamada por Companheiros das Américas e está entre as entidades da Rede de Esporte pela Mudança Social (Rems). O Instituto Compartilhar também integra a Rems e descobriu o programa por meio da rede. Além de Ana Elisa, integrantes da Urece, Instituto Barrichello Kanaan, Associação Luta Pela Paz, Instituto Trevo, Instituto Guga Kuerten e da Rems passarão pela experiência.

Em 2013, Ana ministra Clínica de Minivôlei em Natal/RN.

O esporte é capaz de gerar consequências positivas na vida das pessoas, como a integração social, e tem efeitos na promoção de ideais como paz, solidariedade e justiça. Estes dados constatados pela Organização das Nações Unidas (ONU) só reforçam a importância do programa Sports for Community. O Instituto Compartilhar, por meio da plataforma Efeito Esporte (www.efeitoesporte.com.br), busca divulgar a comprovação dos resultados benéficos do esporte e apresenta informações oriundas dos seus projetos socioesportivos (http://www.efeitoesporte.com.br/).

Fotos: Divulgação IC.

Fonte textos: Partners of the Americas e Rede Esporte pela Mudança Social.

http://www.partners.net/partners/Sport_for_Community.asp

http://rems.org.br/index.php/programa-de-intercambio-sports-for-community/

Max Braga é o novo gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar

Maxwill Braga, Max, compõe equipe do Instituto Compartilhar como gestor de conhecimento da entidade.

A equipe de trabalho do Instituto Compartilhar ganhou mais um membro. Maxwill Braga, ou Max, como é chamado pelos colegas, é bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e mestre em Educação e Globalização pela Universidade de Oulu da Finlândia. Depois de passar por experiências positivas durante sua carreira profissional, principalmente na área de projetos educacionais, Max começa uma nova história como gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar. As perspectivas são estimulantes para ele e o novo membro já está engajado nos projetos da instituição.

Max tem como característica a procura por novos desafios. Antes mesmo de cursar a faculdade, realizou um intercâmbio nos Estados Unidos e além de aperfeiçoar seu inglês, pôde conhecer mais sobre a cultura do país. Durante a graduação, estagiou na Divisão de Temas Educacionais do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e na Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Em seu mestrado, permaneceu dois anos na Finlândia e nas férias teve a oportunidade de estagiar na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em Brasília.

Antes de entrar no Instituto Compartilhar, em junho deste ano, Max ainda trabalhou em duas organizações sem fins lucrativos: o Instituto Avaliar de Belo Horizonte/MG e Parceiros Brasil – Centro de Processos Colaborativos -, no Rio de Janeiro/RJ. Nesta última instituição participou do programa “Educação para Paz” que tem como objetivo a resolução de conflitos nas escolas públicas de ensino fundamental da capital fluminense. Entre outros temas, Max lecionava sobre gestão de emoções, tipos de conflitos e comunicação não violenta.

O primeiro contato de Max com o trabalho desenvolvido com os alunos do Instituto Compartilhar foi no projeto Vôlei em Rede, nos Núcleos Rio/RJ.  Ele ficou encantado com a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol e destacou o ensino de valores. “Achei fantástico! A rede é menorzinha, os professores são sensacionais, tudo é organizado e o material excelente”, observou. “Os alunos não brigam, se respeitam e têm autonomia para organizar as quadras para a aula. Nunca tinha visto essa metodologia. Achei que funciona muito bem!”, ressaltou.

Em Curitiba, Max visitou o Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e até jogou algumas partidas de voleibol com as crianças e adolescentes. O clima foi de alegria e descontração. Curitiba também é sede do escritório administrativo do Compartilhar, onde Max passará a maior parte de seu tempo.

O gestor de conhecimento está envolvido em projetos novos, atendendo às demandas estabelecidas pelo Planejamento Estratégico Participativo realizado no início do ano. As Clínicas IC passaram a ser administradas por ele, bem como a produção de pesquisas científicas sobre as experiências do Instituto Compartilhar com o esporte. Max também coordena a implantação da plataforma Muuvit no Brasil, uma parceria do Instituto Compartilhar com a organização Muuvit Health and Learning Oy Ltd. que tem apoio da Embaixada Finlandesa, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Rede de Esporte pela Mudança Social (REMS). Esse projeto está em fase inicial e tem como objetivo estimular os estudantes do ensino fundamental a adquirirem um estilo de vida saudável.

