Alunos do Instituto Compartilhar se destacam em competições externas realizadas ao longo do ano

Núcleo São Domingos é representado por alunos do projeto Vôlei em Rede nos Jogos Escolares Municipais (JEM) de Campinas/SP.

O ano de 2014 foi especial para muitos alunos do programa socioesportivo do Instituto Compartilhar. Apesar de campeonatos de voleibol (e de outras modalidades) não serem o foco da entidade, alguns adolescentes se destacaram em eventos esportivos realizados por outras instituições em diferentes lugares do país. Entre eles, os alunos do Núcleo São Domingos – Campinas/SP e do Núcleo Natal/RN, ambos do projeto Vôlei em Rede.

Em Campinas, nos dias 16, 26, 29 e 30 de setembro e 01 de outubro aconteceu a primeira fase dos Jogos Escolares Municipais (JEM) com a participação de 39 alunos do Núcleo São Domingos. As partidas de voleibol, realizadas na PUC de Campinas, representaram uma oportunidade de praticar as habilidades técnicas adquiridas durante o ano, assim como valores fundamentais de cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia. “Eu estava muito nervosa no começo do jogo, mas gostei muito de ter jogado”, contou a aluna Mônica Evangelista, 13 anos, da categoria Mini 4×4.

As quatro equipes que representaram o projeto Vôlei em Rede se classificaram para as finais, que aconteceram nos dias 17, 20, 21, 22 e 23 de outubro. Os meninos foram vice-campeões do campeonato; já as meninas ocuparam a quarta e quinta posições. Além dos alunos, as equipes contaram com a participação de ex-alunos do projeto. O evento proporcionou a eles uma experiência diferente com o esporte, principalmente por jogarem com colegas de diferentes escolas municipais.

Atletismo está entre as modalidades disputadas pelos alunos do projeto.

“Eu não esperava ser campeão, foi muito legal!”, revelou Jorge Costa, 11 anos, da categoria Mini 3×3. A colega Maria Isadora Lima, 13 anos, da categoria Mini 4×4, também gostou das atividades: “foi a primeira vez que eu participei, mas quero ir de novo ano que vem”, disse animada. O JEM, em Campinas, também ofereceu competições de atletismo e xadrez. A medalha de ouro no jogo de tabuleiro foi também para um aluno do projeto.

Em Natal aconteceram os Jogos Escolares do RN (JERN’s) do Comitê Olímpico Brasileiro, com a participação de mais de quarenta mil crianças e adolescentes de diferentes instituições de ensino do estado. Ex-alunos e alunos do projeto Vôlei em Rede do Núcleo Natal representaram as escolas que frequentam e deram o melhor de si em diversas modalidades esportivas.

Na categoria infantil, 13 a 14 anos, o ex-aluno Matheus Antônio Aciolli, 13 anos, foi campeão na modalidade Vôlei de Duplas e foi considerado o melhor jogador, Atleta Ouro. Durante o ano, Matheus também conquistou o primeiro lugar no Circuito de Vôlei de Praia. A dupla Igor Nascimento e Fernando Gomes, 16 e 17 anos,respctivamente, foi campeã dos JERN’s na categoria juvenil masculino, 15 a 17 anos, na modalidade Vôlei de Duplas, sendo Fernando o Atleta Ouro. Além disso, os meninos também ganharam o Circuito de Vôlei de Praia, venceram a etapa regional dos Jogos da Juventude e conquistaram o quarto lugar, em nível nacional, no mesmo evento sediado em João Pessoa/PB.

Alunos do projeto Vôlei em Rede, Igor e Fernando, vencem competições importantes ao longo do ano e comemoraram ao lado do professor Eugênio.

Os Jogos da Juventude contou com a participação de vinte e seis estados brasileiros, representados pelas melhores duplas na modalidade. “Os alunos Igor e Fernando obtiveram um grande êxito a nível nacional com o quarto lugar, pois devido à baixa estatura, 1,62 e 1,72m respectivamente, surpreenderam a todos com uma técnica refinada e com boa leitura de jogo, tudo isso adquirido no projeto Vôlei em Rede”, explicou o professor do Núcleo Natal, Eugenio Anselmo de Lima.

