Aniversário dos Núcleos Itu/SP, do projeto Vôlei em Rede, é festejado por alunos e professores com muita alegria

Alunos dos núcleos Cidade Nova e Dirceu Cordeiro praticam o que aprenderam durante as aulas do projeto Vôlei em Rede.

Para comemorar um ano do projeto Vôlei em Rede na cidade de Itu, em São Paulo, os núcleos Cidade Nova e Dirceu Cordeiro promoveram, no dia 30 de setembro, momentos agradáveis e bastante divertidos para os alunos que frequentam as aulas de minivôlei. O evento faz parte de uma série de atividades que serão realizadas para festejar o primeiro aniversário dos núcleos. Cerca de 100 alunos, além de pais e responsáveis, compareceram e ajudaram na organização do festival que aconteceu no ginásio de esportes da Escola Carolina de Moraes Macedo, sede das aulas do Núcleo Cidade Nova.

O festival foi voltado para as categorias Mini 2×2 e Mini 3×3 e buscou incentivar a interação entre os alunos dos dois núcleos. Durante o evento, a garotada foi separada em três quadras para praticar o que aprenderam durante as aulas do projeto e, é claro, se divertir com os colegas. Os participantes também tiveram outras opções de atividades além dos jogos, como brincar de lego, jogos de tabuleiro e pula corda. A professora Alessandra de Castro, do Núcleo Dirceu Cordeiro, acredita que este tipo de evento é essencial para o aprendizado da garotada: “nesses festivais os alunos têm a oportunidade de aprender um pouquinho mais do esporte, socializar e praticar os valores da sua categoria de forma consciente”. Ela também destacou a oportunidade que os próprios professores têm de analisar o trabalho que está sendo feito por eles. “Quando os alunos estão jogando, podemos observar se já automatizaram os gestos técnicos, como saque, toque e a manchete. Nestes momentos descontraídos eles demonstram o que de fato já aprenderam, o jogo é um momento espontâneo, cada um age de acordo com seu aprendizado”, comentou a professora.

Além dos jogos, crianças e adolescentes do Mini 2x2 e Mini 3x3 se divertem com outras brincadeiras.

Após as atividades os alunos foram para a segunda parte do festival, ganharam uma sacochila do projeto e fizeram um piquenique organizado por eles mesmos. A professora Karina Rodrigues, do Núcleo Cidade Nova, destacou a colaboração dos alunos durante todo o evento. “Eles estão praticando os valores que são trabalhados durante as aulas. A cooperação de todos para que o evento acontecesse e a contribuição com os lanches foi muito importante para o sucesso do festival”, ressaltou Karina. A colega de trabalho, Alessandra, está satisfeita com o trabalho realizado até então: “estou muito feliz com o aniversário de um ano do projeto Vôlei em Rede aqui em Itu, estamos conseguindo colocar em prática a metodologia e melhorar a intervenção em relação aos valores das categorias”, concluiu a professora.

Parceiros dos Núcleos Itu/SP: Prefeitura Municipal de Itu e Brasil Kirin.

Lanche conta com guloseimas levadas pelos próprios participantes do festival.

Fotos: Divulgação IC. 

Alunos do Núcleo São Cristóvão – Campinas/SP têm tarde de interação com integrantes do projeto

Alunos do Mini 3x3 do Núcleo São Cristóvão – Campinas/SP conhecem melhor colegas que fazem as aulas do projeto Vôlei em Rede em horários diferentes.

No dia 30 de setembro, os alunos do Núcleo São Cristóvão tiveram uma tarde muito animada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Pavanatti Favaro – sede das aulas do projeto Vôlei em Rede. A professora do núcleo, Rosiane Pestana, organizou um festival com foco em atividades para integrar a garotada de duas turmas da categoria Mini 3×3 e o resultado foi positivo. Cerca de 40 alunos participaram das brincadeiras e puderam conhecer melhor os colegas que também frequentam as aulas de minivôlei.

