Instituto Compartilhar divulga novidade resultante da parceria com a Uptime

Colaboradores do Instituto Compartilhar aguardam atentos a novidade, durante churrasco realizado no dia 20 de setembro.

A parceira institucional do Compartilhar com a Uptime trouxe uma novidade na última semana de setembro. A parceria existe desde 2006, por meio do técnico da seleção masculina de vôlei e diretor presidente do Instituto Compartilhar, Bernardinho, que é garoto propaganda da empresa especializada no ensino do inglês e destina o cachê arrecadado dessa relação para o Instituto.  Agora, os profissionais administrativos e dos projetos socioesportivos, das regiões onde existem franquias da Uptime, serão beneficiados com preços muito acessíveis e horários flexíveis para aprender ou aprimorar o idioma.

Para divulgar a notícia aos colaboradores da região de Curitiba/PR – onde fica localizado o escritório do Instituto Compartilhar – o pessoal do administrativo da instituição preparou uma surpresa para os professores e coordenadores do Núcleo Central em Curitiba do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e do Núcleo Cidade Jardim – São José dos Pinhais, do projeto Esporte em Ação: um churrasco no dia 20 de setembro, que reuniu cerca de 20 pessoas.

O franqueado Uptime, Leonardo Nepomuceno (à esq.) e o gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, revelam a oportunidade de aulas de inglês com preço acessível e horários flexíveis.

O franqueado da Uptime há cinco anos em Curitiba/PR, Leonardo Nepomuceno, participou do encontro, junto ao gerente executivo, Luiz Fernando Nascimento, e à analista de comunicação do Instituto Compartilhar, Flávia Neves, para contar a notícia pessoalmente, como forma de estreitar ainda mais o relacionamento entre as entidades, explicar como surgiu a ideia de proporcionar esta oportunidade aos funcionários do Compartilhar, além de esclarecer dúvidas. “Eu me sinto extremamente feliz! Eu vejo essa parceria como uma forma da Uptime, especialmente agora, aqui em Curitiba, agradecer tudo o que a gente tem conquistado em função dessa imagem que o Bernardinho passa para a rede! É uma maneira de transferir esse benefício para as pessoas que trabalham, fazem parte e se dedicam ao Compartilhar”, afirmou Leonardo.

A novidade foi recebida em clima de festa e alegria e alguns professores e coordenadores já expressaram a vontade de começar as aulas de inglês. Segundo a professora do Núcleo Central – Curitiba/PR, Rosana Rocha, a novidade veio no momento certo. “Eu achei interessante! Uma oportunidade boa para todos os professores! Nós já tínhamos pesquisado anteriormente se havia desconto em algumas escolas e o pessoal já estava fazendo grupinhos de estudo de inglês ao meio-dia! Quem estava fazendo aula estava ajudando os outros!”, revela contente. Rosana Rocha disse que tem interesse sim e acredita que seus colegas também vão aderir à oportunidade.

Leonardo Nepomuceno (à esq.) e Luiz Fernando Nascimento registram o momento especial.

A parceria entre as duas entidades se entende para Londrina e Maringá, também no Paraná, o Rio de Janeiro/RJ, Campinas/SP, Natal/RN e Lagoa Santa/MG, locais ondem existem núcleos do Compartilhar e franquias da Uptime. Os requisitos para participar das aulas são simples e exigem comprometimento por parte dos inscritos, tanto no quesito frequência como no período mínimo no curso, de pelo menos um ano. Segundo Rosana Rocha, contar a novidade por meio do churrasco foi prazeroso. “Foi bom para gente conhecer a pessoa que está fazendo a parceria e para ela explicar como que funciona a escola! Eu, por exemplo, pensava que era horário fixo, mas sendo flexível é melhor! Você pode marcar o horário que é mais oportuno”, comentou.

Fotos: Divulgação IC.

Fábio Okazaki deixa o quadro de funcionários do Instituto Compartilhar

(Esq. para dir.) Josmar Coelho, Vinicius Petrunko, Fabinho e Luiz Fernando Nascimento jantam com Bernardinho em novembro de 2012.

