24 horas de Voleibol: evento promovido em Guarapuava/PR movimenta a cidade e motiva crianças e adolescentes a praticarem esporte

24 horas de Voleibol agita ginásio do Colégio Estadual Visconde de Guarapuava durante o dia e a noite.

Jogar voleibol durante 24 horas parece uma tarefa um tanto quanto difícil, mas os alunos do Núcleo Guarapuava/PR aceitaram o desafio mais uma vez. No dia 7 de novembro, ocorreu o 24 horas de voleibol, evento promovido pela professora do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Valdinéia Lemos, e que reúne diversas crianças e adolescentes que praticam o esporte na cidade.  Realizado uma vez por ano, o 24 de Voleibol já é tradição em Guarapuava e, desta vez, contou com a cobertura da RPCTV, afiliada da Rede Globo no Paraná. Os participantes praticaram bastante o esporte, se divertiram e trabalharam valores no Colégio Estadual Visconde de Guarapuava, sede das aulas de minivôlei. Pais, familiares e comunidade puderam conferir as atividades.

Além dos integrantes das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei do Núcleo Guarapuava, e ex-alunos, também marcaram presença alunos da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) e de escolinhas de voleibol da região. A realização da maratona de jogos só foi possível graças ao esforço das crianças e adolescentes do projeto, que por meio da venda de bombons custearam os materiais utilizados no evento. Tudo foi pensado com muito carinho, desde a decoração, confecção de camisetas personalizadas até a organização das quadras. O esforço valeu muito a pena, todos estavam motivados e entusiasmados para passar o dia e a noite toda dentro das quadras com os amigos. Eles levaram até colchões, cobertas e travesseiros para aproveitar todo o evento com energia.

Uma das oficinas de valores realizadas durante o evento é coordenada por alunos da categoria Vôlei.

A diretora do colégio, Marcia Oliveira, pôde observar a dedicação dos alunos e parabenizou os organizadores. “Participei mais intensamente este ano e posso dizer que a experiência foi marcante. Pude perceber o envolvimento e a capacidade de organização dos alunos. A alegria com que participaram nos trouxe a certeza de que o projeto é essencial para que outros laços se estabeleçam no ambiente escolar, entre alunos, professores e funcionários. Parabenizo a disposição da professora Valdinéia e a organização da maratona”, revelou satisfeita.

Além do desafio dos jogos, oficinas que trabalham os valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol – como a cooperação, reponsabilidade, respeito e autonomia – divertiram os participantes. Os alunos da categoria Vôlei ajudaram e ficaram responsáveis pela dinâmica realizada com os integrantes da categoria Mini 3×3.

Segundo a professora do núcleo, Valdinéia Lemos, o evento é muito importante para que os alunos do projeto possam colocar em prática o que é passado durante as aulas: “estes valores estão sendo trabalhados durante todo o evento, é preciso cooperar com o colega para concluir as atividades e também ter responsabilidade para realizar o movimento de maneira correta para que o jogo possa fluir”. Em depoimento anônimo, a mãe de um integrante do projeto ressaltou a importância do evento para o filho: “ele fica na expectativa desde quando o evento é agendado. Durante o 24 horas de voleibol ele procura participar de todas as atividades. Com certeza é um momento muito importante em seu aprendizado”.

Integrantes do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná levam colchões, cobertores e travesseiros para descansar um pouco durante a maratona.

A garotada também gostou. A aluna Helena Bastos, 13 anos, do Mini 3×3, destacou que se divertiu muito e que todos colaboraram. “Estava muito bom, porque encontramos com amigos e professores. Mesmo com todos muito animados, cada um tinha suas obrigações e responsabilidades”, comentou. Já o aluno Tharick Garcia, 15 anos, da categoria Vôlei, ressaltou os valores trabalhados durante as atividades e já está pensando na próxima edição: “o 24 horas foi muito bom, jogamos vôlei sem parar, aprendemos que tem que respeitar o próximo e cooperar com o grupo, já estou no aguardo do próximo”. Independente dos vencedores, todos saíram do evento com troféus que, com certeza, servirão de lembranças desses momentos únicos que passaram juntos.