As crianças e adolescentes participaram de três atividades: na primeira fizeram uma dinâmica para aprender o nome de cada colega; na segunda e terceira eles foram divididos em dois grupos para jogarem “Base 4” e queimada, atividades que envolveram correria, agilidade e muita diversão. Cansados de tanto brincar, os alunos do projeto finalizaram o festival com um delicioso lanche. Segundo a professora, além de favorecer a integração, as brincadeiras foram importantes para os alunos conhecerem e explorarem melhor o espaço em quadra. Rosiane elogiou a forma como a garotada lidou com o evento. “Todos interagiram de forma madura durante o festival”, concluiu satisfeita.

Professora Rosiane Pestana participa da hora do lanche com a garotada, ao fim do festival.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas, Brasil Kirin e com apoio da Sanasa.

Fotos: Divulgação IC.

Analistas de projetos do Instituto Compartilhar fazem visitas técnicas a núcleos do Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo

Participação de voluntários nas aulas de minivôlei e quantidade de ações esportivas desenvolvidas no Núcleo Guaratuba/PR chamam a atenção do analista de projetos Everson Pereira.

Durante o mês de setembro, os analistas de projetos do Compartilhar realizaram as visitas técnicas a alguns núcleos do Programa Socioesportivo nos estados do Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, o Instituto Compartilhar conta com 42 núcleos espalhados por seis estados brasileiros e estes profissionais dão suporte aos professores por meio de e-mails e telefonemas. Porém, nas visitas técnicas os analistas conseguem ver na prática a aplicação da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, entender possíveis dificuldades dos profissionais, esclarecer dúvidas e trocar conhecimentos, sempre em busca da excelência nas aulas. E não são apenas os analistas e professores que saem ganhando: os alunos que frequentam as aulas de minivôlei são os principais beneficiados.

Os núcleos Cornélio Procópio, Guarapuava, Guaratuba e Pitanga do Paraná receberam o analista de projetos dos Núcleos Interior/PR, Everson Pereira. Ele observou alguns pontos comuns a todas as visitas, dentre eles o ótimo comprometimento dos professores com o projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, a motivação dos alunos que frequentam as aulas e o aumento do interesse de novos alunos. Everson contou que o Núcleo Cornélio Procópio conta com uma voluntária desde o começo do ano, a mãe do Ryan Ribeiro, 11 anos, do Mini 3×3, Ana Lucia Ribeiro, que jogou voleibol na juventude e hoje ajuda durante as aulas de minivôlei. Em Guaratuba, a participação de voluntários também chamou a atenção, assim como a grande quantidade de ações esportivas desenvolvidas.

No Núcleo Guadalupe – Rio/RJ, o professor Aldir Barreto (ao fundo) conta com apoio técnico do analista de projetos Vinicius Petrunko.

Já as visitas técnicas aos núcleos Bancários, Bonsucesso, Coelho Neto, Guadalupe, Inhaúma e Vigário Geral – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede foram realizadas por Vinicius Petrunko. Durante os encontros, o analista orientou os professores sobre algumas dificuldades que eles apresentaram quanto à metodologia e também aos processos administrativos, o que é natural, principalmente para as sedes que iniciaram suas atividades há pouco tempo. Assim como nos Núcleos Interior/PR, a garotada demonstrou bastante motivação com as aulas e isso é reflexo do trabalho desempenhado pelos profissionais. Na oportunidade, o analista também pôde conhecer pessoalmente a professora Patrícia Monteiro, do Núcleo Bancários, que entrou recentemente.

No estado paulista, os encontros contaram com a presença da analista de projetos, Kátia Keller. Os núcleos visitados foram: Boa Vista e São Cristóvão – Campinas, e Cidade Nova e Dirceu Cordeiro – Itu, todos do projeto Vôlei em Rede. Kátia conversou bastante com os professores, se dispôs a ajudá-los, deu orientações e combinou alguns ajustes que considerou necessários para o bom andamento das aulas. Kátia percebeu que muitos alunos ajudam os professores nas aulas e destacou o relacionamento positivo entre as professoras dos Núcleos Itu, que se encontram semanalmente para trocar experiências: “muito bacana a iniciativa. Isso reflete e vem melhorando a qualidade das aulas” reconheceu Kátia.