Max é mineiro, mas já está se adaptando muito bem a Curitiba. Teve a oportunidade de passear nos parques e disse estar gostando da nova cidade: “é limpa e as pessoas são educadas”, afirmou. Nas horas vagas, Max não deixa de lado a prática da atividade física e contou alguns de seus hobbies. Ele costuma andar de bicicleta, correr, jogar tênis e, quando possível, vôlei de praia. Além disso, não dispensa os jogos de tabuleiro, filmes, teatro e um bom livro para ler.

Fotos: Divulgação IC. 

Festa Junina do Núcleo Guaratuba encanta e anima alunos

Alunos se divertem ao pintarem as mãos com tinta e formam uma fogueira no painel do evento.

O arraiá do Núcleo Guaratuba garantiu a diversão dos alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná no dia 25 de junho. A festa junina organizada para a garotada da categoria Mini 3×3 aconteceu no Colégio Estadual Joaquim da Silva Mafra, sede do núcleo, e também reuniu colegas da categoria Mini 4×4. A professora Cássia Graciotto ficou admirada com o entusiasmo das crianças e adolescentes com as atividades e brincadeiras realizadas.

A primeira atração do dia foi relacionada à um painel decorado com bandeirinhas nas cores do Brasil e com elementos característicos de festa junina. A professora esperou os alunos chegarem ao evento para deixar o painel ainda mais bonito e aproveitou a oportunidade para reforçar os valores ensinados nas aulas, cooperação, respeito, responsabilidade e autonomia. Durante a atividade, as crianças e adolescentes pintaram as mãos com tinta alaranjada e com a ajuda de todos formaram a imagem de uma bonita fogueira.

Ao mesmo tempo em que o arraiá acontecia, os alunos podiam participar do tradicional correio elegante. Muitos aderiram a brincadeira, pegaram os cartões e escreveram recados aos colegas. Estes cartões eram depositados em uma caixa monitorada pela professora. Ela manteve mistério até o final da festa quando, finalmente, distribuiu as mensagens a garotada. “O correio elegante fez muito sucesso”, afirmou Cássia.

Jogo de argolas: enquanto alguns alunos arriscam arremessos com bambolês, outros se posicionam no lugar das garrafas e ajudam os colegas a acertarem as jogadas.

Quem foi conferir a festa junina do núcleo percebeu que o jogo de argolas estava um pouco diferente, mas muito animado. Ao invés de argolas foram utilizados bambolês e no lugar das garradas, os próprios alunos. Enquanto alguns arriscavam seus arremessos, outros se posicionavam no lugar das garrafas e só podiam ajudar os colegas erguendo os braços. A brincadeira rendeu boas risadas e todos puderam se divertir de maneiras diferentes.

O evento também contou com partidas de voleibol. A professora Cássia convidou alguns alunos da categoria Mini 4×4 para auxiliar na condução desta atividade, já que os colegas da categoria Mini 3×3 iniciaram neste ano no projeto e possuem dificuldades na dinâmica de jogo. As equipes foram nomeadas com temas juninos, como Santo Antônio e Cai Cai Balão, e eram formadas por dois integrantes da categoria Mini 3×3 e um mais experiente da categoria Mini 4×4. Este exercia duas outras funções, capitão do grupo e árbitro dos jogos das outras equipes.

Jogos de voleibol compõem a programação do arraiá do núcleo.

Após os jogos, os alunos se deliciaram com o lanche – bolo de fubá e chá cedidos pela escola; arroz doce e paçoquinha levados pela professora. A integração entre os alunos foi positiva e o evento foi muito elogiado. As crianças e adolescentes disseram que gostaram da festa junina, das atividades recreativas e da participação dos colegas da categoria Mini 4×4. Ao final do arraiá houve entrega de medalha para as três equipes que mais se destacaram: Festança, São João e São Pedro, respectivamente.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Alunos do Núcleo Inhaúma – Rio/RJ se reúnem para cantar parabéns aos aniversariantes do projeto Vôlei em Rede e jogar voleibol

Festival dos aniversariantes anima adolescentes do Núcleo Inhaúma em clima de Copa do Mundo.

Antes do encerramento do primeiro semestre e início das férias, o professor do Núcleo Inhaúma – Rio/RJ, Roberto Lopes, organizou um festival diferente e animado. O motivo principal do evento foi comemorar os aniversários da garotada do projeto Vôlei em Rede, que aconteceram durante os primeiros meses do ano. Assim, cerca de 50 participantes se reuniram na quadra poliesportiva Luiza Helena Maia Medeiros, no dia 10 de junho. A coordenadora do núcleo, Renata Regis, professores e funcionários da escola estavam presentes e puderam acompanhar as atividades.