O Instituto Compartilhar se alegra com estas conquistas dos alunos do projeto Vôlei em Rede e de outras crianças e adolescentes do projeto Esporte em Ação e Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná que, com certeza, também obtiveram resultados positivos em sua trajetória com o voleibol. Isso demonstra que a entidade tem contribuído com o sucesso de milhares de jovens, seja pelo ensino técnico do esporte, de valores como respeito e responsabilidade ou por meio das experiências vividas durante as aulas e com os professores.

Fotos: Divulgação IC.

Ministério do Esporte realiza Prêmio Empresário Amigo do Esporte em São Paulo

Nando (à esq.) participa da Cerimônia Prêmio Empresário Amigo do Esporte, ao lado do ex-maratonista brasileiro, Vanderlei Lima, e de membros da Rems que representaram o Projeto Vida Corrida e Instituto Joaquim Cruz.

A cerimônia do Prêmio Empresário Amigo do Esporte aconteceu nesta terça-feira à noite, 09 de dezembro, no Esporte Clube Pinheiros (SP). O iatista brasileiro e medalhista olímpico, Torben Grael, acompanhado de sua filha, Martine Grael (dupla de Kahena Kunze e eleitas as melhoras velejadoras do mundo) apresentaram o evento realizado pelo Ministério do Esporte. Entre os convidados estavam atletas, ex-atletas e empresários de diversos segmentos. O gerente executivo, Luiz Fernando Nascimento – o Nando – representou o Instituto Compartilhar e prestigiou as homenagens.

A premiação é divida por categorias e é destinada a homenagear os apoiadores de projetos desportivos e paradesportivos da Lei de Incentivo ao Esporte, que contribuíram para o desenvolvimento e o fortalecimento do desporto nacional. “A Lei de Incentivo ao Esporte permite a integração porque ela busca recursos privados, via mecanismo da renúncia fiscal, e se dirige para que os recursos sejam geridos para servirem a comunidade. Tudo na sociedade parte de uma ideia para viver uma experiência. E a experiência da Lei de Incentivo tem sido vitoriosa pelos números que vêm superando a cada ano e a diversidade de projetos”, disse o ministro Aldo Rebelo a Emissoras Pioneiras de Televisão (EPTV).

Entre as empresas ganhadoras da quinta edição do evento estão o Bradesco, que recebeu o prêmio de “Maior Amigo do Esporte” (empresa que mais investiu); o Itaú que recebeu o prêmio “Melhor Amigo do Esporte” (com melhor distribuição dos investimentos pelas regiões brasileiras); e a Petrobrás, que conquistou o terceiro lugar nas duas modalidades.

O Instituto Compartilhar, entidade do terceiro setor liderada pelo técnico da seleção brasileira masculina de voleibol, Bernardinho, também usa a Lei de Incentivo ao Esporte e acredita que é um mecanismo importante para fomentar o esporte. Quanto à cerimônia de premiação, Nando afirmou: “é sempre bom reconhecer empresas e pessoas físicas, pois são elas que, hoje, fazem o esporte acontecer no Brasil”.

Fotos: Divulgação IC.

Fonte texto:

Ministério do Esporte. Disponível em: <http://www.esporte.gov.br/index.php/institucional/secretaria-executiva/lei-de-incentivo-ao-esporte/premio-empresario-amigo-do-esporte>.

ViaEPTV.com. Disponível em: <http://www.jornalacidade.com.br/esportes/NOT,0,492,1016642,Bancos+lideram+premiacao+por+incentivo+ao+esporte.aspx>.

Resultados da campanha: “Ex-aluno, por onde você anda?” são apresentados no Rio de Janeiro com presença de Bernardinho

Bernardinho faz abertura da apresentação.

Bernardinho faz abertura da apresentação.

Na quinta-feira, 04 de dezembro, representantes de entidades sem fins lucrativos, estudiosos, parceiros, professores e ex-alunos assistiram, pela manhã, a apresentação dos resultados e análise da campanha “Ex-aluno, por onde você anda?” lançada pelo Instituto Compartilhar em 2013. O evento aconteceu no auditório do Ginásio Leite de Castro na Escola de Educação Física do Exército no Rio de Janeiro e contou com a presença do diretor presidente do Instituto Compartilhar, o técnico Bernardinho, o gerente executivo também do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento – o Nando -, e o professor doutor em sociologia do esporte, Wanderley Marchi Junior.

