Clínica do Instituto Compartilhar leva metodologia até Paranavaí

Acadêmicos de educação física de Paranavaí e região têm atividades práticas e teóricas sobre a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Durante a manhã e a tarde de sábado, dia 19 de setembro, cerca de 70 acadêmicos da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e professores de educação física do município de Paranavaí participaram da Clínica de Minivôlei do Instituto Compartilhar. O evento ocorreu no ginásio de esportes do SESC Paranavaí e estiveram presentes para ministrar o curso o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho, e a professora do Núcleo Central do mesmo projeto, Tatiana Ribas.

A clínica durou cerca de oito horas, entre aulas práticas e teóricas, em que os participantes puderam conhecer um pouco mais sobre a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, que alia valores junto a prática da modalidade. Segundo Josmar, o encontro foi focado nas categorias Mini 2×2 (de 9 e 10 anos de idade) e Mini 3×3 (de 11 e 12 anos de idade): “as clínicas são um processo inicial para quem está se familiarizando com a metodologia. Estas duas categorias contemplam os nossos objetivos e facilitam o entendimento das pessoas que buscam saber um pouco mais sobre o trabalho que o Compartilhar desenvolve”.

Participantes assistem a palestra do coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho.

Josmar também falou sobre a importância dos núcleos para o reconhecimento do projeto na comunidade. “Aqui no Paraná as pessoas conhecem bastante o Instituto graças aos Núcleos Interior, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol. As instituições que têm interesse nas atividades socioesportivas buscam essa possibilidade de ampliação do conhecimento e entram em contato com a gente para ministrar as clínicas”. Ele afirma que um dos objetivos é que os professores consigam acrescentar ensino de valores nas aulas, independente de qual esporte: “esse tipo de evento serve como apoio metodológico aos acadêmicos, pois eles podem se apropriar do nosso método não só para o voleibol, que é o nosso caso, mas em qualquer outra modalidade”.

Esta não foi a primeira vez que a Clínica IC esteve em Paranavaí. Em 2014, o coordenador de esportes do SESC, Marcos Scorsz, solicitou o evento. Ele foi aluno e estagiário do projeto quando ainda existia um núcleo na cidade e, com o sucesso da clínica, pediu o evento novamente em 2015. A professora Tatiana esteve presente nas duas vezes e comentou a importância de poder conversar com os universitários antes da graduação. “O legal desse encontro foi a gente poder passar a nossa metodologia para os acadêmicos que ainda estão em formação, para que eles possam aplica-la o quanto antes lá fora. Eles perceberam que ela pode ser implantada em qualquer esporte”, concluiu a professora.

Josmar Coelho e a professora Tatiana Ribas, ambos do Núcleo Central, com o coordenador de esportes do SESC, Marcos Scorsz, que promove a clínica pela segunda vez em dois anos.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Núcleo Guaratuba/PR mostra aos alunos a importância do trabalho em equipe de maneira muito criativa

Da esquerda para direita, os alunos Gabriel, Nathaly, Iana e Vitor são os Reis e Rainhas da Quadra.

Durante as aulas de minivôlei dos meses de agosto e setembro, os alunos da categoria Vôlei do Núcleo Guaratuba experimentaram uma atividade diferente, chamada Rei e Rainha da Quadra. O objetivo foi trabalhar a importância da colaboração entre os integrantes de uma equipe por meio de jogos animados de voleibol. O resultado foi bastante positivo e, no dia 14 de setembro, os adolescentes se reuniram para descobrir os vencedores da brincadeira, participar de sorteios, assistir a um filme escolhido por eles mesmos e lanchar. Tudo isso com muita empolgação e alegria.  Os jogos e as comemorações aconteceram no Colégio Estadual Prefeito Joaquim da Silva Mafra, sede das aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Para realizar a brincadeira, a professora do núcleo, Cássia Graciotto, formou diferentes equipes a cada aula, para que todos pudessem jogar entre si. O resultado de cada um era anotado individualmente ao final das partidas e aqueles que conquistaram o maior número de vitórias no período receberam o título de Rei e Rainha da Quadra.  Ao todo foram realizados 11 jogos. Segundo a professora, o evento serviu para fortalecer a importância da união: “a força de uma equipe está no conjunto e não apenas no talento individual”.