Analista de projetos, Kátia Keller, conversa com alunos do Núcleo Boa Vista – Campinas/SP durante as aulas.

Fotos: Divulgação IC. 

Gerente executivo do Instituto Compartilhar participa como palestrante de curso para formação de jovens aprendizes

Participantes do curso Jovem Aprendiz Desportivo conversam com gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando.

No sábado, 26 de setembro, o gerente executivo do Instituto Compartilhar Luiz Fernando Nascimento – o Nando –,esteve no Colégio Estadual Santa Rosa em Curitiba/PR para ministrar uma palestra. Nando conversou com 26 participantes, entre 13 e 17 anos, do curso Jovem Aprendiz Desportivo, organizado pela ONG Futebol de Rua. O curso visa capacitar jovens e adolescentes para trabalharem como auxiliares da prática esportiva, de eventos esportivos a na administração esportiva.

Nando apresentou o case do Compartilhar e buscou passar aos jovens alguns conceitos da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, como a adaptação do número de participantes, do peso da bola, tamanho da quadra e da rede e número de jogadores ao tamanho e idade das crianças, além de princípios como recorte de jogo e a aplicação de valores durante todos os momentos das aulas. De acordo com ele, a metodologia pode ser aplicada em qualquer esporte, mas é fundamental a compreensão dos seus princípios.

Nando recebe uma placa de agradecimento e uma medalha do fundador da ONG Futebol de Rua, Alceu Campos.

Durante a palestra, o gerente executivo do Compartilhar conversou com os adolescentes de maneira diferente, fazendo perguntas e debatendo as respostas, para aproveitar que era um público bem familiarizado com o tema de esporte e eventos.  “Não adiantaria eu somente contar o que fazemos no Compartilhar era preciso fazê-los se envolver, refletir e aprender de maneira mais prática, chegando o mais próximo possível da realidade deles”, explicou. Nando dividiu os jovens em quatro grupos e colocou os participantes para trabalhar. “Dei um questionário a eles, para que organizassem um evento fictício com pipas. Eles tiveram que pensar em justificativas para o evento, local, recursos humanos e materiais”, contou Nando. Os participantes também tiveram que responder a possíveis pontos críticos do evento. “Para organizar bem um evento a gente precisa pensar em tudo, inclusive ter um plano B para algumas coisas. Se você se programa bem, a execução é fácil e tem pouco risco de erro”, ressaltou o gerente executivo.

Nando gostou da conversa, principalmente por poder trabalhar com os jovens, auxiliando-os, ao invés de falar o que eles tem que fazer. “Estamos muito acostumados a dizer o que os jovens têm que executar, nós temos que incentivá-los para que eles pensem. O protagonismo desse tipo de curso é muito interessante, os adolescentes têm que tomar as decisões e correr os riscos. Nós precisamos auxiliá-los para que estes riscos sejam minimizados, é muito importante poder conversar com eles o mais cedo possível”, concluiu Nando.

Adolescentes ganham garrafinhas, sacochilas, livros e chaveiros do Instituto Compartilhar.

Fotos: Andressa Bascos, voluntária da ONG Futebol de Rua.

Circuito de voleibol motiva alunos do Núcleo Toledo/PR durante aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná

Muita dedicação e voleibol durante as etapas do Circuito Maracanã de Voleibol.

Durante as aulas de minivôlei dos meses de julho, agosto e setembro, os alunos do Núcleo Toledo suaram a camisa. Eles estavam participando do Circuito Maracanã de Voleibol, organizado pelo professor do núcleo, Vitor Lorezentti. O evento foi dividido em três etapas mensais, 25 de julho, 15 de agosto e 26 de setembro, sendo que os alunos somavam pontos individualmente para a premiação ao final do circuito. Os jogos ocorreram no Colégio Estadual Jardim Maracanã, sede das aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, e um pouco mais de 80 alunos estiveram presentes, entre integrantes das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei.