Conceitos importantes de cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia foram abordados no início do Festival dos Aniversariantes. Os valores são ensinados nas aulas dos projetos socioesportivos do Instituto Compartilhar e contribuem para a formação cidadã das crianças e adolescentes. Em seguida, iniciaram os jogos entre os alunos das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei.

Evento promove jogos para alunos das categorias Mini 3x3, Mini 4x4 e Vôlei.

Os participantes jogaram em quadras de Mini 3×3, mas com equipes formadas com quatro integrantes, para que todos pudessem jogar várias vezes. O local estava decorado com elementos do Brasil, devido à Copa do Mundo, e lotada de adolescentes animados com o evento.

Roberto observou as equipes em jogo. Ele ficou satisfeito com as partidas de voleibol e como os alunos praticaram os fundamentos técnicos do esporte. “A logística adotada juntou todos os alunos proporcionando o intercâmbio de conhecimento nos campos afetivo, cognitivo e psicomotor”, relatou o professor.

O aluno Matheus Victor, 13 anos, da categoria Vôlei, apreciou a maneira como o festival foi organizado: “eu gostei muito porque teve todas as categorias juntas”, explicou. A colega Erika Correa, 14 anos, da categoria Mini 4×4, tem uma opinião bem semelhante a respeito do evento: “eu gostei muito! As arbitragens foram boas e o pessoal bastante simpático”, concluiu.

Alunos se reúnem, cantam parabéns e aproveitam o dia de festa.

Antes do encerramento do festival, os participantes cantaram parabéns aos aniversariantes e aproveitaram o bolo, salgadinhos e refrigerante disponibilizados para a festa. “O bolo estava bonito e delicioso! A festa foi ótima em todos os momentos e todos saíram felizes e muito satisfeitos”, afirmou Roberto.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever.

Fotos: Divulgação IC. 

Festa junina do Núcleo Central agita o sábado de alunos e familiares em Curitiba/PR

Brincadeiras animadas conquistam alunos e familiares.

Sábado, 07 de junho, foi dia de muita diversão no Núcleo Central. Bandeirinhas nas cores do Brasil decoraram o local de aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, barraquinhas com brincadeiras típicas de festa junina alegraram quem prestigiou o evento e as guloseimas deixaram tudo ainda mais gostoso. O ginásio da Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo estava repleto de alunos e familiares com roupas de caipira e preparados para passar a tarde com os professores do núcleo, mais animados do que nunca. A festa junina contou também com bingo e a famosa dança da quadrilha.

Estavam à disposição da garotada e convidados brincadeiras como pescaria, cama-elástica, jogo de latas, argolas, pebolim, jogos gigantes de tabuleiro, cadeia e acerte a Maria – semelhante à brincadeira da boca do palhaço -, além de um backdrop localizado logo na entrada para que as pessoas pudessem tirar fotos com roupas caipiras. Os meninos gostaram bastante da cadeia – supervisionada pelos adolescentes do Super Vôlei -, e correram de um lado a outro do ginásio atrás dos colegas. A diversão estava garantida. As guloseimas davam água na boca. Tinha pé de moça, pipoca doce, arroz doce, paçoca, suspiro, doce de amendoim e de abóbora. Claro que não faltaram pinhão (comida típica de inverno no sul do País) e cachorro-quente, além dos refrigerantes.

Festa Junina do Núcleo Central diverte participantes.

A professora Tatiana Ribas elogiou a participação dos pais na preparação do cachorro-quente, nas barraquinhas de comida, bebida e no caixa. “Eles foram maravilhosos, extremamente cuidadosos e dedicados”, ressaltou Tatiana. Aderbaldo Reccieli, pai da aluna Alyssa Reccieli, 11 anos, da categoria Mini 3×3, colaborou com a festa. “Sempre que precisar estou disponível, sou aposentado e posso ajudar. A festa foi muito bem feita”, disse. Gilda Bacili, mãe da professora Dayane Prado, também foi generosa e disse: foi muito bom trabalhar no evento, oportunidade única, fiquei muito feliz em poder estar aqui hoje. Quero voltar no ano que vem”, revelou. Tatiana também ressaltou o envolvimento dos profissionais do projeto com a festa: “toda a nossa equipe de trabalho esteve extremamente comprometida com cada ação que aconteceu no dia, realmente preocupados para que tudo funcionasse da melhor maneira”.

