Circuito de voleibol motiva alunos do Núcleo Toledo/PR durante aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná

Muita dedicação e voleibol durante as etapas do Circuito Maracanã de Voleibol.

Durante as aulas de minivôlei dos meses de julho, agosto e setembro, os alunos do Núcleo Toledo suaram a camisa. Eles estavam participando do Circuito Maracanã de Voleibol, organizado pelo professor do núcleo, Vitor Lorezentti. O evento foi dividido em três etapas mensais, 25 de julho, 15 de agosto e 26 de setembro, sendo que os alunos somavam pontos individualmente para a premiação ao final do circuito. Os jogos ocorreram no Colégio Estadual Jardim Maracanã, sede das aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, e um pouco mais de 80 alunos estiveram presentes, entre integrantes das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei.

O objetivo principal dos jogos foi motivar os alunos durante as aulas do projeto, além de trabalhar os valores e os conteúdos técnicos do voleibol. Cada edição do circuito foi voltada para uma categoria da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. Na primeira etapa todos os alunos do núcleo jogaram nas dimensões e regras da categoria Mini 3×3 e na segunda na do Mini 4×4. Apenas na terceira que os mais jovens, do Mini 3×3, não jogaram nas dimensões da turma do Vôlei devido à altura da rede. A diretora do colégio, Carmem Miranda, afirma que este tipo de evento incentiva a garotada: “os festivais são muito importantes para o colégio, os alunos começam a dar uma importância cada vez maior para a escola que estudam. As aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná influenciam no comportamento deles, resultando em uma maior participação deles em sala de aula e nas atividades extraclasse”.

Alunos do Núcleo Toledo/PR se dedicam muito durante os três meses do circuito e ganham medalhas.

O aluno Gabriel Fernandes, 15 anos, da categoria Vôlei, disse que o circuito serviu como forma de incentivo durante as últimas aulas: “gostei muito da competição, nestes três meses ela nos manteve focados nas atividades para melhorarmos e assim termos uma boa participação nos jogos”. Já a Larissa de Souza, da mesma idade e categoria, aproveitou a oportunidade para fazer novas amizades. “O circuito é bem legal, a cada etapa nós jogávamos com pessoas diferentes no time, fiquei conhecendo melhor outras pessoas”, comentou a aluna.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Núcleo Guaratuba/PR mostra aos alunos a importância do trabalho em equipe de maneira muito criativa

Da esquerda para direita, os alunos Gabriel, Nathaly, Iana e Vitor são os Reis e Rainhas da Quadra.

Durante as aulas de minivôlei dos meses de agosto e setembro, os alunos da categoria Vôlei do Núcleo Guaratuba experimentaram uma atividade diferente, chamada Rei e Rainha da Quadra. O objetivo foi trabalhar a importância da colaboração entre os integrantes de uma equipe por meio de jogos animados de voleibol. O resultado foi bastante positivo e, no dia 14 de setembro, os adolescentes se reuniram para descobrir os vencedores da brincadeira, participar de sorteios, assistir a um filme escolhido por eles mesmos e lanchar. Tudo isso com muita empolgação e alegria.  Os jogos e as comemorações aconteceram no Colégio Estadual Prefeito Joaquim da Silva Mafra, sede das aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Para realizar a brincadeira, a professora do núcleo, Cássia Graciotto, formou diferentes equipes a cada aula, para que todos pudessem jogar entre si. O resultado de cada um era anotado individualmente ao final das partidas e aqueles que conquistaram o maior número de vitórias no período receberam o título de Rei e Rainha da Quadra.  Ao todo foram realizados 11 jogos. Segundo a professora, o evento serviu para fortalecer a importância da união: “a força de uma equipe está no conjunto e não apenas no talento individual”.

Camisetas e coroas foram confeccionadas exclusivamente para os primeiros colocados da atividade.