Camisetas e coroas foram confeccionadas exclusivamente para os primeiros colocados da atividade.

Depois de um mês e meio de jogos, no dia 14 de setembro, foi organizada uma festa de premiação, com direito a cinema e lanche. Os alunos descobriram quem foram os ganhadores e conversaram sobre a atividade, que teve como fontes de inspiração frases escritas pelo diretor presidente do Instituto Compartilhar e técnico de voleibol, Bernardinho. Eles mesmos concluíram que apesar de alguns alunos terem ganhado mais jogos que outros, eles apenas conseguiram as vitórias com a ajuda dos outros. O que mostra como é importante o trabalho em equipe, ou seja, a força está no conjunto e não apenas no talento individual. “Essa conclusão é tão certa que se percebeu que os dois alunos mais fortes (tecnicamente melhores) não alcançaram o maior número de vitórias”, avalia Cássia.

Na festa, participaram de um sorteio de brindes (por meio da compra de rifas que tornou o lanche viável) e, por último, assistiram ao filme “Maze Runner”, escolhido pelos próprios alunos, mas que segundo Cássia, coincidentemente, o filme ajudou a reforçar valores como cooperação e autonomia trabalhados pelo projeto.

Após vencer uma partida, o aluno Gabriel Ferreira, 14 anos, percebeu que teria chance de ser rei da quadra. E não é que ele estava certo? Junto com ele também ganharam a brincadeira os alunos Iana Natalino, Nathaly de Mello e Vitor Carvalho. Eles foram coroados e receberam camisetas personalizadas para a atividade.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Gerente executivo do Instituto Compartilhar participa de 5º Fórum Nacional do Esporte

Ministro do Esporte, George Hilton, fala sobre a importância do novo sistema nacional do esporte.

No dia 9 de setembro, o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando –, esteve presente no 5° Fórum Nacional do Esporte, realizado no hotel Grand Hyat, em São Paulo/SP. O evento foi organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) e abordou o futuro do esporte nacional nos próximos anos. O fórum buscou conscientizar lideranças empresariais, políticas e esportivas do país sobre a importância do esporte como agente de transformação.

O evento teve início com as participações do Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e do Ministro do Esporte, George Hilton. O Ministro falou sobre o novo sistema nacional do esporte que será implantado para articular e integrar a responsabilidade do esporte no Brasil. “O novo sistema será uma rede de diretrizes e bases no mesmo molde da educação, que vai definir o papel das entidades públicas e privadas. É preciso definir o papel de cada um”, explicou George. Nando acredita que uma reforma no sistema é fundamental para o desenvolvimento do esporte no país. “A estrutura tem que ser melhor trabalhada. A educação, hoje, já tem níveis definidos: o ensino básico é do município; o ensino fundamental é do estado; e o ensino superior é federal. As matrizes estão bem definidas e o esporte também precisa dessa clareza”, afirmou Nando.

O diretor executivo do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Sidney Levy, palestrou sobre a “Realização, Inovação e Legados dos Jogos Olímpicos”. Em sua fala, explicou os caminhos percorridos para a realização do evento, o grande esforço que está sendo feito para a limpeza da Baía de Guanabara e os benefícios estruturais que o Rio terá após o evento.

Mais de 500 pessoas participam do fórum que busca incentivar um maior investimento para o esporte nacional.

O último tema abordado no fórum foi “O Potencial Desempenho do Brasil nos Jogos Olímpicos e a capacidade de mobilizar empresas privadas para apoio ao esporte”. A palestrante foi Luiza Helena Trajano, que além de presidente do conselho do Magazine Luiza, é presidente do Comitê Público Olímpico (CPO). Nando acredita que é crucial que as empresas entendam a importância do esporte na formação das pessoas, e classifica essa batalha como uma “busca permanente”. “Os jogos acontecem ano que vem e tem muito atleta sem patrocínio. As empresas têm que se conscientizar de que o esporte não é só um bom negócio, mas é uma causa que elas podem abraçar”, disse.