Após 16 anos de trabalho no Instituto Compartilhar, o gestor do conhecimento, Fábio Okazaki – mais conhecido como Fabinho – deixará, no dia 31 de agosto, o quadro de funcionários em busca de novos objetivos pessoais. Fabinho começou no projeto Rexona AdeS no Paraná como estagiário de educação física, foi professor, coordenador até se tornar, no início de 2012, o responsável pela área de Gestão de Conhecimento do Instituto Compartilhar. Sua experiência prática com vôlei no projeto aliada à formação acadêmica (concluiu o mestrado em Exercício e Esporte na área de Comportamento Motor pela Universidade Federal do Paraná) o tornou referência, inicialmente, para os profissionais do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e depois para todos os outros projetos do Compartilhar.

Fabinho estruturou, junto com os demais coordenadores, o planejamento para a Gestão de Conhecimento que envolve a evolução permanente da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, uma linha de pesquisas e apresentações de trabalhos em congressos e seminários, além do comando das Clínicas IC em todo o Brasil.

Em atividade prática, Fabinho realiza exercícios na Clínica de Minivôlei.

Em uma mensagem enviada aos profissionais do Instituto Compartilhar, Fabinho declara: “gostaria de agradecer a todos por tantos anos de trabalho, pelo crescimento, pelo companheirismo, paixão e amizade durante estes quase 16 anos. Tenho realmente que agradecer a Deus por ter tido a oportunidade de diariamente acordar motivado para o trabalho e saber que neste ambiente compartilharia valores com alunos, professores, atletas, técnicos e tantos profissionais altamente capacitados que contribuíram imensamente para a minha formação profissional”.

Ainda como coordenador, Fabinho faz visita técnica ao Núcleo Guarapuava do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

“Certamente sentirei saudades de todos, mas ‘nada pode apagar o que tempo escreveu dentro de mim’ e muitas são as boas lembranças destes anos. Sou e serei sempre um entusiasta e torcedor de todos do Compartilhar, que dedicam o seu tempo – e por que não dizer suas vidas? - contribuindo com o desenvolvimento humano por meio do esporte! Que vocês possam continuar crescendo e sendo um referencial!”, finaliza.

Fotos: Divulgação IC

Mais de 300 crianças e adolescentes passam uma tarde de voleibol e amizade em Curitiba/PR

Alunos revezam entre jogos, arbitragem e oficina.

O Ginásio do Tarumã em Curitiba estava cheio, no dia 31 de agosto – sábado – e era bonito ver cerca de 300 crianças e adolescentes de 11 e 12 anos distribuídas, em trios, em muitas miniquadras de voleibol. O clima era de muita diversão, amizades e responsabilidade entre alunos de 16 instituições de Curitiba e Região Metropolitana. O evento foi realizado pelo projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Núcleo Central e contou com a ajuda de alunos da turma de Vôlei Especial.

Logo no início, os participantes de cada instituição reuniram-se e confeccionaram cartazes para se apresentarem aos demais colegas, tiraram fotos para registrar a chegada entusiasmada no evento e cantaram o Hino Nacional Brasileiro. Já em quadra, meninos e meninas estavam bem à vontade e conseguiram praticar o esporte com facilidade. As equipes eram formadas por três integrantes de ambos os gêneros, feminino e masculino.

Oficina de avaliação física: acadêmicos de educação física da UTFPR realizam aferição de peso, altura e circunferência de quadril e cintura.

Paralelamente aos jogos, foi montada a oficina de avaliação física que tinha como objetivo alertar aos participantes sobre o tema principal do festival: “praticar atividade física é ganhar saúde todos os dias”. Nela, acadêmicos de educação física da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR – fizeram aferição de peso, altura e circunferência de quadril e cintura dos alunos para que pudessem saber como estava a saúde. Em seguida, os pais, responsáveis e acompanhantes também puderam participar da oficina. “acho muito importante este trabalho do Instituto Compartilhar de ensinar valores e colocar sempre um tema paralelo ao evento. A questão da importância da atividade reforça o que nós ensinamos no colégio”, conta a professora Luciane Sieklicki do Colégio Nossa Senhora de Fátima. Segundo ela, os alunos adoram participar dos eventos e estavam muito ansiosos para a chegada do dia.