No encontro na quinta-feira, Bernardinho fez a abertura do evento, Nando e Wanderley explicaram os dados e as análises, respectivamente. “Este formato de evento facilitou a compreensão da pesquisa por parte dos participantes, deixando a manhã mais leve”, avalia Nando. Quando a apresentação terminou, os ex-alunos presentes: Lucas Correa, Isabella Araujo, Roberta Ratzke (levantadora reserva da equipe Rexona-AdeS feminina de voleibol), Vitória Alves e Jeferson Silva foram convidados a darem seus depoimentos. A alguns, a timidez atrapalhou, mas a outros as emoções eram tão fortes que a fala foi espontânea.

Nando (à esq.) e Wanderley demonstram dados e análises das respostas da campanha “Ex-aluno, por onde você anda?”.

Nando (à esq.) e Wanderley demonstram dados e análises das respostas da campanha “Ex-aluno, por onde você anda?”.

Jeferson Silva, conhecido como Baiano, deu ênfase ao seu relacionamento com os professores: “eles são muito mais do que professores para mim. São a minha família. Não consigo explicar o quanto são importantes na minha vida até hoje. Só tenho a agradecer ao projeto (Esporte em Ação), ao Instituto Compartilhar e ao Bernardinho por fazerem este projeto existir”, falou emocionado.

Já a ex-aluna Isabella Araujo, contou sobre sua condição social e oportunidade. “Eu nasci num ambiente em que eu só escutava que eu era pobre e não podia nada, nem ser ninguém. Moro em um lugar violento e a minha realidade é esta. Mas depois que eu entrei para o projeto (Vôlei em Rede) e com ele entrei no Maracanãzinho pela primeira vez, me dei conta de que eu sou alguém sim e que posso voltar a sonhar e conquistar os meus objetivos”, contou.

Para Bernardinho, estes depoimentos tornaram os resultados ainda mais reais. “Foi inevitável: me emocionei com o depoimento desses ex-alunos. Eles me dão convicção que estamos no caminho certo, me enchem de vontade de fazer ainda mais e mudar a realidade de tantos outros jovens”, finalizou.

Presença e depoimentos de ex-alunos emocionam público.

Presença e depoimentos de ex-alunos emocionam público.

Mais de 700 alunos egressos do programa socioesportivo do Instituto Compartilhar responderam a um questionário online sobre o período em que participavam do projeto, o impacto que as aulas tiveram na vida deles e o que têm feito atualmente. O professor doutor em sociologia do esporte, Wanderley Marchi Júnior coordenou a análise dos dados junto a outros dois pesquisadores: professor doutor Gilmar Afonso e a professora mestre Tatiana Sviesk. A apresentação de alguns dados e a pesquisa completa estão disponíveis na plataforma Efeito Esporte (www.efeitoesporte.com.br).

Parceiro na campanha e na apresentação: Unilever
Parceiros na apresentação: Escola de Educação Física do Exército, Fotógrafa Adriana Lorete e Ilha do Urso.

Fotos: Adriana Lorete

Bate-Bola do Instituto Compartilhar completa sua centésima edição com mais histórias para contar

Instituto Compartilhar encerra 2014 com o Bate-Bola número 100.

Coincidência ou não, o Instituto Compartilhar encerra 2014 com o Bate-Bola número 100. Da primeira edição para cá, a comunicação buscou aprimorar a maneira de informar e engajar as pessoas que acreditam no desenvolvimento humano por meio do esporte. O Bate-Bola (newsletter mensal) é um dos canais que, atualmente, consegue atingir mais de 3.000 pessoas que atuam nas mais diversas áreas, que trabalham ou não com o voleibol e que são de diferentes instituições. O que existe em comum entre elas? A maneira de enxergar o Efeito Esporte.

Obrigado por fazer parte da centésima edição do Bate-Bola. O Instituto Compartilhar está muito feliz por poder manter este canal de comunicação sempre recheado de boas notícias, principalmente quando relacionadas ao bem-estar das crianças e adolescentes dos seus três projetos do programa socioesportivo, Esporte em Ação, Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Vôlei em Rede.