Link da reportagem na RPCTV: http://g1.globo.com/pr/parana/videos/t/todos-os-videos/v/alunos-participam-de-um-desafio-jogar-volei-por-24-horas-seguidas/4593741/

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

#QuemFaz: direto de Natal/RN, professor Cláudio de Araújo conta como o voleibol entrou na sua vida

Cláudio de Araújo está no Instituto Compartilhar desde 2011 e leciona suas aulas nas quadras do Natal Volley Club, parceira do projeto Vôlei em Rede.

O sotaque não deixa enganar! O nosso personagem da vez na série #QuemFaz é lá de Natal, Rio Grande do Norte. O professor Cláudio José de Araújo, do Núcleo Natal/RN, do projeto Vôlei em Rede, contou para gente um pouco mais sobre sua vida, e seu dia a dia como profissional de educação física e professor do Instituto Compartilhar.

Cláudio é paulista de nascimento, mas aos cinco anos foi morar com os tios em Natal, após o falecimento da mãe. A capital do Rio Grande do Norte (definida com bom humor pelos seus moradores por ter quatro estações no ano: verão, quentura, calor e mormaço) o recebeu tão bem que ele nem se quer pensa em mudar de cidade. “Gosto de Natal, do calor. Frio, só de vez em quando, mas não para morar”, conta.

O paulista que cresceu em Natal também tem um pouco de carioca em sua personalidade, Cláudio é flamenguista e sempre dá um pulinho até o Rio de Janeiro para acompanhar os jogos do seu time de coração, já foi até para uma final de campeonato. O professor é apaixonado por futebol desde pequeno, mas assim que ingressou no Ensino Médio, no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), teve que escolher outro esporte, pois lá não tinha futebol, e foi após uma breve passagem pelo basquete que ele chegou ao voleibol. “Treinei e joguei voleibol dois anos pelo IFRN. Depois disso entrei logo para a faculdade de educação física, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte”, relembra Cláudio.

Cláudio participa de diálogo durante o Simpósio de Professores e Coordenadores IC 2015, em Curitiba.

Ainda na faculdade um professor de Cláudio, chamado Breno Cabral – proprietário do Natal Volley Club (local onde as atividades do projeto Vôlei em Rede acontecem na cidade), foi um incentivo para ele. “Breno me deu a oportunidade de trabalhar com ele como assistente nos times em que era técnico, e a partir daí comecei realmente a me encaminhar para a área do voleibol profissionalmente”, diz Cláudio. Hoje o professor faz jornada quádrupla: além de professor do Instituto Compartilhar, ele trabalha na Secretaria de Educação do Estado, é técnico de vôlei no Centro de Educação Integrada (CEI) e do time feminino adulto da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Para Cláudio, o trabalho com o Instituto Compartilhar é muito mais do que ele esperava: “eu sempre trabalhei com voleibol, mas quando entrei no projeto percebi que, com a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, a criança tem muito mais facilidade em aprender”. Aluno do professor há três anos, Tiago Barbosa, 14 anos, gosta da paciência com que o professor ensina vôlei e revela o quanto o incentivo foi importante para ele seguir no esporte: “eu achava que não jogava tão bem quanto os outros alunos e o professor Cláudio me ajudou bastante insistindo para que eu ficasse no projeto”, conta.

Professor é conhecido pelos alunos pela persistência e o apoio em não deixar ninguém desistir.

Cerca de 210 crianças e adolescentes são atendidas pelo projeto Vôlei em Rede em Natal. O Núcleo Natal/RN existe desde 2006 e conta com a parceria da Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC. 

Mais de 300 pessoas participam de Festival de Voleibol do Núcleo Natal/RN

Participantes do festival são auxiliados por voluntários e professores do Núcleo Natal/RN e universitários.

Um dia inteiro de muita interação e muito voleibol. Foi isso que aconteceu no tradicional festival de voleibol do Núcleo Natal/RN, no ginásio de esportes do Colégio Centro de Educação Integrada, no dia 31 de outubro, que anualmente reúne centenas de crianças e adolescentes da cidade. Participaram dos jogos, um pouco mais de 300 pessoas, entre alunos do núcleo e de quatro escolas convidadas. Para ajudar na organização, os professores do projeto Vôlei em Rede contaram com ajuda dos voluntários do Compartilhando um Ideal e acadêmicos de educação física de três universidades do Natal.