Tanto para participar das atividades como para saborear as comidas típicas, era necessário adquirir NIVlecas – um estilo de vale. Os alunos conseguiram NIVlecas ao levarem doces, refrigerantes e prendas. Aqueles que participaram do evento e foram caracterizados também ganharam. Além disso, era possível adquirir as NIVlecas por valores simbólicos durante a festa e o dinheiro arrecado será destinado ao passeio de fim de ano dos adolescentes do Super Vôlei. Este é o último ano em que eles frequentarão as aulas de voleibol devido à idade limite permitida para participar do projeto (15-16 anos).

Ainda durante o evento, os apaixonados e brincalhões puderam mandar cartas pelo Correio Elegante. Rúbia Souza, 15 anos, do Super Vôlei e a ex-aluna Rafaela Martins, 14 anos, ficaram responsáveis por esta atividade. De acordo com as meninas, o movimento foi grande e elas conseguiram entregar várias mensagens. “No começo a gente ía atrás das pessoas, mas depois começaram a procurar a gente”, contou Rafaela.  Quando perguntadas sobre a quantidade de cartas relativas ao amor e às brincadeiras, ambas concordaram dando risada: “teve muita brincadeira”. Os alunos do Super Vôlei foram essenciais na realização do evento e ajudaram em várias atividades. Os professores organizaram uma escala para que eles também aproveitassem a festa.

Concurso Família Buscapé é uma das atrações da festa junina.

Os professores Alexandro Martins e Roger Marchese comandaram o palco da festa e conseguiram agitar alunos e familiares. Eles trocavam nivlecas com quem conseguisse realizar alguns desafios engraçados como encontrar uma meia furada e dançar uma música no palco, na frente de todos. Estes desafios não intimidaram os participantes que conseguiram realizar as tarefas muito bem. O bingo foi outra atividade que conquistou a atenção dos participantes da festa junina e até as crianças e adolescentes ajudaram a preencher as cartelas. Vários prêmios foram entregues, entre eles uma bola de vôlei.

Também teve um concurso para eleger a Família Buscapé. Ao todo foram nove famílias inscritas, que deram um show à parte. Os professores também formaram uma família e fizeram uma performance animada aos presentes. A votação foi feita por uma banca de juízes formada por um responsável, um aluno, um ex-aluno e um professor e a família vencedora ganhou um kit com sacolinha e garrafinha de água do Instituto Compartilhar, vuvuzela (ou corneta) para torcer ao Brasil na Copa do Mundo e confeitos nas cores verde e amarela. “Gostei muito do evento, muito organizado, claro que teve muita dedicação de vocês professores, mas foi tudo 10”, disse Gabriel Tsuda, 13 anos, da categoria Vôlei.

A festa junina se encerrou com a dança da quadrilha. A ex-aluna Victória Gomes, 14 anos, estava presente e ajudou a cuidar de uma das barraquinhas de brincadeiras, assim como outros ex-alunos. “Isso aqui é minha vida”, revelou Victória. Rosiane Funaki, mãe do aluno Leonardo Funaki de Souza, 10 anos, achou a festa junina bem diversificada e destacou o ensino dos valores durante as aulas de voleibol. “A didática dos professores é excelente!”, disse. Já Kátia Regina da Costa, mãe da aluna Ana Gabriela, 13 anos, também gostou do evento: “muito bom! Principalmente porque aproxima a família”, afirmou.

A ex-aluna Renata Martins, convidada que auxiliou na organização da festa junina, disse que o projeto faz parte da vida dela: “infelizmente sou ex-aluna, mas felizmente posso continuar participando, continuar neste lugar que me traz lembranças boas e que me abriu tantas portas. Vocês sempre me auxiliaram (e ainda me auxiliam) tanto e agora me sinto honrada em poder ajudar”, contou satisfeita. Renata acrescentou: “por favor, contem comigo para quando for necessário!”. O aluno Lucas Branco, 8 anos, da categoria Mini 2×2, afirmou convicto: “eu gostei porque foi o melhor dia da minha vida!”.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Em Ponta Grossa, familiares dos alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná participam de festival de minivôlei

Alunos do projeto e convidados aguardam para começarem os jogos do Festival de Minivôlei da categoria Mini 3x3.

O tempo frio e chuvoso em Ponta Grossa/PR, no dia 07 de junho, não atrapalhou o Festival de Minivôlei dos adolescentes da categoria Mini 3×3 do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. O evento aconteceu na quadra do Colégio Linda Bacilla, sede do projeto, e reuniu 50 participantes, entre eles ex-alunos, alunos das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei, familiares e colegas da própria escola. Além da diversão, o festival favoreceu a união entre todos.