O objetivo principal dos jogos foi motivar os alunos durante as aulas do projeto, além de trabalhar os valores e os conteúdos técnicos do voleibol. Cada edição do circuito foi voltada para uma categoria da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Na primeira etapa todos os alunos do núcleo jogaram nas dimensões e regras da categoria Mini 3×3 e na segunda na do Mini 4×4. Apenas na terceira que os mais jovens, do Mini 3×3, não jogaram nas dimensões da turma do Vôlei devido à altura da rede. A diretora do colégio, Carmem Miranda, afirma que este tipo de evento incentiva a garotada: “os festivais são muito importantes para o colégio, os alunos começam a dar uma importância cada vez maior para a escola que estudam. As aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná influenciam no comportamento deles, resultando em uma maior participação deles em sala de aula e nas atividades extraclasse”.

Alunos do Núcleo Toledo/PR se dedicam muito durante os três meses do circuito e ganham medalhas.

O aluno Gabriel Fernandes, 15 anos, da categoria Vôlei, disse que o circuito serviu como forma de incentivo durante as últimas aulas: “gostei muito da competição, nestes três meses ela nos manteve focados nas atividades para melhorarmos e assim termos uma boa participação nos jogos”. Já a Larissa de Souza, da mesma idade e categoria, aproveitou a oportunidade para fazer novas amizades. “O circuito é bem legal, a cada etapa nós jogávamos com pessoas diferentes no time, fiquei conhecendo melhor outras pessoas”, comentou a aluna.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Evento promovido pelos Núcleos Lagoa Santa/MG reúne 140 pessoas para um dia de muita diversão e aprendizagem

Alunos participam de oficinas de valores e de escovação.

Os alunos dos núcleos Campinho e Santos Dumont – Lagoa Santa/MG, do projeto Vôlei em Rede, tiveram um sábado animado, com muito voleibol e oficinas educativas. No dia 26 de setembro, 140 pessoas, entre alunos e pais ou responsáveis, participaram do festival ‘UP’ Vôlei realizado em parceria com a Prefeitura Municipal de Lagoa Santa e a Uptime (que justifica o nome inusitado). O evento ocorreu na quadra de esportes da Escola Municipal Coronel Pedro Vieira, local onde acontecem as aulas do Núcleo Campinho. Também estiveram presentes os analistas de projetos do Instituto Compartilhar, Kátia Keller e Vinicius Petrunko.

O festival buscou aproximar os pais ao projeto, explicando a eles um pouco do trabalho que é realizado nos núcleos, além de promover a integração entre a garotada que frequenta as aulas de minivôlei em locais diferentes. Quem fez a abertura do evento foi o aluno do Núcleo Campinho, David Tavares, 14 anos, que junto com um estudante da escola, Lucas Martins, tocaram o Hino Nacional na guitarra. Antes do inicio das atividades Kátia fez uma reunião com os pais e responsáveis presentes para explicar um pouco sobre a metodologia e como eles podem contribuir com o ensino de valores. Os participantes do evento foram divididos em dois grupos: um com integrantes do Mini 2×2 e outro com alunos do Mini 3×3 e Mini 4×4 que, em forma de rodízio, participaram de jogos e oficinas. A analista Kátia gostou de ver a criançada se divertindo: “eles aproveitaram muito”.

Pais jogam voleibol junto com os filhos e se divertem com eles.

No momento dos jogos, os alunos interagiram entre si, enquanto nas oficinas os participantes desenharam um boneco e trabalharam alguns valores da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, além da atividade de escovação que ensinou adultos e crianças sobre higiene bucal. Os responsáveis que estiveram presentes participaram das oficinas e também bateram uma bola com as crianças nos minutos finais dos jogos. A professora do Núcleo Campinho, Juliana Montebrune, contou que uma aluna gostou da iniciativa, pois não sabia que o pai jogava tão bem. A professora ressaltou a qualidade do evento, e que ficou muito feliz com o resultado. “É um dos melhores eventos que participei desde que entrei no Compartilhar, foi muito emocionante. Alguns pais vieram nos elogiar e agradeceram pelo nosso trabalho”, comentou contente Juliana.