Depois de um mês e meio de jogos, no dia 14 de setembro, foi organizada uma festa de premiação, com direito a cinema e lanche. Os alunos descobriram quem foram os ganhadores e conversaram sobre a atividade, que teve como fontes de inspiração frases escritas pelo diretor presidente do Instituto Compartilhar e técnico de voleibol, Bernardinho. Eles mesmos concluíram que apesar de alguns alunos terem ganhado mais jogos que outros, eles apenas conseguiram as vitórias com a ajuda dos outros. O que mostra como é importante o trabalho em equipe, ou seja, a força está no conjunto e não apenas no talento individual. “Essa conclusão é tão certa que se percebeu que os dois alunos mais fortes (tecnicamente melhores) não alcançaram o maior número de vitórias”, avalia Cássia.

Na festa, participaram de um sorteio de brindes (por meio da compra de rifas que tornou o lanche viável) e, por último, assistiram ao filme “Maze Runner”, escolhido pelos próprios alunos, mas que segundo Cássia, coincidentemente, o filme ajudou a reforçar valores como cooperação e autonomia trabalhados pelo projeto.

Após vencer uma partida, o aluno Gabriel Ferreira, 14 anos, percebeu que teria chance de ser rei da quadra. E não é que ele estava certo? Junto com ele também ganharam a brincadeira os alunos Iana Natalino, Nathaly de Mello e Vitor Carvalho. Eles foram coroados e receberam camisetas personalizadas para a atividade.

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Fotos: Divulgação IC. 

Núcleo Cornélio Procópio/PR promove festival de minivôlei e conta com a ajuda de ex-alunos

Alunos das categorias Mini 3x3, Mini 4x4 e Vôlei aproveitam festival de minivôlei do Núcleo Cornélio Procópio.

As crianças e adolescentes do Núcleo Cornélio Procópio, tiveram oportunidade de conhecer melhor os seus colegas que também frequentam as aulas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, mas em outras categorias. Isso porque, no dia 31 de agosto, o professor do núcleo, Márcio Seugling, realizou um festival de minivôlei para a garotada das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei. O evento ocorreu no ginásio de esportes do Colégio Estadual Castro Alves, sede do projeto na cidade e, além da garotada, estiveram presentes alguns ex-alunos que foram fundamentais na organização do evento.

Durante o festival os alunos do Mini 3×3 e Mini 4×4 puderam jogar juntos e disputaram várias partidas de voleibol entre si, com apoio dos colegas da categoria mais avançada, Vôlei, e os ex-alunos. Para o professor Márcio, a participação dos alunos egressos é muito importante, pois eles são exemplos para aqueles que ainda frequentam as aulas de minivôlei. “Durante o evento eles puderam demonstrar para a garotada o que aprenderam dentro do projeto”, comentou.

Participantes registram momento especial com o professor do núcleo, Márcio Seugling (de branco ao fundo).

Já para os adolescentes do Vôlei, o professor propôs jogos de duplas, diferente do que eles estão acostumados nas aulas – partidas com seis integrantes em cada equipe -.  De acordo com Márcio, o objetivo foi fortalecer os laços existentes dentro do projeto, proporcionar uma atividade diferente com a modalidade e favorecer a prática do trabalho que é realizado dentro das aulas. A aluna Lorena Regina, 14 anos, da categoria Mini 4×4, disse contente: “eu gosto de vir para o vôlei, o vôlei é minha vida”. Após as atividades, os alunos foram premiados com medalhas.

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Fotos: Divulgação IC. 

Alunos do Núcleo Pato Branco/PR participam de festival com crianças e adolescentes do município de Coronel Vivida

Valores aplicados nas aulas são parte da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol.

No dia 27 de agosto, os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Núcleo Pato Branco, tiveram uma tarde agradável, com bastante troca de conhecimento. O diferencial do festival de Minivôlei realizado pela professora do núcleo, Simone Pastorello, foi à presença especial de crianças e adolescentes convidados das escolinhas de voleibol da Prefeitura de Coronel Vivida, município vizinho. Um pouco mais de 100 pessoas participaram do evento, entre eles os integrantes do Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei, que ocorreu no ginásio do Colégio Estadual de Pato Branco, sede das aulas do núcleo. Alguns alunos mais experientes e ex-alunos do projeto auxiliaram na organização das atividades e na arbitragem dos jogos.