Para Nando, de uma maneira geral, o evento deu mais um passo à frente na busca por atrair cada vez mais empresas para incentivar o esporte e destacou a importância do LIDE nessa jornada. “O LIDE, movimento comandado por João Dória, tem feito cada dia mais força política para que as coisas mudem. Os empresários estão se unindo com vários atletas, com várias entidades, isso os fortalece e aumenta cada vez mais o poder de negociação na busca por espaços maiores”, concluiu Nando.

Fotos: Ivo Lima/Ascom – Ministério do Esporte e Eduardo Saraiva/A2img 

Em busca de crescer ainda mais no Rio de Janeiro, Muuvit participa da 11ª Jornada Internacional da Educação

Stand do Muuvit na 11ª Jornada Internacional da Educação no Rio de Janeiro promove programa a mais professores.

Aconteceu nos dias 11 e 12 de setembro, a 11ª Jornada Internacional de Educação do Estado do Rio de Janeiro. O evento reuniu especialistas educacionais do Brasil e do exterior, apresentou práticas para um ensino de qualidade e discutiu situações cotidianas sobre a escola. Foram diversas atividades, entre debates, talk shows, painéis e mesas de debate, que abordaram diversas áreas da educação. Além de participarem de várias palestras em busca de atualização, a equipe do Instituto Compartilhar conversou com diversos professores, diretores e gestores de escolas públicas, para apresentar o Muuvit – plataforma finlandesa – e aproveitaram para buscar novos parceiros para apoiar a continuidade do programa no Brasil. No local, cartazes e banners do Muuvit ficaram expostos em um stand para que os visitantes pudessem conhecer melhor a plataforma.

O gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando –, o gestor de conhecimento da entidade e coordenador da plataforma no Brasil, Maxwill Braga – o Max –, e a estagiária, Thamy Soavisky, representaram o Muuvit na jornada. O convite para participar do evento foi feito pela Futuro Eventos, organizadora da feira, e a participação do Instituto teve como propósito expandir a disseminação do programa Muuvit no estado do Rio de Janeiro. No primeiro semestre, foram realizadas várias reuniões com a Secretaria de Educação, com o presidente da comissão de educação da assembleia legislativa Comte Bittencourt e com o Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ). “Com a plataforma já implantada na capital, a 11ª jornada surgiu como oportunidade de disseminarmos o Muuvit para o interior do estado”, comentou o coordenador do programa no Brasil.

Professores Leonardo Fragoso (à direita) e Eliane Mattar (centro) do projeto Vôlei em Rede, Núcleos Rio/RJ, do Instituto Compartilhar, prestigiam o trabalho do Muuvit junto com professor da rede municipal do Rio.

Max acredita que o Muuvit conseguiu atrair mais profissionais, mesmo com um fluxo de pessoas abaixo do esperado para a feira, pois havia outro evento de educação acontecendo simultaneamente na cidade. “Tinham potenciais professores de escolas públicas e particulares que gostariam de implantar o Muuvit”. Max também conta que o mais importante é fazer com que as pessoas conheçam a plataforma. “Às vezes ficamos imaginando que o evento não deu resultado, mas quando fui falar com os professores em Pinhais/PR, uma das professoras disse que tinha visto nossa palestra em São Paulo/SP, isso traz muita credibilidade para o nosso trabalho”, concluiu Max.

Fotos: Divulgação IC. 

Alunos do projeto Vôlei em Rede participam dos Jogos Estudantis do Rio de Janeiro 2015

Alunos do projeto Vôlei em Rede representam a Escola Municipal Ceará na modalidade voleibol nos Jogos Estudantis 2015.

Os Jogos Estudantis do Rio de Janeiro proporcionaram muita alegria para as 27 crianças e adolescentes do projeto Vôlei em Rede, Núcleo Inhaúma. Eles representaram a Escola Municipal Ceará, sede das aulas de minivôlei, e aprenderam bastante com o evento. Os jogos na modalidade voleibol ocorreram nos dias 27 de agosto, 3 e 11 de setembro no clube Magnatas Futebol de Salão. Também estiveram presentes estudantes das Escolas Municipais do Rio de Janeiro, João Kopke e Pastor Miranda Pinto.