A parte da manhã foi voltada para as categorias inicias da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, Mini 2×2 (9 e 10 anos) e Mini 3×3 (11 e 12 anos), e contou com a participação de 50 equipes. Já no período da tarde foi a vez dos alunos um pouco mais velhos, do Mini 4×4 (13 anos) e Vôlei (14 e 15 anos), que somaram mais 20 times ao evento. Ao final do festival, as três equipes que somaram mais pontos em suas categorias foram premiadas com medalhas. Aos universitários e ajudantes na organização, foram entregues camisetas, a todos os presentes teve distribuição de pipocas e doces, e apenas para alunos do projeto Vôlei em Rede houve lanche.

Alunos da categoria Vôlei, do projeto Vôlei em Rede, ficam entre os três primeiros colocados e recebem medalhas.

A professora de educação física do Colégio Objetivo, Dalyane Cortez, convidada para participar do festival com seus alunos destacou o trabalho do Instituto Compartilhar na cidade e os valores trabalhados pelos alunos durante o festival. “O método e as regras adotadas facilitam o desenvolvimento do jogo. Este tipo de evento promove integração entre a garotada e permite que os alunos do projeto joguem de igual para igual com alunos de escolas particulares”. A aluna Kalyane Kelly, também do Colégio Objetivo, contou que adorou o festival, mesmo não tendo ganhado uma medalha: “é a primeira vez que eu participo de um festival aqui e mesmo não tendo ficado entre os primeiros colocados, eu gostei muito”, concluiu.

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC. 

Desafio do Livro incentiva o hábito da leitura entre alunos do Núcleo Guaratuba/PR

Desafio motiva alunas do Mini 3x3 e colegas de outras categorias a manterem o hábito da leitura.

Pelo segundo ano consecutivo, aconteceu no Núcleo Guaratuba/PR mais uma edição do Desafio do Livro. Promovido pela professora do núcleo, Cássia Graciotto, o evento aproveita o Dia do Livro, comemorado em 29 de outubro, para incentivar o hábito da leitura entre os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. As crianças e adolescentes entraram no clima da brincadeira e realizaram textos surpreendentes sobre suas histórias prediletas.

Todas as categorias do núcleo participaram do desafio de redigir um texto respondendo a seguinte questão: “como e qual livro te ensinou uma importante lição?”. Cássia conta que esta ação é uma de suas favoritas, já que ler é uma de suas paixões. “Além de ser uma fonte de conhecimento, os livros despertam a capacidade crítica e criativa do leitor. Certos livros mostram como é fácil se transportar para os lugares mais espetaculares da imaginação humana, e aprender lições que podem mudar para sempre seu jeito de ver o mundo”, ressalta.

Alunas do Mini 4x4 concluem atividade com sucesso.

Boas discussões nortearam o desafio e tornaram a atividade ainda mais prazerosa. A aluna Fabyanna Gonçalves, 11 anos, da categoria Mini 3×3, contou que já leu vários livros e histórias e que sempre tirou deles conhecimentos para a vida. Muitos alunos também extraíram valores importantes de cidadania. Uma colega da mesma idade e categoria que Fabyanna, a Karla Caldas, percebeu como faz diferença cativar, amar e cuidar das pessoas.

Para incentivar a garotada, Cássia promoveu algumas bonificações. Na turma do Mini 3×3, o desafio valeu 100 pontos na carteirinha do Compartilhar Fidelidade – projeto que incentiva ações positivas no dia a dia dos alunos, promovendo os valores prioritários de cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia. Para os alunos do Mini 4×4 e Vôlei o desafio rendeu três estrelas em um painel de pontuação dos integrantes do núcleo. As redações destaque também foram premiadas: os três melhores textos de cada turma receberam uma caixa de chocolate e os primeiros colocados ganharam ainda o livro Transformando Suor em Ouro, do técnico da seleção brasileira masculina de voleibol e diretor presidente do Instituto Compartilhar, Bernardinho.