Cada equipe deveria ser formada por três integrantes e nomeada com as iniciais de cada membro e por um valor como responsabilidade e respeito. Outra opção era escolher uma sigla que tivesse algum significado importante para o grupo. Entre os treze times inscritos estavam o LML Amizade, UPA – Unidos pela Amizade e JUS Responsabilidade. De acordo com o professor do núcleo, Evaldo de Godoy, a participação dos familiares no festival foi muito boa e até citou a formação de algumas equipes como, por exemplo, a formada por mãe, filha e sobrinha e outra por pai, filho e tio.

Evento proporciona experiência diferente aos adolescentes da categoria Mini 3x3.

Cléia Hoffmam, mãe da aluna Brenda Hoffmam, 10 anos, da categoria Mini 3×3, gostou do evento: “joguei, apoiei e incentivei! Acredito ser importante para a formação de minha filha. Todos os pais deveriam participar. Joguei com minha filha e pude perceber nos olhos dela a alegria por eu estar presente”, contou emocionada. Shaiane Aparecida do Prado, tia da aluna Joyce Aparecida da Silva, 11 anos, da categoria Mini 3×3, percebeu que as aulas do projeto proporcionaram mudanças positivas na menina: “acredito na melhora dela, não só nesse conhecimento (voleibol) e físico, mas também moral”, afirmou.

No início do evento o professor apresentou as equipes e aproveitou a oportunidade de estar junto aos parentes para explicar sobre a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, destacando a importância da divisão das turmas por categorias e o ensino de valores nas aulas. Com esta primeira etapa concluída, iniciaram as partidas de voleibol. Os jogos só deram uma parada rápida para o lanche. O colégio disponibilizou suco de laranja e de uva, bolachas e o professor providenciou chocolate para repor as energias. Pais, responsáveis e ex-alunos colaboraram na distribuição do lanche.

O intervalo não significou o fim do festival e os participantes ainda jogaram várias partidas de voleibol. Desta vez, pais, familiares e alunos das categorias Mini 4×4 e Vôlei jogaram na quadra da categoria Mini 4×4 e a garotada no Mini 3×3 na quadra de sua respectiva categoria. O professor do núcleo destacou a participação dos convidados no evento e elogiou o respeito que tiveram com os alunos do Mini 3×3, já que souberam dar oportunidade para estes adolescentes jogarem.

Alunos das categorias Mini 3x3, Mini 4x4 e Vôlei, ex-alunos, familiares e convidados se reúnem para um dia de muitos jogos e diversão.

Evaldo ressaltou a participação dos alunos do Vôlei, ex-alunos e familiares, que auxiliaram nas atividades do festival, arbitragem e distribuição do lanche. Para o ex-aluno Emerson dos Santos, o projeto foi muito importante. “Fiquei muito feliz em participar do festival e jogar com meu sobrinho, irmão e cunhada. Esse projeto nos une com a família e amigos. Espero que tenha muito mais festivais, sempre que puder estarei cooperando com o professor e com todos os alunos”, revelou. A ex-aluna Julya Caetano, 15 anos, também esteve presente: “vim jogar com minha prima para incentivá-la! Espero que tenha mais festivais e com a participação dos pais, pois os alunos ficam mais felizes e motivados”, disse.

A aluna Brenda Hoffmann foi enfática: “o festival estava ótimo e com o apoio da família ficou muito mais especial! Como aluna do projeto, acho que deveria ter mais vezes por ano! O professor ensina bem e aprendi muitas coisas com ele”, falou. O evento possibilitou aos adolescentes da categoria Mini 3×3 uma outra situação de jogo, diferente das que estão acostumados em aula e com participantes que não frequentam as aulas do projeto.

O professor complementou que o evento desenvolveu o sentido coletivo de jogar e os alunos puderam exercitar alguns conceitos técnicos que estavam com dificuldades durante as aulas. Ainda de acordo com ele, os valores também foram vivenciados de maneira satisfatória e foi possível perceber a cooperação, o respeito, a responsabilidade e a autonomia entre todos os presentes.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Tradicional Festa de São João é comemorada em Natal/RN pelos alunos do projeto Vôlei em Rede

Centro de Educação Integrada recebe professores, alunos, pais e familiares para a comemoração da Festa de São João.