O professor do núcleo, Roberto Lopes, acompanhou os alunos durante o evento, e acredita que os jogos têm papel muito importante para incentivar as crianças e adolescentes que participam. Ainda, de acordo com ele, a etapa de vôlei dos Jogos Estudantis 2015 serviu como grande difusora da modalidade e levou mais alunos a prática esportiva.  Para participar dos jogos, os integrantes do projeto Vôlei em Rede das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei passaram por um período especial de preparação que valeram muito à pena. “Mais do que o desenvolvimento técnico e tático, o maior ganho que eles obtiveram foi o amadurecimento emocional”, comentou Roberto.

Após os jogos, os alunos e o professor Roberto comemoram com churrasco.

A equipe do aluno Richard Lima, 13 anos, da categoria Mini 3×3, saiu vitoriosa do evento. “Gostei da união da equipe, não desistimos, ajudamos uns aos outros e conseguimos manter a calma”, contou Richard. Os alunos da categoria Vôlei não foram campeões, mas ninguém saiu de cabeça baixa. O Pedro Vieira, 14 anos, comentou que ele e seus colegas tiveram um bom desempenho. “Foi uma experiência muito boa, consegui melhorar o meu jogo. O mais importante foi que aprendi que temos que ficar felizes pelo nosso trabalho, pela dedicação, pois não é sempre que vamos ser campeões. Devemos nos orgulhar de nossa posição porque o resultado é fruto do nosso trabalho”, concluiu Pedro.

Os Jogos Estudantis do Rio de Janeiro visam estimular o intercâmbio esportivo, social e cultural entre estudantes, professores e gestores de diversas instituições de ensino do estado. O Instituto Compartilhar acredita que a competição também contribui muito para a formação, o crescimento e o amadurecimento pessoal de crianças e adolescentes.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

#Efeitoesporte Pais deficientes visuais de aluno do Instituto Compartilhar transmitem sua paixão pelo esporte para os filhos

Gustavo Machado pratica esporte com valores dentro e fora das quadras: com apenas 9 anos ele leva pais com deficiência visual para acompanharem as suas aulas de minivôlei do Núcleo Central, em Curitiba.

No dia a dia do Núcleo Central – Curitiba/PR é comum ver diversos pais, mães ou responsáveis que acompanham seus filhos a cada aula, principalmente nas categorias menores. Com o aluno Gustavo Machado, 9 anos, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, não poderia ser diferente. O que muda nessa história é que ele é quem guia seus pais, deficientes visuais, até o ginásio onde acontecem as aulas.

Todas as terças e quintas-feiras, Gustavo, seus dois irmãos, com 7 e 4 anos, e seus pais saem de Colombo, cidade da Região Metropolitana de Curitiba, e vão até o ginásio do Núcleo Central, de ônibus. O trajeto leva cerca de 50 minutos. “O Gustavo adora o vôlei, sempre quer vir e nunca falta. Às vezes, nós ficamos com preguiça de sair de casa e ele nos incentiva: ‘vamos lá, eu arrumo as coisas para irmos’”, conta rindo a mãe do menino, Isamara Andrea Rubini.

Enquanto Gustavo faz a aula de vôlei, a mãe e os irmãos praticam outros esportes oferecidos no mesmo espaço pelo Governo do Estado, parceiro do Instituto Compartilhar no projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. Os pais do garoto praticam o Goalball – esporte paralímpico em que cada equipe conta com três jogadores titulares. De cada lado da quadra tem um gol e os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso deve ser rasteiro e o objetivo é balançar a rede adversária.

Gustavo, à frente, é atento e fica de olho em tudo o que acontece na aula.

Vem daí a vontade em transmitir aos filhos o gosto pelo esporte: “o nosso objetivo é mostrar a maioria dos esportes que a gente puder para as crianças, para que um dia eles possam escolher”, revela a mãe, que também gosta de correr. Além do Goalball, o pai é apaixonado pelo Judô.

Casados há quase 10 anos, Alan Jeferson Machado e Isamara Andrea Rubini encaram com naturalidade os desafios que a deficiência os impõe. “No início, nossas mães e irmãs vinham até a nossa casa ajudar com as crianças. Hoje já não precisa mais”, relembra Isamara. “Eles são responsáveis por ajudar na organização da casa, cuidar do cachorro, ler e separar as cartas, além de se arrumarem sozinhos e serem um pouco mais independentes”, comenta o pai Alan.

