Entre os dias 25 e 31 de maio aconteceu a Campanha da Semana Mundial do Brincar da Aliança pela Infância, rede internacional que defende os direitos das crianças. Neste ano, a ação contou com a parceria da Rede Esporte pela Mudança Social (Rems), na qual o Instituto Compartilhar faz parte junto a outras 50 organizações brasileiras que também acreditam no esporte como instrumento de transformação social.

Nos Núcleos Campinas/SP do projeto Vôlei em Rede, a diversão da Semana Mundial do Brincar foi com pipas cedidas pela Prefeitura Municipal.
O Compartilhar abraçou a causa da campanha e professores dos núcleos socioesportivos dos projetos Esporte em Ação, Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná e Vôlei em Rede realizaram atividades diferentes com seus alunos com o objetivo de resgatar a importância do brincar para o desenvolvimento integral da criança. A Aliança pela Infância elaborou um vídeo que inspira a realização de atividades recreativas (https://www.youtube.com/watch?v=1zCweqvWoYo).
Em Campinas/SP, os alunos do projeto Vôlei em Rede se divertiram com pipas cedidas pela Prefeitura Municipal, parceira do projeto na cidade. Os professores dos núcleos São Cristóvão, São Domingos e São Marcos relataram que as crianças e adolescentes ajudaram os colegas menos habilidosos a colocarem as pipas no ar. O aluno Daniel Nascimento, 13 anos, da categoria Mini 4×4 do Núcleo São Domingos foi um deles: “eu sempre brinco com pipa aqui no bairro. Foi bom poder ajudar os outros alunos”, contou. Para a professora Rosana Bragalia, do Núcleo São Marcos, “os alunos divertiram-se muito, deram muitos exemplos de cooperação ajudando os colegas e enfeitaram o céu com suas pipas”.
A aluna Mariana Ramalho, 10 anos, da categoria Mini 3×3 do Núcleo São Marcos, achou difícil empinar pipas: “nunca tinha feito isso, para os meninos é mais fácil”, desabafou. Já a aluna Bruna Faria, 14 anos, da categoria Vôlei do Núcleo São Domingos, gostou da experiência: “Foi muito bacana. Eu achava que era brincadeira de menino, mas vi que as meninas também podem brincar”, disse.
No Núcleo São Cristóvão, as crianças da categoria Mini 2×2, com idades entre 9 e 10 anos, participaram no circuito de brincadeiras. Cada canto da quadra esportiva, onde normalmente acontecem as aulas de minivôlei, comportou brinquedos diferentes como petecas, elásticos, arcos e cordas. Para os alunos das outras categorias, a euforia estava na Oficina de Pipas, mas muitos não deixaram de ajudar os colegas mais novos nas outras atividades.
A professora do Núcleo Guaratuba do projeto Núcleos de Iniciação ao Voleibol no Paraná, Cássia Graciotto, aproveitou a campanha para conversar com os alunos sobre a importância de brincar e criar vínculos sociais. Lá, a brincadeira foi a “dança de bexigas”, realizada em duplas. Cada aluno tinha uma bexiga presa ao pé e, de mãos dadas com o (a) companheiro (a), deveria estourar o balão do colega. A atividade rendeu muitas risadas.

O ato de brincar é estimulado e alunos do projeto Esporte em Ação, Núcleo Forte do Leme – Rio/RJ, aproveitam para se divertir.
Já no nordeste do país, no Núcleo Natal/RN do projeto Vôlei em Rede, a Semana Mundial do Brincar aconteceu com a ajuda dos pais e responsáveis. A tarefa da garotada era conversar com eles e descobrir quais eram as brincadeiras que os divertiam enquanto crianças. Os alunos também foram estimulados a levar para a aula brincadeiras do dia-a-dia deles. Algumas das atividades recreativas realizadas foram pega-pega (tica, no vocabulário potiguara), esconde-esconde, passa anel, detetive, “tá quente, tá frio!” e amarelinha.
Fotos: Divulgação IC



































