Diversão e prática de valores marcam Festival InterAgindo dos Núcleos Lagoa Santa/MG do projeto Vôlei em Rede

Criançada do Mini 2x2 dos Núcleos Lagoa Santa/MG se divertem durante Festival InterAgindo.

Os alunos dos núcleos Campinho e Santos Dumont – Lagoa Santa/MG, do projeto Vôlei em Rede, tiveram momentos especiais no mês de novembro. Durante os dias 24 e 25 eles participaram do Festival InterAgindo, que busca incentivar a troca de experiências entre a garotada que frequenta as aulas de minivôlei na mesma cidade. Ao todo, um pouco mais de 120 crianças e adolescentes participaram de jogos e atividades de valores. A Prefeitura Municipal de Lagoa Santa – parceira dos núcleos – cedeu o transporte.

No dia 24, os integrantes da categoria Mini 2×2 (9 e 10 anos) do Núcleo Santos Dumont visitaram os colegas da mesma categoria no Núcleo Campinho, na Escola Municipal Coronel Pedro Vieira de Freitas – local onde ocorrem as aulas de minivôlei do núcleo. No início do encontro, as crianças conversaram sobre os valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, que também são necessários no convívio social. Depois foi hora de exercitar a cooperação, a responsabilidade, o respeito e a autonomia por meio da brincadeira do pique bandeira. E, é claro, finalizado com uma discussão sobre os valores utilizados dentro desta atividade, como foram praticados e o desenrolar das atitudes de cada equipe.

Alunos do Mini 3x3 e Mini 4x4 reforçam valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol durante brincadeiras.

A diversão entre a garotada, assim como a prática dos valores, continuou durante os jogos de voleibol. As equipes foram formadas diversas vezes para incentivar a integração entre os alunos do Mini 2×2, misturando meninos com meninas, separando os meninos das meninas e misturando colegas de núcleos diferentes. O dia encerrou com um lanche comunitário e com o sorteio de brindes como garrafinhas, sacochilas e camisetas, para quem esteve presente.

Já no dia 25 foi a vez dos integrantes do Mini 3×3 (11 e 12 anos) e Mini 4×4 (13 anos) do Núcleo Campinho visitar os colegas do Núcleo Santos Dumont, na quadra de esportes da Escola Municipal Professor Mello Teixeira. No começo das atividades os alunos foram misturados e separados em grupos para participar de um circuito de brincadeiras com foco nos valores, como futebol sentado e vôlei de toalha. “Pudemos perceber os valores da metodologia sendo trabalhados pelos participantes em cada atividade”, ressaltou a professora do Núcleo Campinho, Juliana Montebrune. Ao final de cada atividade, os capitães das equipes ganharam letras para formar a frase: “juntos somos mais fortes. Esporte na busca de valores” e ainda bateram um papo sobre a aplicação dos valores na vida de cada um.

Jogos de voleibol proporcionam a troca de experiências do esporte entre meninos e meninas do projeto Vôlei em Rede.

Após as brincadeiras, os participantes foram para as quadras onde formaram equipes de Mini 3×3 e Mini 4×4 com colegas de núcleos diferentes. Juliana acredita que uma das melhores partes do festival foi os jogos de voleibol: “o ambiente de integração entre os alunos de categorias diferentes possibilita uma visível melhora técnica entre os alunos”. Para finalizar o dia, todos participaram de um lanche comunitário. Em avaliação anônima, uma aluna destacou a motivação que o projeto promove. “O projeto Vôlei em Rede é ótimo para estimular o espírito do esporte nos jovens”, comentou.

Parceiros dos Núcleos Lagoa Santa/MG: Prefeitura Municipal de Lagoa Santa e Uptime.

Fotos: Divulgação IC.

Vôlei Brasil Kirin recebe alunos do projeto Vôlei em Rede durante treinos da equipe no Ginásio de Esportes do Taquaral, em Campinas/SP

Alunos do Núcleo São Cristóvão observam os atletas da Brasil Kirin durante o treino de musculação no dia 4 de novembro.