Meninas da categoria Vôlei também são premiadas com chocolates e livro Transformando Suor em Ouro, do técnico Bernardinho.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

Coordenador do Muuvit no Brasil faz visitas a escolas de Curitiba/PR

Garotada se diverte durante a visita do gestor de conhecimento do Insituto Compartilhar e coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill Braga – o Max –, às escolas em Curitiba.

Nos dias 24 de setembro, 20 e 27 de outubro, o gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar e coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill Braga – o Max – e a estagiária Thamy Soavisky visitaram algumas escolas da capital paranaense que estão ativas na plataforma educativa Muuvit. O objetivo principal foi acompanhar o desenvolvimento do programa nas instituições, que ainda teve a participação de três intercambistas da Finlândia – país de origem da ferramenta.

No dia 24 de setembro quatro escolas foram visitadas e no dia 20 de outubro outras duas, todas localizadas no Bairro Novo. Já no dia 27 de outubro, foi a vez de instituições de ensino do bairro Boqueirão receberem o coordenador do Muuvit no Brasil. Max tirou dúvidas que os professores tinham em relação a plataforma e exemplificou atividades que podem ser realizadas fora das salas de computação e que envolvem movimento – já que é por meio da acumulação de pontos praticando atividades físicas que as crianças viajam virtualmente por cidades da América do Sul.

Aluno preenche caderneta do Muuvit durante visita a Escola Municipal Augusta Gluck Ribas, no Bairro Novo.

O coordenador ressalta que os encontros servem como oportunidade para verificar o avanço da ferramenta dentro das instituições: “é muito importante acompanhar um pouco mais de perto o trabalho que está sendo feito. Às vezes a parte online está indo bem, mas a questão interdisciplinar nem tanto, e só conseguimos perceber isso nas visitas”. Max acrescenta que a participação da escola é muito importante no desenvolvimento da ferramenta, ele acredita que a aplicação do Muuvit vai muito além do site e que as escolas têm que se envolver na interdisciplinaridade que a plataforma oferece.

Fotos: Divulgação IC. 

Acadêmicos de educação física da Faculdade Dom Bosco visitam Núcleo Central, em Curitiba, e conhecem a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol

Analista de projetos do Instituto Compartilhar, Vinicius Petrunko, e a professora de educação física da Faculdade Dom Bosco, Elisangela Ananias, trocam experiências durante visita.

As aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná foram fundamentais para que os acadêmicos de educação física da Faculdade Dom Bosco pudessem compreender como funciona a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Acompanhados da professora de educação física da instituição, Elisangela Ananias, eles foram até o Núcleo Central, em Curitiba, no dia 26 de outubro. Entre outras curiosidades, eles estavam dedicados a entender na prática a importância de um bom planejamento de aula. A experiência agradou os jovens e também os profissionais do Instituto Compartilhar.

Os acadêmicos acompanharam as aulas de minivôlei do período da manhã, das categorias Mini 3×3 e Mini 4×4. O analista de projetos do Instituto Compartilhar, Vinicius Petrunko, acompanhou a turma e conforme as atividades aconteceram em aula, ele explicou os princípios da metodologia. “Dei ênfase na importância de planejar e como fazer isso no dia a dia em qualquer esporte. Exemplifiquei como nossos professores lidam com este processo”, conta Vinicius.

Já no dia 27, o analista de projetos fez uma apresentação na faculdade Dom Bosco para os estudantes do período da noite, que não puderam se dirigir até a sede do projeto no dia anterior. Vinícius destacou a participação dos acadêmicos, tanto nas atividades na sede do núcleo como na palestra na faculdade. “De uma maneira geral foi muito bom, eles se demonstraram muito interessados e se envolveram nas atividades”, concluiu.

Acadêmicos de educação física da faculdade Dom Bosco observam de perto a aplicação da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Festival InterAgindo promove diversão e aprendizado entre alunos dos Núcleos São Domingos e São Vicente – Campinas/SP

Festival InterAgindo proporciona novas amizades e a prática do voleibol para os alunos dos Núcleos São Domingos e São Vicente – Campinas/SP.