O festival começou com foco nos valores ensinados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, quando os participantes sujaram as mãos de tinta para decorar um enorme cartaz composto pelas palavras responsabilidade, respeito e autonomia.  Depois de debater sobre a atividade com a garotada, a professora Simone explicou aos convidados um pouco mais sobre o projeto, orientou os participantes quanto aos jogos, informou quais eram as regras e, é claro, agradeceu a presença de todos. Além de se divertirem com colegas que também praticam o esporte, mas em outro município, os alunos do Núcleo Pato Branco praticaram suas habilidades técnicas do voleibol. De acordo com a professora Simone, as crianças que estão a menos tempo no projeto estavam empolgadas e se sentiram à vontade para jogar.

Garotada pratica muito vôlei durante o festival.

Marcos Vinícius foi aluno do projeto e, quando pode, participa de alguns eventos do núcleo. “Sempre procuro manter um vínculo com o projeto, o tempo que participei foi muito marcante para mim. Fiz amigos, aprendi valores e me apaixonei pelo voleibol. Hoje procuro ajudar no que é possível para que outros alunos possam ter a mesma experiência que tive”, comenta Marcos. Leovana Elegeda, 13 anos, da categoria Vôlei, comentou que além de aprender a jogar, ela também ganhou mais confiança com o projeto. “Aqui eu descobri o voleibol, aprendi que se eu quiser eu consigo! Hoje me sinto muito mais confiante no que vou fazer. Me faz muito bem fazer parte desse grupo!”, revelou animada Leovana. Ao final do evento foram entregues medalhas aos participantes.

Alunos do projeto têm momento de integração com colegas da escolinha de voleibol da Prefeitura de Coronel Vivida.

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Fotos: Divulgação IC. 

Núcleo Londrina/PR integra comunidade escolar durante Festival de Voleibol

O evento atrai até estudantes que não estão nas aulas de educação física.

No dia 7 de agosto, os estudantes do Colégio Estadual Olympia Morais Tormenta estavam todos de olho na quadra onde são realizadas as atividade do Núcleo Londrina. O Festival de Voleibol organizado pelo professor Osvaldo Nascimento do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná chamou a atenção da garotada, que somou mais de 250 participantes, dentre alunos do colégio e do projeto. Durante todo o festival, os adolescentes que fazem aula da modalidade praticaram a responsabilidade de orientar aqueles com menos habilidade. O evento teve quadras para o Mini 3×3, Mini 4×4 e para a categoria Vôlei, além das vivências de valores.

O festival foi realizado no período da tarde, durante as aulas regulares de educação física do colégio. Os estudantes se revezavam entre as quadras, e independente do resultado, outras equipes eram formadas por participantes que estavam em uma fila de espera. Os próprios alunos foram responsáveis pela organização do evento, tanto nas filas para quem ia jogar como no auxilio dos que tinham menos habilidade, praticando assim valores de cooperação, autonomia e responsabilidade. Assim, todos jogaram muito e com colegas diferentes. Quando batia o sinal de final de aula, o professor levava a próxima turma, e assim se seguiu até o fim do festival. O professor Osvaldo afirmou que o evento foi um sucesso, e que um dos objetivos principais era a socialização entre os estudantes. “O monitoramento na quadra por parte dos alunos do projeto é muito importante, tanto na demonstração de respeito às individualidades como na ajuda técnica e tática dos participantes sem experiência”, comentou Osvaldo.

Garotada se reveza entre as quadras e todos se divertem.

Outro ponto positivo foi à colaboração da direção do colégio e dos professores que liberaram os participantes do projeto do contraturno para auxiliarem o professor Osvaldo no decorrer das atividades. “A aproximação do núcleo com os outros professores de sala de aula foi muito importante. Eles dispensaram alguns alunos para ficarem trabalhando na organização. Presenciamos um grande exemplo de interdisciplinaridade”, ressaltou o professor. Osvaldo também aproveitou a oportunidade para conversar com os professores de educação física do colégio, ele falou sobre a metodologia do projeto e explicou como inserir o voleibol nas aulas. Para ele, o festival foi um sucesso. “O festival com toda minha sinceridade foi um show. Me senti realizado e muito contente com os participantes, tanto os do projeto como os outros alunos da educação física acompanhados pelo seu professor”, completa orgulhoso.