Gustavo, por ser o mais velho, é quem ajuda os irmãos mais novos no que precisa, principalmente nas tarefas da escola. “Essa parte foi bastante complicada no começo. O Gustavo teve que fazer reforço e se dedicar um pouco mais já que não conseguíamos ajudá-lo muito nas tarefas. Lembro que ele soletrava letra por letra do enunciado, para que conseguíssemos entender e tentar ajudar”, recorda Isamara.

Sobre as crianças terem um cuidado maior com os pais, Isamara finaliza: “dentro de uma família é natural um cuidar do outro, mas no nosso caso eles precisam cuidar um pouco mais, já que nós não enxergamos”, conclui a mãe.

Fotos: Divulgação IC. 

Núcleos de Minas Gerais e do Rio de Janeiro aproveitam desfiles de Sete de Setembro para divulgar o projeto em suas cidades

Crianças e adolescentes do Núcleo Vigário Geral - Rio/RJ também vão às ruas e divulgam trabalho do projeto.

No dia sete de setembro comemora-se a Independência do Brasil e, para não ficar de fora das festividades, alguns núcleos foram às ruas participar do desfile cívico-militar. A garotada dos núcleos Campinho – Lagoa Santa/MG; Deodoro e Vigário Geral – Rio/RJ aproveitaram a oportunidade para divulgar o projeto Vôlei em Rede em suas cidades. Os alunos deram um show e chamaram a atenção de muitas pessoas que assistiram as apresentações.

Representantes do Núcleo Campinho, os 11 alunos das categorias Mini 2×2, Mini 3×3 e Mini 4×4 estiveram no desfile realizado na Orla da Lagoa. Enquanto aguardavam o início das comemorações, as crianças e adolescentes brincaram um pouco e jogaram algumas partidas de voleibol. A professora do núcleo, Juliana Montebrune, contou que, neste momento, muitas pessoas se interessaram pelas atividades. “Várias mães e alunos de outras escolas vieram perguntar o procedimento para fazer parte do projeto Vôlei em Rede”, comentou satisfeita.

Alunos do Núcleo Campinho – Lagoa Santa/MG aquecem antes do início do desfile e pessoas presentes se interessam pelas aulas do projeto.

Durante o desfile, os alunos puderam demonstrar um pouco do que aprenderam nas aulas de Minivôlei, fazendo manchetes e toques ao longo do percurso. A mãe da aluna Julia Vitoria, 8 anos, da categoria Mini 2×2 do Núcleo Campinho, Daniela Pimenta, assistiu a filha e observou vários pontos positivos da participação dela no projeto.  “Ficamos felizes de ver o companheirismo das crianças durante o desfile. Gostei muito de ver a empolgação da Julia, que por meio do projeto vem aprendendo a trabalhar a cooperação, a autoestima e praticando hábitos mais saudáveis de vida”, ressaltou a mãe.

Ao chegarem em frente ao palanque principal as crianças fizeram uma coreografia, que foi ensaiada especialmente para o desfile. O resultado não poderia ser diferente, a garotada recebeu muitos aplausos. Por estarem em categorias diferentes, as irmãs Luísa, 14 anos, da categoria Mini 4×4, e Helena Gaspar, 10 anos, da categoria Mini 2×2, não fazem aulas na mesma turma, mas no desfile jogaram bastante juntas. “Foi muito legal, pois elas são de categorias e tamanhos diferentes e puderam desfilar juntas”, contou a professora.

No dia 04 de setembro, o Núcleo Deodoro também participou do desfile em sua comunidade com a presença de 13 alunos. Já no dia 09, o Núcleo Vigário Geral esteve presente no evento no bairro Jardim América, que fica ao lado do bairro sede do projeto Vôlei em Rede no Rio de Janeiro. As crianças e adolescentes formaram o primeiro pelotão e levavam com elas banners do Vôlei em Rede. O desfile contou com a presença de várias escolas da região e estiveram presentes cerca de 25 alunos deste núcleo.

Núcleo Deodoro – Rio/RJ marca presença no desfile de Sete de Setembro.

Parceiros dos Núcleos Lagoa Santa/MG: Prefeitura Municipal de Lagoa Santa e Uptime.