Os dias 26 e 29 de outubro foram especiais para os alunos dos Núcleos São Domingos e São Vicente – Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede. Eles participaram do Festival InterAgindo, que buscou aproximar um pouco mais as crianças e adolescentes que frequentam as aulas de minivôlei em locais diferentes. Ao todo, cerca de 150 pessoas participaram. Também marcaram presença dois representantes da Brasil Kirin, parceira mantenedora do Instituto Compartilhar e do Vôlei em Rede no estado paulista.

O objetivo deste festival está no próprio nome: integrar os alunos e, é claro, favorecer a troca de experiências do esporte. Além disso, o evento é muito importante para que a garotada desenvolva os valores trabalhados pela Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. O professor do Núcleo São Vicente, Antonio Carlos, acredita que o InterAgindo motiva as crianças e adolescentes: “o contato com alunos de núcleos diferentes é sempre muito empolgante, pois eles têm a oportunidade de jogar com outros colegas e fazer novas amizades”.

Integrantes das categorias Mini 4x4 e Vôlei lancham com os colegas do projeto Vôlei em Rede no primeiro dia do evento.

No primeiro dia de atividades, 26, os alunos das categorias Mini 4×4 e Vôlei do Núcleo São Domingos foram até o Núcleo São Vicente. Lá, eles jogaram muito voleibol e tiveram uma pausa para o lanche. A analista de marketing da Brasil Kirin, Ellen Dayane da Silva, contou que foi a sua primeira visita ao núcleo São Vicente e ressaltou o trabalho realizado pelo Instituto Compartilhar: “a visita foi uma experiência incrível. Pude ver de perto a integração entre as crianças, a dedicação ao esporte e a empolgação delas. Tudo sob o olhar atento dos professores. Fico muito feliz em saber que existe no Brasil esse projeto e os benefícios que trazem para o desenvolvimento e educação das crianças”. O supervisor do Vôlei Brasil Kirin, Fernando Maroni, também gostou do que viu. “É sempre um prazer poder acompanhar as atividades e verificar a evolução da garotada. Muito bom ver a empolgação com que eles jogaram”, avaliou.

Diversão toma conta da garotada das categorias Mini 2x2 e Mini 3x3 no segundo dia de evento.

Já no dia 29 ocorreu o inverso, os alunos do Núcleo São Vicente visitaram o Núcleo São Domingos. Como o segundo dia do festival foi voltado para os integrantes mais novos, do Mini 2×2 e Mini 3×3, foram realizadas atividades um pouco mais lúdicas, além do voleibol, que favorecem a integração entre eles. A criançada participou de algumas brincadeiras, como dança e queimada, fizeram um lanche e, ao final, jogaram voleibol com os colegas do projeto. O aluno do Núcleo São Domingos, Wellington Santos, 10 anos, do Mini 2×2, gostou muito do festival e destacou seu crescimento técnico. “Adorei conhecer pessoas que, assim como eu, entraram no projeto sem saber pegar na bola e hoje já conseguem jogar com outras equipes”, comentou satisfeito.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas, Brasil Kirin e com apoio da Sanasa.

Fotos: Divulgação IC. 

Alunos do Núcleo Dirceu Cordeiro – Itu/SP fazem amizades com crianças e adolescentes de uma escola da cidade por meio do vôlei

Alunos do Núcleo Dirceu Cordeiro – Itu/SP têm tarde de integração com estudantes do Colégio Almeida Junior e outros convidados.

No dia 23 de outubro, os alunos das categorias Mini 3×3 e Vôlei do Núcleo Dirceu Cordeiro – Itu/SP, do projeto Vôlei em Rede, tiveram uma aula especial: em local diferente e com colegas novos. O amor pelo voleibol uniu essa garotada com as crianças e adolescentes do Colégio Almeida Júnior, onde as atividades foram realizadas. Na oportunidade, os alunos do projeto puderam mostrar aos anfitriões os valores aprendidos na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, como o respeito durante os jogos e o cumprimento entre as equipes. O evento também contou com convidados dos colégios Anglo e Etapa.