A aluna Giovana Morales se concentra para realizar o saque.

Por parte da garotada, e não muito diferente do professor Osvaldo, o festival foi muito bom. Maria Luiza da Silva, 13 anos, da categoria Mini 4×4, gostou muito da participação dos monitores. “Eles nos auxiliaram muito bem durante o evento, tanto dentro da quadra como as filas de quem estava esperando para jogar”, comentou Maria. Willian Redies, 15 anos, da categoria Vôlei, disse que os eles tiveram interesse em ajudar a ensinar os participantes nos fundamentos técnicos. “Com o auxílio deles nós conseguimos aprender bem rápido”. Não só os monitores, mas como os próprios estudantes também ajudaram os colegas que não sabiam jogar. Erick Eduardo, 12 anos, da categoria Mini 4×4, por exemplo, ficou muito feliz por poder ensinar os outros como sacar.

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Fotos: Divulgação IC. 

Todo mundo sai ganhando com o Festival de Minivôlei realizado pelo Núcleo Londrina/PR

Evento promove integração entre alunos do colégio e do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

No dia 17 de julho, a atração principal do Colégio Estadual Professora Olympia Morais Tormenta foi o Festival de Minivôlei organizado pelo Núcleo Londrina. Durante os jogos, alunos do colégio e das categorias Mini 3×3, Mini 4×4 e Vôlei do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná entraram em quadra juntos. Claro que o resultado só poderia ser diversão e troca de experiências. Até a direção do colégio entrou no clima do evento, liberou algumas turmas para a atividade esportiva e presenteou a garotada com pipoca doce.

Para os alunos do colégio, sede das aulas de minivôlei, foi um dia diferente. Já para os participantes do projeto, o evento foi uma oportunidade de treinar as habilidades técnicas do esporte e mostrar que sabem praticar valores de cidadania, principalmente o respeito e a responsabilidade. Isso porque a garotada do Núcleo Londrina deu um show, não apenas em quadra, mas também na organização do evento.

Crianças e adolescentes praticam a modalidade e recebem auxílio dos alunos do projeto para realizar os movimentos técnicos do voleibol.

Os alunos do projeto colocaram a mão na massa. Realizaram a divulgação, a montagem e desmontagem das quadras, o monitoramento dos jogos e até deram orientações aos participantes, tanto para a execução dos fundamentos técnicos do voleibol como nos aspectos táticos de jogo. Além de tudo isso, apresentaram aos participantes os valores trabalhados em cada categoria na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. “Coube a mim (professor) trabalhar como mediador nas situações em que era necessária a intervenção, mas na grande maioria das ações foram os alunos os responsáveis pelo evento e tomada de decisões”, afirmou Osvaldo Nascimento, professor do núcleo.

Todos puderam desfrutar das quadrinhas por meio de um revezamento entre os participantes. Como em cada uma delas muda a quantidade de integrantes, a garotada se divertiu com colegas diferentes em equipes distintas. A aluna do colégio, Verônyka Roberta de Carvalho, gostou de participar do evento organizado pelos alunos do projeto. De acordo com ela, o festival estava organizado e tinha bastante crianças e adolescentes para jogar.

Jogos divertem participantes.

Por outro lado, a aluna do projeto Heloísa Honório, 11 anos, da categoria Mini 3×3, disse que além de fazer novas amizades, o evento foi legal porque seus colegas do Núcleo Londrina ajudaram aqueles que tinham dificuldades técnicas e táticas do voleibol. “Sempre é bom ter festivais no núcleo, pois motivam os alunos do projeto e oportunizam aqueles que não têm aulas de vôlei na educação física da escola a praticar pelo menos um pouco da modalidade e conviver com as situações de jogos, que eles gostam muito”, concluiu Osvaldo.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Fotos: Divulgação IC. 