Com o objetivo de proporcionar maior interatividade entre instituições diferentes, aumentar o número de jogos e facilitar a troca de experiências, as partidas eram de dez pontos apenas e as equipes ganhavam carimbos de cores diferentes no crachá que os indicava para qual área de jogos iriam. Cada aluno jogou, em média, sete partidas. Em forma de rodízio, enquanto uns jogavam e outros participavam da oficina, alguns trios eram responsáveis pela arbitragem das partidas. Apitar, atualizar o placar e anotar os vencedores, fez com que os participantes praticassem a responsabilidade, principal valor trabalhando na categoria Mini 3×3 da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Para a professora do Núcleo Central, Tatiana Ribas, responsável no evento por ensinar a arbitragem aos alunos, o festival só funcionou bem porque todos cumpriram com suas funções. “Como dividimos as responsabilidades de cada grupo e contamos com a grande ajuda dos alunos das turmas especiais, o evento ocorreu tranquilamente”, avalia.

Responsáveis e familiares dos participantes do festival também se divertem em quadra.

Quem foi até o Ginásio Tarumã para acompanhar as crianças e adolescentes e prestigiar o festival não passou vontade de também participar. É que ao final, todos tiveram a oportunidade de jogar voleibol e se divertir com os alunos, que foram presenteados com garrafinhas de água do Instituto Compartilhar.

Do Instituto Compartilhar, além do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol, estavam também alunos do Núcleo Cidade Jardim – São José dos Pinhais/PR do projeto Esporte em Ação. Demais instituições foram: Colégio Nossa Senhora do Rosário, Colégio Dom Bosco, Escola Estadual Manoel Ribas, Colégio Sion, Colégio Senhora de Fátima, Colégio Positivo, Colégio Medianeira, Colégio Estadual Plínio Tourinho, Colégio Suíço Brasileiro, Clube Círculo Militar, Clube Duque de Caxias, Clube Santa Mônica e Leões do Vôlei.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol:

Governo do Estado do Paraná e Unilever

Via Lei de Incentivo ao Esporte: Unilever, Itaú e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC

Dia do Profissional de Educação Física é comemorado em Curitiba/PR com atividades esportivas e recreativas

Para comemorar o Dia do Profissional de Educação Física, o Conselho Regional de Educação Física da 9a Região do Estado do Paraná promoverá um evento – no dia 01 de setembro, domingo – com diversas atividades esportivas e recreativas. O Instituto Compartilhar, junto com outras instituições, estará presente na comemoração e os professores do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná serão responsáveis pela oficina de Mini Vôlei, com várias quadras montadas na Praça Nossa Senhora de Salete, em Curitiba/PR.

O evento, ao aberto ao público, terá início às 8h e término às 16h, com avaliação e orientação física, recreação e jogos para crianças, atividades para a 3ª idade, pista de ciclismo, caminhada e corrida de bicicleta. Além das oficinas de futsal, futebol de rua e ginástica laboral e das demonstrações de Vidya Yoga, Karate Shubu-dô e Futebol Frestyle.

Brenon Partala, acadêmico de educação física, conta o que mudou na sua visão profissional após participar da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR

O gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, entrega o certificado de participação da Clínica de Mini Vôlei à Brenon.

A paixão pelo voleibol e o sonho de seguir carreira como treinador esportivo levou o acadêmico de educação física da Universidade do Contestado (UNC), Brenon Partala, 21 anos, a participar da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR realizada nos dias 11, 12 e 13 de julho. O objetivo dele era aprender uma maneira de atuar na área do esporte e avaliar a própria maneira de exercitar a profissão, embora atualmente estagie em uma Academia da Terceira Idade (ATI). “O trabalho do Instituto Compartilhar chamou muito a minha atenção”, destacou o estudante. Coincidência ou não, Brenon é fã do técnico da seleção brasileira de voleibol, Bernardinho – diretor presidente da instituição.