Facebook, outro canal de comunicação do Instituto Compartilhar, conta com atualização constante sobre assuntos voltados à educação, esporte, voleibol, saúde e conteúdos institucionais.

O Instituto Compartilhar também mantém outros importantes canais de comunicação, como o Site, Blog, YouTube, Twitter e o Facebook que, inclusive, passou a contar com atualização constante sobre assuntos voltados à educação, esporte, voleibol, saúde e conteúdos institucionais. A entidade se preocupa com a qualidade das informações que chegam a você!

Site: compartilhar.org.br

Blog: blog.compartilhar.org.br

Twitter: twitter.com/Compartilhar

Facebook: facebook.com/institutocompartilhar

Fotos: Divulgação IC.

Clínica de Minivôlei em Paranavaí/PR possibilita que profissionais e acadêmicos de educação física conheçam a metodologia do Instituto Compartilhar e se aperfeiçoem no ensino do voleibol

Participantes assistem atentamente as aulas teóricas da Clínica de Minivôlei.

O analista de projetos do Instituto Compartilhar, Vinicius Petrunko, e a professora de voleibol do Núcleo Central, em Curitiba, do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Tatiana Ribas, estiveram em Paranavaí com o objetivo de disseminar a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol. A Clínica de Minivôlei realizada no dia 14 de novembro reuniu cerca de 70 profissionais e acadêmicos de educação física da cidade no ginásio de esportes do Sesc Paranavaí, parceiro do evento. A abertura oficial foi realizada pelo gerente executivo da unidade, Ubiratan Fernandes, o Bira, que deu boas-vindas aos participantes e agradeceu a presença de todos.

A Clínica de Minivôlei foi dividida em dois módulos: o primeiro foi focado nas categorias Mini 2×2 e Mini 3×3 que são direcionadas à crianças e adolescentes com idades entre 9 e 12 anos; em 2015, será ministrado o segundo módulo, quando as categorias Mini 4×4 e Vôlei serão os temas centrais. Durante as aulas práticas e teóricas promovidas neste ano, buscou-se apresentar os princípios técnicos e táticos da metodologia para as categorias iniciantes, os valores ensinados aos alunos do programa socioesportivo da instituição e também possíveis adaptações que podem ser feitas para trabalhar o voleibol nos mais variados ambientes, como clubes, escolas e projetos sociais, e em outras modalidades, fortalecendo o conceito do miniesporte.

Alunos do Sesc Paranavaí auxiliam nas demonstrações da Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol para as categorias Mini 2x2 e Mini 3x3.

As atividades em quadra contaram com a colaboração de alunos que frequentam as aulas de minivôlei do Sesc, fator que contribuiu para a assimilação do conteúdo teórico. Enquanto a professora Tatiana explicava e conduzia os exercícios, o analista Vinicius comentava os objetivos e variações de cada um deles. A participação das crianças foi positiva e permitiu que as atividades ficassem mais dinâmicas. Em alguns momentos elas escolheram alguns participantes da Clínica para que pudessem experimentar e vivenciar os exercícios.

Profissionais e acadêmicos que estiveram na clínica puderam avaliar (sem se identificar) a efetividade do evento, de acordo com itens relacionados ao desempenho dos instrutores, organização e conteúdos ministrados. “Excelente aula, muito boa a interação com os alunos. Aprendi muito na parte prática e também na teórica”, relatou um dos participantes. “São ótimos profissionais e conseguiram nos passar seus conhecimentos de forma ampla e demonstrativa”, enfatizou outro participante. Ao longo das atividades foram distribuídos e sorteados materiais institucionais do Instituto Compartilhar e dois livros “Transformando Suor em Ouro” do técnico de voleibol e diretor-presidente da entidade, Bernardinho.

Primeiro módulo da Clínica de Minivôlei é concluída com sucesso e, em 2015, profissionais e acadêmicos podem participar do segundo módulo para conhecer como funcionam as categorias Mini 3x3 e Mini 4x4 do Instituto Compartilhar.

A clínica em Paranavaí aconteceu por meio da solicitação do coordenador de esportes do Sesc, Marcos Scorsz, que foi estagiário do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná quando ainda existia um núcleo socioesportivo no município. “Marcos já conhecia a metodologia e desejava saber das suas atualizações, assim como compartilhá-las com os profissionais da região”, contou Vinicius. O Sesc disponibilizou todos os recursos necessários para a efetivação do evento, inclusive despesas de deslocamento, alimentação e hospedagem dos profissionais do Instituto Compartilhar.