Festival promove integração entre alunos dos núcleos Campinho e Santos Dumont - Lagoa Santa/MG.

O professor do Núcleo Santos Dumont, Marcos Vinícius da Silva, ficou feliz, pois as expectativas foram cumpridas. Marcos comentou que os professores conseguiram auxiliar bem as crianças, mesmo com um grande número de participantes. “Foi o evento com o maior número de alunos que já tivemos, é uma experiência boa e só vai acrescentar aos próximos”, ressaltou o professor. A garotada também ficou muito contente com o resultado do festival, a aluna Paloma de Souza, 12 anos, do Mini 4×4 do Núcleo Campinho, até parafraseou um cantor brasileiro: “foi um ótimo evento. Dentro de todas as categorias todos trabalharam junto e misturado e deu para entender a importância de trabalharmos em equipe”. David Borges, 11 anos, da categoria Mini 3×3 do Núcleo Santos Dumont, elogiou as atividades: “foi tudo muito bom, os jogos e as oficinas. O lanche estava muito gostoso”, comentou satisfeito. Ao final, todos receberam medalhas de participação e lanche cedido pela Secretaria de Esportes de Lagoa Santa.

Parceiros dos Núcleos Lagoa Santa/MG: Prefeitura Municipal de Lagoa Santa e Uptime.

Fotos: Divulgação IC

Professores do Núcleo São Domingos – Campinas/SP promovem atividades diferentes durante as aulas do projeto Vôlei em Rede

No “Dia do Amigo” integrantes do projeto Vôlei em Rede levam colegas da Escola Municipal de Ensino Fundamental Odila Maia Rocha Brito para conhecer as aulas.

Os alunos do Núcleo São Domingos tiveram aulas diferentes do que estão acostumados durante o mês de setembro. No dia 22 a garotada da categoria Mini 3×3 organizou um festival especial para os colegas mais novos do Mini 2×2, enquanto no dia 25 os integrantes do Mini 4×4 e Vôlei participaram do “Dia do Amigo”. As atividades foram realizadas no ginásio de esportes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Odila Maia Rocha Brito, local onde também acontecem as aulas do projeto Vôlei em Rede.

O dia 22 foi coordenado pela professora Márcia Sanches, que buscou transmitir aos alunos a importância da cooperação e da responsabilidade, valores trabalhados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. O festival foi todo organizado pelas crianças e adolescentes do Mini 3×3 que escolheram atividades para agradar os colegas do Mini 2×2, como telefone sem fio, dança da cadeira e Julie Poo, uma atividade que envolve dança e coordenação. Para Márcia, os alunos do Mini 3×3 entenderam a importância da cooperação entre todos do grupo para promover um evento. A iniciativa deu tão certo que a professora já está bolando outras atividades, desta vez, para o Mini 2×2.

Alunos do Núcleo São Domingos têm semana repleta de atividades.

Já as atividades do dia 25 foram voltadas para as categorias Mini 4×4 e Vôlei do professor Ivanir Giovanoni. Para comemorar o “Dia do Amigo”, cada participante pôde levar um aluno da escola para conhecer o projeto Vôlei em Rede. Além de divulgar o projeto, os participantes puderam praticar a cooperação, pois auxiliaram a galera que não frequenta as aulas durante os jogos. A Isadora de Almeida, 13 anos, do Mini 4×4, ressaltou a melhora em sua performance dentro da quadra: “foi bom jogar com meus amigos, pude ver que estou jogando melhor”. A colega Mônica Evangelista, 14 anos, da categoria Vôlei, disse que se divertiu bastante, mas que gostaria de levar mais amigos da próxima vez.

Parceiros dos Núcleos Campinas/SP: Prefeitura Municipal de Campinas, Brasil Kirin e com apoio da Sanasa.

Fotos: Divulgação IC. 

Conversa sobre vida ativa apresenta iniciativas globais e locais aos universitários de Curitiba/PR

Participantes aproveitam pôr do sol e aula aberta de Tai-Chi-Chuan na quadra de futebol da Universidade Positivo.