Nos dias 4, 17 e 19 de novembro cerca de 150 alunos dos Núcleos Campinas/SP, do projeto Vôlei em Rede, tiveram uma experiência muito divertida e motivadora. Eles visitaram o Ginásio de Esportes do Taquaral, local de treinos da equipe do Vôlei Brasil Kirin – empresa parceira do Instituto Compartilhar – e acompanharam de perto a preparação de jogadores profissionais para os jogos da Superliga 2015/16. Professores, crianças e adolescentes adoraram o passeio e aprenderam bastante com a experiência.

A garotada dos núcleos Boa Vista, São Cristóvão, São Domingos e São Vicente não seguraram a empolgação e aproveitaram cada minuto das visitas. Além de assistirem aos treinos e acompanharem os jogadores na musculação, eles tiveram uma palestra com o coordenador técnico da equipe, André Heller (ex-atleta e campeão olímpico). Os alunos também jogaram e conversaram com os atletas.  Eles até receberam elogios dos “grandalhões” quanto aos fundamentos técnicos da modalidade, como toque e manchete.

No dia 17 os jogadores dão uma “escapadinha” do treino e conversam com a garotada do Núcleo Boa Vista.

Segundo o professor Laerte Rodrigues, do Núcleo São Vicente, a experiência foi muito gratificante e motiva as crianças e adolescentes a continuarem no projeto: “a participação dos alunos foi efetiva do início ao fim do evento. Eles observaram e fizeram comentários a respeito do treinamento dos atletas profissionais, o que poderá servir como referência nas aulas de minivôlei do projeto”. Já a professora Ana Paula Sampaio, do Núcleo Boa Vista, ficou surpresa quando os alunos vieram pedir o seu autógrafo ao final do treino dos jogadores. “Alguns alunos pediram para eu assinar a camisa deles. Fiquei sem graça e disse que era apenas para os atletas autografarem. Ouvir deles que também sou importante me deixou muito feliz”, contou emocionada a professora.

A aluna Jennifer Hosth, 9 anos, do Mini 2×2, do Núcleo São Domingos, adorou a visita: “foi muito bacana ver os jogadores bem de perto, gostei de tudo”. O colega Isaque Pereira, 14 anos, da categoria Vôlei, do mesmo núcleo, observou a semelhança entre os treinos da equipe com as atividades realizas durante as aulas do projeto. Já o aluno do Núcleo São Vicente, Lucas dos Santos, 9 anos, da categoria Mini 2×2, não escondeu a animação: “foi o melhor evento que já participei até agora”. Ao final das visitas, alunos e professores ganharam camisetas do Vôlei Brasil Kirin.

Coordenador da equipe Vôlei Brasil Kirin, André Heller, conversa com os integrantes dos Núcleos São Domingos e São Vicente.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas, Brasil Kirin e com apoio da Sanasa.

Fotos: Divulgação IC.

Festivôlei Compartilhar 2015: venha jogar voleibol com a gente

Devido às sucessivas e fortes chuvas em Curitiba nas últimas semanas de novembro, o Festivôlei Compartilhar 2015 foi adiado para o dia 05 de dezembro. O evento promete reunir centenas de pessoas para praticar o nosso esporte favorito. Todos estão convidados a participar de uma tarde cheia de diversão e jogos em várias quadras de vôlei e minivôlei.

Mesmo que o tempo em Curitiba não melhore, pode ficar tranquilo! Além do campo de rugby, o ginásio do Campus da Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo já está reservado e garantirá a realização dos jogos. Fique por dentro da programação, INSCRIÇÕES, e demais informações para você não ficar fora dessa!

Quando? 05 de dezembro de 2015.

 

Horário? Das 14h às 17h30 (no campo de rugby ou dentro do ginásio – à definir conforme o tempo na semana que antecede o evento).

Onde? Núcleo Central – Curitiba/PR do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Endereço? Rua Pastor Manoel Virgínio de Souza, 1020. Capão da Imbuia. Acesso lateral pela rua Professora Antônia Reginato Vianna.

Quem pode participar? O evento é aberto ao público.

Participe do nosso evento no Facebook, convite seus amigos e fique por dentro das informações atualizadas. 

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Você é ex-aluno?