Fotos: Divulgação IC. 

Ex-aluna Bruna Miranda participa de lançamento da equipe Rexona AdeS de voleibol no Rio de Janeiro/RJ e conta sua experiência no projeto do Instituto Compartilhar

Bruna (ao centro) conhece as atletas que mais admira: Rosângela do Brasília Vôlei (esq.) e Fofão do Rexona-AdeS (dir.).

“Foi um dia inesquecível”, exclama Bruna Miranda, 26 anos, ex-aluna do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, ao desembarcar em Curitiba após a visita ao Rio de Janeiro para o lançamento da equipe feminina de voleibol Rexona-AdeS para a Superliga 2014/15. No dia 30 de outubro, a equipe eneacampeã da Superliga foi apresentada à imprensa na Casa Santa Teresinha no Rio de Janeiro e Bruna foi convidada para representar os alunos e ex-alunos do Instituto Compartilhar e contar a experiência no projeto que tem parceria com a Unilever desde sua criação em 1997.

Pela primeira vez na cidade, Bruna pôde conhecer alguns pontos turísticos como o Pão de Açúcar, fazer passeio de Bondinho e visitar o Mirante Dona Marta, além de molhar o pé na praia de Copacabana. Mas o momento mais esperado por ela era conhecer as atletas, rever a levantadora reserva da equipe, Roberta Ratzke, também ex-aluna do projeto e colega de Bruna na época. “Vai ser muito bom rever a Roberta. Ela representa o sonho de muitas que não conseguiram chegar até onde queriam”, explica ela. Ainda no dia anterior ao lançamento, Luiz Fernando Nascimento, o Nando, gerente executivo do Instituto Compartilhar, levou Bruna para o jogo treino da equipe Rexona-AdeS na Urca com o time de Brasília. Este foi outro momento importante porque lá ela conheceu a levantadora do Rexona-AdeS Fofão (de quem é fã atualmente) e a atacante do Brasília Vôlei, Elisângela de Oliveira, de quem era fã quando a atleta jogava no Rexona.

Em primeira visita ao Rio de Janeiro, Bruna visita principais pontos turísticos.

Enfim, na chegada do grande dia, Nando e Bruna participaram do café da manhã com as atletas e comissão técnica, viram a exposição de camisetas, troféus e fotos da equipe nas participações da Superliga desde 1997. Bruna pôde contar, com segurança, à imprensa e aos presentes sobre sua experiência no projeto que participou de 1999 a 2002 e o impacto que ele gerou em sua vida, principalmente nas questões familiar, estudantil e profissional. “Lá aprendi valores que contribuíram para minha formação como cidadã, e não só para o vôlei. Superação é a palavra que resume o significado do projeto, que representou a melhor fase de minha vida”, revela.

Ainda com o brilho no olhar e sorriso estampado no rosto, Bruna visitou o Núcleo Tijuca – Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede. Ele surgiu por meio da experiência positiva do projeto que a ex-aluna participou no Paraná. A iniciativa passou por adaptações e expandiu para outros seis estados brasileiros em formatos diferentes, mas com a mesma base.  “Admiro muito todos aqueles que se entregam a este projeto, não só porque fiz parte dele, mas por todos aqueles que passarão por ele. Toda essa entrega, com certeza tem uma recompensa muito especial, quando vimos a alegria daquelas crianças, talvez no momento mais esperado do seu dia, muitas delas sem um calçado adequado para vestir. É realmente muito gratificante”, conta emocionada.

Em evento de lançamento da equipe Rexona-AdeS de voleibol, ex-aluna Bruna Miranda tem espaço para contar sua experiência no projeto.

Bruna Miranda tem 26 anos, é ex-aluna do Núcleo Central – Curitiba do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, quando ele ainda era o Centro Rexona AdeS de Voleibol, e participou de todas as categorias. Em 2013, a ex-aluna participou da campanha: “Ex-aluno, por onde você anda?”, respondeu ao questionário e estava no encontro com o técnico Bernardinho, diretor presidente do Instituto Compartilhar, no Ginásio do Tarumã.