“A organização do Instituto como um todo e a intenção de formar, em primeiro lugar um cidadão, me deixou fascinado! A forma como ensinam o vôlei com valores me encantou! É a concepção que sempre tive dentro do esporte”, revelou. A aula teórica sobre as categorias do Mini Vôlei e sistemas de jogo elucidaram algumas questões para o morador da cidade de Rio Negro/PR. “Sou fissurado por esquema tático e gosto de estudar a função dos atletas dentro de cada esquema”. Inclusive, esse foi o principal motivo que o levou a cursar educação física.

Apaixonado por esportes, o acadêmico de educação física (ao centro) é fotografado ao lado de Rafinha (à esq.) e Hilário, responsáveis por uma escolinha de futebol na cidade de Rio Negro/PR.

Apesar de ter se dedicado ao futebol durante muitos anos, Brenon sempre gostou de voleibol. “Resolvi ter essa experiência (participar da clínica) sem ter muita ideia do que encontraria pela frente. Não nego que tinha a expectativa de enxergar novos caminhos porque sempre achei o voleibol um esporte apaixonante. Eu já havia pensado na possibilidade de trabalhar com esta modalidade, mas ainda era algo abstrato para mim”. O acadêmico de educação física descobriu o gosto pelo esporte desde muito pequeno, aos 7 anos de idade, quando assistia à partidas da seleção brasileira de voleibol. “Como toda criança, queria imitar o que via e gostava de dizer que eu era o Nalbert, Giovane ou Giba. Eram os meus preferidos!”.

“Muitas vezes as escolinhas esportivas acabam visando demais a formação de ‘craques’ ou simplesmente um passatempo para a criança. Diferentemente disso, o primeiro foco de trabalho (do Compartilhar) é a formação de um cidadão, além de dar a oportunidade de aprendizado e aprimoramento do esporte”, relatou o estudante. Quanto à Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, Brenon disse que o que mais chamou sua atenção foi a questão da inclusão entre o mais ativo ao menos ativo, e aqueles que fogem do padrão exigido pelo voleibol (alto e forte).

Para ele, o vôlei demonstra ser, realmente, um esporte coletivo: “um levantamento depende de uma boa defesa, um ataque depende de um bom levantamento, um saque depende do ponto, o bloqueio depende de uma cobertura e, assim, um atleta sempre precisará da ajuda do outro e independente de quão habilidoso ele seja, nunca fará nada sozinho”.

Brenon Partala: “Eu indico a Clínica de Mini Vôlei a outros estudantes de educação física, independente da modalidade em que pretendem trabalhar ou mesmo para aqueles que querem atuar nas escolas”.

Após ter participado da clínica, Brenon percebeu que ela enriquece muito o trabalho do profissional de educação física. “Eu indico a Clínica de Mini Vôlei a outros estudantes de educação física, independente da modalidade em que pretendem trabalhar ou mesmo para aqueles que querem atuar nas escolas. Muito mais do que voleibol, a clínica mostra formas de trabalhar valores, além de métodos que podem ser aplicados em outros esportes”, e deixa a dica: “vale muito a pena participar! É um curso que mostra como ensinar práticas de cidadania para os alunos”, conclui. Os professores do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol também ganharam elogios: “eles demonstram que gostam do que fazem”. Segundo o estudante, o curso até despertou sua vontade de voltar aos 9 ou 10 anos para ter aulas de voleibol no Compartilhar.

Bernardinho não só influenciou a paixão de Brenon pelo vôlei, como também despertou o gosto pela leitura, aproximadamente no ano de 2006. Foi por meio do livro “Transformando suor em ouro”, do técnico da seleção masculina de voleibol, que o estudante passou a gostar de ler e pesquisar sobre assuntos na área esportiva.

Quando perguntado se pretende utilizar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol em sua carreira profissional, o estudante não pensou duas vezes: “sem a menor dúvida!”. Brenon acredita que os métodos utilizados pela instituição facilitam o entendimento do aluno quanto às suas funções em determinados lances e que os valores também podem ser ensinados a categorias mais avançadas.