Oba! Queremos muito rever você e seus amigos que fizeram aulas com a gente. No dia do nosso encontro, leve uma lembrança das aulas e eventos. Vamos montar uma exposição para matar as saudades dos nossos 18 anos de histórias. Apenas para termos controle do número de pessoas interessadas em jogar com a gente, pedimos que faça a inscrição clicando aqui.

Você não tem vínculo com o Instituto Compartilhar, mas está cheio de energia para participar?

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Aluna do Instituto Compartilhar surpreende na mudança de comportamento no Núcleo Deodoro – Rio/RJ e na escola onde estuda

Aluna do Núcleo Deodoro – Rio/RJ, Alline dos Santos, tem melhora na prática esportiva e no seu desenvolvimento pessoal após iniciar nas aulas do projeto Vôlei em Rede.

O esporte traz desenvolvimento e mudanças positivas na vida de quem o pratica. A história da aluna Alline Oliveira dos Santos, do Núcleo Deodoro – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede, é um dos resultados do que o esporte pode proporcionar: seu comportamento na escola onde estuda e no núcleo em que faz aulas de minivôlei teve melhoras significativas.

No início de 2015, com 13 anos, uma menina tímida, acanhada e com medo da bola chegou ao projeto. Para o professor do Núcleo Deodoro, João Fábio Toniato, a Alline está sendo uma grata surpresa. “Ela se transformou em uma das integrantes que mais progrediu no aprendizado dos fundamentos do voleibol e dos valores do projeto”, conta João, que tem muito orgulho em participar de alguma forma no desenvolvimento e sucesso dos seus alunos. O professor ficou ainda mais feliz quando soube que, além de ser destaque no núcleo, Alline também tem sido excelente em sala de aula. Para a coordenadora da Escola Municipal Rosa da Fonseca, Patrícia Nogueira, onde acontecem as aulas do projeto e onde estuda, a aluna sagrou-se destaque por um conjunto de conquistas cognitivas e afetivas. “Este é o caminho, esporte formando cidadãos”, comenta a coordenadora.

A garota confessa que sempre se interessou pelo voleibol, ao assistir aos jogos da modalidade pela televisão. Assim que mudou para o turno da manhã, decidiu que o esporte entraria na sua rotina no período da tarde. “Ao participar de algumas aulas, mesmo me considerando ‘lerdinha no início’ percebi que tenho potencial para me tornar uma jogadora”, revela Alline. Mas não é só a parte do desenvolvimento esportivo que ela leva em consideração. “Através do projeto pude ter consciência que tanto o voleibol, como qualquer outro esporte, não é constituído apenas por jogos, mas também por respeito, compreensão, cooperação, trabalho em equipe e o que acho mais importante, ter humildade para aprender constantemente com o próximo”, diz a garota, que está feliz por ter tido essa oportunidade e gostar de uma forma especial da modalidade.

Voleibol já faz parte da vida de Alline: para ela, o esporte também ensina valores.

Atualmente, existem 15 núcleos do projeto Vôlei em Rede no Rio/RJ, que atendem a cerca de 1.300 crianças e adolescentes. Desde 2010, os Núcleos Rio acontecem em parceria com a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. A partir de 2014 passaram a receber recursos via Lei de Incentivo ao Esporte em parceria com a Unilever e o Ministério do Esporte.

Efeito Esporte

Quer saber mais sobre os efeitos do esporte na vida de pessoas? No site efeitoesporte.com.br, do Instituto Compartilhar, é possível conhecer o trabalho de acompanhamento dos projetos do Instituto Compartilhar e outras pesquisas relacionadas ao impacto de ações socioesportivas.

Fotos: Divulgação IC.

Taça Paraná de Voleibol 2015: alunos dos núcleos Afonso Pena – S.J. dos Pinhais/PR e Central – Curitiba/PR participam do maior evento de categorias de base do Brasil

Edição 2015 da Taça Paraná de Voleibol contou com a presença dos alunos do Núcleo Central/PR do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Se assistir aos jogos de voleibol já deixam os amantes da modalidade inspirados, imagina fazê-los jogar com atletas e, até mesmo, promover trocas de experiências entre eles. Foi isso o que aconteceu com os alunos do Núcleo Afonso Pena – S.J. dos Pinhais, do projeto Esporte em Ação e do Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná durante a realização da edição 2015 da Taça Paraná de Voleibol. Entre os dias 10 e 15 de novembro, essa garotada acompanhou de perto o maior evento de categorias de base de voleibol no país. O torneio foi sediado em ginásios de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, e reuniu 126 equipes de vários estados do país.