Parceiros dos Núcleos Rio/RJ: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Unilever. Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

“Vida Ativa: iniciativas globais e locais” é tema do próximo evento promovido pelo Instituto Compartilhar

Vem aí mais uma edição do Circuito de Palestras 2015 do Instituto Compartilhar, desta vez para tratar sobre o tema: “Vida Ativa: iniciativas globais e locais”. O evento será realizado na Universidade Positivo, em Curitiba/PR, na quarta-feira, dia 23 de setembro. As inscrições são limitadas e gratuitas e podem ser realizadas neste link: https://goo.gl/CalpZX. Sua inscrição estará confirmada após preenchimento desta ficha de inscrição e não haverá retorno ao seu e-mail. 

No encontro, os participantes terão a oportunidade de participar de dois momentos distintos: primeiramente, das 18h às 19h, haverá atividades ao ar livre, no campo de futebol na universidade (em caso de chuva ou outra situação que possa atrapalhar, atualizaremos os participantes no evento do Facebook: https://goo.gl/lHVJYW). A partir das 19h, no auditório do bloco azul da universidade, acadêmicos, profissionais e interessados no tema Vida Ativa poderão assistir a palestras sobre iniciativas globais e locais interessantes que estão ajudando a sociedade a criar ou manter hábitos mais saudáveis de vida.

Palestrantes:

- Juliana Soares do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): apresentação do programa Designed To Move (“Desenhado para o Movimento”) e outras iniciativas mundiais do PNUD para estimular vida ativa;

- Simone Cristina Iubel da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ) de Curitiba: apresentação dos projetos que a SMELJ apoia para incentivar vida ativa;

- Maxwill Braga do Instituto Compartilhar: apresentação do programa finlandês, Muuvit, uma iniciativa do Instituto Compartilhar no Brasil.

Dúvidas, encaminhe para o e-mail: contato@compartilhar.org.br

Núcleo Cornélio Procópio/PR promove festival de minivôlei e conta com a ajuda de ex-alunos

Alunos das categorias Mini 3x3, Mini 4x4 e Vôlei aproveitam festival de minivôlei do Núcleo Cornélio Procópio.

As crianças e adolescentes do Núcleo Cornélio Procópio, tiveram oportunidade de conhecer melhor os seus colegas que também frequentam as aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, mas em outras categorias. Isso porque, no dia 31 de agosto, o professor do núcleo, Márcio Seugling, realizou um festival de minivôlei para a garotada das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei. O evento ocorreu no ginásio de esportes do Colégio Estadual Castro Alves, sede do projeto na cidade e, além da garotada, estiveram presentes alguns ex-alunos que foram fundamentais na organização do evento.

Durante o festival os alunos do Mini 3×3 e Mini 4×4 puderam jogar juntos e disputaram várias partidas de voleibol entre si, com apoio dos colegas da categoria mais avançada, Vôlei, e os ex-alunos. Para o professor Márcio, a participação dos alunos egressos é muito importante, pois eles são exemplos para aqueles que ainda frequentam as aulas de minivôlei. “Durante o evento eles puderam demonstrar para a garotada o que aprenderam dentro do projeto”, comentou.

Participantes registram momento especial com o professor do núcleo, Márcio Seugling (de branco ao fundo).

Já para os adolescentes do Vôlei, o professor propôs jogos de duplas, diferente do que eles estão acostumados nas aulas – partidas com seis integrantes em cada equipe -.  De acordo com Márcio, o objetivo foi fortalecer os laços existentes dentro do projeto, proporcionar uma atividade diferente com a modalidade e favorecer a prática do trabalho que é realizado dentro das aulas. A aluna Lorena Regina, 14 anos, da categoria Mini 4×4, disse contente: “eu gosto de vir para o vôlei, o vôlei é minha vida”. Após as atividades, os alunos foram premiados com medalhas.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Atividades sobre meio ambiente e artes circenses contagiam o Núcleo Central, em Curitiba, durante Festivais de Minivôlei

Alunos da categoria Mini 2x2 do Núcleo Central praticam esporte com valores com colegas do Colégio da Polícia Militar do Paraná.