Em Curitiba/PR, na Universidade Positivo, mais de 130 acadêmicos de educação física participaram de uma conversa sobre o tema: “Vida Ativa: iniciativas globais e locais”, na quarta-feira, 23 de setembro. Para debater e apresentar o panorama atual estavam presentes a representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Juliana Soares, da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Smelj) de Curitiba, Simone Cristina Iubel e do Instituto Compartilhar, o gestor de conhecimento da entidade e coordenador do Muuvit no Brasil, Maxwill Braga – o Max. O Secretário da Smelj, Aluísio Dutra Junior, esteve na abertura do evento.

Antes dos estudantes se dirigirem ao auditório, quem chegou mais cedo pôde aproveitar uma aula aberta de Tai-Chi-Chuan na quadra de futebol da universidade com o professor Jorge Jefremovas da instituição Senda Kung-Fu. A intenção era introduzir a discussão de vida ativa, praticando uma atividade que envolvesse movimento. Os praticantes trabalharam tonicidade muscular, flexibilidade, coordenação motora, memória e equilíbrio, características da modalidade. No auditório, meninas de 10 e 11 anos fizeram apresentação de ginástica rítmica, já aguçando a discussão da importância da atividade física infantil.

Juliana Soares, do PNUD, apresenta plataforma Desenhado para o Movimento.

Após toda introdução ao tema, o evento foi dividido em duas partes, sendo que na primeira os palestrantes fizeram suas apresentações. Juliana Soares do PNUD deu foco principalmente na plataforma Desenhado para o Movimento (designedtomove.org) que detalha a epidemia global de inatividade física e como as organizações podem atuar coletivamente no combate. Sobre as iniciativas locais, Simone Iubel apresentou o que a Smelj tem oferecido de oportunidades para população de Curitiba ser mais ativa. Por último, Max apresentou o Muuvit, programa finlandês que estimula crianças a praticarem atividades que envolvam movimento para acumular pontos e viajar virtualmente pela América do Sul aprendendo características interdisciplinares de cada cidade.

Após o intervalo servido de frutas e sucos naturais – para estimular alimentação saudável -, os universitários puderam conversar com os profissionais e esclarecer as mais diversas dúvidas. O formato dinâmico facilita a discussão, levando o expectador a participar ativamente da proposta. “O Circuito de Palestras foi muito bom. Achei o tema de grande importância para aprendizagem dos alunos”, comenta um participante em avaliação anônima. Para Juliana Soares, que se deslocou de São Paulo para Curitiba para contribuir ativamente no evento, ficou satisfeita com o que presenciou. “A iniciativa do Circuito de Palestras é fantástica e a experiência foi inspiradora”, avalia. “Obrigada Instituto Compartilhar pelo convite”, finaliza.

Segunda etapa desta edição do Circuito de Palestras dá oportunidade para universitários esclarecerem suas dúvidas de forma descontraída e informal.

O Circuito de Palestras 2015 do Instituto Compartilhar acontece em parceria com a Faculdade Dom Bosco, Universidade Federal do Paraná (UFPR), UniBrasil, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Positivo e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Em abril o evento foi realizado na UFPR, quando foram discutidos os resultados e o impacto de projetos socioesportivos para o desenvolvimento humano; e em maio, na UniBrasil, com a presença super especial da levantadora de voleibol e campeã olímpica, Fofão, para falar sobre o atleta como inspiração para as novas gerações; em julho, a atividade aconteceu na Faculdade Dom Bosco e debateu sobre diferentes visões para combater a obesidade. Os interessados na próxima edição devem ficar atentos no blog e página do facebook do Compartilhar para fazer as inscrições.

Fotos: Divulgação IC

Conheça a D-lab, empresa responsável pelos materiais gráficos do Instituto Compartilhar

Materiais gráficos desenvolvidos pela D-lab acompanham o crescimento do Instituto Compartilhar e até hoje a empresa é responsável pelo visual colorido, jovem e interessante dos conteúdos.