Os alunos da categoria Super Vôlei do Núcleo Central participaram dos jogos na categoria infanto masculina (até 18 anos), acompanhados pelas professoras Alessandra Oliveira, Dayane Prado e Tatiana Ribas. Alessandra, que teve a oportunidade de estar em quadra como atleta em edições passadas da Taça, destacou a importância de participar da Taça. “Essa experiência é importante para os meninos porque o torneio reúne equipes fortes do Brasil inteiro. O envolvimento deles com o evento serve como inspiração, já que eles não têm o costume de participar deste tipo de competição”, comentou a professora. Ela reforçou, ainda, a importância dos valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol durante o evento: “na competição eles são responsáveis pelos uniformes e pelos crachás, enquanto dentro da quadra é preciso cooperar com os colegas para que eles possam dar o seu melhor”, explicou.

Valores passados durante as aulas são reforçados durante os jogos, como a cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia.

O aluno Matheus Portes, 16 anos, esteve na edição 2014 da Taça e compareceu neste ano também. Ele conta que participar do torneio é uma experiência única: “é um campeonato de alto nível, que nos ensina muita coisa. Aqui, a gente aprende a reagir sob pressão e a manter a postura em um campeonato famoso como este”. O aluno Matheus Kenzo, 15 anos, começou no projeto junto com o xará Matheus Portes, na primeira categoria da metodologia, o Mini 2×2 (para crianças com 9 e 10 anos). No entanto, foi a primeira vez que participou da Taça. Kenzo acredita que os valores passados durante as aulas do projeto ajudaram muito dentro da quadra: “o grupo teve autonomia, cooperou e se respeitou durante os jogos, o que nos manteve unidos”.

Já o Matheus Freitas, 17 anos, é ex-aluno do projeto, mas também participou. Ele jogou na Taça em 2014 e levou para os companheiros de equipe deste ano um pouco do que aprendeu. “O grupo é um pouco mais jovem que o do ano passado e é importante a gente que já participou passar um pouco da nossa experiência para eles”, conta. E ele revela contente: “nossa equipe é muito unida, companheira e que não abaixa a cabeça para nada! ”.

Crianças e adolescentes do Núcleo Afonso Pena/PR do projeto Esporte em Ação se divertem com a equipe do Botafogo/RJ em quadra de minivôlei.

Os integrantes do Núcleo Afonso Pena participaram de maneira mais tímida no evento, mas nem por isso menos especial. Eles assistiram algumas partidas durante os cinco dias do torneio, já que a sede das aulas do projeto Esporte em Ação, o Centro de Esporte e Lazer Max Rosenmann, foi um dos ginásios que sediou jogos da Taça. O coordenador dos Núcleos São José dos Pinhais/PR, Fabiano Prado, destacou que o evento foi uma excelente oportunidade para todos: “eles puderam acompanhar um dos maiores eventos de voleibol do país. Ver de perto atletas da mesma idade jogando um torneio como esse foi uma maneira que nós achamos para incentivar nossos alunos durante as aulas”.

Ao final das partidas a garotada teve a oportunidade de conversar com duas participantes do evento: a Mariane Michewski e a Jéssica Lima. A Mariane, 15 anos, é aluna do Núcleo Cidade Jardim – S.J. dos Pinhais/PR, categoria Mini 3×3, ela representou a equipe infantil da cidade de São José dos Pinhais e contou um pouco da sua história no projeto. Já a Jéssica foi a atleta mais alta da competição. A integrante da equipe infantil do Tijuca Tênis Clube, do Rio de Janeiro, tem 15 anos de idade e 1,98 de altura e falou sobre a experiência de ser convocada para seleção brasileira infanto feminina. Além de assistir, os alunos também puderam bater uma bola, já que a organização do evento disponibilizou algumas quadras de minivôlei na área externa do centro de esporte e lazer. Lá, as crianças e adolescentes puderam conhecer e jogar com colegas de vários estados do Brasil.