A Clínica de Mini Vôlei do Instituto Compartilhar foi idealizada com o objetivo de disseminar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol aos profissionais e acadêmicos de educação física interessados em aprender sobre o Mini Vôlei. Durante o curso, os participantes conhecem um pouco do Instituto Compartilhar e assistem à aulas teóricas que dão embasamento às aulas práticas. Neste ano, a proposta pedagógica da clínica favoreceu a interação entre os envolvidos, por meio de pequenas oficinas, e contou com diminuição das aulas expositivas.

Parceiros da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR: UniBrasil. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Itaú, Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Em Natal/RN, Clínica de Mini Vôlei reúne 90 profissionais e estudantes de Educação Física

Troca de experiência entre professores e estudantes enriquece Clínica de Mini Vôlei em Natal/RN.

Durante os dias 8 a 10 de agosto, cerca de 90 profissionais e estudantes de educação física da capital do Rio Grande do Norte e região metropolitana se reuniram para conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, utilizada nos quatro projetos do Instituto Compartilhar. Aulas teóricas e práticas foram realizadas na Universidade Potiguar (UnP) e Centro de Educação Integrada (CEI), parceiros do projeto Vôlei em Rede na cidade.

 

As atividades propostas e desenvolvidas pelo gestor do conhecimento, Fábio Okazaki e pela analista de projetos do Compartilhar, Ana Elisa Caron, visaram o envolvimento dos participantes. Divididos em grupos, todos construíram cartazes sobre valores que podem ser ensinados a crianças e adolescentes por meio do esporte e, nas miniquadras montadas, propuseram exercícios das quatro categorias (Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei). “Foi um curso dinâmico, com uma proposta muito boa”, avalia Joanilson do Nascimento, professor de escola pública de Currais Novos/RN.

Participantes apresentam trabalho em grupo.

Durante a manhã dos dias 8 e 9, na UnP, as aulas teóricas foram focadas nos princípios da metodologia – ludicidade, adaptações de espaço e número de participantes, elaboração de atividades com recorte de jogo e inserção de valores em todos os momentos de aula. “Me inscrevi na clínica para aprender ainda mais sobre voleibol, que é uma modalidade que me dá prazer de jogar e ensinar”, conta o professor Richardson Fernandes, de Natal. “Achei a metodologia muito pertinente e condiz com a nossa realidade de trabalho”, complementa.

As atividades práticas, realizadas no CEI, ilustraram as teorias vistas anteriormente. Para isso, o Compartilhar contou com a participação cerca de 30 alunos do Núcleo Natal/RN, participantes das quatro categorias. Enquanto as crianças e adolescentes demonstravam os exercícios, os participantes assistiam interessados e entravam em quadra para experimentar as atividades e as dimensões reduzidas.

Alunos realizam parte prática enquanto participantes assistem atentos.

Para complementar o curso e enfrentar o desafio de colocar os conhecimentos em prática, os próprios participantes propuseram atividades de recorte de jogo. “Este é sempre um momento importante em que eles reúnem todos os conteúdos e vivências dos três dias e tentam colocar em prática. É bom para que nós possamos avaliar se eles entenderam o conteúdo”, afirma Ana Elisa Caron.

No encerramento houve distribuição de brindes como Relatório de Atividades, bolsas, livros e camisetas. “A participação, quase equivalente, de estudantes e profissionais foi muito positiva, pois proporcionou maior troca de experiência entre os presentes. Deu para ver que estavam todos envolvidos e foram participativos”, conclui Ana Elisa. “Tudo que aprendi nesse período vou levar usar como fonte de inspiração para o projeto político pedagógico da minha escola”, promete Richardson.

Parceiros do Núcleo Natal/RN: Prefeitura Municipal do Natal, Natal Volley Club, Centro de Educação Integrada e Universidade Potiguar.

Fotos: Divulgação IC

Fundador da Flexiv recebe Relatório de Atividades 2012 do Instituto Compartilhar

Luiz Fernando Nascimento (à dir.) entrega relatório de atividades a Ronaldo Duschenes.