Os participantes foram divididos em trios. Todos puderam se divertir e praticar o que aprenderam durantes as aulas. A professora do Núcleo Dirceu Cordeiro, Alessandra de Castro, destacou que o evento foi uma excelente oportunidade para divulgar o projeto para outras escolas. “O professor de educação física do colégio anfitrião ficou fascinado pelo material e pela metodologia”, contou. “É muito bom que outros locais na cidade também tenham essas categorias de minivôlei, assim podemos nos reunir e promover mais festivais, o que enriquece a vivência das crianças no esporte”, complementou a professora.

Integrantes do projeto Vôlei em Rede compartilham o que aprendem durante as aulas de minivôlei com os colegas novos.

Alessandra não deixou de ressaltar outros pontos positivos do evento. De acordo com ela, a maioria dos alunos do projeto nunca havia entrado em um colégio particular e adoraram a experiência. Os anfitriões receberam os convidados com muito carinho e deixaram todos bem à vontade: além de jogarem voleibol, a garotada pôde conhecer outros ambientes da instituição.

Parceiros dos Núcleos Itu/SP: Prefeitura Municipal de Itu e Brasil Kirin.

Fotos: Divulgação IC. 

Alunos do Núcleo Inhaúma – Rio/RJ parabenizam aniversariantes do projeto Vôlei em Rede e jogam quadribol

Crianças e adolescentes do Núcleo Inhaúma – Rio/RJ comemoram juntos os aniversários do segundo semestre de 2015.

No dia 22 de outubro ocorreu mais uma edição do Festival dos Aniversariantes do Núcleo Inhaúma, para que os alunos pudessem comemorar o aniversário dos colegas do projeto Vôlei em Rede que completaram mais um ano de vida no segundo semestre de 2015. Um pouco mais de 40 pessoas estiveram presentes, entre alunos e professores, na quadra poliesportiva Luiza Helena Maia Medeiros da Escola Municipal Ceará, local onde ocorrem as aulas do projeto.

A festa começou com uma atividade um pouco diferente do que a garotada está acostumada. O professor Roberto Lopes dividiu os alunos em quartetos para jogarem uma partida de quadribol, que consiste na divisão da quadra em quatro partes com uma equipe em cada sendo que a bola pode ser passada para qualquer uma das quadras opostas. Segundo Roberto, a quantidade de participantes foi ideal para não deixar ninguém parado: “o placar de quatro pontos e o número de alunos favoreceram a brincadeira do quadribol. Eles se divertiram muito e estavam se movimentando o tempo todo”.

Quadribol trabalha coordenação motora e promove novos desafios com voleibol.

Para finalizar as atividades em quadra, os integrantes da categoria Vôlei fizeram uma partida com uma equipe que foi montada entre os participantes do festival de outras categorias. O aluno Wesley Pereira, 15 anos, categoria Vôlei, gostou muito de poder bater uma bola durante o evento. “Eu adorei o festival, pude conhecer pessoas novas e aprender um pouco sobre o estilo de jogo de cada um. Adorei o coletivo no final”, ressaltou Wesley.

O professor Roberto também aproveitou a oportunidade para observar se os alunos estão aplicando nos jogos o que é passado durante as aulas. Ele comentou que a aluna Thayane Malévola, 13 anos, do Mini 3×3, executou dois bons bloqueios durante o festival, fundamento que foi o foco das duas aulas antecedentes ao evento. Após os jogos, todos se reuniram para parabenizar os aniversariantes e aproveitaram o bolo e os refrigerantes disponibilizados para a festa.  A aluna Evelyn de Lima, 13 anos, da categoria Mini 3×3 gostou tanto da festa que não queria que acabasse. “Eu gosto muito de fazer voleibol, eu aprendo muitas coisas novas com o Prof. Roberto. Espero que todos os dias sejam iguais a este”, desejou a aluna.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

#QuemInveste: vice-presidente de vendas da Unilever fala sobre parceria de 18 anos com o Instituto Compartilhar

Vice-presidente de vendas da Unilever, Júlio Campos, ao lado do diretor presidente do Instituto Compartilhar, o técnico Bernardinho, participam de evento promovido pela entidade no ano de 2007.