O mês de junho começou em clima de comemoração e alegria no Núcleo Natal/RN do projeto Vôlei em Rede. Esperada por todos os professores, alunos, pais e familiares, a tradicional Festa de São João aconteceu logo no início do mês, no dia 05, e contou com cerca de 160 participantes. O Centro de Educação Integrada (CEI), instituição parceira do Instituto Compartilhar, estava decorado com balões, bandeirinhas e espantalhos, tudo com muita cor e capricho. Criatividade em época de Copa do Mundo não faltou, as bandeiras juninas presas ao teto formavam a bandeira do Brasil.

Caipirinhas alegres e animados deixaram a Festa Junina ainda mais bonita. As crianças e adolescentes do projeto fizeram questão de se vestir a caráter e aproveitaram bastante o evento. Eles participaram de brincadeiras animadas como corrida do saco, corrida do limão, dança da laranja e boca do espantalho.  A aluna Tassia da Silva, 12 anos, da categoria Mini 4×4, elogiou a festa: “muito boa! As brincadeiras estavam bem divertidas e a ornamentação do evento muito bonita”, afirmou.

Decoração do evento ganha tema da Copa do Mundo.

Teve até concurso de forró do rei e da rainha e os vencedores ganharam pipocas, pirulitos, confeitos e outros brindes. Ao final do evento, os participantes dançaram e se divertiram com a famosa quadrilha. “Gostei da festa, das brincadeiras, do lanche e do local onde se realizou a festa”, contou o aluno Edgard Barbosa, 13 anos, da categoria Mini 4×4.

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Evento no Núcleo Central – Curitiba/PR conta com oficinas de saúde, exercícios físicos, jogos de voleibol e muito mais

Durante caminhada, participantes param quatro vezes para receberem informações sobre saúde.

Os adolescentes das categorias Mini 3×3 foram surpreendidos com tantas atividades legais preparadas por seus professores do Núcleo Central no dia 31 de maio, sábado. No período da manhã, a garotada, seus pais e responsáveis ficaram por dentro de várias informações sobre qualidade de vida e se divertiram com algumas brincadeiras e exercícios físicos. Eles também participaram de oficinas de saúde promovidas pela Faculdade UniBrasil. O evento aconteceu no campus da Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo, local de aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Cerca de 240 pessoas estiveram envolvidas nas atividades, entre os professores e funcionários do projeto, alunos, familiares e profissionais e acadêmicos da área da saúde da UniBrasil. O evento aconteceu de maneira dinâmica e interativa com o auxílio dos alunos do Super Vôlei – participantes do projeto há mais tempo. “Atingimos o que foi proposto inicialmente: trazer os responsáveis para perto do núcleo, de uma forma atrativa, mostrando que estamos preocupados com a saúde deles e de seus filhos”, afirmou o professor Roger Marchese.

No início foi realizado o aquecimento, composto pelo alongamento, pela ginástica maluca e caminhada e aconteceram no ambiente externo do ginásio. Durante o percurso da caminhada, os participantes realizaram paradas em quatro estações principais para ouvir as explicações dos alunos do Super Vôlei quanto à importância do alongamento antes da atividade física, regularidade de praticar exercícios, roupas adequadas e hidratação. Como apoio, os alunos do Super Vôlei carregaram cartazes confeccionados por eles mesmos. “Todos ficavam na expectativa para receber as dicas”, contou a professora Rosana Rocha.

Oficinas de educação física e biomedicina agradaram bastante alunos, pais e responsáveis.

Divididos em três grupos – azul, amarelo e vermelho – os alunos também participaram de um rodízio. Duas áreas do ginásio foram reservadas para jogos de voleibol e, mais uma vez, os alunos do Super Vôlei colaboraram com os colegas da categoria Mini 3×3 ao acompanharem e darem apoio nas partidas; a terceira área era para as oficinas de saúde e desafios, nas quais muitos pais e responsáveis participaram, se informaram e se divertiram bastante. Ao final, familiares foram convidados a jogarem com a garotada. “Os pais junto com seus filhos jogavam de maneira lúdica, se jogando no chão para pegar aquela bola difícil e comemorando a cada ponto conquistado”, observou Rosana.