Na tarde de terça-feira, 16 de julho, o gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, foi até o showroom da Flexiv, empresa do segmento de mobiliário para escritórios, em Curitiba/PR para entregar o Relatório Anual de Atividades 2012 da instituição. Na ocasião encontrou-se com Ronaldo Duschenes, designer, arquiteto e fundador da Flexiv e teve a oportunidade de entregar o material em mãos.

O relacionamento entre as instituições existe desde 2005 quando a Flexiv concordou em mobiliar o escritório administrativo do Compartilhar em Curitiba. Em contrapartida, Bernardinho, diretor presidente do Instituto e técnico da seleção brasileira de voleibol, foi convidado a participar, como estrategista referência, da campanha “estratégias de sucesso” que teve por objetivo mostrar os benefícios de utilizar móveis adequados no espaço de trabalho. Uma peça publicitária foi produzida com Bernardinho e os alunos de um dos projetos do Compartilhar e o técnico doou o cachê da campanha para a instituição.

Mesas, cadeiras, armários, gaveteiros e acessórios do escritório do Instituto Compartilhar em Curitiba/PR são frutos da parceria com a Flexiv.

A parceria não parou por aí. Em setembro de 2010, foi realizado um bate-papo com clientes da Flexiv como parte da celebração dos 25 anos da empresa, houve distribuição de livros e autógrafos. Em outubro deste mesmo ano, Flexiv apoiou uma palestra em Curitiba em que toda a renda foi revertida para o Instituto Compartilhar. No ano passado aconteceu outro bate-papo, desta vez na loja em São Paulo/SP, quando Bernardinho esteve com clientes, convidados e funcionários do local e, com isso, a Flexiv fez nova permuta de mobiliário com o Compartilhar.

A identificação entre Ronaldo Duschenes e Bernardinho se dá na busca pela excelência e pela inovação permanentes, na procura de soluções e melhoria de seus resultados e suas equipes.

Sala dos setores administrativo e de comunicação equipados com móveis Flexiv.

Em breve o Relatório de Atividades estará disponível para leitura no site do Instituto Compartilhar.

Fotos: Divulgação IC

Participantes da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR conhecem a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol

O gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar, Fabio Okazaki, reúne crianças ao centro do ginásio para colocar em prática o conteúdo da Clínica de Mini Vôlei.

Acadêmicos e professores de educação física de Curitiba e outros municípios do Paraná e de Santa Catarina estiveram na capital paranaense para participar da Clínica de Mini Vôlei do Instituto Compartilhar. Realizada nos dias 11, 12 e 13 de julho, a clínica reuniu cerca de 40 pessoas dispostas a conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. O evento contou com o apoio da UniBrasil – que cedeu o auditório para a realização das atividades da manhã do primeiro dia – e a coordenadora de educação física da instituição, Camile Luciane da Silva, esteve presente para dar boas vindas aos convidados. No período da tarde, os participantes foram até o Campus da Secretaria do Estado do Esporte – local onde acontecem as aulas do Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná – e onde foram as atividades dos outros dois dias.

Neste ano, a proposta pedagógica privilegiou a participação dos professores e acadêmicos nas atividades, por meio de pequenas oficinas, e teve diminuição das aulas expositivas (teóricas), possibilitando mais interação entre os envolvidos. Como a parte prática da clínica foi realizada no Núcleo Central, os alunos do núcleo estiveram presentes e auxiliaram na realização das atividades, facilitando a compreensão da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Participantes da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR formam grupos para elaborarem o exercício proposto pelos palestrantes.

A clínica teve início com a apresentação do Instituto Compartilhar, realizada pelo gerente executivo da instituição, Luiz Fernando Nascimento. Em seguida, os participantes tiveram aulas sobre os diferenciais da metodologia, como a organização e estruturação das aulas, divisão das categorias (Mini 2×2, Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei), fundamentos técnicos de jogo e também sobre a capacidade de adaptação e características físicas das crianças. Reunidos em grupos, esclareceram dúvidas a respeito das apresentações e também destacaram os pontos que consideraram mais relevantes.