Fotos: Divulgação IC

Luiz Fernando Nascimento, gerente executivo do Instituto Compartilhar, apresenta experiências da instituição em Fórum Internacional Gols pela Vida

Luiz Fernando Nascimento (esquerda) conta a experiência do Instituto Compartilhar sobre a presença de um ídolo em atividade.

Luiz Fernando Nascimento (esquerda) conta a experiência do Instituto Compartilhar sobre a presença de um ídolo em atividade.

Para discutir o tema de Responsabilidade Social no Esporte, o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe promoveu nos dias 23 e 24 de outubro o Fórum Internacional Gols Pela Vida, no Hotel Pestana, em São Paulo. Luiz Fernando Nascimento – Nando -, gerente executivo do Instituto Compartilhar, foi convidado para participar da discussão tendo como tema: planejamento e execução de programas socioesportivos de ídolos do esporte em plena atividade – A figura do ídolo e sua influência na formação e multiplicação de políticas públicas. Junto com ele estavam José Álvaro da Silva Carneiro, Diretor Corporativo Hospital Pequeno Príncipe, Aluísio Dutra Jr., Secretário Municipal de Esportes e Lazer de Curitiba e João Paulo Monteiro, CEO Monett Social Business (Responsável Fundação Leo Messi no Brasil).

Em sua participação no dia 24, Nando expôs a experiência do Instituto Compartilhar em relação à força de um ídolo, o técnico Bernardinho – diretor presidente da instituição -, e sua importância no programa socioesportivo. No entanto, deu foco nos professores e a fundamental influência deles na motivação de crianças e adolescentes, principalmente para criar um elo afetivo e, assim, atingir resultados de aprendizado técnico e de valores. Nando se baseou nos dados colhidos na campanha “Ex-aluno, por onde você anda?”, realizada em 2013, em que alunos egressos contavam sobre a experiência e aprendizados durante o período do projeto, e destacaram a atuação de professores. (veja mais resultados da pesquisa em: http://www.compartilhar.org.br/relatorio/2013/Relatorio_Anual_2013.pdf)

Apresentação sobre Instituto Compartilhar baseia-se em pesquisa com alunos egressos realizada em 2013.

Apresentação sobre Instituto Compartilhar baseia-se em pesquisa com alunos egressos realizada em 2013.

Para o gerente executivo do Compartilhar, o Complexo Pequeno Príncipe está de parabéns pela iniciativa inovadora, pois o tema responsabilidade social no esporte ainda é muito pouco discutido neste meio. “O interessante destes encontros é perceber a convergência de opiniões de muitas instituições nacionais e internacionais para o tema. São ideias boas sendo discutidas por muita gente de renome”, observa Nando. Ele se refere a autoridades presentes como o ministro do Esporte do Brasil, Aldo Rebelo; o conselheiro do secretário-geral da ONU para esporte, desenvolvimento e paz, Wilfried Lemke; os jornalistas esportivos Juca Kfouri, Paulo Calçade e Erich Beting; o escritor e ativista da paz, Don Mullan; o idealizador da Universidade do Futebol, João Paulo Medina; o especialista do programa de esportes para o desenvolvimento do Unicef, Rodrigo Fonseca; a coordenadora do MBA “Sports Philanthropy” da George Washington University (Estados Unidos), Lisa Delpy Neirotti, PhD; e o Alex White, Executivo da Premier League Charitable Fund (Inglaterra) entre outros.

Fotos: HPP

Bernardinho apresenta Instituto Compartilhar em café da manhã do Instituto Phi

Ao lado de Marcos Flávio Azzi, Bernardinho participa de bate-papo sobre ações sociais.

Ao lado de Marcos Flávio Azzi, Bernardinho participa de bate-papo sobre ações sociais.

Na quarta-feira, 22 de outubro, no Rio de Janeiro, o diretor presidente do Instituto Compartilhar, Bernardo Rezende – o técnico Bernardinho – participou do café da manhã anual promovido pelo Instituto Phi, ao lado de Marcos Flávio Azzi. A proposta era discutir motivações para realização de ações sociais e o atual cenário do terceiro setor no Brasil.