Você já parou para pensar na importância do design gráfico para o Instituto Compartilhar e qualquer outra organização? A identidade visual é responsável por passar a imagem da instituição ao público. Além disso, um design criativo e bem feito é o que gera o interesse em ler diversos materiais e relatórios, chegando para o leitor todas as informações que precisa saber.

Trabalhando com o Instituto Compartilhar há mais de 10 anos, a empresa de design gráfico D-lab é responsável pelo visual colorido, jovem e interessante de todos os materiais produzidos pelo Compartilhar: folders, relatórios anuais, convites para eventos, banners institucionais, e-mails marketings, entre muitos outros.

Hoje, a D-lab é um dos apoiadores mais comprometidos com a causa do Instituto Compartilhar. Daniel Mazer é um dos sócios da empresa, e para ele o fato de acreditarem no esporte e isso estar sempre presente na cultura dos fundadores da D-lab facilitou as coisas: “quando fomos apresentados ao Instituto, o projeto existia com o time do Rexona (em Curitiba), que era algo grande. Os demais projetos ainda eram pequenos e estavam no início, assim como nós, que também tínhamos pouco tempo de mercado e fomos crescendo juntos. Hoje praticamente um faz parte do outro”, conta Daniel.

Daniel Mazer, sócio da agência de design gráfico D-lab, participa de evento do programa Amigos do Compartilhar no ano de 2007 ao lado da analista de comunicação do Instituto Compartilhar na época, Bia Carneiro.

A D-lab foi fundada em 2003, mesmo ano que o Instituto Compartilhar nasceu – inspirado no sucesso do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, iniciativa pioneira, que desde 1997 unia a experiência de Bernardinho no esporte. A D-lab é liderada pelos designers Daniel Mazer e Henrique Borges e com uma equipe criativa, eles oferecem soluções gráficas e desenvolvem conceitos estéticos capazes de acompanhar a evolução e o crescimento das marcas. A empresa atende importantes marcas como o Grupo Positivo, Tok Stok, O Boticário, Hering, entre outras.

Em mais de uma década de trabalho em conjunto com o Instituto Compartilhar, muitos materiais foram produzidos. Daniel lembra com carinho de uma peça feita para um evento do programa de captação de recursos Amigos do Compartilhar, realizado lá no ano de 2007, no Rio e Janeiro: “o convite ia com uma tinta para o convidado pintar a sua própria mão e entregar na festa. Depois, devolvíamos com as mãos das crianças como forma de agradecimento”, recorda.

“Também fizemos todos os relatórios anuais e um projeto especial que foi construído a quatro mãos (Instituto e D-lab), o Escolha Certa. Ele chegou aqui na D-lab como um guia e acabou saindo como um programa educacional”, lembra Mazer. O Programa Escolha Certa, criado em 2006, visa promover uma melhoria na qualidade de vida de crianças e adolescentes, utilizando iniciativas educacionais e preventivas. Em uma linguagem atualizada, com a qual o público infantojuvenil encontra identidade, o programa aborda temas ligados à sua realidade e apresenta o esporte como uma opção de vida saudável.

“A relação entre o Instituto Compartilhar e a D-lab é muito boa e de forte confiança. Nós sabemos que todos os conteúdos e pedidos que fazemos a eles, voltarão bonitos e mais atrativos. A equipe de designers sempre nos surpreende com suas criações e novas ideias”, avalia a analista de comunicação, Flávia Neves. A D-lab tem sede em Curitiba e cria projetos desde identidade de marcas, gráfico-editoriais e de moda até embalagens, produtos promocionais, sinalizações e catálogos. O portfólio e demais informações da empresa podem ser encontradas no site www.dlab.com.br.

Atividades sobre sustentabilidade e doação de sangue movimentam alunos do Núcleo Central, em Curitiba

Alunos do Mini 4x4 observam cartazes dos colegas sobre como economizar água.