Na oficina de biomedicina foi feita a descoberta dos tipos sanguíneos; na oficina de educação física, a avaliação antropométrica; na oficina de enfermagem, aferição da pressão arterial e na oficina de farmácia, questionário sobre qualidade de vida. Os estudantes de fisioterapia mostraram métodos de respiração durante a prática de atividades físicas, já os estudantes de nutrição apresentaram a pirâmide alimentar e deram algumas orientações para uma alimentação equilibrada. “A parceria da UniBrasil foi ótima, creio que muitos saíram de lá com outros pensamentos, dando mais importância para a prática de atividade física regular”, ressaltou a professora Dayane Prado. As oficinas mais requisitadas pelos alunos e por seus familiares foram as de educação física e biomedicina.

Alunos se divertem ao jogarem voleibol com seus familiares.

Para os pais e responsáveis também foram propostos dois desafios: acertar o saque e o toque em uma biruta. As opiniões anônimas dos participantes quanto ao evento foram positivas. “Adorei! Como é bom participar, interagir com a atividade física que minha filha pratica”, contou um (a) responsável por aluno (a). Outro (a) responsável disse: “acho muito importante este tipo de incentivo, meu filho está sempre empolgado e transmite isto a toda família. Parabéns!”.

“O festival foi tudo de bom, muito divertido! O que eu gostei mais foram as dicas de nutrição, assim eu aprendo a cuidar e manter minha saúde”, revelou aluno (a) do núcleo. Outro (a) colega contou: “eu adorei! Principalmente saber meu tipo sanguíneo! Também gostei de fazer novas amizades”. Outros alunos (as) disseram que gostaram de jogar com seus pais e familiares, de aprender mais sobre saúde e de se divertirem com seus amigos.

Como forma de agradecimento, os coordenadores dos cursos da UniBrasil que realizaram as oficinas de saúde receberam placas com homenagens do Instituto Compartilhar. Os acadêmicos ganharam um kit com mochilinha, camiseta, boné e garrafinha de água da entidade, além do livro “Transformando suor em ouro” do técnico Bernardinho, diretor presidente do Instituto Compartilhar. Os pais e responsáveis também saíram do evento com presentes, camisetas do projeto, e todos os alunos foram premiados com medalhas de participação.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Novidades animam pais e responsáveis do Núcleo Forte do Leme, no Rio de Janeiro/RJ

Reunião de pais e responsáveis acontece de maneira descontraída.

O Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ promoveu uma reunião diferente, no dia 31 de maio, sábado. Durante o encontro com os alunos, pais e responsáveis, os professores e demais profissionais do projeto Esporte em Ação da cidade apresentaram a nova plataforma do Instituto Compartilhar – o Efeito Esporte – e informações sobre as aulas. Além disso, realizaram brincadeiras e revelaram os cinco alunos que conseguiram bolsas integrais de estudo de um ano para o curso de inglês da Uptime, parceira do Compartilhar. Foi uma tarde de surpresas e emoções. O evento aconteceu no Centro de Estudos de Pessoal (CEP) do Exército Brasileiro, parceiro do projeto.

Alguns alunos e responsáveis chegaram antes na reunião e enquanto aguardavam a chegada dos demais puderam conferir fotos de eventos realizados pelo núcleo desde 2007. “A reunião dos pais é sempre um evento muito importante, pois além de conhecermos os pais dos nossos alunos, conseguimos mostrar a eles a importância do projeto e como trabalhamos os valores com seus filhos. Na reunião deste ano a maioria dos presentes eram pais de alunos novos, ou seja, não conheciam ainda o projeto e nem a dimensão dele”, contou a professora de minivôlei Mariana Cochrane. A coordenadora do núcleo, Karina Lins e Silva, observou o entusiasmo dos pais e responsáveis.

Bolsa de estudos Uptime: cinco alunos do projeto Esporte em Ação, Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ, são premiados com bolsas integrais de estudo de inglês.

A primeira atividade do encontro foi a apresentação do vídeo institucional do Compartilhar e, em seguida, o site Efeito Esporte – que tem como objetivo reunir pesquisas que comprovem os benefícios do esporte educacional (www.efeitoesporte.com.br). Neste momento, os participantes puderam assistir a depoimentos emocionantes de ex-alunos, alunos e professores do Núcleo Forte do Leme, acerca de suas experiências e aprendizados durante o tempo de participação no projeto. “Foi bem interessante ver a reação dos pais ao assistirem aos vídeos. Eles ficaram bastante impressionados com os resultados”, contou a professora Mariana.

Para descontrair um pouco, a professora de voleibol, Laura Brasil, conduziu uma brincadeira divertida que envolvia a cooperação entre os participantes. Após a atividade, começaram a ser repassadas aos pais e responsáveis informações sobre as aulas de voleibol, capoeira e vôlei de praia.