Bernardinho aproveitou a oportunidade para explicar sobre o Instituto Compartilhar, o motivo da sua fundação da instituição por ele. Também parabenizou e valorizou o trabalho do Instituto Phi – Philantropia Inteligente, que faz a ponte entre pessoas físicas ou jurídicas e projetos sociais de qualidade e que busca que o investimento social tenha resultado efetivo, chegando a instituições de excelência. O Instituto Phi não tem fins lucrativos e o serviço é gratuito para pessoas físicas e, para pessoas jurídicas, há uma avaliação de acordo com o projeto.

Saiba mais em: http://institutophi.org.br/

Fotos: Divulgação IC e Instituto Phi

Equipe do Instituto Phi trabalha para fazer a ponte entre pessoas físicas ou jurídicas e projetos sociais de qualidade.

Equipe do Instituto Phi trabalha para fazer a ponte entre pessoas físicas ou jurídicas e projetos sociais de qualidade.

Clínica de Minivôlei do Instituto Compartilhar chega à Goiânia/GO

Analistas de projeto do Instituto Compartilhar, Kátia Keller e Vinícius Petrunko, ministram Clínica de Minivôlei em Goiânia nos dias 26 e 27 de setembro.

Acadêmicos e profissionais de educação física da cidade de Goiânia puderam conhecer a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Voleibol com os analistas de projeto do Instituto Compartilhar, Kátia Keller e Vinícius Petrunko. As aulas práticas e teóricas da Clínica de Minivôlei, ministrada nos dias 26 e 27 de setembro, aconteceram na Igreja Presbiteriana Maranatha, local de aulas da escolinha Duda Volley Club – parceira do evento na capital de Goiás.

A Clínica teve como objetivo disseminar os princípios técnicos, táticos e de valores da metodologia adotada no programa socioesportivo do Compartilhar e que também podem ser utilizados em outros ambientes, como clubes e escolas. Além disso, apresentar a possibilidade de adaptação da metodologia para outros esportes, reforçando o conceito de miniesporte.

A manhã do primeiro dia de atividades contou com apresentação do Instituto Compartilhar, da metodologia e características das categorias Mini 2×2 (para crianças de 9 e 10 anos) e Mini 3×3 (11 e 12 anos). Durante a tarde aconteceram os exercícios práticos, como de coordenação motora, fundamentos de saque por baixo, toque, manchete e construção de jogo.

Alunos de instituições que também ensinam o vôlei participam das aulas práticas para facilitar a compreensão dos participantes.

No segundo dia, os participantes conheceram as categorias mais avançadas, Mini 4×4 (para adolescentes com 13 anos) e Vôlei (14 e 15 anos). Além disso, entenderam como são ensinados os valores durante a prática esportiva (cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia), o processo de avaliação técnica, sistemas de jogo e de defesa, entre outros temas.

Para auxiliar as atividades práticas, os analistas contaram com a colaboração de alunos da escolinha Duda Volley Club e de alunas da Escola Nossa Senhora Auxiliadora acompanhadas pelo professor. As atletas do Goiás Esporte Clube contribuíram com as aulas sobre as categorias Mini 4×4 e Vôlei, que exigiam maior nível técnico. Desta forma, os acadêmicos e profissionais de educação física puderam entender com mais clareza como funciona a metodologia do Instituto Compartilhar.

De acordo com Vinícius, os participantes da clínica aproveitaram a oportunidade para esclarecer algumas dúvidas, o que tornou o encontro ainda mais produtivo. Para Lívia Cristina Gonçalves, a metodologia é simples e é aplicada de maneira coerente a cada fase das crianças e adolescentes. “Acredito que uma das maiores contribuições que a Clínica de Minivôlei deixou para mim foi que é possível sonhar, ter esperança em “ajudar” o próximo através dos desportos em especial o voleibol”, afirmou a participante.

Acadêmicos e profissionais de educação física entram em quadra e praticam o que aprenderam durante a Clínica.

O gestor de conhecimento do Instituto Compartilhar, Max Braga, acompanhou todas as atividades com o objetivo de identificar quais pontos podem ser aperfeiçoados, inclusive quanto a novas formas de abordagem da Clínica. Ao final, os acadêmicos e profissionais de educação física presentes participaram de sorteios de relatórios anuais do Instituto Compartilhar, livros do Sinpefepar com artigos publicados por professores da organização, camisetas, chaveiros, blocos de anotações e quatro livros “Transformando Suor em Ouro”, do técnico Bernardinho.