Núcleo Guaratuba/PR promove Gincana Cultural para cerca de 470 crianças, adolescentes e professores

Participantes criam músicas funk sobre o Colégio Joaquim da Silva Mafra e a Gincana Cultural.

A Gincana Cultural realizada pela professora de educação física do Núcleo Guaratuba, Cássia Graciotto, deu o que falar no Colégio Estadual Joaquim da Silva Mafra, sede das aulas de minivôlei da cidade. Cerca de 470 crianças, adolescentes e professores de diversas disciplinas participaram da brincadeira realizada no dia 17 de julho, durante a Semana de Integração Escola Comunidade. Na oportunidade, os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná exerceram na prática os valores cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol e em um contexto diferente do que estão acostumados, ou seja, fora das quadras.

Ao todo foram formadas sete equipes, cada uma delas com integrantes de idades diferentes, divididas pelas cores azul claro, azul escuro, verde claro, verde escuro, lilás, branco e rosa, esta última formada apenas por alunos do projeto. Para promover a integração – principal objetivo da gincana -, a distribuição das faixas coloridas foi feita dentro das salas de aulas e, ao tocar o sinal, todos seguiram em direção ao pátio para encontrar os colegas e os professores que estavam na mesma equipe. Neste momento, o colégio já estava tomado de alegria e empolgação e prosseguiu assim até o fim.

Cerca de 470 crianças, adolescentes e professores participam das brincadeiras organizadas pelo Núcleo Guaratuba.

A gincana foi composta por 22 provas. A maioria delas envolveu conhecimento gerais, de filmes, desenhos e cantores. Os alunos do projeto auxiliaram a professora Cássia recolhendo as respostas das provas de cada equipe e tabulando resultados.  O último desafio da garotada foi criar uma música de funk sobre o Colégio Joaquim da Silva Mafra e a Gincana Cultural. O objetivo foi criticar as letras pejorativas deste estilo musical e, ao mesmo tempo, mostrar outras que são compostas por conteúdos educacionais, como é o caso da música “Não foi Cabral”, que questiona a história do descobrimento do Brasil.

O professor de ciências do colégio, José Sobrinho, aprovou a atividade recreativa e confirmou que o evento atingiu o objetivo principal: “a integração entre os alunos e os professores ocorreu de maneira expressiva”. José explicou que muitas das crianças e adolescentes presentes não conversavam com os educadores e, após a gincana, passaram a se relacionar melhor. A professora Cássia destacou outro ponto importante: o clima de competição entre as equipes não se sobrepôs ao respeito entre elas. “Todos competiram pelo prêmio, mas aplaudiram a vitória das outras equipes”, afirmou.

Equipes campeãs são premiadas com squezees e mochilinhas do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, camisetas da fanfarra do colégio e muitos doces.

Quanto aos alunos do Núcleo Guaratuba, da equipe rosa, Cássia observou que estavam animados do início ao fim da gincana e que o evento possibilitou que eles praticassem os valores ensinados nas aulas de minivôlei. “As três turmas do projeto trabalharam como uma grande equipe”, avaliou. Os campeões da gincana ganharam uma cesta de prêmios, que continha squezees e mochilinhas do projeto, camisetas da fanfarra do colégio e muitos doces.

Fotos: Divulgação IC.

Parceiros do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná: Governo do Estado do Paraná e Unilever. Via Lei Federal de Incentivo ao Esporte: Unilever e Ministério do Esporte.

Festival Julino reúne comunidade escolar do Núcleo Guaratuba/PR para um dia de muitos jogos e diversão

Comunidade escolar participa de evento promovido pelo Núcleo Guaratuba do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná.

Uma combinação perfeita para essa época do ano: festa julina com voleibol. O clima de alegria do arraiá do Núcleo Guaratuba, misturado com esporte e diversão envolveu cerca de 180 crianças e adolescentes no dia 11 de julho. Entre eles, os alunos do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e do Colégio Estadual Joaquim da Silva Mafra, onde acontecem as aulas de minivôlei na região. O evento, chamado Festival Julino, durou o dia todo.