Fotos: Divulgação IC.

Festival de voleibol reúne mais de 250 pessoas no Núcleo Pato Branco/PR

Evento reúne diversas instituições da região e conta com a presença de um pouco mais de 250 pessoas.

Experiências positivas com o voleibol e valores de cidadania marcaram o festival de voleibol promovido pela professora do Núcleo Pato Branco, Simone Pastorello. Isso porque, no dia 13 de novembro, os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná se reuniram com diversas equipes de voleibol da região e das cidades de Palmas e Coronel Vivida. Fora os jogos e a diversão, a garotada desenvolveu ações de respeito, responsabilidade e autonomia. O evento aconteceu no ginásio de esportes do Colégio Estadual de Pato Branco, sede das aulas do projeto, e contou com a presença de mais de 250 pessoas.

Em quadra, os participantes do festival foram divididos de acordo com as categorias da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol: Mini 3×3 (11 e 12 anos), Mini 4×4 (13 anos) e Vôlei (14 e 15 anos) com equipes masculinas e femininas. Eles jogaram diversas partidas, se divertiram muito e fizeram novas amizades. Ao fim do evento, as três equipes que somaram mais pontos receberam medalhas. A garotada do projeto também esteve ativa fora das quadras com o desenvolvimento de ações bem interessantes. A taxa de inscrição para o festival, por exemplo, foi um exercício do valor respeito. Para participar do evento cada aluno deveria levar 1kg de alimento não perecível. Foram arrecadados cerca de 200kg, doados para um grupo de famílias haitianas da cidade. Esta ação foi liderada pelo pessoal do Mini 4×4.

Alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná reforçam os valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol durante festival.

Os alunos da categoria Vôlei trabalharam o valor “autonomia” e organizaram um abaixo-assinado que será entregue ao prefeito. O documento solicita a construção de duas quadras de vôlei de praia na cidade, uma no bairro do colégio e outra no complexo poliesportivo do município. Já os alunos do Mini 3×3 reforçaram o valor “responsabilidade”, pois ficaram encarregados por coordenar o mural “Deixe seu Recado”.

De acordo com Simone, a garotada estava participativa e motivada. Ela disse, ainda, que ex-alunos e alunos mais experientes foram fundamentais, pois auxiliaram na organização do evento e na arbitragem dos jogos. Além da direção do colégio, o evento contou com a colaboração do NRE de Pato Branco, que doou as medalhas, e da Secretaria de Esportes da cidade que cedeu o transporte para os colégios do município, fotógrafo e bolas para sorteio.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Jogos favorecem a prática esportiva entre participantes.

Fotos: Divulgação IC.

Aluno do Núcleo Central, em Curitiba, representa o Paraná e conquista segundo lugar no campeonato brasileiro de seleções estaduais sub-16 de voleibol

Fernando Mathias (abaixado) comemora com a seleção paranaense masculina de voleibol sub-16, vice-campeã brasileira.

Entre os dias 13 e 17 de outubro ocorreu a Taça Sami Mehlinsky, primeira edição do campeonato brasileiro de seleções estaduais sub-16 realizada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A seleção paranaense masculina conquistou o vice-campeonato, após perder a final para a equipe do Rio de Janeiro por 3 sets a 2. Mesmo assim, os meninos do sul mandaram muito bem, inclusive Fernando Mathias, 15 anos, que além de ponteiro da equipe, é aluno do Núcleo Central, em Curitiba, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná do Instituto Compartilhar.

Fernando participa das aulas do projeto desde 2012 quando ingressou na categoria Mini 3×3 da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, destinada a crianças e adolescentes com idades entre 11 e 12 anos. Um dos professores do Núcleo Central, Alexandro Martins, é hoje quem acompanha Fernando nas aulas da categoria Vôlei (para adolescentes com 14 e 15 anos), e também foi ele quem recebeu o aluno no projeto: “eu fui professor do Fernando no Mini 3×3 e pude acompanhar de perto o desenvolvimento que ele teve nestes últimos anos”. Alexandro ressalta que essa convocação é fruto do trabalho do próprio aluno e destaca a importância da metodologia nesse processo. “Essa oportunidade é resultado do esforço que ele teve. Com o auxílio da metodologia (que também trabalha valores de cidadania) ele conseguiu se desenvolver muito bem, tanto como atleta quanto como pessoa”, comenta o professor.