Por intermédio de Luiz Eduardo, responsável pela escolinha Duda Volley Club, a Clínica em Goiânia contou com o apoio de várias instituições. Entre elas a Associação Seara, que cedeu os espaços junto à igreja; a All Mix que doou alguns produtos naturais distribuídos nos intervalos e para sorteio ao final do evento; Arícia Motta Nutrição que auxiliou na divulgação e organização e República da Saúde, restaurante que cedeu as refeições dos instrutores da Clínica. Outros apoios como Decatlhon, Chon, Sports e Tracks e Mednutrition auxiliaram na divulgação e confecção de cartazes e flyers do evento.

Fotos: Divulgação IC.

“Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?” é discutido em mesa-redonda promovida pelo Instituto Compartilhar

Profissionais e pesquisadores de educação física expõem suas visões sobre o tema: “Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?”.

Profissionais e pesquisadores de educação física expõem suas visões sobre o tema: “Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?”.

A reunião de teóricos, práticos e acadêmicos sempre é muito produtiva, pois as discussões ficam com diversos pontos de vista e todos aprendem mais. E não foi diferente na noite do dia 02 de outubro, quando o Instituto Compartilhar promoveu a mesa redonda “Esporte: perspectivas sociais ou competitivas?”, no auditório da Unibrasil em Curitiba/PR. Compunham a mesa os professores doutores Wanderley Marchi Júnior da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Gilmar Afonso da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, a professora doutoranda Tatiana Sviesk Moreira (UFPR) e o coordenador pedagógico do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná do Instituto Compartilhar, Josmar Coelho. O gerente executivo do Compartilhar, Luiz Fernando Nascimento, o Nando, mediou a mesa. Cerca de 200 pessoas dentre profissionais e acadêmicos da área esportiva estiveram presentes.

Público é formado por estudantes da área esportiva.

Público é formado por estudantes da área esportiva.

Os palestrantes expuseram seus pontos de vista e conversaram sobre temas que concluíam a pergunta principal. Wanderley Marchi iniciou a discussão contando sobre manifestações e dimensões do esporte, explicou a importância de buscar perspectivas conceituais e interpretativas no cenário atual da educação física no Brasil. Em seguida, Gilmar Afonso expôs sobre desenvolvimento de valores no esporte, Tatiana Sviesk fez uma provocação sobre a problematização no esporte competitivo e Josmar Coelho compartilhou a sua experiência de ensino de valores durante toda a aula esportiva, adquirida com 18 anos de experiência no projeto.

Segundo Tatiana, as três palestras conseguiram atingir o objetivo. “É fundamental promover este tipo de discussão porque as pessoas costumam separar a competição da função social do esporte, colocando como se uma coisa excluísse a outra. Os projetos do Instituto Compartilhar são uma prova de que isto não é verdade. Mesmo com essa perspectiva social, a competição é um pressuposto, ela existe no esporte, não tem como ser negada”, explica a profissional.

Final da mesa redonda gera debate e é espaço para esclarecimento de dúvidas dos participantes.

Final da mesa redonda gera debate e é espaço para esclarecimento de dúvidas dos participantes.

O tema agradou os participantes e principalmente ao estudante de educação física da Unibrasil, Leonardo Lima. “Esta mesa redonda agregou muito conhecimento e abriu nossas cabeças como estudantes e futuros profissionais. Precisamos relacionar as duas frentes (competitiva e social), agregar valores nas nossas aulas, pois somos responsáveis também por socializar e educar, não só ensinar um esporte”, conta satisfeito.

Ao final, Nando mediou as perguntas dos participantes e respostas dos professores e expôs alguns resultados da pesquisa “Ex-aluno, por onde você anda”, realizada com alunos egressos do programa socioesportivo da entidade. Estes dados podem ser acessados no Relatório Anual 2013 do Instituto Compartilhar em: http://www.compartilhar.org.br/relatorio/2013/Relatorio_Anual_2013.pdf

A mesa-redonda aconteceu em parceira do Instituto Compartilhar e Unibrasil, via lei de incentivo ao esporte: Ministério do Esporte, Lei de Incentivo ao Esporte e Unilever.

Fotos: Divulgação IC

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