Foram montadas quatro miniquadras para jogos de 15 pontos cada. Uma para alunos com idades compatíveis com a garotada da categoria Mini 3×3 do minivôlei (11 e 12 anos), duas para o Mini 4×4 (13 anos) e uma para o Vôlei (14 e 15 anos). Enquanto alguns participavam dos jogos, outros se revezavam na arbitragem e inscrições das equipes nas miniquadras. Era fácil saber quem eram os alunos do projeto pois, além do uniforme, eles vestiram gravatinhas julinas de identificação. “Não houve nenhum momento em que uma das miniquadras ficou sem jogo”, observou satisfeita a professora do Núcleo Guaratuba, Cássia Graciotto.

Semana de Integração Escola Comunidade: Festival Julino reúne cerca de 180 participantes.

No lanche servido pelo colégio, os participantes do Festival Julino saborearam pipoca e bolo de fubá, acompanhado por um chá quente. Cássia contou que a atividade fez parte da Semana de Integração Escola Comunidade. Na oportunidade, os participantes trocaram experiências e se divertiram juntos. “Foi maravilhosa a participação de alguns professores e funcionários (da escola) nos jogos. Os alunos pareciam se motivar ainda mais podendo dividir a quadra com seus professores”, relatou Cássia. Os alunos do colégio puderam conhecer um pouco do que os colegas do projeto vivenciam nas aulas de minivôlei, inclusive o trabalho de valores como responsabilidade e autonomia, já que a garotada colocou a mão na massa e auxiliou na organização do evento.

Entre as tarefas desempenhadas pelas meninas e meninos do projeto estavam a montagem das quadras, o preparo dos materiais que foram utilizados durante as atividades e a decoração de parte do colégio com bandeirinhas de festa julina. Cada uma delas, representou um sentimento ou atitude importante para o convívio na comunidade como amor, paz, amizade, solidariedade, compaixão, saúde, paciência, tolerância e união, além dos valores ensinados na Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol, respeito, cooperação, responsabilidade e autonomia.

Alunos do projeto decoram parte do colégio com bandeirinhas de festa junina, com valores considerados importantes para a vida cidadã.

Já os voluntários do Compartilhando um Ideal – alunos da categoria Vôlei e ex-alunos que auxiliam os professores nas aulas e eventos dos núcleos –  realizaram uma enquete com a maioria dos participantes do Festival Julino. Ao todo foram 152 entrevistados. Todos afirmaram que gostaram do evento e 135 consideraram-no organizado. Outro dado importante revelou que 128 respondentes já haviam participado de um evento promovido pelo Núcleo Guaratuba, o que demonstra que grande parte da comunidade escolar já está familiarizada com o projeto e que participa das atividades. Durante o evento, a garotada do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná pôde praticar os movimentos específicos de cada fundamento do voleibol, o trabalho em equipe, superação ao medo, tomada de decisão, integração social e liderança dentro e fora das quadras.

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Fotos: Divulgação IC.

Núcleos Interior/PR recebem visita de analista de projetos do Instituto Compartilhar

Kelly Antunes e Evaldo de Godoy, professores dos núcleos Campo Largo e Ponta Grossa/PR respectivamente, recebem materiais para as aulas de minivôlei.

Nos meses de junho e julho, o analista de projetos do Instituto Compartilhar, Everson Pereira, realizou visitas técnicas a alguns núcleos do interior do Paraná, Campo Largo, Ponta Grossa, Maringá e Londrina sucessivamente. Estes encontros são programados para facilitar o acompanhamento da aplicação da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol por parte dos professores de educação física, bem como facilitar o contato entre o coordenação e professores para esclarecimentos de dúvidas, estabelecer ajustes imediatos para a melhor condução das aulas de minivôlei, entregar materiais e realizar avaliações das atividades desenvolvidas.