Aluno do Núcleo Central/PR revela que a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol foi fundamental para seu crescimento como atleta.

Para Fernando, os valores – principalmente cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia – passados durante as aulas e eventos foram cruciais para a sua formação como atleta: “tudo que eu aprendi sobre voleibol eu aprendi no projeto. Durante o torneio eu pude conhecer outros atletas e percebi que muitas coisas que eles passam aqui (Núcleo Central), como os valores, não são passadas por outras instituições”. O adolescente conta que ficou muito feliz com a convocação e que a competição foi uma ótima oportunidade para ganhar experiência. “Foi muito gratificante, tive a chance de conhecer um dos berços do voleibol no Brasil, que é a cidade de Saquarema/RJ, e ainda pude representar o meu estado. Foi uma alegria imensa”, explica contente. Sobre seguir carreira com o voleibol, Fernando não pensa duas vezes. “Participar deste campeonato só me faz crescer como atleta. A gente sempre busca um futuro, ainda mais no esporte que a gente ama. Espero ter mais oportunidades como essa e, quem sabe, seguir carreira no voleibol”, concluiu empolgado.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Federação Paranaense de Voleibol e Divulgação IC. 

#QuemFaz Professora do Núcleo Guaratuba/PR, Cássia Graciotto, é exemplo de persistência e, hoje, sente-se realizada com sua profissão

Professora do Núcleo Guaratuba/PR, Cássia Graciotto, transmite o amor pelo projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná para a família.

A professora Cássia Graciotto, do Núcleo Guaratuba/PR, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, é apaixonada por vôlei e, ao mesmo tempo, é a paixão de seus alunos. Ela não esconde o carinho que tem por eles, tampouco seu amor pelo esporte e profissão. Mas quase que essa história de dedicação ao vôlei seguiu por outros caminhos. É o que vamos contar na série #QuemFaz do Instituto Compartilhar.

Nos tempos de adolescente, Cássia adorava jogar voleibol. Os irmãos mais velhos, também ligados ao esporte no colégio, eram sua influência. “Minha irmã foi minha primeira técnica de vôlei. Ela era acadêmica de educação física e dava aulas no colégio em que eu estudava e treinava”, conta. E assim Cássia se tornou atleta de vôlei. Jogou por vários times paranaenses, ganhou muitas medalhas e foi o salário de atleta que deu condições para pagar sua primeira faculdade: processamento de dados.

A atleta de voleibol formou-se em uma área um pouco distante da que era familiarizada e para quem conhece a professora, a escolha foi no mínimo curiosa. Ela era apaixonada por esportes, principalmente pelo vôlei, mas na época o pai não era muito a favor da profissão de educador físico. Por isso, Cássia havia escolhido este outro caminho. “Eu sou muito ligada ao meu pai, não queria desapontá-lo”, revela. Mas não teve jeito. Sua vida como processadora de dados não deu certo e com 27 anos ela foi em busca do que gostava. Cursou sua segunda faculdade, de educação física, e se descobriu. Quando o pai percebeu que Cássia havia encontrado o seu lugar, aceitou o caminho traçado pela filha e hoje se sente orgulhoso da profissão que ela tem.

Cássia sempre promove atividades diferentes para a garotada do projeto.

Logo que se formou, Cássia prestou concurso para ser professora do Estado do Paraná e também escolheu o lugar que moraria: Guaratuba, localizada no litoral. Durante os anos anteriores ela tinha vivido a maior parte do tempo em Maringá, município do interior paranaense que fica a cerca de 400 km da cidade litorânea. “Guaratuba é uma cidade pequena, gosto de encontrar com meus alunos na rua, todos me conhecem. Acabo participando mais da vida do aluno”, explica Cássia.