Os alunos do Mini 2×2 e Mini 3×3 do Núcleo Central, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, participaram de atividades diferentes no sábado, 29 de agosto. Durante a manhã, as crianças da primeira categoria, com nove e 10 anos de idade, e os colegas convidados do Colégio da Polícia Militar do Paraná (CPM) se divertiram e aprenderam bastante com jogos de minivôlei, brincadeiras e oficinas sobre sustentabilidade e meio ambiente. Pela tarde, os alunos do Mini 3×3 praticaram artes circenses com acadêmicos da Faculdade Dom Bosco. Não é difícil imaginar a empolgação da garotada. Mais de 300 pessoas estiveram presentes, entre alunos, professores, pais e responsáveis.

Os participantes do festival da categoria Mini 2×2 foram divididos em quatro grupos que se revezaram em quatro áreas principais: duas para a prática do vôlei e duas para gincana e oficina de sustentabilidade e meio ambiente. Atividades diferentes, como o vôlei cego – em que um lado da quadra não vê o outro – e o vôlei do lençol – ao invés de jogar com as mãos, os participantes usam lençóis –, fizeram a alegria das crianças e colegas convidados. Eles também ficaram livres para jogar em quadras de Mini 2×2 para praticar o que aprenderam com os professores, inclusive o valor cooperação trabalhado nesta categoria. O aluno Gabriel dos Santos, 9 anos, do Mini 2×2, disse que gostou de poder jogar com o pessoal do Colégio da Polícia Militar.

Pais e responsáveis participam das atividades promovidas à garotada.

Os pais também participaram das gincanas e puderam ajudar as crianças na construção de bonecos ecológicos, feitos com meia-calça, botões, areia e alpiste, e no jogo do tabuleiro ecológico, com o qual elas aprenderam um pouco sobre preservação da natureza, reciclagem, economia de água e de luz. Após os grupos passarem por todas as áreas, os pais puderam jogar com os alunos, o que surpreendeu Marcelo Amâncio, pai do Leonardo Amâncio, do CPM. “Achei muito legal essa interação entre as crianças, mas o que eu não esperava mesmo era que os pais fossem chamados para jogar. Acabei de bater uma bola com o meu filho, foi muito bom”, comentou feliz. Ao final, todos ganharam medalhas. A professora Rosana Roberta, do CPM, que fez parte do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná durante 13 anos, ressaltou a qualidade do evento e a importância do projeto. “O evento foi maravilhoso, é lindo de ver o que esse projeto faz, as crianças cooperando, uma interagindo com a outra, foi muito bom, estão todos de parabéns”, elogiou Rosana. Os adolescentes da categoria Vôlei e Super Vôlei foram essenciais durante o evento, tanto na organização como nas atividades.

Já a parte da tarde foi dedicada aos alunos do Mini 3×3, e o tema do festival foi artes circenses. Os pais e alunos presentes foram divididos em quatro grupos e alocados em duas áreas. A primeira delas contou com seis quadras com jogos livres para a prática do voleibol, e a segunda com três oficinas. Nelas, as crianças puderam, junto com os pais, fazer bolinhas para malabares, com feijão, pedaços de saco de lixo e bexigas, aprender a fazer acrobacias, atividades de equilíbrio e até uma pirâmide humana, tudo isso com o auxílio dos acadêmicos da Faculdade Dom Bosco.

Participantes comemoram sucesso do evento que teve como tema “artes circenses”.

A mãe da aluna Maria Eduarda Martins, 11 anos, Fátima Martins, gostou muito do festival, inclusive parabenizou os professores. “As brincadeiras foram fantásticas, foi muito bom conhecer pessoas novas. Queria dar os parabéns pela maneira usada para interagir os pais e os alunos”, comentou a mãe. Em uma pesquisa anônima os alunos gostaram muito do festival, um deles gostou tanto que ele acredita ser o melhor festival de sua vida. Outro já foi mais pontual, e destacou atividades. “Foi muito legal. A parte das oficinas e o vôlei. Gostei muito”. Os alunos presentes ganharam medalhas do festival e os pais e responsáveis não ficaram fora dessa. Eles também saíram vencedores do evento, afinal de contas, a participação e envolvimento deles com as atividades do projeto merece destaque.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.