No dia 30 de junho, Everson esteve com as professoras do Núcleo Campo Largo, Kelly Antunes e Maria Helena Biscouto. O analista de projetos ficou satisfeito e observou que os alunos da escola sede das aulas de minivôlei têm se interessado em participar do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná. “As professoras apresentam bom domínio das turmas e das ações aplicadas nas aulas”, contou Everson. Em Ponta Grossa, no dia 01 de julho, Everson esteve com o professor Evaldo de Godoy. “Ele tem um ótimo relacionamento com os alunos e mostra grande preocupação com todos, nas aulas como também com os estudos e saúde”, disse o analista.

Everson Pereira (à esq.) realiza visita técnica no Núcleo Maringá.

No Núcleo Maringá, Everson participou de uma reunião com o professor Paulo Masuzaki e com o diretor da escola sede do projeto, Sergio da Silva. Apesar de algumas dificuldades, o analista de projetos verificou que o núcleo evoluiu quanto a aplicação da metodologia. “O professor se mostrou motivado com o trabalho”, afirmou. O Núcleo Londrina foi o último a receber a visita técnica=. De acordo com Everson, apesar da ótima qualidade do trabalho, pois o professor Osvaldo está no projeto desde sua criação em 1997, há dificuldades quanto ao número de alunos atendidos, mas já foram estabelecidas algumas estratégias e metas para solucionar esta questão.

Em Londrina, analista de projetos dá todo suporte necessário ao professor Osvaldo Nascimento.

Os analistas de projetos do Instituto Compartilhar realizam visitas frequentes aos núcleos e sempre mantém contato com os professores por meio de telefonemas e trocas de e-mails. Everson é responsável pelos 13 Núcleos Interior do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, sediados em escolas da rede estadual de ensino e que atendem a cerca de mil crianças e adolescentes.

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Fotos: Divulgação IC. 

Colégio Marista Santa Mônica visita Núcleo Ponta Grossa/PR para uma manhã de prática esportiva e de valores

Jogos proporcionam trocas de experiências entre adolescentes participantes do festival de minivôlei.

Adolescentes do Núcleo Ponta Grossa do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná compartilharam experiências do esporte com convidados do Colégio Marista Santa Mônica no festival de minivôlei realizado no sábado, 13 de junho. Os visitantes tinham interesse em conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol e experimentaram alguns conceitos na prática. Mesmo em um período delicado de volta às aulas das greves escolares, houve boa participação dos alunos, que se divertiram e fizeram novas amizades.

Após a apresentação dos alunos, o professor do núcleo, Evaldo de Godoy, explicou aos convidados como funciona o Mini 4×4 – uma das categorias da metodologia. Embora a maioria dos participantes tivesse idade compatível com a categoria mais avançada, o Vôlei, o professor convidado optou por realizar os jogos dentro das regras do Mini 4×4 para que os adolescentes pudessem vivenciar o esporte de maneira diferente, com participação mais efetiva e contato constante com a bola. Isto porque o jogo aconteceu em uma quadra menor e com o número de participantes reduzido.

Equipes contam com torcida dos colegas.

Foram montadas duas quadras do Mini 4×4, uma para as equipes femininas e outra para as masculinas. As partidas tiveram duração de 15 pontos e aconteceram em formato de rodízio para que todos pudessem aproveitar bastante o festival. Depois dos jogos, os participantes do evento foram convidados para o almoço, ofertado pelo Colégio Estadual Profª Linda Bacila, onde acontecem as aulas de minivôlei do projeto. Para o aluno da categoria Vôlei, do Núcleo Ponta Grossa, Helton Mendes, 14 anos, o festival foi muito bom. “Conhecemos pessoas novas que vieram do Colégio Marista, espero que eles venham mais vezes”, disse contente.

Para Evaldo, a participação dos adolescentes do Colégio Marista Santa Mônica motivou os alunos do projeto a darem o melhor de si nos jogos e aumentar a confiança, já que entraram em quadra com meninos e meninas de outra escola e que não frequentam as aulas de minivôlei do Núcleo Ponta Grossa. “Eles tiveram a possibilidade de crescer no aspecto técnico e emocional por enfrentar situações diferentes daquelas que eles têm nas aulas”, afirmou.

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Fotos: Divulgação IC. 

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