Uma de suas alunas, Laura Fischer, 14 anos, também adora esses momentos: “a turma sempre acaba se encontrando, saímos para comer uma pizza, é legal como a professora promove esse entrosamento entre os alunos. Ela vive na nossa idade”, conta. Cássia chegou em Guaratuba sem conhecer ninguém e hoje é casada com Jerri, tem uma filha de 2 anos, a Sofia, e pretende seguir sua vida como professora de educação física na cidade.

Simpósio de Professores e Coordenadores IC 2015: Cássia compartilha experiências do esporte com colegas de trabalho que atuam em diferentes regiões do país.

O projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná foi criado em 1997 e é o mais antigo do Instituto Compartilhar. Conta com o Núcleo Central, em Curitiba, e outros 13 núcleos espalhados pelo interior do estado, atendendo cerca de 1,6 mil crianças e adolescentes. São parceiros do projeto: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Festival InterAgindo dos núcleos Boa Vista e São Cristóvão – Campinas/SP promove trocas de experiências entre colegas do projeto Vôlei em Rede

Crianças e adolescentes do projeto Vôlei em Rede têm oportunidade de trocar experiências com colegas de núcleos diferentes.

No dia 9 de novembro ocorreu mais uma edição do Festival InterAgindo entre os Núcleos Campinas/SP. Desta vez, os alunos do Núcleo Boa Vista visitaram os colegas do Núcleo São Cristóvão, na Escola Municipal Maria Pavanatti Favaro, uma das sedes das aulas do projeto Vôlei em Rede na cidade paulista. Cerca de 70 crianças e adolescentes participaram do evento, que buscou fortalecer os laços entre a garotada e proporcionar a prática do que é passado durante as aulas, como os fundamentos técnicos do voleibol e os valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Durante as atividades, os participantes fizeram uma dinâmica para conhecer o nome de todos os presentes e jogaram “Base 4”, uma atividade muito divertida que exige bastante da agilidade dos alunos. O voleibol também agitou os participantes: as crianças e adolescentes dos dois núcleos se misturaram na formação das equipes e jogaram várias partidas da modalidade até cansarem.  Para finalizar, os alunos                                                                                      aproveitaram um lanche comunitário.

Alunos dos Núcleos Boa Vista e São Cristóvão – Campinas/SP se divertem com brincadeira realizada no início do evento.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas, Brasil Kirin e com apoio da Sanasa.

Fotos: Divulgação IC.

Alunos do Núcleo Cornélio Procópio/PR fortalecem valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol durante festival

Equipes praticam em quadra o que aprendem durante as aulas do Núcleo Cornélio Procópio/PR.

Com o auxílio do professor Márcio Seugling, os alunos da categoria Vôlei do Núcleo Cornélio Procópio realizaram um festival de minivôlei para os colegas mais novos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. A diversão tomou conta da garotada, mas não foi só isso: as crianças e adolescentes desenvolveram suas habilidades técnicas em quadra e trabalharam valores, tais como responsabilidade, respeito e autonomia. Cerca de 50 alunos participaram das atividades no ginásio de esportes do Colégio Estadual Castro Alves, local onde ocorrem as aulas do projeto.

Os alunos do Mini 3×3 e Mini 4×4 foram misturados e separados em equipes equilibradas e todas elas jogaram entre si, com o auxílio dos colegas da categoria Vôlei. Cooperar foi apenas uma das tarefas destes adolescentes. Eles ficaram responsáveis por organizar, estruturar e arbitrar as partidas dos companheiros mais jovens, o que agradou Márcio. “Eles passaram momentos agradáveis nas dependências do colégio, praticando a modalidade que gostam e exercitando os valores que são inerentes ao projeto”, comentou o professor. Durante as partidas também foi trabalhado o fair play: os alunos que deixassem de lado a responsabilidade ou o respeito seriam penalizados com a perda de pontos para a equipe.

Valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol – como a cooperação, a responsabilidade, o respeito e a autonomia – são praticados durante os jogos.

Os organizadores do evento, o pessoal do Vôlei, realizaram muito bem as suas funções, se envolveram com as atividades e conseguiram praticar o valor da autonomia. É claro que eles também mereceram entrar em quadra. Separados em duplas, eles puderam jogar várias partidas entre si. Ao final dos jogos, os dois primeiros colocados de cada categoria receberam medalhas.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.