Já mais familiarizados com o conteúdo, professores e acadêmicos puderam aplicar os conceitos que aprenderam e, ainda no primeiro dia, participaram de atividades práticas sobre as categorias Mini 2×2 e Mini 3×3. A manhã do segundo dia iniciou com aulas sobre os valores no esporte e os participantes produziram um boneco em papel, com o objetivo de trabalhar a cooperação e a autoestima. Neste exercício, além de desenharem a si mesmos, descreviam as características físicas dos colegas.

Professores e acadêmicos entram em quadra e alunos do Núcleo Central – Curitiba/PR assistem o desempenho dos participantes da clínica.

As atividades práticas não pararam por aí. Formados em quatro grupos, os participantes montaram um planejamento de aula sobre os fundamentos técnicos de jogo, toque, manchete e saque, e ministraram aulas uns para os outros. Segundo o gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar, Fabio Okazaki, a maior parte dos professores trabalha sozinho e o exercício em grupo foi uma experiência interessante. “Eles conseguiram trabalhar legal, foram bem objetivos e eficazes com o que tinham proposto”, diz.

No último dia, os acadêmicos e professores aplicaram os princípios da metodologia de fundamento de jogo para os alunos da categoria Vôlei. O evento foi encerrado com sugestões e orientações a respeito das atividades, “foi um momento bem rico”, relata Fabio. Além do gestor de conhecimento do Compartilhar, o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho, e os coordenadores dos Núcleos Interior/PR, Everson da Silva e Kátia Keller, foram responsáveis pela clínica, ministrando aulas e participando das atividades com auxílio dos professores do núcleo.

O acadêmico Rony Oliveira foi ao evento com o propósito de agregar conhecimento e também conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. “Achei muito legal e interessante! Gostei de todo o processo da metodologia e das explicações. Também gostei de saber como funcionam as categorias”, diz.  Rony revelou que já trabalha com o Mini Vôlei que aprendeu quando o projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná ainda se chamava Rexona.

Todos os presentes ganharam chaveiros e o relatório anual do Instituto Compartilhar. Foram sorteadas camisetas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e da torcida da equipe Unilever de vôlei feminino, além de mochilas, pastas, garrafinhas de água, e livro “Transformando suor em ouro” do diretor presidente do Compartilhar e técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Bernardinho. A Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR é uma realização do Instituto Compartilhar, projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte, contou com os parceiros Itaú, Unilever e Ministério do Esporte. As manifestações e paralisações nacionais que ocorreram nestes dias atrapalharam a chegada de outros inscritos, prejudicando o número de participantes.

Parceiros da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Itaú, Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC.

Instituto Compartilhar é convidado para a capacitação da Peace Players Internacional

Representantes de ONGs brasileiras participam da capacitação realizada pela Peace Players International (PPI).

O Instituto Compartilhar esteve entre as entidades convidadas a participar de uma capacitação na metodologia de resolução de conflitos da Peace Players International (PPI), apoiada pela Fundação Laureus Sport for Good. O evento reuniu nos dias 09 a 12 de julho, cerca de 20 pessoas na Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro, local com espaço para hospedagem, sala de conferência e ginásio de esportes.

A PPI, ONG internacional, trabalha em regiões de conflitos territoriais como Israel, Irlanda e Chipre e utiliza o basquete para ajudar os jovens a superar ciclos de conflitos, além de educá-los e uni-los. Durante a capacitação, o Organizational Learning Specialist da PPI (tradução livre: Especialista em Aprendizagem Organizacional), Gunnar Hagstrom, apresentou a Anatomia da Paz (nome dado à metodologia) para coordenadores de ONGs que atuam no Rio de Janeiro, para que ela também possa ser utilizada em outros projetos sociais.

Participantes colocam em prática os conceitos da metodologia da Anatomia da Paz.

A analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, e a coordenadora dos Núcleos Rio/RJ, Renata Régis, acompanharam todas as atividades desenvolvidas por Gunnar. O primeiro dia do evento foi destinado às apresentações das instituições, realizadas por seus representantes, e para integração do grupo. Nos dias 10 e 11, os coordenadores e professores presentes se envolveram em exercícios teóricos e práticos sobre os conceitos da Anatomia da Paz. Puderam compreender, por exemplo, a diferença entre ver uma pessoa como pessoa e como objeto e também a importância de conhecer as próprias percepções para depois entender as percepções das outras pessoas.