Durante esse processo, a expectativa dos alunos só aumentava, já que aguardavam ansiosos o resultado dos ganhadores das bolsas de estudo da Uptime. Os critérios de seleção foram idade (11 a 15 anos), interesse em aprender inglês, frequência nas aulas e nos eventos promovidos pelo projeto e o desenvolvimento de uma redação que respondesse a seguinte pergunta: “Por que eu quero fazer o curso de inglês na Uptime?”.

Durante a brincadeira do pique-esconde, crianças e adolescentes procuram seus pais e familiares.

“Foi muito difícil escolher os merecedores já que todas as redações estavam lindas, e os escolhidos ficaram muito felizes”, revelou a professora Laura. “Foi maravilhoso ter ganho o curso de inglês da Uptime”, contou contente a aluna Cintia de Jesus, 15 anos, da categoria Mini 4×4 do vôlei de praia. Kamila Vilar, 13 anos, da categoria Vôlei, ficou entusiasmada: “eu gostei! Consegui a vaga, fiquei feliz e satisfeita com isso”.

Durante os dias 25 e 31 de maio aconteceu a Semana Mundial do Brincar e, por isso, as atividades escolhidas para finalizar a reunião do núcleo foram brincadeiras esportivas e caça aos pais e aos filhos – pique-esconde. “Os pais ficaram super entusiasmados ao se esconderem dos filhos e disseram relembrar a infância”, disse a professora Mariana. Sonia da Silva, mãe da aluna Camilla Silva, 9 anos, da categoria 2×2, se divertiu. “A brincadeira que eu mais gostei foi o pique-esconde”, falou.

A aluna Maria Julia Coelho, 9 anos, da categoria Mini 3×3 do vôlei de praia, gostou da reunião. “No começo mostraram muitos depoimentos de ex-alunos e foi muito bonito”, afirmou. Rita de Cassia Santiago, 13 anos, da categoria Vôlei, concorda. “Eu gostei muito do evento! Eu e minha mãe adoramos as brincadeiras, foi muito divertido. Eu não ganhei o curso mesmo assim fiquei feliz por meus colegas”.

Parceiros do Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ: Exército Brasileiro (Centro de Estudos de Pessoal) e editora Sextante.

Fotos: Divulgação IC. 

Festival de Vôlei conta com orientação vocacional para os adolescentes do Núcleo Central, em Curitiba/PR

Na tarde do dia 31 de maio, cerca de 100 pessoas, ex-alunos, alunos e familiares estiveram reunidos no Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. O motivo foi a realização do festival da categoria Vôlei que contou com dois momentos importantes: reflexão sobre o futuro profissional dos adolescentes com a professora e psicóloga da UniBrasil, Graciela Faria, e diversão com várias partidas de voleibol. O evento aconteceu no local de aula dos alunos, no campus da Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo.

Nas aulas que antecederam o evento, os professores explicaram aos alunos alguns gestos básicos de arbitragem já que eles ficaram responsáveis por executar esta tarefa durante os jogos. Além disso, pensando na palestra da profissional da UniBrasil, os instrutores estimularam os adolescentes a pensarem na profissão que desejam seguir. Esta etapa é muito importante na vida dos jovens e, por isso, merece atenção especial.

A palestra “Pensando no futuro” sobre orientação vocacional foi a primeira atividade do festival. Por meio de uma pesquisa, descobriu-se que mais da metade dos alunos respondentes (65,06%) revelou que a palestra da professora e psicóloga, Graciela Faria, auxiliou na escolha profissional deles. De acordo com o professor André Muniz, durante a palestra os adolescentes do Vôlei esclareceram dúvidas sobre diversas profissões do mercado de trabalho e as principais características delas.

Em seguida, iniciaram as partidas de voleibol das equipes femininas e masculinas. As meninas participaram dos jogos em duas chaves e quatro equipes disputaram a final. Na chave única do masculino, todos os times jogaram entre si. As equipes que se destacaram ganharam medalhas. “Foi muito divertido, deu para aproveitar bastante os jogos”, contou Lukas Gabriel, 14 anos.

O aluno Rafael Novaes, 13 anos, estava entusiasmado:  “a palestra foi muito boa e o evento, em geral, muito divertido!”, revelou. Quem esteve no festival teve a oportunidade de participar de um sorteio de uma camiseta da seleção brasileira juvenil de voleibol, cedida pelo ex-professor e coordenador do projeto Gerson Amorim, hoje assistente técnico da equipe masculina do Sesi – SP.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.