Os alunos das categorias Mini 4×4 e Vôlei do Núcleo Central, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, participaram de atividades diferentes no sábado, dia 19 de setembro. Durante a manhã, a garotada do Mini 4×4, 13 anos de idade, se divertiu e aprendeu bastante com jogos de minivôlei e oficinas sobre a economia da água. Pela tarde, os integrantes da categoria Vôlei, 14 e 15 anos, tiveram as atividades voltadas para a doação de sangue. Ao todo, quase 250 pessoas estiveram presentes entre alunos, professores, pais e responsáveis.

O trabalho de economia de água já foi realizado durante todo o ano com a turma do Mini 4×4. Em maio, quando houve outro festival da categoria, eles apresentaram uma conta de água de suas casas e no dia19 levaram outra, referente ao mês de setembro para verificar o quanto eles conseguiram economizar durante este período. Nesse desafio, duas alunas foram premiadas, a Bianca Sanches, de 13 anos, por ter a maior redução no gasto da água e a Larissa França, de 14 anos, por ter sido a que menos consumiu durante os 5 meses da experiência. Na semana antecedente ao evento, eles também fizeram cartazes sobre sustentabilidade e como foram as experiências para reduzir o consumo em suas casas. A aluna Leticia Gabrielli, de 13 anos, gostou muito da iniciativa e ficou feliz de poder compartilhar com os colegas as suas ideias de como economizar água. “Eu gostei dos cartazes porque a gente pode aprender um com o outro”, comentou Leticia.

O festival deste sábado foi regado a muito voleibol e conscientização.

Durante o evento eles também jogaram muito voleibol. Os participantes foram divididos em diversas equipes separadas por gênero e a dinâmica facilitou para que todos times jogassem entre si, favorecendo a troca de experiências, amadurecimento emocional e melhora da prática esportiva. A professora Dayane Prado destacou a vontade dos participantes durante os jogos. “Pude perceber que os alunos gostaram do formato competitivo, eles se dedicaram bastante para que pudessem ganhar uma medalha. Gostei muito desse festival”, ressaltou Dayane.

Já o período da tarde foi dedicado aos adolescentes da categoria Vôlei, o tema trabalhado foi a doação de sangue, e da mesma maneira que os colegas do Mini 4×4, eles também tiveram atividades sobre a questão nos meses antecedentes ao evento. Durante as aulas, os alunos receberam diversos informativos sobre a importância de doar e foi lançada uma campanha para incentivar pais, responsáveis e amigos – maiores de idade. No dia do festival, os alunos que levaram comprovantes de doação receberam camisetas, sacochilas e garrafinhas do projeto.

Outra ação de solidariedade foi a arrecadação de materiais de higiene pessoal (sabonete, shampoo, escova de dente) que foram entregues para o pessoal da Associação Terapia Intensiva do Amor (TIA), uma das instituições convidadas para o evento. A turma da TIA fez uma peça teatral que, na base do improviso, divertiram os adolescentes e responsáveis sem deixar de lado a importância de doar sangue. Universitários do curso de biomedicina da UniBrasil também estiveram presentes para fazer exame da tipagem sanguínea dos adultos e daqueles que levaram as autorizações assinadas pelos responsáveis. O aluno João Vitor Gonçalves, de 15 anos, adorou a iniciativa: “gostei muito de aprender sobre a doação de sangue. É muito bom poder ajudar os outros”.

Universitários de biomedicina da UniBrasil faz testes de tipagem sanguínea nos alunos do Núcleo Central.

O momento dos jogos também teve formato competitivo, só que um pouco diferente do que os integrantes do projeto estão acostumados. Os alunos foram divididos em duplas, para que eles se juntassem com outras duas duplas e formassem uma equipe de seis. Assim, eles formaram times distintos a cada partida, oportunizando premiação a quem não se destaca em eventos competitivos. O professor Alexandro Martins disse que arriscar um formato diferenciado valeu a pena. “Na elaboração do festival pensamos em mudar o modelo da competição, que geralmente era a formação fixa das equipes e a utilização de tabelas para controle dos jogos, para a mudança constante das equipes através das duplas e premiações nessas duplas. Foi mais trabalhoso para os professores, mas os valores ficaram mais evidenciados”, avalia o professor.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.