Essa história começa lá no ano de 1997, quando o Centro Rexona-AdeS de Voleibol – hoje projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná – foi criado pelo técnico de voleibol Bernardinho, com a parceria do Governo do Estado do Paraná e da Unilever. Uma iniciativa pioneira, que unia a equipe feminina adulta de voleibol ao projeto social de ensino da modalidade para crianças e adolescentes, como forma de proporcionar o desenvolvimento humano por meio do esporte. O vice-presidente de vendas da companhia, Júlio Campos, já estava em cena desde o dia da inauguração desta iniciativa que dura 18 anos.

Em 2003, nasceu o Instituto Compartilhar, inspirado no sucesso conquistado com este projeto paranaense. Três anos depois, a Unilever tornou-se parceira institucional do Compartilhar e a relação entre as duas entidades só cresceu com o passar do tempo. Buscando voltar a ter relação entre crianças de um projeto social e a equipe profissional em 2010 a empresa passou a apoiar também o projeto Vôlei em Rede com diversos núcleos em escolas municipais da cidade do Rio de Janeiro. Com tanto apoio e confiança mútua, a companhia hoje é a maior, mais antiga e principal parceira do Compartilhar, destinando recursos diretos e via Lei de Incentivo ao Esporte para os projetos no Paraná e no Rio de Janeiro.

Júlio Campos, representante da multinacional, foi entrevistado para falar mais sobre essa parceria de 18 anos entre as duas instituições e conta um pouco mais sobre o investimento social no terceiro setor e sua importância.

Instituto Compartilhar (IC) – O que a companhia vem fazendo em termos de investimento social no Brasil? E qual a importância dessas iniciativas?

Júlio Campos (JC) – A Unilever apoia projetos que promovam o desenvolvimento sustentável e que aumentem nosso impacto positivo na sociedade, investindo em temas especialmente relevantes para o contexto brasileiro, tais como nutrição, consumo consciente, saúde, higiene e autoestima.

Júlio Campos com a equipe de jogadoras profissionais do time Rexona-AdeS, temporada 2014/15.

IC – O que os motiva a serem parceiros institucionais do Instituto Compartilhar por tantos anos e acreditar na causa trabalhada?

JC – A Unilever tem em seu DNA o apoio a diversos projetos sociais no mundo e no Brasil não é diferente. No caso do time de vôlei, a relação esporte e cidadania é intrínseca. Há mais de 18 anos, o time nasceu praticamente junto com uma ação social no Paraná, hoje, representado pelo Instituto Compartilhar. A atividade social começou em Curitiba com um projeto com núcleos de iniciação ao voleibol e – desde 2011 – também está no Rio de Janeiro/RJ com o projeto Vôlei em Rede. O objetivo central dessa iniciativa é formar cidadãos por meio de valores como cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia durante a prática esportiva.

IC – O que o projeto amadureceu em todos esses anos de parceria e o que é possível ver de diferente nas ações?

JC – O projeto evolui com o tempo e ficou cada vez mais estruturado. Ele começou no Paraná e hoje tem núcleos no Rio de Janeiro, por exemplo. Voltado para alunos (de 9 a 15 anos) e professores da rede pública de ensino, já capacitou mais de mil professores em clínicas e atendeu mais de 30 mil crianças nos dois estados. Embora a premissa seja formar cidadãos, o projeto social reforça os valores da própria Unilever e, como consequência natural, gera frutos para esportes de alto rendimento. Roberta, atual levantadora do time Rexona-AdeS, é um exemplo que surgiu a partir das atividades do nosso projeto social.

IC – Por fim, qual a relação entre essa questão social vinda do Instituto e a equipe do Rexona-AdeS?

JC – O projeto não tem como foco formação de atletas, mas sim de melhorar a qualidade de vida de jovens por meio do esporte. Mas a maior certeza que temos é que o esporte é uma poderosa ferramenta de inclusão e desenvolvimento humano, além de plataforma de marketing e entretenimento. E nisso encaixam-se perfeitamente as marcas Rexona e AdeS. Ambas têm uma relação intrínseca com o time, com o Compartilhar. São marcas fortes que casam com o espírito de competição, que valorizam as conquistas diárias e o esforço e, ainda, são marcas que trazem benefícios para quem as usa.

Fotos: Divulgação IC.