A analista de projetos do Instituto Compartilhar, Ana Elisa Caron, exibe o certificado de participação ao lado do Organizational Learning Specialist da PPI, Gunnar Hagstrom.

“O interessante da Anatomia da Paz apresentada foi a possibilidade de utilizar os conceitos sem grandes alterações na metodologia já utilizada por cada organização. Eles mostram um novo olhar para as pessoas com quem trabalhamos e principalmente para os nossos alunos”, comenta Ana Elisa.

No último dia da capacitação, os participantes elaboraram um plano de ação com o objetivo de aplicar o conteúdo aprendido dentro de suas realidades com os próprios alunos. Além do Instituto Compartilhar, da Laureus Sport for Good e PPI, estiveram presentes no evento outras entidades ligadas ao esporte como o Espaço Criança Esperança, Instituto Reação, Instituto Bola pra Frente, Instituto Rumo Náutico – Projeto Grael, Fundação Gol de Letra, Vencer – Companheiros das América, Instituto Passe de Mágica e Promundo – maioria membro da Rede Esporte Pela Mudança Social (Rems).

“Foi uma semana muito estimulante e incrível pela troca de experiências com outros projetos”, conclui Renata Régis. O convite feito ao Instituto Compartilhar para fazer parte da capacitação surgiu com a visita de membros da Laureus Sport for Good e PPI, no primeiro semestre de 2013, aos Núcleos Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede para conhecerem o trabalho desenvolvido pela instituição.

Fotos: Divulgação IC.

Primeiro dia da Clínica de Mini Vôlei em Curitiba/PR aborda princípios da metodologia

Participantes têm contato com princípios da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

Começou na quinta-feira, 11 de julho, a tradicional Clínica de Mini Vôlei em Curitiba/PR e os participantes já se mostraram interessados e envolvidos com a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Cerca de 40 profissionais e estudantes de educação física estarão reunidos nos dias 11 a 13 de julho para aulas teóricas e práticas. O número de presentes neste primeiro dia foi baixo devido à greve geral que paralisou o transporte público e demais serviços na cidade.

Pela manhã, no auditório da Unibrasil, o gerente executivo do Instituto Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, deu as boas-vindas, apresentou a entidade e os programas socioesportivo e educacional. Logo em seguida, o gestor do conhecimento, Fábio Okazaki e o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Josmar Coelho explicaram os princípios da metodologia utilizada nos 38 núcleos do programa socioesportivo do Compartilhar: ludicidade, adaptações de espaço e número de participantes, elaboração atividades com recorte de jogo e inserção valores em todos os momentos de aula.

Josmar Coelho apresenta distribuição de alunos na quadra de Mini 4x4, com auxílio de professores e estagiários do Núcleo Central.

Ao final do primeiro período, os presentes se dividiram em quatro grupos – que farão trabalhos durante os três dias de clínica – discutiram sobre o que foi ensinado durante a manhã, indicaram o que mais gostaram e as principais dúvidas. Fábio e Josmar encerraram com o esclarecimento. “Nós gostamos do diferencial do Compartilhar de não ter foco em formar atletas, mas sim cidadãos. E da mudança da visão da aula de educação física como um importante momento de ensinar valores”, comentam os grupos.

Toda a atividade prática de compreensão das categorias Mini 2×2 e Mini 3x3foi realizada na parte da tarde, no Campus da Secretaria do Estado do Esporte – local de atividades do Núcleo Central do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol do Paraná. Os exercícios envolveram alunos do núcleo e, em alguns, os próprios participantes da clínica entraram em quadra e arriscaram alguns fundamentos do voleibol.

Atividade prática ilustra teorias aprendidas.

Parceiros da Clínica de Mini Vôlei – Curitiba/PR:
Governo do Estado do Paraná, Unilever e Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever, Itaú e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC

 

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